FOTO

FOTO
la fotografia , es de CUBA y fue tomada por luis pedro mujica

sábado, 16 de febrero de 2019

PREVENCION DE DENGUE EN CORRIENTES AR



Dengue: Salud Pública realizará operativos de prevención durante 15 días en dos poblaciones
El Ministerio de Salud Pública informó que, a partir del lunes y durante 15 días, realizará operativos de prevención de Dengue en Virasoro e Ituzaingó.
Las tareas -precisaron- consistirán en la eliminación y neutralización de criaderos del mosquito Aedes aegypti, transmisor de esa enfermedad. Cada uno de los operativos se ejecutarán en articulación con agentes de Control de Vectores de la Nación.
“El lunes comienzan en Virasoro y en Ituzaingó las actividades de control focal y criaderos. Es un trabajo que se inició en diciembre y que ahora continúa”, afirmó el subdirector de Zoonosis y Control de Vectores de la Dirección General Epidemiología y Patologías Regionales, Luis Insaurralde. Tras lo cual explicó que “se recorren las viviendas y eliminan los criaderos del Aedes aegypti, y los que no se pueden eliminar, se neutralizan”.
Por último, el funcionario aseveró que en paralelo a las tareas que se desarrollan en las mencionadas comunas, también “en el resto de localidades de la provincia se sigue con prevención y concientización”.
Tomado de el litoral de ctes ar

viernes, 15 de febrero de 2019

LAUDATO SI


Hola
  El Papa Francisco dijo que el cuidado de la creación es “ responsabilidad de todos”. (Laudato Si’, 95) ¿Darás el siguiente paso y te unirás al programa de animadores Laudato Si’?
Sólo gracias a personas como tú, el cambio es posible. Para detener la crisis climática y proteger a las personas vulnerables, necesitamos realizar cambios en las comunidades locales de manera urgente. Actualmente, se están presentando tormentas cada vez más fuertes que destruyen hogares y el nivel del mar aumenta trayendo consecuencias catastróficas.
Es tiempo de actuar ahora ¿responderás a esta llamada y dirás “aquí estoy, Señor”?
Los animadores Laudato Si’ están empoderados para liderar el cambio. Con la capacitación en línea y con el apoyo de una comunidad mundial, aprenderás más sobre ciencia, Doctrina católica y sobre cómo podemos resolver esta crisis.
Las capacitaciones se llevarán a cabo semanalmente durante el mes de marzo. Después de poner en práctica tu capacitación con un proyecto final, recibirás un certificado oficial como animador Laudato Si’.
Esta es una excelente manera de generar cambio en tu comunidad. Espero que te  unas a nosotros.
Fraternalmente,
Fabián del MCMC



MECANISMO DE PROTEÇÃO DEMORA A INCLUIR ANIMAIS AMEAÇADOS DE EXTINÇÃO


Às vezes, demora-se até 20 anos para que isso aconteça. É o que indica um artigo publicado na revista Science
PO Paloma Oliveto
Em gesto contra o tráfico da vida selvagem, funcionário de parque no Nepal queima partes de bichos apreendidos de caçadores(foto: AFP)
Em gesto contra o tráfico da vida selvagem, funcionário de parque no Nepal queima partes de bichos apreendidos de caçadores
(foto: AFP)
De um lado, a ciência aponta para o risco de extinção de centenas de espécies devido a atividades predatórias humanas, como destruição do habitat, caça e comércio ilegais, além das mudanças climáticas por causas antropogênicas. De outro, as políticas de inclusão desses mesmos animais e plantas na lista dos ameaçados não acompanham o ritmo das evidências. Às vezes, demora-se até 20 anos para que isso aconteça. É o que indica um artigo publicado na revista Science.
A poucos meses da Conferência das Partes (COP) da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Fauna Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites, sigla em inglês), um acordo internacional que envolve 183 países, incluindo o Brasil, os pesquisadores alertam as autoridades de que as políticas de proteção têm de se adequar às evidências científicas. “Um processo de construção de políticas precisa responder rapidamente às novas informações para prevenir a extinção de 600 animais e plantas. Por essa razão, é absolutamente crítico que os construtores dessas políticas permitam que os cientistas apontem um processo rápido de proteção”, diz Eyal Frank, coautor do artigo da Science e professor da Universidade de Chicago.
Continua depois da publicidade
Frank e David Wilcove, pesquisador da Universidade de Princeton e coautor do trabalho, analisaram 958 espécies da Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, sigla em inglês), que estão ameaçadas pelo comércio internacional. Esse rol é atualizado por pesquisadores voluntários e classifica as espécies em cinco categorias de risco de extinção, baseado em dados como distribuição da espécie, tamanho da população e tendências atuais. A avaliação dos cientistas mostrou que 28% das quase 1.000 não estão protegidas pelo Cites, o principal mecanismo internacional de prevenção da extinção causada pelo comércio da vida selvagem.
Os dois também investigaram o tempo médio que levou para que as espécies da Lista Vermelha entrassem para a proteção do Cites. Eles descobriram que, em 62% dos casos, passaram-se 19 anos para que isso acontecesse. Algumas foram identificadas pela ciência como ameaçadas há 24 anos e ainda não foram categorizadas pelo tratado internacional. Esse padrão, destacam Frank e Wilcove, repete-se mesmo em relação aos animais e às plantas que mais correm risco de desaparecer devido ao comércio ilegal. Por outro lado, o estudo aponta que 36% das espécies analisadas por eles entraram para a proteção do Cites antes de fazerem parte da Lista Vermelha.
“O Cites e a Lista Vermelha são duas das mais importantes ferramentas que temos para salvar a vida selvagem ameaçada pelo comércio internacional. É vital que essas duas instituições trabalhem juntas e próximas, rapidamente, para parar com a matança”, diz Wilcove. No artigo, os pesquisadores recomendam que todas as partes do Cites defendam que as espécies ameaçadas pelo comércio ilegal constantes da Lista Vermelha entrem no sistema de proteção do tratado.
Mais riscos
Embora seja a principal referência sobre animais ameaçados, a Lista Vermelha da IUCN pode estar deixando de lado aproximadamente 600 espécies, dizem pesquisadores da Universidade Radboud, que desenvolveram uma nova abordagem de verificação do risco de extinção, descrita na revista Conservation Biology. O novo método, segundo os cientistas, é consistente com o rol da IUCN e até um pouco mais otimista, no geral. Porém, eles também encontraram discrepâncias.
Os resultados indicam que 20% das seis centenas de espécies que a União Internacional afirma serem impossíveis de classificar devido a dificuldades técnicas provavelmente estão sob ameaça. Além disso, outras 600 que aparecem na Lista Vermelha como não ameaçadas estão sob risco de extinção. Entre elas, o rato listrado etíope e o papagaio-pigmeu-de-peito-vermelho. “Isso indica que é necessária uma reavaliação urgente dos status atuais das espécies da Lista Vermelha”, defende o ecólogo Luca Santini, principal autor do artigo.
Ele afirma que, embora a Lista Vermelha seja “extremamente importante” para a conservação, os especialistas voluntários que a elaboram geralmente têm uma quantidade limitada de dados a respeito das mais de 90 mil espécies do rol para conseguirem aplicar todos os critérios de classificação. “Muitas vezes, esses dados são de baixa qualidade porque estão desatualizados ou imprecisos, já que certas espécies que vivem em áreas muito remotas não foram devidamente estudadas. Isso leva à
classificação errônea ou à não avaliação”, destaca.
O método desenvolvido pela Universidade Radboud usa informações retiradas de mapas de cobertura de terra, que mostram como a distribuição das espécies no mundo mudou ao longo do tempo. Os pesquisadores combinam esses dados com modelos estatísticos para estimar uma série de parâmetros adicionais, como as habilidades das espécies de se deslocarem através de paisagens fragmentadas, e, assim, classificá-las em uma das cinco categorias de risco da Lista Vermelha.
A nova abordagem, diz Santini, tem como objetivo complementar os métodos tradicionais de avaliações da Lista Vermelha. “À medida que a lista cresce, mantê-la atualizada torna-se uma tarefa assustadora. Algoritmos que usam dados obtidos por sensoriamento remoto quase em tempo real podem melhorar dramaticamente a acurácia e a eficácia do sistema”, afirma.
"Um processo de construção de políticas precisa responder rapidamente às novas informações para prevenir a extinção de 600 animais e plantas”
Eyal Frank, coautor do artigo da Science e professor da Universidade de Chicago
  Presente no sudeste asiático, a Pelodiscus variegatus deve entrar na categoria de criticamente ameaçada(foto: Thomas Ziegler/Divulgação)
Presente no sudeste asiático, a Pelodiscus variegatus deve entrar na categoria de criticamente ameaçada
(foto: Thomas Ziegler/Divulgação)
 Recém-descoberta, tartaruga pode desaparecer
Por décadas, os zoólogos acreditaram que as tartarugas chinesas do sudeste asiático pertenciam a uma mesma espécie, a Pelodiscus sinensis. Amplamente distribuída desde o Extremo Oriente russo, passando pela Península Coreana até a China e o Vietnã, ela — pensava-se — variava substancialmente em termos de aparência em todas as localidades. No entanto, por volta da virada do século, depois de uma série de debates taxonômicos, os cientistas descobriram que, na verdade, havia três espécies distintas da “original”.
Recentemente, uma equipe de pesquisadores húngaros-vietnamitas-alemães descreveu uma quinta espécie do gênero. A descoberta, publicada no jornal ZooKeys, porém, vem acompanhada de uma má notícia. Devido à área restrita de distribuição dos espécimes e aos níveis de exploração aos quais estão sujeitos, os cientistas já propõem que a Pelodiscus variegatus entre para a categoria de criticamente ameaçada, de acordo com os critérios da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, sigla em inglês).
Manchada
Diferente genética e morfologicamente das outras quatro espécies, a recém-descrita tem manchas escuras bem pronunciadas na parte inferior da concha. As marcas são a razão pela qual a tartaruga recebeu o nome científico Pelodiscus variegatus. Em latim, variegatus significa manchado. “Essa característica morfológica, entre outras, nos levou à descoberta de que esses animais pertencem a uma espécie até então desconhecida”, explica Uwe Fritz, o professor das Coleções de História Natural Senckenberg, em Dresden.
Ele ressalta que a identificação de várias espécies dentro do que se costumava acreditar ser apenas uma única tem consequências potencialmente ruins. Embora a tartaruga chinesa já tenha sido considerada bem difundida e não ameaçada, cada nova espécie descoberta reduz os números individuais da população. “Quando olhamos para cada espécie, a área de distribuição, bem como o número de indivíduos, são muito menores do que quando combinadas. Até agora, a tartaruga recém-descrita era considerada parte da Pelodiscus parviformis, identificada em 1997, já considerada criticamente ameaçada. Agora que os seus representantes do sul foram atribuídos a uma espécie diferente, o tamanho total da população de cada espécie é ainda menor do que acreditávamos”, explica Balázs Farkas, principal autor do artigo. //TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

GAS DE BOLIVIA PARA ARGENTINA un negocio conveniente


 Bolivia subirá sus ingresos por venta de gas a Argentina en 14%
Economía
Autoridades de Bolivia y Argentina, ayer, en conferencia de prensa en Santa Cruz. | Josué Hinojosa
La adenda firmada ayer entre autoridades energéticas de Bolivia y Argentina, válida para los siguientes dos años modifica, las condiciones del contrato de exportación de gas acordado en 2006, y permitirá a Bolivia obtener un mejor precio siempre y cuando cumpla con el envío de mayores volúmenes en época de invierno. La estatal petrolera prevé que, con estas modificaciones, los ingresos provenientes de la venta de gas a Argentina subirán de 1.199 millones de dólares a 1.379 millones por año, es decir, un 14 por ciento más.
La firma se dio tras una reunión entre el ministro de Hidrocarburos de Bolivia, Luis Alberto Sánchez, y el secretario de Energía de Argentina, Gustavo Lopetegui, quien destacó la actitud constructiva de ambos países sólo meses después de atravesar un “problema que venía cada vez enredándose más”, pues Bolivia, en noviembre de 2018, ejecutó una boleta de garantía de más de 150 millones de dólares por incumplimiento de pago de Argentina.
Sánchez calificó el acuerdo como histórico porque representa mayores ingresos para el país. Entre las modificaciones, se establece que en verano (de enero a abril y de octubre a diciembre) el precio por cada millar de BTU será el mismo (el año pasado tuvo un promedio de 6,24 dólares por millar de BTU), pero tendrá un adicional del 15 por ciento si Bolivia envíe más de 10 millones de metros cúbicos día.
Bolivia tendrá un envío base de 11 MMm3d en verano, y accederá al pago del 15 por ciento extra, lo que implica que el millar de BTU pase de 6,24 dólares a 7,18.
El Ministro explicó que la adenda también prevé el incremento de precio en invierno, con la particularidad de que, en este caso, Bolivia tendrá que cumplir con el envío de mayores volúmenes. En mayo y septiembre, el país deberá enviar 16 MMm3d y entre junio y agosto, 18 MMm3d. Sánchez explicó que por el cumplimiento de estos compromisos se referenciará el precio del gas al precio GNL, que tiene mayor valor, y se adicionará un porcentaje de regasificación. Así, los ingresos de Bolivia en invierno se calcularán en base precio de 10,3 dólares por millar de BTU, aproximadamente.
Aunque la adenda es una oportunidad de mayores ingresos para el país, los volúmenes acordados en ésta se encuentran por debajo de los establecidos en el contrato.
EL MEMORANDO ABRE MERCADOS
El memorando de entendimiento firmado ayer entre Bolivia y Argentina abre la posibilidad a YPFB ingresar al mercado del vecino país para vender gas natural a consumidores finales, aspecto que, en criterio de la autoridad boliviana, representa una oportunidad de acceder a mejores precios por la venta del energético.
Asimismo, el memorando establece que YPFB podrá realizar inversiones en campos petrolíferos del vecino país que estén en etapa de desarrollo, y participar de proyectos de exploración de GNL. Sánchez destacó, además, que el acuerdo permite el intercambio de conocimiento y tecnología.
ARGENTINA REGALARÁ UN AVIÓN SI BOLIVIA CUMPLE
REDACCIÓN CENTRAL
El secretario de Energía de Argentina, Gustavo Lopetegui, informó que su país entregará un avión IA 63 Pampa III, de fabricación argentina, como gratificación, si Bolivia cumple con los envíos acordados para invierno.

Este compromiso implica el envío de 16 millones de metros cúbicos por día (MMm3d) en mayo y septiembre y 18 MMm3d en junio, julio y agosto, además de un adicional de 45 MMm3d que equivalen a menos de tres días de envío.
“Es un nuevo modelo totalmente con la aviónica más moderna que existe hoy en el mundo, es un avión de entrenamiento militar totalmente digitalizado, y lo que me pidió el presidente (Mauricio) Macri es que le ofrezca al presidente Evo Morales si es que durante los cinco meses de invierno, que son los más críticos para nosotros, en términos de abastecimiento, YPFB cumple primero con los volúmenes que hemos establecido”, explicó Lopetegui.
Al respecto, Sánchez manifestó la capacidad de Bolivia para cumplir con estos compromisos, incluso pidió a su homólogo argentino que alisten tres aviones porque Bolivia entregará mayores volúmenes adicionales de gas.
ANÁLISIS
Álvaro Ríos. Experto en hidrocarburos
Es una adenda en la que ganan ambas partes
Me parece una adenda excelente para ambos países porque representa lo que está aconteciendo en el mercado. El mercado nos dice que Argentina necesita menos gas en verano y más en invierno. Cuando la demanda es mayor, el precio debe sujetarse al del GNL, precio de referencia, precio de oportunidad. Y en el verano, se ha mantenido el precio, pero se ha disminuido el volumen.
Creo que es una adenda en la que ganan los dos países. Lo peor que hubiera podido ocurrir es que se llegue a la necesidad de recurrir a un arbitraje o sobrevengan otros problemas.
La adenda da estabilidad al contrato y previsibilidad a Bolivia para sus ingresos. Lo que sí vamos a esperar con toda paciencia es que los dos países cumplan con lo que se están comprometiendo para los próximos dos años. Es borrón y cuenta nueva, hay que dar el beneplácito de que se negocia algo interesante y ojalá se cumpla. TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA

ESTUDIAN FOSILES DE ARBOLES DE REGION MOCORETA


 Mocoretá: tras hallar árboles petrificados en canteras, profundizarán la investigación
Durante una inspección del Icaa, profesionales descubrieron los restos. Informaron sobre el hallazgo al Cecoal-Conicet y al Instituto de Cultura. Proyectan coordinar acciones a fin de identificar, caracterizar y determinar la formación geológica a la que pertenecen.
“Durante inspecciones  que realizaron en canteras de Mocoretá hallaron los restos que luego fueron identificados como de fósiles de árboles”, aseveró el titular del Instituto Correntino del Agua y el Ambiente (Icaa) Mario Rujana, al ser  consultado por El Litoral sobre el hallazgo que informaron ayer. Para profundizar las investigaciones sobre el descubrimiento, profesionales del organismo solicitaron información a Entre Ríos y se reunieron con representantes del Cecoal-Conicet y del Instituto de Cultura de la Provincia.
En este contexto, desde el Icaa comentaron que “el personal de una de las canteras informó y presentó las muestras de los restos de árboles petrificados hallados en afloramientos de material sedimentario. Y el geólogo Nicolás Moyano, del equipo profesional del Icaa,  identificó los fósiles”. A lo que agregaron que luego se determinó que idénticos restos se encontraron en otras dos canteras de la misma localidad.
Esos leños “podrían pertenecer a la formación geológica El Palmar (Pleistoceno tardío)”, destacaron desde el organismo provincial. Tras lo cual señalaron que las canteras donde se concretó el hallazgo están ubicadas en cercanías del río Uruguay y que existe la posibilidad de que haya más vestigios en la zona, inclusive en el trayecto que va hasta Paso de los Libres.
Notificación
Luego del descubrimiento, aseveraron que “el Icaa, en su carácter de autoridad de Recursos Mineros de la provincia, efectuó la denuncia formal correspondiente ante el Instituto de Cultura de Corrientes y el Centro de Ecología Aplicada del Litoral (Cecoal) Conicet, para realizar estudios e investigaciones científicas que permitan identificar y caracterizar los restos de árboles petrificados y la formación geológica a la que pertenecen”.
Asimismo, se comunicaron con investigadores de Entre Ríos que estudian la formación geológica El Palmar para recabar información científica, compartir datos y efectuar comparaciones.
Mientras que ayer, profesionales del Icaa se reunieron en el salón “Eliseo Popolizio” con la directora de Patrimonio del Instituto de Cultura, Marisol Maciel, y Alfredo Zurita del Cecoal-Conicet. Allí comenzaron “a programar actividades que permitan estudiar y desarrollar proyectos sostenibles en base al hallazgo paleontológico”, informaron desde el Icaa. // TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR
NOTA: HACE AÑOS SE SACAN FOSILES DE LA REGION , 

jueves, 14 de febrero de 2019

DESARROLLAN TALLER SOCIOAMBIENTAL CON VECINOS DE LA ISLA APIPÉ GRANDE PARA UN PLAN DE GESTIÓN DE ACCIONES ENTRE EL MUNICIPIO Y LA EBY


La Entidad Binacional Yacyretá (EBY) realizó el primer taller de diagnósticos participativos socioambientales en la Isla Apipé Grande. Más de 45 personas participaron del primer taller en el cual se expusieron las problemáticas y necesidades que existen en la comunidad, con el objetivo de iniciar un plan de gestión integral entre el Municipio y el equipo técnico de la EBY, promoviendo acciones futuras.
El taller es una herramienta consensual, que propone actividades sociales, económicas y culturales que tienden a garantizar la participación de las poblaciones en provecho del desarrollo local, sostenible social y económicamente.
Esta actividad es un paso más en las metas propuestas por la EBY, en el cumplimiento del Objetivo de Desarrollo Sostenible (ODS) de Naciones Unidas número 2. “Hambre Cero”.// TOMADO D EL LITORAL DE CTES AR

martes, 12 de febrero de 2019

DESCOBERTAS QUASE 2 MIL BACTÉRIAS DA FLORA INTESTINAL


 Descobertas quase 2 mil bactérias da flora intestinal
Por isso, há grupos de pesquisadores que se dedicam ao desafio de descobrir novas espécies
espalhadas pelas nossas entranhas.
CB Correio Braziliense
(foto: Spencer Phillips/EMBL-EBI)
Milhares de micróbios vivem no intestino humano. Para o bem e para o mal. O que faz com que esse microbioma seja alvo de estudos científicos diversos, sinalizando, por exemplo, como seres microscópicos podem influenciar o desenvolvimento de doenças, ajudar em processos de emagrecimento e até desencadear comportamentos, como os que dificultam a interação social. Apesar da amplitude de temas explorados, essas bactérias ainda não são completamente conhecidas pela ciência. Por isso, há grupos de pesquisadores que se dedicam ao desafio de descobrir novas espécies espalhadas pelas nossas entranhas.
Uma equipe composta por cientistas do Instituto Europeu de Bioinformática do Laboratório Europeu de Biologia Molecular (EMBL) e do Wellcome Sanger Institute, no Reino Unido, acaba de identificar quase 2 mil delas. Segundo eles, o resultado do trabalho, divulgado na versão on-line da revista Nature, é considerado um avanço no projeto de criação de uma espécie de banco de dados da flora intestinal. “Uma pesquisa como esta está nos ajudando a criar um modelo do intestino humano que, no futuro, poderá nos ajudar a entender melhor a saúde e a doença e até mesmo orientar o diagnóstico e o tratamento de enfermidades gastrointestinais”, diz, em comunicado, Trevor Lawley, pesquisador do instituto britânico e um dos líderes do estudo.
Há muitas razões que fazem como que alguns micro-organismos que integram o microbioma intestinal permaneçam desconhecidos por muito tempo. Entre elas estão a baixa abundância dessas bactérias na víscera do tubo digestivo e a incapacidade de sobreviver fora dele. Usando métodos computacionais, os pesquisadores conseguiram reconstruir 92.143 genomas de 1.952 espécies bacterianas,  ampliando, assim, a possibilidade de estudá-las. O resultado do trabalho expande substancialmente o repertório de espécies conhecidas da microbiota intestinal humana coletiva, com um aumento de 281% na diversidade filogenética. “Nosso trabalho revela a diversidade bacteriana intestinal inculta, proporcionando uma resolução sem precedentes para a caracterização taxonômica e funcional da microbiota intestinal”, ressaltam os autores.
Porém, para o aprofundamento das análises, essas espécies ainda precisam ser cultivadas em laboratório, já que o método utilizado por eles, a metagenômica, independe dessa condição. “Os métodos computacionais nos permitem entender as que ainda não podemos cultivar em laboratório. Usar a metagenômica para reconstruir os genomas bacterianos é um pouco como reconstruir centenas de quebra-cabeças depois de misturar todas as peças, sem saber como a imagem final deve ficar, e depois de remover completamente algumas peças da mixagem para torná-la um pouco mais difícil “, afirma, em comunicado, Rob Finn, líder de grupo de cientistas do EMBL. Segundo ele, agora, a equipe trabalha em uma fase em que se pode usar uma série de ferramentas computacionais para complementar e até mesmo guiar o trabalho em laboratório.
Mais representatividade
Embora os pesquisadores estejam se aproximando de criar uma lista abrangente dos micróbios comumente encontrados no intestino, eles analisaram principalmente amostras de moradores dos Estados Unidos e da Europa, o que dificulta a construção de um banco de dados mais representativo. Segundo Rob Finn, faltam informações sobre outras regiões do mundo, e as que eles analisaram, de sul-americanos e africanos, indicam que a composição da flora intestinal humana deve ser mais diversificada do que o imaginado.
“Os poucos conjuntos de dados a que tivemos acesso revelaram uma diversidade significativa não presente nas populações anteriores. Isso sugere que coletar dados de populações sub-representadas é essencial, se quisermos obter um quadro verdadeiramente abrangente da composição do intestino humano”, avalia. Alexandre Almeida, participante do estudo, conta que a equipe usou bancos de dados públicos mais abrangentes de bactérias gastrointestinais e que os métodos de análise empregados permitirão o aprofundamento do estudo. “Eles são altamente reprodutíveis e podem ser aplicados em conjuntos de dados maiores e mais diversificados, permitindo futuras descobertas.”
Avaliação coletiva
É a análise genômica da comunidade de micro-organismos de um ambiente usando técnicas que não dependem do cultivo em laboratório. Por essa abordagem, se extrai o DNA de todos os organismos presentes no local em questão, o que leva ao sequenciamento do material genético de todos os seres presentes no local. Técnicas da bioinformática permitem comparar os resultados a informações já conhecidas, resultando na identificação das, até então, desconhecidas. // tomado de correio brasiliense

EL CANNABIS YA NO ES PELIGROSO


La OMS recomendó sacar la sustancia de la lista de drogas a perseguir
La Organización Mundial de la Salud propuso cambiar el status de la droga dentro del derecho internacional para favorecer la investigación de sus propiedades terapéuticas. La recomendación será tratada en la reunión de la ONU a desarrollarse en Viena en marzo.
La OMS quiere favorecer la investigación de las propiedades terapéuticas del cannabis.
La Organización Mundial de la Salud (OMS) recomendó que se elimine el cannabis (así como la resina de cannabis) del listado más restrictivo de la convención sobre drogas de 1961, según un documento difundido en su página oficial. Tras una evaluación científica que culminó en noviembre de 2018, los expertos de OMS recomendaron en su informe final “eliminar el cannabis y el aceite de cannabis de la lista IV”, la categoría más estrictamente controlada en el Tratado de la Convención Única sobre Estupefacientes de 1961. La Lista Unica Sobre Estupefacientes, elaborada ese año, incluye a los narcóticos particularmente peligrosos para la salud humana que no tienen ninguna aplicación terapéutica, que sí tienen el cannabis y la resina de cannabis.
 “Es un enorme avance”
El comité señaló en esa oportunidad que la lista IV está integrada particularmente por “sustancias dañinas y con beneficios médicos limitados” y considera que mantener el cannabis “en ese nivel de control restringiría gravemente el acceso y la investigación sobre posibles terapias derivadas de la planta”.
Los resultados de ese informe respaldan la carta que Tedros Adhanom Ghebreyesus, director general de la OMS, envió el último 24 de enero al secretario general de la ONU, António Guterres, cuya copia está publicada en la web oficial de la OMS.
Con esta carta, la OMS intentará que los 53 países que integran la comisión de estupefacientes traten la propuesta y la sometan a votación, durante el 62º Período de Sesiones de Naciones Unidas, que se reunirá en Viena, Austria, en marzo de 2019.
Por primera vez desde 1961, el status del cannabis dentro del derecho internacional está cambiando. Las  recomendaciones científicas de la OMS sobre el valor terapéutico y los daños relacionados con Cannabis sativa L., que revocan su prohibición de cannabis medicinal de 1950, probablemente cambiarán las políticas a nivel mundial.
La Organización Mundial de la Salud propuso reprogramar el cannabis dentro del derecho internacional para tener en cuenta la creciente evidencia de las aplicaciones médicas de la droga, revirtiendo la posición mantenida durante los últimos 60 años, que consideraba que el cannabis no debía ser usado en la práctica médica legítima.
El Comité de Expertos de la OMS en Drogodependencias se reunió a fines del año pasado para revisar críticamente la evidencia disponible sobre el cannabis y las sustancias relacionadas y acordar el nivel más adecuado de control internacional. La categorización actual del cannabis es tan estricta como la de la heroína, y el comité considera que mantenerlo en ese nivel de control restringiría gravemente el acceso y la investigación sobre posibles terapias derivadas de la planta. El grupo de expertos asesora sobre la programación de sustancias en función de su potencial de daño, dependencia y mal uso desde una perspectiva de salud pública. También toma en cuenta su utilidad terapéutica.
Tras sesenta años de aconsejar que los países “deberían esforzarse hacia la abolición del cannabis de toda práctica médica legítima”, ahora consideró que surgió suficiente información para permitir una revisión completa del cannabis y sustancias relacionadas, ya que cada vez son más los estados miembros que permiten el uso del cannabis para usos médicos y no médicos.
En su revisión, el comité recomendó que el cannabis y el aceite de cannabis se eliminen de la lista IV, la categoría más estrictamente controlada en el Tratado de la Convención Única sobre Estupefacientes de 1961. También se debe reconsiderar el status de otros productos relacionados con el cannabis, aconseja. // tomado de pagina 12 de ar

lunes, 11 de febrero de 2019

FUERTES TORMENTAS EN NORTE DE CORRIENTES AR


Extensos cortes de luz, casas destechadas y árboles caídos tras el fuerte temporal
Numerosas ramas, troncos y postes del tendido eléctrico cayeron en varias comunas. También hubo daños en viviendas, en la restauración de un museo y hasta en lanchas.  Después de 24 horas se restableció la energía en los hogares sanluiseños, pero anoche aún había barrios sin servicio en Santa Ana.
 San Luis. Una de las viviendas que quedó parcialmente sin techo.
San Luis. Un árbol y un poste del tendido cortaron el paso.
Santa Ana. Daños en el techo que cubría el museo, que está en proceso de restauración.
Fuertes vientos que se registraron en la tarde del último sábado, provocaron daños especialmente en Paso de la Patria, San Luis y Santa Ana. Esto derivó en extensas interrupciones en el suministro eléctrico, numerosos árboles y postes del tendido eléctrico caídos, como así también voladura de chapas de viviendas.
“Según el relevamiento que realizamos, cuatro casas tuvieron problemas con sus techos. De esos casos, dos fueron los más complicados. De todas maneras, quienes vivían en su interior se autoevacuaron y el Municipio ya fue a visitarlos para asistirlos en la reparación porque se dañaron tanto chapas, como tirantes”, contó a El Litoral Luis Correa, el director de Defensa Civil de la Municipalidad sanluiseña. Tras lo cual agregó que fueron numerosos los postes y cables del tendido que cayeron. También sucedió lo mismo con los árboles. “Hubo dos ejemplares de gran tamaño que por suerte se desplomaron hacia la calle donde nadie transitaba y no sobre alguna casa”, destacó Correa.
24 horas
Pero más allá de los daños registrados, la mayor dificultad que tuvieron en San Luis fue la falta del suministro eléctrico. Es que, el sábado “aproximadamente a las 18.15, antes de que se desatara acá la tormenta ya se cortó la luz y volvió recién hoy a las 18.30. Es decir que estuvimos 24 horas sin electricidad”, señaló ayer el citado funcionario. Al mismo tiempo aclaró que “si bien oficialmente no recibimos información sobre el motivo de la falta del servicio por tanto tiempo, había comentarios de que cayeron varios postes del tendido de la línea que abastece a la localidad”.
Aún de noche
Otra de las poblaciones afectadas por el temporal fue Santa Ana. Tal como informó este diario, fueron cuantiosos los árboles, postes y cables del tendido eléctrico que fueron derribados.
Precisamente, como consecuencia de ello, la localidad amaneció sin luz. Con el paso de las horas se fue normalