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la fotografía es de Cuba , autor luis pedro mujica

miércoles, 23 de mayo de 2018

FRUTOS BRASILEIROS ANTI-INFLAMATÓRIOS E ANTIOXIDANTES


Conheça dez frutos brasileiros anti-inflamatórios e antioxidantes
Os compostos podem ajudar a combater doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, cânceres e complicações cardíacas
SS Sara Sane*  (foto: Reprodução)
Há na mata atlântica e na caatinga frutas que podem ajudar no combate a doenças cada vez mais incidentes na população, como o diabetes e a depressão. Esse potente pomar, porém, é pouco conhecido pela ciência, admitem pesquisadores. Na tentativa de explorá-lo, uma equipe da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), estuda os potenciais antioxidantes e anti-inflamatórios de 10 frutas brasileiras — a maioria delas também desconhecidas entre as pessoas comuns.
"As frutas nativas estudadas apresentam compostos bioativos com atividades antioxidante e anti-inflamatória e, quando consumidas regularmente como alimentos funcionais, podem ajudar na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis”, resume, em comunicado, Jackeline Cintra Soares, autora do estudo, que será publicado na revista científica Food Chemistry.
As frutas estudadas foram araçá-boi, cambuití-cipó, murici vermelho, murici guassú, morango silvestre, cambuci, jaracatiá-mamão, juquirioba, fruta do sabiá e cajá. Os pesquisadores analisaram os extratos etanólicos das polpas das frutas para medir a capacidade de sequestro de radicais livres — que podem causar a degradação celular, entre outros efeitos maléficos ao corpo humano.
Das frutas mapeadas, cinco mostraram maior atividade antioxidante e/ou anti-inflamatória: araçá-boi, cambuití-cipó, murici vermelho, morango silvestre e cajá (veja quadro).  “Os animais tratados com elas apresentaram reduções no influxo de neutrófilos”, explica Soares. Os neutrófilos são células responsáveis pela defesa e pela imunidade do organismo — alto nível dessas estruturas no sangue pode indicar a ocorrência de infecção ou inflamação.
A presença de compostos fenólicos, grupo de antioxidantes que combatem os radicais livres, também foi um critério considerado pela equipe, com destaque também nas cinco frutas. Segundo a autora, nos experimentos, elas apresentaram importantes atividades antioxidantes e anti-inflamatória, além de grande biodiversidade de compostos bioativos. “Entre eles, ácidos fenólicos e flavonoides, que têm atraído grande interesse por pesquisadores de todo o mundo devido às bioatividades e à possibilidade de prevenção de doenças crônicas degenerativas não transmissíveis”, acrescenta.
Professora titular do Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jacqueline Aparecida Takahashi explica que os compostos fenólicos têm sido cada vez mais associados a benefícios para o organismo, como proteção contra doenças coronárias e câncer. Fernanda Bassan, professora do curso de nutrição da Universidade Católica de Brasília, acrescenta que a presença de compostos bioativos também podem prevenir e ajudar no tratamento de diabetes, doenças neurodegenerativas e da depressão.
Além da busca pelo potencial terapêutico das frutas, a valorização dos produtos nacionais motivou os integrantes do estudo — que contou com a parceria de cientistas da Faculdade de Odontologia da Universidade de Campinas (Unicamp). “As frutas nativas são um patrimônio nacional, porém ainda pouco valorizado pela população, principalmente pelo desconhecimento. Por exemplo, das 20 principais frutas consumidas pela população brasileira, apenas três são nativas: goiaba, maracujá e abacaxi”, detalha Jackeline Cintra Soares.
Fernanda Bassan compartilha da opinião da pesquisadora. “Estamos muito acostumados a comprar frutas vermelhas, como amora, framboesa e morango, por terem antioxidantes, achando que o que vem de fora é melhor. Mas essas frutas acabam sendo mais caras. Há frutas aqui do Brasil que também são riquíssimas nesses compostos”, ressalta.
Segundo os autores do estudo, incentivar o consumo de frutas nativas também pode contribuir para o alcance da média de ingestão de frutas e vegetais diárias no país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo per capita seja de 146kg ao ano. No Brasil, não chega à metade: 57kg, segundo o Instituto Brasileiro de Frutas. “Outro ponto importante é que as indústrias vêm buscando antioxidantes naturais para substituir os sintéticos, e as frutas nativas são grandes fontes inspiradoras nessa questão”, complementa Jackeline Cintra Soares.
Sem agrotóxico
Professor de tecnologia de alimentos da Universidade Católica de Brasília, Marcus Cerqueira chama a atenção para a forma como as frutas são cultivadas. Aquelas que crescem livres de agrotóxicos, em ambiente natural, com muito ataque de insetos, bactérias e fungos, criam substâncias de defesa que são passados para a fruta ou para a flor. “Quando consumimos essas substâncias bioativas, os compostos fenólicos, elas vão ter uma ação muito parecida no nosso organismo, agindo como antioxidante, com atividade anti-inflamatória”.
Segundo Cerqueira, outras características da plantação também beneficiam o potencial terapêutico da colheita. Estudos têm mostrado que, em frutas do cerrado, frio intenso, restrição hídrica, queimadas, fungos e bactérias exigem uma capacidade maior de se defender, que chegue ao consumidor. “Elas criam substâncias poderosas com o mesmo potencial das frutas citadas na pesquisa da USP. O pequi, o buriti e o cajuzinho-do-cerrado tem substâncias muito parecidas”, lista. * Estagiária sob supervisão da subeditora Carmen Souza. TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

MUERTO POR GRIPE TIPO B EN LA PAZ BOLIVIA


 Primera muerte por influenza en La Paz y ya hay dos casos en Oruro
El virus de la Influenza corresponde a cuatro cepas que han ido mutando. | csillagpontradio.hu
Mientras una bebé de dos meses se convierte en la primera víctima fatal por influenza en La Paz, las autoridades sanitarias confirmaron los dos primeros casos en Oruro.
El director del Servicio Departamental de Salud (Sedes) de La Paz, Freddy Valle, confirmó ayer que una bebé de dos meses falleció hace ocho días, víctima de la influenza tipo B.
La niña presentó problemas de salud en el municipio de Viacha y luego fue trasladada a la Caja Petrolera de La Paz el pasado 10 de mayo. Cinco días después perdió la vida.
Tras la llegada de la bebé al hospital paceño se le hicieron los exámenes correspondientes y se confirmó que portaba la influenza tipo B .
 Valle indicó que según los últimos registros del Sedes de La Paz, en el departamento paceño se reportaron 19 casos confirmados de influenza, de los cuales siete son por AH1N1, nueve por influenza tipo B, dos por AH3N2 y uno por la BRS.
En tanto, en Oruro, el director del Servicio Departamental de Salud (Sedes), Jesús Ignacio, confirmó los dos primeros casos de influenza AH1N1 en ese departamento. “Esas dos personas son de sexo femenino y adultos mayores, una está internada en el Hospital General y la segunda en el Hospital Oruro-Corea”, dijo.
El director explicó que el primer caso fue por un virus proveniente de la ciudad de Santa Cruz y el segundo se produjo en Oruro; sin embargo, aseguró la situación de salud de ambas pacientes “está bajo control”.
Ignacio anunció que se reforzarán los controles en los establecimientos de salud para evitar la propagación de la influenza.
En la última semana, en Oruro los casos de las Infecciones Respiratorias Agudas (IRAs) se incrementaron de 5.575 a 6.590.
En tanto, un informe del Ministerio de Salud indica que a la fecha se registraron 22 muertes por influenza en todo el territorio nacional y  que la mayor parte de los decesos corresponden al departamento de Santa Cruz.
 200 MIL PERSONAS SE VACUNARON
La ministra de Salud, Ariana Campero, informó que a dos semanas del inicio de la campaña contra las influenzas AH3N2, AH1N1 y tipo de B se vacunaron a más de 200 mil personas en el país, de las cuales 100 mil corresponden sólo a Santa Cruz.
El Ministerio puso a disposición 1,7 millones de vacunas, de las que 432 mil son dosis pediátricas y 1,3 millones para adultos, con una inversión de 30,9 millones de bolivianos.
La campaña prioriza a embarazadas, menores de dos años, ancianos y personas con alguna enfermedad de base. Tomado de los tiempos de Bolivia

ACEITE DE OLIVA ADULTERADO actua el ANMAT


 La Anmat prohibió un aceite de oliva extravirgen
Según explicó "no cumple la legislación alimentaria vigente" Crédito: Shutterstock
Tal como dio a conocer la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos Y Tecnología Médica (Anmat) en la disposición 5128/2018 que se publicó en el Boletín Oficial , queda prohibida "la comercialización en todo el territorio nacional del producto en cuyo rótulo luce: ' Aceite de oliva extravirgen', marca Finca San Agustín, elaborado por San Agustín (Mendoza), fecha de elaboración 2017 y vencimiento 2019, RNE N° 02040963, RNPA N° 02167021".
Esto se debe a que, a raíz de un monitoreo que realizó la Dirección General de Higiene y Seguridad Alimentaria de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires (DGHySA), se determinó "que no cumple la legislación alimentaria vigente".
Según mencionó la entidad en su disposición, tomaron una muestra para analizarla y llegaron a la conclusión de que se trata de un "alimento adulterado". Y explicó: "No cumple con las especificaciones en lo que respecta al perfil de ácidos grasos por corresponder a una mezcla de aceites vegetales resultando un alimento adulterado y por consignar en el rótulo registros de autorizaciones de establecimiento y de producto inexistentes resultando ser un alimento falsamente rotulado y en consecuencia ilegal".
Además, al "tratarse de productos que no pueden ser identificados en forma fehaciente y clara como producidos, elaborados y/o fraccionados en un establecimiento determinado", se resolvió que "no podrán ser elaborados en ninguna parte del país, ni comercializados ni expendidos en el territorio de la República". TOMADO DE LA NACION DE AR

PLANTA DE TRATAMIENTO DE LIQUIDOS CLOACALES EN SANTA ROSA CTES AR


Evalúan terreno para planta de tratamiento cloacal
El intendente de Santa Rosa, Pedro José Maidana, acompañó este lunes a un grupo de profesionales que recorrió terrenos de la localidad y evaluaron las condiciones de los mismos, a fin de continuar con las gestiones para la futura planta de tratamiento de efluentes cloacales.
El Jefe Comunal, el secretario de Gobierno Municipal, Juan Carlos Yrigoyen, y el director de Mantenimiento del Parque Industrial, Ernesto Ávalos, acompañaron en su recorrido al Interventor del Ente Regulador del Agua, Arturo Vásquez. Los profesionales analizaron terrenos de distintos barrios con el objetivo de avaluar condiciones y ubicaciones de los mismos, a fin de continuar con las gestiones del plan planta de tratamiento de efluentes cloacales. TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR

ANTE EL NEO-LIBERALISMO Y EL PATRIARCADO respuesta feminista


Ante el Neoliberalismo y el Patriarcado: Revolución Feminista, Desobediencia Civil y Nueva Hegemonía Cultural
 Santiago, Chile, miércoles 23 de mayo de 2018, por Luis Alberto Gallegos, Boletín GAL.- Antes que nada, les hacemos llegar a las mujeres de Chile nuestras felicitaciones, agradecimientos y solidaridad ante el gran triunfo que ha significado la movilización nacional del 16 de mayo y que ya se ha constituido ante la opinión pública nacional y global, en la Tercera Revolución Feminista de la historia de este país. Nos sentimos orgullosos de lo que hacen por el país, su gente y la humanidad.
 No podemos atrevernos a proseguir sin pedirle disculpas a las integrantes de este movimiento y a sus intelectuales, liderezas e ideólogas, por el atrevimiento nuestro en emitir estas modestas opiniones que, por cierto, resultan simples balbuceos de un aprendiz del feminismo ante la contundencia y coraje de los argumentos, acciones y fundamentos que ellas han registrado y defienden en sus escritos y actividades.
 La Primera Gran Revolución Feminista en Chile, logró la promulgación del Sufragio Universal Femenino en 1949 durante el gobierno de Gabriel González Videla (1). La Segunda Revolución se generó en la década de los 60, denominada la Revolución Sexual Femenina que, junto a otras demandas, llegó aparejada con la aparición de la píldora anticonceptiva (2). La Tercera Revolución Feminista es la que hoy, 2018, empieza y de la que somos privilegiados testigos.
 Capitalismo y patriarcado
 Una de las sentidas y urgentes demandas de la actual Revolución Feminista es la Equidad Salarial entre los géneros. De acuerdo al Instituto Nacional de Estadísticas (INE), la brecha salarial entre hombres y mujeres en 2016 fue de 31,7% (3).
 El sistema económico neoliberal actualmente vigente en Chile, lleva a una de sus máximas expresiones la intensificación de la explotación de la mano de obra femenina, a fin de incrementar su tasa de plusvalía y compensar la tendencia decreciente de la tasa de ganancia.
 Por tanto, la Revolución Feminista podría tener en sus manos el desafío histórico de incidir en cambios sustanciales en la estructura económica del país, interpelando y cuestionando las bases de un sistema inviable que privilegia el crecimiento económico como la panacea de futuro de Chile, en desmedro de un desarrollo integral.
 Además, el sistema capitalista neoliberal se ha ensamblado en Chile de manera tal que, a la estructura económica, se le ha dotado de una superestructura cultural, educativa e ideológicapatriarcal, que le brinda soporte, sentido común y estrategia:
 “¿de qué manera capitalismo y patriarcado logran integrarse perfectamente para profundizar la situación de opresión de las mujeres? El desarrollo del capitalismo dio paso a la separación del espacio para la producción en la fábrica o empresa, y el espacio para la reproducción humana en el hogar. La producción toma un carácter público y es ejercida por los hombres, y la reproducción toma un carácter privado y es ejercida por las mujeres. Por este carácter privado, la reproducción -que tiene que ver con el trabajo doméstico- es poco reconocida ante la sociedad y de esa manera el papel de las mujeres se ve reducido a la nada. Esto favorece a los intereses del capitalismo pues el trabajo que las mujeres hacen en el hogar además de no ser valorado, por razones patriarcales, tampoco es remunerado y esto significa más ganancias. En este sentido, ambos sistemas están basados en la explotación y dominación y por eso sus intereses cazan perfectamente, perpetuándose uno a otro: mientras elcapitalismo oprime a la mujer basado en la explotación de su clase, el patriarcado lo hace basado en la dominación de su género” (4).
 Machismo y Patriarcado: Un país intolerable
 En efecto, nuestro país se ha vuelto intolerable ante la cruda realidad de ser uno de los países con más alto nivel de machismo, patriarcado y discriminación, rasgos que se han instalado en la médula de las institucionalidades económicas, sociales, políticas y culturales. La violencia machista y el acoso callejero se han instalado en la sociedad (5).
 Según el Observatorio Contra el Acoso Callejero Chile, la sociedad no sólo ampara a los acosadores, sino que, además, le quita gravedad a sus acciones y fomenta, a través de miles de expresiones culturales, su violencia. (6)
 La cineasta Marcela Said señala que:
 “Los chilenos somos muy abusados, por el capitalismo, por trabajos precarios. Comemos a crédito, en un país carísimo. Estamos bajo presión y hay demasiadas cosas intolerables (…) el acoso donde más ocurre es en las personas que tienen menos recursos, en las mujeres que tienen que tomar la micro y un tipo las sobajea. En aquella que tiene que caminar sola en la noche y le da miedo que la violenten. El machismo ha sido particularmente violento en Chile, estructural (7)
 Las cifras de estudios lo confirman. Según reciente encuesta CADEM, la mayoría de las personas cree que Chile es un país machista, sin embargo, en hombres esta afirmación alcanzó un 64%, mientras que en mujeres un 90%. (8)
 Este escenario de intolerancia ante el patriarcado, el machismo y discriminación –escenario, por lo demás, jamás percibido por las élites dominantes, a pesar de sus invocaciones a “escuchar a la ciudadanía”-, es lo que lleva a la explosión social a la que hoy asistimos. Las mujeres dijeron “¡BASTA!” y se echaron a andar.
 Hannah Arendt reflexiona sobre este asunto:
 “las revoluciones son los únicos acontecimientos políticos que nos ponen directa e inevitablemente en contacto con el problema del origen. Los procesos revolucionarios son sucesos que revisten la posibilidad de un nuevo y abrupto comienzo de la historia, en ellos se pueden apreciar las características de inicio, singularidad y acontecimiento. Son por esto, un tesoro sin edad que en las circunstancias más diversas aparece bruscamente de improviso y desaparece en condiciones misteriosas. Instantes de apertura en donde los actores disfrutan de la acción concertada, aparecen y se muestran a los demás. Es el momento en el cual emerge la libertad: este ‘tesoro sin edad’, donde ‘todo está dicho y nada está dicho’. Acontecimiento, ruptura e inicio serán notas que pasarán a formar parte de una definición del espíritu revolucionario. La descripción del ambiente de ese momento estará permeada de fragilidad y se caracterizará por la alegría de estar juntos y actuar (9)
 Desobediencia Civil y Revolución Femenina
 La Revolución Feminista, a nivel local, nacional y global va sumando alianzas, redes y respaldo ciudadano. Está en su momento de expansión. Diversos estamentos sociales como los estudiantes, pensionados, trabajadores, funcionarios del Estado, entre otros, van confluyendo paulatinamente en este “instante de apertura” y prometen constituirse en una marea incontenible. Una marea multitudinaria, diversa, con demandas comunes y, también, exigencias particulares y propias de cada estamento. La Revolución Feminista podría irse constituyendo en la principal corriente que conduzca este proceso de unidad ciudadana contra la ignominia del sistema neoliberal y el avance en el recambio en la Hegemonía Política y Cultural del país.
 Si bien es cierto que las razones de fondo de esta irrupción femenina, se debe a los propios procesos internos de Chile, en gran medida también ha contribuido la acción de las redes sociales globales. La globalización, en este caso específico, ha jugado un rol preponderante. El estallido de denuncias, movilizaciones, escándalos de la elite y delitos sexuales por doquier, ha activado el sistema colaborativo, solidario y cooperador de las mujeres chilenas y se han dicho: “No estamos solas, el Planeta está con nosotros”.
 En este contexto, resulta inevitable preguntarnos acerca de las Estrategias y Herramientas disponibles actualmente para canalizar, hacer eficaz y lograr triunfos y avances sustanciales en este proceso transformador.
 Y aquí es donde encontramos un instrumento fundamental para activar y sostener un movimiento social de esta envergadura: la Desobediencia Civil. Como dice Rosalía Romero Pérez, “la desobediencia civil es, históricamente, hija del pensamiento democrático” (10). Son innumerables las “expresiones colectivas que han apelado a la desobediencia civil como estrategia para reivindicar derechos, para cuestionar las leyes y las políticas gubernamentales o para confrontar a las corporaciones trasnacionales” (11).
 Como diría Virginia Wolf:
 “Hablando en términos generales, la principal distinción entre nosotros, entre las que por estar fuera de la sociedad somos extrañas, será que, mientras ustedes harán uso de los medios suministrados por su posición… la mejor manera en que podemos ayudarle a evitar la guerra no consiste en repetir sus palabras y en seguir sus métodos, sino en hallar nuevas palabras y crear nuevos métodos” (12).
 Medio Ambiente y Revolución Femenina
 Finalmente, un tema recurrente e inevitablemente conectado al de la Revolución Feminista, es el del Medio Ambiente, Cambio Climático y el cuidado de nuestro único hogar, la Madre Tierra, laPachamama.
 Según Greenpeace, la contaminación global, la quema de combustibles fósiles, la expansión de la industria agropecuaria y toda actividad humana que provoque cambio climático afecta directamente a las mujeres. Entre el 60 y el 80% de los alimentos es producido por mujeres y la producción agrícola está directamente afectada por el cambio climático. Como resultado del cambio climático global, las catástrofes naturales son cada vez más frecuentes y severas. Las consecuencias no son las mismas para todos y es la población con menos recursos, conformada en un 70% por mujeres, la más afectada. Las mujeres que habitan en zonas rurales o áreas remotas son quienes se ven más perjudicadas, ya que dependen directamente de los recursos naturales para subsistir (13)
 Según Patricia Espinosa y Caty Arévalo, los científicos coinciden en que las mujeres se sitúan, junto a niños y ancianos, entre los grupos de población más vulnerables al cambio climático, pero, sin embargo, en la mayoría de países están infrarrepresentadas en la toma de decisiones para combatir este fenómeno (14).
 Es decir, las mujeres, a nivel local, nacional y global, son las que más sufren los efectos del cambio climático, pero, paradójicamente, son las que menos atribuciones e incidencias poseen para adoptar decisiones en políticas públicas ambientales y climáticas. La Revolución Feminista tiene el desafío de incluir estas demandas estratégicas en sus programas y propuestas. (FIN) VER:http://luisalbertogmz.blogia.com/
 Notas
(9) Citada por Claudia Galindo Lara en “El concepto de revolución en el pensamiento político de Hannah Arendt”, Revista Mexicana de Ciencias Políticas y Sociales, Universidad Nacional Autónoma de México vol. XLVII, núm. 195, septiembre-diciembre, 2005, pp. 31-62. Cfr.http://www.redalyc.org/pdf/421/42119503.pdf
(12) Citada por Montserrat Cervera Rodon, “Desobediencia civil desde el feminismo”, “Tres guineas”, Virginia Wolf
Tomado de envio de boletín gal de chile

martes, 22 de mayo de 2018

TECNOLOGÍA DE LAS CONSERVAS VEGETALES / curso


Parque Científico y Tecnológico FAUBA
Facultad de Agronomía de la UBA
Università degli Studi di Parma (Italia)
PRESENTAN
Curso de Posgrado: TECNOLOGÍA DE LAS CONSERVAS VEGETALES
Viernes 29 de junio de 9.00 a 18.00
Sábado 30 de junio de 9.00 a 16.00
 
Curso presencial dictado en la Facultad de Agronomía de la UBA, pabellón de Bioquímica, planta alta, aula 3 (nueva aula auditorio)
Para las temáticas elegidas y por la profesionalidad de los docentes, el curso fue concebido como una profundización de las tecnologías de las conservas vegetales.
En él, se encuentra integrado el riguroso conocimiento científico de la Universidad y el patrimonio de experiencia de una de las principales industrias de la producción vegetal a nivel nacional, con el objetivo de ofrecer herramientas para llegar a los procesos específicos para la conservación y control de calidad de las cosechas de frutas y vegetales.
Dirigido a Profesionales, empresarios y técnicos que cotidianamente se encuentran con problemáticas relacionadas a la actividad productiva. Todos los profesionales que están vinculados, o quieran hacerlo, al sector de las conservas vegetales.
DOCENTES
Antonio De Michelis
Ingeniero Químico. Doctor en Ingeniería Química, Universidad Nacional de La Plata. Profesor Titular Universidad del Comahue, Asentamiento Universitario Villa Regina. Investigador CONICET. Temas de investigación: Congelación de productos hortofrutícolas. Refrigeración y congelación de productos hortofrutícolas. Nuevas Tecnologías de Congelación de Alimentos. Deshidratación de frutas. Innovación en el Desarrollo de Alimentos Laminados por Deshidratación.  Aplicación de tecnologías de preservación e innovación en el desarrollo de alimentos patagónicos.  Estudio de pre tratamientos y cinéticas para la deshidratación de frutos no tradicionales en monocapas y en lechos profundos. Experiencias, modelado y simulación.
Miguel Angel Biachetti Giusti
Licenciado en Enología e Industrias Frutihortícolas - Universidad Juan Agustín Maza, es Gerente de Producción de Solvencia desde hace casi diez años, empresa dedicada a las conservas de tomates y referente de las principales industrias fasoneras del sector.
Beneficios
10 % de descuento a profesores, alumnos y graduados de la UBA.
10 % de descuento a compañeros de trabajo de los inscriptos al curso.
INFORMACIÓN PARA PYMES: Aquellas empresas que estén contempladas dentro de la categoría pyme y deseen capacitar a su personal con los cursos que ofrece el Parque Científico y Tecnológico (PCyT) podrán acceder al beneficio que otorga la Subsecretaría de la Pequeña y Mediana Empresa y Desarrollo Regional de la Nación (SEPyME), a través del Régimen de Crédito Fiscal, el que permite descontar los costos del curso para el pago de impuestos. Para más información:http://www.produccion.gob.ar/capacitacion-pyme2/
Informes e inscripción: lunes a viernes de 10.00 a 16:00.
Tel: (54) 11-5287-0539/41 o (54) 11-2098-8053
Enviar datos personales indicando el curso a: consultasparma@agro.uba.ar
Sra. Andrea Cajal
Inscripción obligatoria. Curso arancelado.


EL MINISTERIO DE AMBIENTE LIBERÓ CASI 200 AVES QUE PROVENÍAN DEL TRÁFICO ILEGAL

 Argentina - El Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la Nación, junto a la Fundación Temaikén, liberó 198 aves en el predio Oasis de la maderera Arauco, que habían sido rescatadas del tráfico ilegal de fauna.
"Esto es el final feliz de varios meses de trabajo y coordinación en la acción concreta entre diferentes actores, como nuestro aliado estratégico Temaikén, las fuerzas de seguridad, tanto nacionales como de las diferentes jurisdicción, entre otros", expresó Juan Trebino, subsecretario de Fiscalización y Recomposición del Ministerio de Ambiente.
Entre las especies liberadas se encuentran ejemplares de cardenal copete rojo, pepitero de collar, boyero común, jilguero amarillo, reinamora grande, frutero negro, brasita de fuego, federal, varillero común y corbatita dominó.
Las aves habían sido halladas por la Gendarmería hace dos meses en el baúl de un auto durante un control vehícular en el partido bonaerense de Zárate, cuando eran transportadas para su posterior comercialización.
Luego de ser secuestradas, la Subsecretaría de Fiscalización y Recomposición articuló la derivación de las aves al Centro de Recuperación de Especies de Temaikén, donde fueron rehabilitadas. TOMADO DE ENBVO DE ASI SOMOS DE COR A

ENREJAN ILEGALMENTE A LA CASA DE GOBIERNO EN ARGENTINA


 El último fin de semana comenzaron a instalar rejas de gran altura en el medio de la Plaza de Mayo. El GCBA nunca hizo público el proyecto ni realizó mención de que instalarían rejas permanentes.
 La Plaza de Mayo está protegida por normativas específicas del Código de Planeamiento Urbano. Esta se encuentra en el Área de Protección Histórica N° 1 (APH1) y cuenta con protección Ambiental (Art. 4.1.2.) con Nivel 1 Ámbito Consolidado (Art. 4.1.2.1.1.)
 En el art. 4.1.2.2.1. se establece que en el espacio propio de la Plaza de Mayo sólo se permitirán trabajos de conservación y mantenimiento de los elementos preexistentes. Todo proyecto modificatorio deberá contar con visado previo del Consejo y aprobado por Ley.
 La intervención en un espacio histórico requiere criterios de conservación y protección especiales que están especificados en el Código de Planeamiento Urbano. Cualquier modificación que se pretenda realizar debe ser aprobada mediante una ley específica.
 La Legislatura no aprobó ningún proyecto de modificación de la Plaza de Mayo ni mucho menos la instalación de rejas que no puede ser considerado como un trabajo de conservación ni de mantenimiento.
 Nuevamente se ha procedido entre gallos y medianoche violando el Código de Planeamiento en desmedro del patrimonio de todos los argentinos.
 La intervención ha modificado el ancho de veredas, ha nivelado el solado de Balcarce con la explanada de la casa Rosada, ha eliminado los cordones de granito reemplazándolos por cemento, ha cambiado los pisos  colocando mosaico granítico no permitido. Han plantado una nueva hilera de árboles, arbustos y plantas ornamentales, mientras han desparecido piezas históricas, han colocado iluminación embutida en el piso, han sustituido el equipamiento existente por otros de diseño contemporáneo, han cambiado el mástil y removido las baldosas donde estaban impresos los pañuelos blancos que mostraban el lugar por donde, en forma incansable, las Madres han efectuado sus rondas semanales. O sea, una intervención que, desde distintos puntos de vista irrespeta la norma y desconoce el estado del arte del patrimonio.
 La especialista en Patrimonio Cultural, Sra. Mónica Capano también fundamenta que la instalación de las rejas viola la normativa que reglamenta el APH1 en la ciudad.
 Por otra parte, destaca que las rejas no forman parte del diseño histórico de la Plaza de Mayo ya sea que se adopte el diseño histórico de la Plaza de Mayo al 1897 como lo hace la CNMLBH o tomando la fotografía del año 2000 cuando se aprobó la ley N° 449 "Código de Planeamiento Urbano" que regula el APH1.
 Por último, realiza una valoración patrimonial de la instalación de las rejas en la Plaza de Mayo al señalar que: "La intervención que se ha verificado en la Plaza de Mayo y que culmina con la colocación de un enrejado que la fracciona, la divide, le provoca un hiato, una cesura es una operatoria de remoción de referencias culturales: se extirpan  marcas urbanas de resistencia, de lucha, de memoria, en síntesis, marcas políticas que un patrimonio en uso ofrece en el marco de la cotidianeidad y la habitabilidad, o sea, se pretende transformar un espacio público en un lugar controlado, una especie de museo que, a través de entradas y salidas vigiladas, y de horarios impuestos, hace añicos toda “relación dinámica con nuestro presente” (Sottile, op. cit.). Valgan las comparaciones con los intentos del dictador Videla para remover del mármol de la fachada del Ministerio de Economía, las señales de los bombardeos[1]."
 A esta grave intervención se suma que no existe un cartel de obra que indique que obras se están desarrollando o quién es el responsable de la misma.
 Por este motivo, el Observatorio del Derecho a la Ciudad y el Observatorio de Patrimonio y Políticas Urbanas presentamos una acción de amparo para que se remuevan las rejas instaladas en la Plaza de Mayo.

[1] [Tengo un recuerdo de mi niñez, cuando acompañaba a mi mamá al centro, y tomábamos el tranvía 22, que recorría Paseo Colón hasta el Correo Central.  Mi mamá me mostraba las heridas en los revestimientos de granito de los edificios y me decía bajito: “Eso es de cuando bombardearon”.  Ellos, los otros, los que nos bombardearon.] Sottile, op. cit.
"OBSERVATORIO DEL DERECHO A LA CIUDAD"
Contacto: (011) 15 3266-7008

CURSO , RE. DISEÑAR LA CIUDAD



lunes, 21 de mayo de 2018

DESERTIFICAÇÃO CRESCE E AMEAÇA TERRAS DO NORDESTE, MINAS E ESPÍRITO SANTO


Desertificação cresce e ameaça terras do Nordeste, Minas e Espírito Santo
Área afetada aumentou 482% nos últimos cinco anos devido ao desmatamento da caatinga e do cerrado, ao uso intensivo do solo, à irrigação inadequada e à mineração excesiva OA Otávio Augusto
Ação para reverter a desertificação em Sergipe: compromisso do país é reduzir área vulnerável em 15% até 2030(foto: PauloAraujo/MMA - 28/4/18)
Uma população de 35 milhões de pessoas está sujeita a experimentar fortes perdas agrícolas, assistir à escalada de doenças e, sem alternativa, ter de procurar outro lugar para viver. Os danos econômicos são incalculáveis. Essas pessoas moram em 1.488 municípios de 11 estados, incluindo todo o Nordeste, o norte de Minas Gerais e o do Espírito Santo. São vítimas da desertificação. Para ter ideia da gravidade do problema, há cinco anos o Instituto Nacional do Semiárido (Insa) e o Ministério do Meio Ambiente calcularam que 230.000 km² estavam virando deserto. Hoje, a área passou para 1.340.863 km² — alta de 482%.
Atualmente, uma região maior do que o estado do Ceará já virou deserto. São 200 mil km². Bahia, Ceará e Pernambuco são os estados mais castigados, embora, proporcionalmente, a Paraíba seja o estado com maior extensão de área comprometida: 71% de seu território já sofrem perdas consideráveis.
Em 2013, foram mapeados seis núcleos propensos à desertificação. Hoje, a situação se alastrou para 70% do Nordeste. As causas são velhas conhecidas do brasileiro: o desmatamento da caatinga e do cerrado, uso intensivo do solo, a ocupação humana irregular, as práticas inadequadas de irrigação, a fertilização química do solo e a mineração excessiva. O fenômeno ameaça reduzir em 11% o Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste até 2050.
Em condições normais, a vegetação da caatinga renasce até 15 dias depois da chuva. Nas áreas em processo de desertificação, não importa o quanto chova, a vegetação não brota mais. A estiagem sempre influenciou o modo de vida no Nordeste. A falta d’água sempre existiu. A região viveu um período de seis anos consecutivos com chuvas abaixo da média, entre 2012 e 2017. O que está em jogo agora, porém, não é só a falta de chuva, mas a degeneração da terra.
Sobrevivência
Junior Aleixo, 30 anos, vive na zona rural de Prata, no sertão da Paraíba, um dos municípios afetados pela desertificação. Ele sabe como é sobreviver em áreas sem água e onde do chão nada brota. O criador de bode e cabras de leite já teve que deixar sua casa para trabalhar em outra cidade por não ter como alimentar os animais.
“O solo era infértil e não tinha como melhorar. Tínhamos dificuldade com água e pastagem. A gente tinha que vender os animais. Não tinha como manter os animais sem comida e água”, conta. O governo, por meio de programas de Unidades de Recuperação de Áreas Degradadas (Urad) e redução da vulnerabilidade, instalou uma barragem subterrânea para atenuar os problemas no local.
O Brasil, com outros 192 países, participa da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas – UNCCD na sigla em Inglês. No entanto, o processo de recuperação é complexo e demorado, já que exige ações de longo prazo e inclui conscientização política, econômica e social. Nos últimos quatro anos, o governo federal gastou R$ 28 milhões na recuperação dessas áreas. Somente em 2018, serão gastos US$ 5 milhões (R$ 18,7 milhões) do Fundo Global para o Meio Ambiente, Fundo Clima e da Agência Nacional de Águas.
O diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável e de combate à desertificação do Ministério do Meio Ambiente, Valdemar Rodrigues, explica que, para o Brasil atingir a meta de 2018 — 2030 da UNCCD, o país terá que reduzir de 15% das áreas degradadas. “Parte dos recursos obtidos com a conversão de multas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) serão empregadas em ações de combate à desertificação. O primeiro chamamento público contempla a caatinga, o bioma mais afetado”, adianta. O governo ainda discute o percentual a ser destinado ao setor.
A desertificação é um processo cumulativo de degradação ambiental, que afeta as condições econômicas e sociais do país, ao mesmo tempo em que reduz continuamente a superfície das terras habitáveis, alerta Aldrin Perez-Marin, pesquisador do Insa, uma das principais referências do setor. “As consequências se apresentam em âmbito local, regional, nacional e global, visto o empobrecimento da população, o declínio da qualidade ambiental, os processos migratórios, a perda de biodiversidade, perda de território produtivo e na elevação do risco social”, pondera.
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O pesquisador é enfático. “O processo de desertificação deve ser encarado como um problema pangeoespacial. Espera-se que esses processos se intensifiquem e que a população desses locais ocupe novos territórios em busca de sobrevivência. Em muitos casos, as famílias fogem, migrando para grandes centros urbanos. Essas famílias, como refugiadas ambientais nesses novos territórios, sem condições financeiras e instrução adequada, se estabelecem em áreas periféricas, geralmente inadequadas para ocupação”, explica. TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE


CREAN EL BIOMATERIAL MÁS FUERTE DEL MUNDO, SUPERA AL ACERO Y A LA SEDA DE ARAÑA



Crean el biomaterial más fuerte del mundo. | Un equipo de investigadores del KTH Royal Institute of Technology en Estocolmo (Suecia) desarrolló un biomaterial, el más potente hasta la fecha. Con fibras de celulosa artificiales, pero biodegradables, este material es más fuertes que el acero e incluso más que la seda de araña dragalina, que ostentaba hasta ahora el primer puesto.
El material ultra resistente está hecho de nanofibras de celulosa (CNF), los bloques de construcción esenciales de la madera y otras plantas. Usando un nuevo método de producción, los investigadores han transferido con éxito las propiedades mecánicas únicas de estas nanofibras a un material macroscópico y liviano que podría usarse como una alternativa ecológica para el plástico en aviones, automóviles, muebles y otros productos.
Los investigadores afirman, incluso, que tiene potencial para la biomedicina, ya que la celulosa no es rechazada por el cuerpo. El trabajo se publica en la revista ACS Nano de la American Chemical Society. TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA


GENERICO CONTRA HEPATITIS C


Prueban que un genérico contra la hepatitis C hecho en el país tiene la misma efectividad y seguridad que el original
 Demostraron que tiene similares perfiles de efectividad y seguridad que el original, y un costo significativamente menor
Demostraron que tiene similares perfiles de efectividad y seguridad que el original, y un costo significativamente menor Fuente: Archivo
Cuando a fines de 2013 se anunció en la 64° Reunión Anual de la Asociación Americana para el Estudio de las Enfermedades del Hígado, realizada en Washington, que se habían descubierto fármacos capaces de vencer el virus de la hepatitis C, identificado en 1989, hubo quienes soñaron que la epidemia silenciosa que causa alrededor de 400.000 muertes por año podría erradicarse.
La hepatitis C conduce a la cirrosis y al cáncer hepático, y es la primera causa de trasplante de hígado. Se calcula que en la Argentina afectaría a 600.000 personas (el 1,5% de la población), 240.000 de las cuales padecerían cuadros avanzados, muchos de ellos sin saberlo. Los nuevos medicamentos prometían curar a entre el 90 y el 100% de los pacientes con tratamientos cortos y sin efectos adversos.
Pero lo que no se había tenido en cuenta era el precio. A alrededor de 90.000 dólares el tratamiento en esos primeros días, la meta de que todos los afectados pudieran gorzar de sus beneficios se hacía difícil de alcanzar.
Ahora, un genérico desarrollado por una compañía farmacéutica local demostró que tiene similares perfiles de efectividad y seguridad que el original, y un costo significativamente menor.
El último examen que pasó exitosamente fue un estudio multicéntrico que abarcó a 321 pacientes de 15 centros con hepatitis C crónica (el 91% de los cuales tenían cirrosis hepática). Intervinieron el Hospital Italiano, el Posadas, el Muñiz, el Ramos Mejía y el Udaondo, de la Ciudad de Buenos Aires; el Centenario, de Rosario; el Centro de Especialidades Médicas Ambulatorias, de Mar del Plata; el Hospital Doctor Oñativia, de Salta; la Clínica de Nefrología, de Santa Fé; el Hospital Central de Mendoza; y el Hospital Rossi, de La Plata.
En el estudio, el 58% recibió la formulación genérica de sofosbuvir, como se llama el antiviral, y el 95% de los pacientes respondió al tratamiento.
"Aunque nuestro estudio no fue diseñado para comparar la respuesta sostenida entre pacientes que recibían ambas formulaciones (el original y el biosimilar), observamos respuestas virológicas similares", escriben los autores en el trabajo publicado en el Journal of Medical Virology.
"Estamos a favor de la ley de patentes, hay que respetarla -dice Elvira Zini, directora científica de Laboratorios Richmond, que elabora el producto nacional-. Pero luego viene el momento en que entramos los que desarrollamos productos genéricos. En el caso del sofosbuvir, fue una gran ayuda para los pacientes de la Argentina porque no se estaba aprobando el producto original por el costo altísimo que tenía. Como ésta es una molécula muy parecida al AZT, el antirretroviral contra el VIH, con el que reunimos mucha experiencia, teníamos mucho camino recorrido y pudimos lanzarlo en diciembre de 2016".
Según cuenta Marcelo Figueras, presidente de la compañía, al principio los médicos no podían creer que un producto con tanta diferencia en el precio tuviera la misma calidad, pero diversos estudios de fármacovigilancia que ya incluyeron a alrededor de 800 pacientes fueron mostrando cómo la carga viral baja a cero y se sostiene en el tiempo.
"Tanto el estudio nuestro en el Hospital Italiano como en el de la Asociación para el Estudio de las Enfermedades Hepáticas el genérico da exactamente igual al original -destaca el doctor Adrián Gadano, jefe de la sección Hepatología de este hospital-. Al principio teníamos cierta desconfianza, por eso medimos muy de cerca la caída de la carga viral".
"Ya hay más de 2000 pacientes tratados -agrega Figueras-, con lo que se ahorraron alrededor de 300 millones de dólares. Lo ideal sería que el tratamiento comenzara antes de que los pacientes tengan muy dañado el hígado".
Y coincide Gadano: "Cuanto más temprano se empiece a tratar es mejor el balance costo-beneficio. De hecho, ahora el Ministerio está empezando a tratar a todos los pacientes". Por: Nora Bär

domingo, 20 de mayo de 2018

¿CÓMO SE PREPARA CUBA PARA RESPONDER A GRANDES DESASTRES?


A la hora cero, no hay espacio para la improvisación, de ahí que los protocolos de actuación se diseñen de antemano y se entrene al personal en su aplicación
Autor: Sergio Alejandro Gómez |  Foto: Yaimí Ravelo
Si bien la mayoría de las personas esperan siempre el mejor de los desenlaces, hay quien está obligado a prepararse para el peor de los escenarios. Ese es el caso de los miembros del Cuerpo de
Bomberos de Cuba y el Destacamento Especial de Rescate y Salvamento.
La catástrofe aérea de este viernes en La Habana puso a prueba una vez más su capacidad de respuesta ante situaciones adversas.
A la hora cero, no hay espacio para la improvisación, de ahí que los protocolos de actuación se diseñen de antemano y se entrene al personal en su aplicación.
El Aeropuerto Internacional José Martí cuenta con su propio Comando de Bomberos, que está especializado en situaciones de desastres aéreos y tareas de salvamento.
Asimismo, cuenta con el apoyo del Comando Especial de Bomberos de Capdevila, ubicado el municipio de Boyeros, a escasos kilómetros de las terminales aéreas.
Al lugar del siniestro de este viernes, ubicado entre el Aeropuerto Internacional José Martí y Santiago de las Vegas, se personaron los miembros del equipo de Medicina Legal, del Ministerio del Interior, así como los servicios especializados del Ministerio de Transporte.
Las autoridades provinciales del Poder Popular y el Partido también se trasladaron inmediatamente a la zona. De acuerdo con la estructura de la Defensa Civil en Cuba, son ellos quienes tienen la potestad en casos de situaciones de emergencia, guerra o desastres naturales.
La máxima autoridad de la Defensa Civil es el Presidente de los Consejos de Estado y de Ministros, Miguel Diaz-Canel, quien siguió paso a paso desde el terreno la respecta de las autoridades al desastre.
ESCUELA DE HÉROES
La inmensa mayoría de los hombres y mujeres que acudieron a extinguir las llamas y socorrer a los sobrevivientes en las afueras del Aeropuerto de La Habana recibieron su formación en la Escuela Nacional de Bomberos Mártires de la Calle Patria.
Desde el 12 de septiembre de 1963, es la encargada de educar y entrenar a los nuevos miembros del Cuerpo de Bomberos.
En el caso de los jóvenes que integran el Destacamento Especial Nacional de Rescate y Salvamento, su formación se completa con otras habilidades imprescindibles como los primeros auxilios, abrirse paso por lugares de difícil acceso, buceo y alpinismo.
Tanto bomberos como rescatistas realizan ejercicios para pulir sus habilidades y comprobar la efectividad de los planes de actuación.
La capacidad de la escuela se extendió desde el 2014 con la creación de un Centro Regional de Entrenamiento de Salvamento y Bomberos Cubano-Ruso (CRESB), equipado con la técnica más moderna en materia de rescate y salvamento.
La institución cuenta con avanzados laboratorios de idiomas, fundamento electrónico, electrotécnica y análisis metalográfico, vehículos equipados con técnica de salvamento y rescate y un polígono para el desarrollo de habilidades de trabajo encondiciones de humo y temperatura.
Entre los objetivos del CRESB está apoyar la capacidad de respuesta de América Latina y el Caribe ante desastres y emergencias.
TOMADO DE LA GRANMA DE CUBA

FEMINISMO CHILENO


 Feminismo chileno vive su revolución más importante en 40 años
Autor: Paulina Sepúlveda Garrido
ILUSTRACIÓN: ALFREDO CÁCERES
Desde las peticiones sociales de los 80 que, según académicos, Chile no experimentaba un movimiento de género tan fuerte. Historiadoras y sociólogas afirman que se trata de una “tercera ola” feminista, que sería la más grande registrada en el país.
“Si no les pides a los hombres que lleven tacos, tampoco lo puedes pedir a nosotras”, dijo la actriz Kristen Stewart (Crepúsculo) cuando se sacó sus zapatos e ingresó descalza por la alfombra roja del Festival de Cannes, la semana pasada, desafiando el protocolo del evento.
Protestas como estas se están multiplicando en el mundo. Las mujeres piden igualdad. En organizaciones de hace décadas y otras más recientes, las demandas se repiten en Zimbabue y Uganda. Se escuchan en Filipinas, y en México, Perú, Honduras y en toda Europa.
Las reivindicaciones feministas abandonaron las cátedras y ahora inundan no solo las calles, sino también las redes sociales.
Un fenómeno con tres hitos recientes. El primero fue Ni Una Menos, movimiento que nació en Argentina en octubre de 2016, en repudio a la violación y asesinato de una joven en Rosario.
Protesta por la violencia contra la mujer, a la que Chile se sumó con multitudinarias marchas.
Un año después se dio el segundo hito, con las denuncias por abusos sexuales en contra de Harvey Weinstein, productor de cine y teatro norteamericano. Eso impulsó una campaña viral en redes sociales para denunciar en todo el mundo con miles de adherentes: #MeToo (Yo También).
El tercer hito data de fines de abril con la sentencia de la Manada, en España, donde cinco hombres acusados de violar a una joven de 18 años en la fiesta de San Fermín, en julio de 2016, solo fueron sentenciados por abuso sexual. Miles de personas salieron a las calles indignadas.
Tercera ola
El mundo vive una revolución feminista sin precedentes. Y Chile también. En abril, la Facultad de Humanidades de la U. Austral de Valdivia inició una toma feminista. Reclamaban por los casos de acoso y abuso sexual en la institución.
A esa primera acción se plegaron otras universidades. Hoy suman más de 15. Todas coinciden en rechazar la discriminación respecto a sus pares hombres, que no cuentan con protección frente al acoso sexual, y en criticar la educación sexista presente en currículos y en el aula.
El movimiento congregó a miles de personas en marchas el pasado 16 de mayo, en varias ciudades del país.
Esto es la “tercera ola feminista”, dice Teresa Valdés, socióloga, feminista y coordinadora del Observatorio Género y Equidad. La primera, sostiene, fue en la mitad del siglo XIX y principios del XX, con el sufragismo. Ahí se exigía la igualdad en su condición más básica: existir como ciudadana. “Hasta esa fecha, las mujeres no eran ciudadanas en cuanto a poder decidir en los asuntos públicos”, señala.
Cuando se habla de “olas feministas”, explica Valdés, se hace referencia a momentos cúlmines de demandas para el conjunto de la sociedad con un impacto visible. Es por ello, indica, que pese a que se ha nombrado a la Revolución Francesa como una primera ola, se cuestiona si en realidad lo fue. “La Revolución Francesa no se considera como ola feminista, no ha sido analizada en esos términos. Entre la Revolución Francesa y las peticiones por sufragio, pasaron siglos. En términos de movimiento social y continuidad, se ha ido descubriendo que existieron planteamientos significativos, pero no fue un movimiento feminista”, afirma.
María José Cumplido, historiadora de la Biblioteca Nacional, señala que en el caso de Chile, la primera ola se materializa en 1949 con la Ley del Sufragio Femenino Universal, “y tuvo características más bien de elite”.
La segunda ola se vivió posterior a la mitad del siglo XX. “Tiene que ver con la posguerra y la vuelta a casa de las mujeres, y con manifestar la rabia de que ellas también existían”, dice Valdés. Simbolizada con la píldora anticonceptiva, “fue un grito de libertad en la vida privada”, agrega.
En los años 60, principalmente en EE.UU., se expresó “sobre todo en la liberación sexual. Pero en Chile se vio aplastada por la dictadura”, manifiesta Cumplido.
Por eso, Chile vive su propia segunda ola en los 80, dicen las académicas. Después de tres décadas de lograr el voto, el foco fue el contexto político. “Tiene que ver con democracia en el país y en la casa. Eso es súper importante porque es el ingreso del tema de la igualdad en el espacio privado, y tiene que ver con sexualidad, con distribución de los roles y con acceso al trabajo”, indica Valdés.
Chile hoy vive una tercera ola, coinciden las especialistas. El actual movimiento saca del espacio privado la violencia hacia la mujer y alerta que ocurre en el espacio público, “donde por el hecho de ser mujer estás expuesta a un montón de violencia y de acoso”, acota Valdés.
“Es el movimiento feminista más grande de la historia de Chile, en cuanto a su extensión y visibilidad, y está enfocado principalmente en terminar con la violencia hacia las mujeres. La violencia tanto física y también la simbólica, que tiene que ver con toda la discriminación y las desigualdades que una vive desde el colegio”, sostiene Cumplido.
Para Mónica Peña, académica de la Facultad de Psicología de la U. Diego Portales (UDP), se trata de “un movimiento político que tiene vocación de ser un cambio cultural”.
Es esperable que tenga un correlato en la política, dice Cumplido. Ya lo tiene en la discusión pública. “Tiene que ver en cómo pensar el feminismo como marco teórico de la política”, plantea. En ese sentido, ejemplifica, se requiere cambiar el sistema de pensiones, porque las más discriminadas son las mujeres. “Lo mismo en la educación, porque está separada para hombres y mujeres; lo mismo en la salud, en la igualdad de salario, en el trabajo doméstico. Tiene un componente político de cómo se puede mejorar la vida cotidiana de las personas y de las mujeres en particular”.
Transversal
El fenómeno es global. Pero también se aprecia una localidad propia en las demandas en Chile, indica Peña. “La educación chilena es tremendamente conservadora y las entidades educativas son caldo de cultivo para los abusos, porque son muy jerárquicas”, acusa. Pero además, las mujeres llegaron mucho después a ese espacio y “estamos en proceso de integrarnos”.
En EE.UU. el descontento partió por los abusos en el espacio laboral, “pero en Chile tiene la visibilidad del movimiento de la calle, y en Estados Unidos no necesariamente. Solo después de que ganó (Donald) Trump han aparecido las mujeres en la calle”, señala Valdés.
Las exigencias actuales son un acontecimiento tan relevante, sostiene Peña, que nadie queda indiferente. “En muchos casos hace resignificar lo que era tu vida. Empezamos a entender que situaciones que nos ocurrieron sí fueron abuso”, explica.
Y si bien se pide igualdad en todos los ámbitos, la conciencia femenina de sus derechos no es de ahora. Antes se naturalizaba, pero existía el mismo nivel de malestar, dice Peña. “El malestar siempre ha estado, solo que hoy se puede manifestar. Hemos salido de una cultura autoritaria a una más diversa, y culturalmente hay nuevos lenguajes para entender procesos que antes no les podíamos poner palabras”, afirma.
Para todos los ámbitos debería representar un remezón, agrega Carolina Carrera, psicóloga de Corporación Humanas. Hoy se está conversando en los hogares de los abusos, “pero antes lo hablábamos entre mujeres, y nuestras abuelas les enseñaron a sus hijas a prepararse para situaciones complejas”.
Se trata de un momento “tremendo y trascendental”, califica Carrera. “Hace cinco años, quienes nos identificábamos como feministas no éramos muchas. Se decían cosas como que las feministas eran feas o que están en contra de los hombres y eso no es así. Cada vez más mujeres jóvenes se definen como feministas”.
Las demandas sociales se expanden, dice Carrera, porque afecta a todas. “El movimiento cruza todas las universidades públicas y privadas, y eso marca algo importante porque lo visibiliza como transversal. El miedo a ser violadas, golpeadas y el miedo a caminar por la ciudad de noche sola es de todas”, manifiesta.
Otra característica es que se difunde y conoce más fácil gracias a internet. Hay un mayor acceso lo que está pasando en otros países, señala Cumplido. “Vimos lo de Hollywood, y al tener acceso a esa información una puede decir ‘a mí también me pasó eso’”, acota.
Pero además, como en el fondo pide el fin de la violencia contra la mujer en todas las áreas, genera empatía, “porque todas las mujeres han vivido algún episodio de violencia en su vida, sino todos los días, por ejemplo ser acosada o tocada en el transporte público es algo que les pasa a muchas mujeres”, dice Cumplido.
Cambios en las relaciones
Lo que están diciendo las jóvenes hoy es “se acabó”, plantea Carrera. “Y eso exige que los hombres tienen que aprender a relacionarse de una manera absolutamente distinta con las mujeres”, agrega.
Francisco Aguayo, psicólogo e investigador en masculinidades, señala que a muchos les cuesta entender que las mujeres caminan con miedo por la calle, “no entienden que una mujer en el espacio público puede ser acosada varias veces en el día o en la semana, que esto les ocurre desde niñas”.
Eso ocurre, dice Aguayo, por aspectos culturales, “la violencia sexual y el abuso de poder han estado muy invisibilizados y naturalizados”.
Francisco Maffioletti, del magíster en Psicología Jurídica UDP, indica que como consecuencia de todo el revuelo social, hoy se cuestiona lo que antes se consideraba “normal”. “Hoy algunas reivindicaciones de género apelan a que lo s baños de hombres incluyan espacios para mudar a los hijos. Que los permisos de posnatal puedan ser usados también por los “padres” (y no solo cinco días) o que un hombre se pueda depilar, teñir el pelo, hacer una cirugía o intervención estética, etc.”. TOMADO DE LA TERCERA DE CHILE

CANCUN VERSUS CAMBIO CLIMATICO


Cancún Vs Cambio Climático
El derretimiento de los glaciares en la An­tártida importa a México porque deriva en el incremento del nivel del mar, con lo que Can­cún y Villahermosa podrían estar en el mapa de potencial desaparición, dijo la científica mexicana Sandra Guzmán, quien recién re­gresó de una expedición internacional en
la región Antártica.
La investigadora Sandra Guzmán aler­ta que el derretimiento de hielo en la Antártica, ocasionado por el aumen­to de la temperatura en el planeta, puede tener efectos importantes ciudades costeras.
Como parte de la iniciativa australiana Homeward Board que busca fortalecer el li­derazgo de las mujeres en la ciencia, Sandra formó parte de una expedición con 80 mu­jeres científicas para estudiar los efectos del cambio climático y las acciones que se pue­den implementar para enfrentarlo.
Sandra explicó que durante su trabajo que duró aproximadamente 20 días en la ex­pedición en la Península Antártica, donde se han establecido bases de investigación de di­ferentes países, consistió en documentar los efectos del cambio climático mediante inter­cambio de diversos materiales de algunos de los científicos establecidos en la región.
Entre los hallazgos, destaca que el derre­timiento de hielo en la Península Antártica, ocasionado por el aumento de la temperatu­ra en el planeta, es cada vez más acelerado, lo que deriva en enormes porciones de hielo que han desaparecido y que además ya no se recuperan.
Ello, aunado a que la región concentra 80 por ciento de las reservas de agua dulce en el mundo, por lo que el derretimiento de hielos deriva en agua dulce que se mezcla con la sa­lada del mar, lo que se traduce en pérdidas de las reservas acuíferas del planeta; ello, suma­do a una reducción sustancial de pingüinos Antelia, los cuales mueren de hambre debido a que se alimentan de crill, un crustáceo cuya pesca en la actualidad se realiza de manera masiva.
Otra de las observaciones que realizó Guzmán durante la expedición por la Antár­tida es que la región, además es el continente más seco y frío del planeta tierra; no llueve, solo nieva, y se han observado lluvias líqui­das; incluso, las personas que viven en las bases de investigación refieren que hay un cambio exponencial y se han observado fe­nómenos más radicales en los últimos diez años.
A este panorama habría que sumarle los esfuerzos que se han realizado para evitar el incremento del turismo en la región que hace diez años sumaba unos 15 mil visitantes anuales y en los últimos años, se han llegado a contabilizar hasta 70 mil.
La investigadora destaca la importancia de que México forme parte del Tratado An­tártico, del cual forman parte diversos países para implementar acciones en este sentido y ha promovido acciones de cambio climático en el mundo.
“A lo mejor muchas personas pensarán que a México qué le importa eso, pero solo para dar un dato, con el derretimiento de los glaciares el nivel del mar aumenta cada vez más y algunas ciudades como Cancún y Villahermosa están en el mapa de potencial desaparición a raíz del incremento del nivel del mar, entonces no es ajeno a México”.
Sandra Guzmán, que en la actualidad busca la manera de incrementar inversiones en materia de cambio climático, añadió que a México deberían importarle los cambios que
se han detectado en la Antártida, los cuales generarían más transformaciones en el siste­ma de precipitación a nivel global y México es un foco vulnerable a eventos con huracanes, con lo que con estas alteraciones se podrían intensificar en número y en intensidad.
“Aunque vamos muy tarde para salvar a muchos de los ecosistemas que ya están en severo peligro, todavía podemos hacer algo para recuperar especies, para recuperar eco­sistemas”, agregó Sandra, que con solo 34 años de edad, reafirmó que en el mundo exis­ten muchas mujeres que como ella, desem­peñan acciones importantes para combatir los efectos del cambio climático. TOMADO DE MILED DE Q ROO MX

UM TERÇO DAS ÁREAS PROTEGIDAS DO MUNDO ESTÁ SOB PRESSÃO INTENSA


Um terço das áreas protegidas do mundo está sob pressão intensa
Em um terço das áreas de conservação do planeta, há atividades como agricultura industrial e tráfego de veículos. Segundo relatório inédito, os espaços mais degradados estão na África, na Europa ocidental e no sudeste asiático. Taxa brasileira é de 3%
PO Paloma Oliveto
Áreas que deveria ser de conservação ambiental sofrem impactos de atividades como construção de estradas e urbanização(foto: Stephen Sautner/Divulgação)
Seis milhões de quilômetros quadrados — o que corresponde a quase dois terços do tamanho do Brasil — de áreas de proteção ambiental em todo o mundo estão sob intensa pressão humana, segundo um estudo da Sociedade da Conservação da Vida Selvagem (WCS, sigla em inglês), da Universidade de British Columbia e da Universidade de Queensland. O levantamento inédito, publicado na revista Science desta semana, mostra que essas regiões, que deveriam ser refúgios ecológicos de diversas espécies animais e vegetais, sofrem impactos de atividades como construção de estradas e urbanização.
De acordo com os autores, o estudo é um “choque de realidade” para chamar os signatários da Convenção sobre Diversidade Biológica, um tratado internacional firmado em 1992 no Rio de Janeiro, a monitorar mais de perto a proteção de importantes nichos naturais. Eles lembram que, desde o acordo, a extensão das áreas protegidas dobrou, com 15% da superfície terrestre sob algum tipo de legislação e planos para chegar a 17% daqui a dois anos. Contudo, destacam que a conservação de boa parte dessas zonas ficou apenas no papel.
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O mapeamento indica que um terço das áreas protegidas (32,8%) estão altamente degradadas. Em alguns países da Europa ocidental, do sudeste asiático e da África, mais da metade (57%) de todas as zonas protegidas estão completamente sob intensa pressão humana. Nesses locais, de acordo com Kendall Jones, candidato a PhD da Universidade de Queensland e um dos autores do estudo, os danos são marcantes. “Em lugares muito densamente povoados da Ásia, da Europa e da Ásia, encontramos infraestrutura de transporte, como estradas; agricultura industrial e mesmo o estabelecimento de cidades inteiras dentro dos limites do que deveriam ser áreas de conservação da natureza”, contou, em um comunicado de imprensa. Segundo ele, mais de 90% de zonas protegidas nessas regiões, como parques e reservas naturais, demonstram algum sinal de destruição por atividade humana.
No Brasil, o mapeamento indica que a maior parte das áreas de proteção, como a região Amazônica, está fora de pressão intensa. O litoral de São Paulo concentra os principais focos de pegada humana, seguido pela costa do Rio de Janeiro e por pontos isolados do Nordeste. O Cerrado tem zonas protegidas com pressão zero, e outras com pegada média. No total, o país tem 2,5 milhões de quilômetros quadrados de áreas de proteção ambiental, sendo que 3,29% encontram-se sob alta pressão.
De acordo com Pablo Negret, coautor do estudo e candidato a PhD da Universidade de Queensland, o cenário brasileiro justifica-se basicamente por duas questões: o tamanho das áreas de proteção do país e o fato de a Amazônia ser uma região de difícil acesso. “A rede de áreas protegidas no Brasil tem, em geral, baixa pressão humana em comparação com outros países da América do Sul, como Uruguai, Argentina ou Colômbia. Um importante aspecto para se destacar é que o Brasil tem áreas de proteção maiores, e nossos resultados mostram que essas zonas tendem a ter menos pressão humana que as menores. Porém, isso também, em parte, justifica-se pela grande quantidade de áreas protegidas na Amazônia brasileira, que é uma área de difícil acesso e tem menor pressão”, afirma (Leia entrevista nesta página).
Menos discurso
Para Kendall Jones, governos estão superestimando, no discurso, o espaço disponível para a natureza dentro das áreas protegidas, que, de acordo com a legislação, podem abrigar atividades como extrativismo e agricultura sustentável. “Os governos afirmam que esses locais estão protegidos por causa da natureza, quando, na verdade, não estão. Essa é a maior razão de a biodiversidade estar ainda em declínio catastrófico, apesar de haver cada vez mais áreas sendo ‘protegidas’”, critica.
O ecólogo destaca que não está sugerindo que se acabem com as zonas de proteção. “Ao contrário, é crucial que as nações reconheçam os ganhos profundos das (políticas) de conservação que podem ocorrer ao melhorarem e restaurarem as áreas protegidas, ao mesmo tempo em que se respeitam as necessidades das populações locais”.
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Apesar de as notícias não serem as melhores, o mapeamento também detectou zonas protegidas onde os objetivos de conservação estão sendo plenamente atingidos, caso do Santuário da Vida Selvagem de Keo Seima, no Camboja, do Parque Nacional Madidi, na Bolívia, e da Reserva da Biosfera Yasuni, no Equador. “Nós sabemos que áreas de proteção funcionam. Quando bem financiadas, bem gerenciadas e bem localizadas, são extremamente efetivas para frear as ameaças que causam perda de biodiversidade e garantir que as espécies saiam da beira da extinção. Também há muitas áreas protegidas que ainda estão em boas condições e conservam os últimos redutos de espécies ameaçados em todo o mundo”, destacou o autor sênior do estudo, James Watson, professor da Universidade de Queensland, em nota.
Três perguntas para Pablo Negret, biólogo e candidato a PhD da Universidade de Queensland
De acordo com o mapa, a Amazônia brasileira tem baixa pressão humana. Isso necessariamente significa uma política forte de conservação? 
A bacia amazônica é uma área de difícil acesso e baixa pressão humana, comparada a outras áreas do Brasil e do continente, fazendo dela menos acessível para intervenções humanas. Além disso, é importante destacar que essas análises não incluíram alguns fatores que, em nível global, são difíceis de mapear, mas, para o contexto brasileiro, e, particularmente, da bacia amazônica, geram alta pressão dentro das áreas. Alguns deles são caça, mineração ilegal e mudanças climáticas. Isso também mostra que, mesmo que nossos resultados sejam alarmantes, as estimativas que fizemos são conservadoras. Apesar disso, é importante destacar o valor de áreas protegidas no Brasil e na América do Sul como uma ferramenta-chave para a proteção da natureza. Contudo, é importante esclarecer que, para áreas protegidas funcionarem, é preciso que sejam adequadamente financiadas, bem gerenciadas e bem localizadas.
Considerando que seremos, em breve, 9 bilhões de habitantes, esse cenário vai piorar ou há uma chance de superá-lo?
Depende de nós, como protetores do planeta, tentar tomar as decisões certas para acabar com o declínio catastrófico da biodiversidade. A biodiversidade do planeta ainda pode ser salva, mas tudo depende da decisão que tomarmos agora.
O senhor vê alguma agenda política atual para mudar essa situação?
Particularmente no caso da América do Sul, a agenda tem de incluir uma compreensão das necessidades das pessoas, especialmente daquelas em áreas isoladas, como várias regiões da Amazônia, onde há comunidades com falta de alternativas de subsistência que não agridam o ambiente. Também como mostra nossa análise, é muito importante entender o que está acontecendo dentro das áreas protegidas, para termos uma melhor compreensão de quanta terra realmente precisamos alocar para conservação, como podemos expandi-las efetivamente e como podemos protegê-las melhor. TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

GUARANDA AGUAS ABAJO DE REPRESA HIDROITUANGO INUNDADA


Uno de los municipios sucreños en riesgo por Hidroituango ya sufre inundaciones
FOTO COLPRENSA
Guaranda, uno de los municipios en riesgo ante una eventual avalancha aguas abajo de Hidroituango, ya comenzó a sufrir las inclemencias de la temporada de lluvias.
El río Cauca rompió su cauce el viernes en el municipio de Guaranda, Sucre, a la altura del chorro Diógenes, ubicado en el casco urbano de esa localidad.
El agua subió abruptamente su nivel en horas de la mañana, dado el recrudecimiento del invierno.
Al mismo tiempo, aumentó la preocupación en esta comunidad de la Mojana, ante la emergencia de incalculables proporciones que se podría registrar según expertos.
Y no es para menos, pues ya el agua se filtró por las murallas que custodian el pueblo y llegó a pocos metros de los barrios Luz Amanda y Las Mercedes.
Al parecer el flujo de las aguas que ya tiene calles completamente inundadas en Nechí, contribuyó a generar ahora una mayor alerta por parte de la Oficina de Gestión de Riesgo. Tomado de el colombiano

PARQUE MADIDI DE BOLIVIA el mas biodiverso de la Tierra


 Expedición confirma que el parque Madidi es el área protegida más biodiversa del mundo
Vida
08. Oso andino. Foto: Robert Wallace/WCS. | ROBERT WALLACE
09. Rupicola peruvianus. | ROBERT WALLACE/WCS
04. Odontoglossum marginellum(Orchidaceae) | MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
05. Panthera onca. | MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
10. Gongora rufescens. | MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
06. Merganeta armata. | MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
11. Lontra longicaudis. | ROBERT WALLACE/WCS
12. Cetopsorhamdia sp.nov. | MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
07. Liolaemus sp.nov. | MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
13. Psychrophrynella sp.nov. | MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
15. Dendropsophus leucophyllata. | ROBERT WALLACE/WCS
14. Callicebus aureipalatii. | ROBERT WALLACE/WCS
16. Chloroceryle amazona. | ROBERT WALLACE/WCS
 Tras un trabajo titánico de dos años y medio realizado en el Parque Nacional y Área Natural de Manejo Integrado Madidi, los científicos de Identidad Madidi desvelaron que 1.382 especies de plantas y animales se añadieron a la lista de las registradas para el parque y 124 especies son candidatas nuevas para la ciencia. Estos datos recogidos en la exploración confirman y ratifican que este lugar es el área protegida con mayor diversidad biológica del mundo.
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Además, a través de una intensa campaña en las redes sociales (Facebook e Instagram), los medios tradicionales de información y en los colegios (de La Paz y El Alto), el equipo de Identidad Madidi logró conectar a la población (nacional e internacional) con este patrimonio natural haciéndola partícipe de los descubrimientos, paisajes y lugares que se visitaron mediante fotos, videos y reportajes que tuvieron bastante acogida.
“En este viaje por la ciencia y el descubrimiento hemos logrado todo lo que esperábamos y aún más”, dijo Robert Wallace, líder de la expedición científica Identidad Madidi. “La cantidad de imágenes y datos recopilados en la expedición nos proporcionan la información necesaria para proteger esta maravilla natural para las futuras generaciones de bolivianos y del mundo”, aseveró.
Las investigaciones de campo se iniciaron en mayo de 2015 y finalizaron el 26 de noviembre de 2017, se visitaron 15 sitios y participaron 30 científicos especialistas en mamíferos, aves, reptiles, anfibios, peces, mariposas y plantas. Además, los equipos estuvieron acompañados por guías locales.
 Resultados
Después de finalizada la expedición -que cubrió 15 sitios de estudio en el parque Madidi-, el equipo de científicos añadió 1.382 especies a las listas de los grupos investigados, que incluyen 100 mamíferos, 41 aves, 27 reptiles, 25 anfibios, 138 peces, 611 mariposas y 440 plantas. De estos registros, 124 especies son candidatas nuevas para la ciencia: 84 plantas, 5 mariposas, 19 peces, 8 anfibios, 4 reptiles y 4 mamíferos.
Así, el parque Madidi cuenta con 265 mamíferos, 1.028 aves, 105 reptiles, 109 anfibios, 314 peces, 5.515 plantas y 1.544 especies y subespecies de mariposas.
“El Madidi es el Madidi”, asevera Wallace, director del Programa Gran Paisaje Madidi-Tambopata de Wildlife Conservation Society (WCS). Comenta que esta frase se repite entre los científicos del proyecto, porque ellos mismos quedaban sorprendidos con los resultados y nuevos registros que encontraban en las expediciones.
Explica que el Madidi alberga la mayor cantidad de especies de plantas, aves, mamíferos y mariposas registradas en el mundo dentro de los límites de un área protegida, lo cual le otorga el primer lugar a nivel mundial. En cuanto a la cantidad de especies de anfibios y reptiles, ocupa el segundo lugar.
Para reforzar los datos, los biólogos Fernando Guerra y Martín Apaza, que participaron en las expediciones, indican que la Reserva Natural Tambopata (ubicada en Perú) -considerada el área protegida con mayor riqueza natural a nivel mundial-, alberga unas 1.380 especies de mariposas, pero en “el parque Madidi, con las expediciones se llegó a registrar 1.544 especies de mariposas. Esto nos pone en primer lugar como el área protegida con mayor cantidad de especies registradas de mariposas”.
“En este viaje por la ciencia y el descubrimiento hemos logrado todo lo que esperábamos y aún más”, dijo Wallace. “La cantidad de imágenes y datos recopilados en la expedición nos proporcionan la información necesaria para proteger esta maravilla natural para las futuras generaciones de bolivianos y del mundo”, dijo.
“Es importante valorar y sentirnos orgullosos de la fauna y flora, de la biodiversidad que hay en nuestro país”, comenta Guido Ayala, especialista en mamíferos. Pide que se evite y denuncie el tráfico ilegal y la tenencia de animales silvestres.
 Gradiente altitudinal
“Es un lugar extraordinario. Madidi tiene una gradiente altitudinal única”, dice Wallace. La gradiente altitudinal va desde 180 metros hasta 6.044 metros sobre el nivel del mar. “El Madidi abarca dos ecorregiones que son las más biodiversas del mundo que es la Amazonía y los Andes Tropicales y por eso protege a tantas especies. Además, ese rango altitudinal brinda una variedad de paisajes extraordinarios”, explica el especialista.
Por ello, en los 30 meses de la expedición, los miembros del equipo científico boliviano de Identidad Madidi viajaron a diferentes lugares de Madidi: las praderas del bosque montano medio y el bosque de galería, en Machariapo; los bosques montanos secos, en Sipia; la puna altoandina, en la laguna Celeste; los bosques montano de nubes, en Tigremachay; el bosque amazónico del Alto Madidi; el piedemonte andino o los bosques de piedemonte del río Hondo; los bosques húmedos montanos o nublados, a diferentes altitudes, en Mamacona, Cargadero, Isañoj, Sarayoj y Chullo, y otros ecosistemas.
“El equipo de Identidad Madidi no sólo tiene un gran conocimiento para trabajar de la manera más profesional, sino también son personas de gran corazón y con mucho compromiso que aman lo que hacen y supieron aprovechar y desenvolverse muy bien en esta experiencia”, comenta Wallace.
 Acercar la ciencia a la gente
Otro factor importante y acertado de Identidad Madidi fue la difusión de los resultados de la investigación que tenía el objetivo de conectar a la población con este patrimonio natural como es el parque Madidi.
Facebook e Instagram revelan la acogida que tuvieron a nivel nacional e internacional. La cuenta de Identidad Madidi tiene más de 95 mil seguidores, en estas dos redes sociales, que día a día siguen y son partícipes de los descubrimientos, paisajes y lugares que se visitaron mediante fotos, videos y reportajes.
Wallace indica que este contacto directo entre los investigadores y la población en general ha sido muy efectivo, tanto para la gente, la investigación, como para los mismos científicos que podían saber cómo la población respondía o reaccionaba ante una foto de una especie o un paisaje.
Esto permitió compartir información científica e imágenes de la vida silvestre a la población en general. En sí, acercó la ciencia a la gente.
Sobre Identidad Madidi se publicaron más de 300 notas y reportajes en la prensa en Bolivia y en otros lugares del mundo y se logró mantener una audiencia cautiva en las redes sociales. Además, más de 400 publicaciones alcanzaron a alrededor de dos millones de personas en Facebook.
Asimismo, se realizó actividades de difusión científica en el 50% de los colegios de las ciudades de La Paz y El Alto, en coordinación con el Ministerio de Educación. Se realizaron charlas educativas y pequeños talleres, dirigidos a los estudiantes de secundaria, sobre áreas protegidas, conservación y cultura. De igual modo, se visitaron la mayor parte de las escuelas del área de Madidi y de sus inmediaciones.
“Los comentarios, tanto de los seguidores de las redes sociales como de los escolares, muestran que Bolivia se está enamorando de Madidi”, dijo Lilian Painter, directora del Programa de WCS Bolivia. “Inculcar el amor por la biodiversidad en los líderes del mañana es tal vez uno de los legados más importantes de Identidad Madidi”, dijo.
El líder de la investigación explica que durante el 2018, Identidad Madidi proseguirá con las actividades de comunicación. Actualmente, se encuentra gestionando fondos para dar continuidad a las investigaciones de campo y poder revelar aún más secretos del Parque Nacional y Área Natural de Manejo Integrado Madidi.
01. Hippocamelus antisensis.
MILENIUSZ SPANOWICZ
 MÁS INFORMACIÓN
Alianza interinstitucional
Las instituciones involucradas en la expedición fueron el Ministerio de Medio Ambiente y Agua, el Servicio Nacional de Áreas Protegidas de Bolivia, el Viceministerio de Ciencia y Tecnología, el Parque Nacional Madidi, la Red Boliviana de Biodiversidad, Wildlife Conservation Society (WCS), el Instituto de Ecología, el Herbario Nacional de Bolivia, la Colección Boliviana de Fauna, el Museo Nacional de Historia Natural, el Museo de Historia Natural Alcide d’Orbigny y Armonía. Contó con el apoyo financiero de la Fundación Gordon y Betty Moore y Wildlife Conservation Society (WCS).
 Inicio y finalización del trabajo de campo
Identidad Madidi inició en mayo de 2015 en las tierras bajas de la Amazonía y concluyó el 26 de noviembre de 2017 a 6.044 metros sobre el nivel del mar.
 Ubicación  y extensión
El Parque Nacional y Área Natural de Manejo Integrado Madidi se encuentra entre las provincias Abel Iturralde y Franz Tamayo, al noroeste del departamento de La Paz. Tiene una extensión de 1.895.750 hectáreas.
 03. Caria chrysame chrysame
MARTÍN APAZA
IDENTIDAD MADIDI
Premios recibidos
En los últimos dos años, Identidad Madidi recibió tres premios del Gobierno boliviano. El 2015, el Servicio Nacional de Áreas Protegidas le hizo un reconocimiento especial.
 Ministerio de Educación
En 2017, el Ministerio de Educación le otorgó el segundo premio en la categoría de Recursos Naturales, Medio Ambiente y Biodiversidad de Ciencia y Tecnología.
 Chuquiago Marka
La Brigada Parlamentaria de La Paz le entregó el galardón “Chuquiago Marka”.

02. Vultur gryphus.
MILENIUSZ SPANOWICZ/WCS
1.382 especies
de plantas y animales se registraron para el Parque Madidi en los 30 meses de expedición del equipo de científicos bolivianos.
124 especies
de flora y fauna son candidatas nuevas para la ciencia. Actualmente, se elaboran los manuscritos científicos.
TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA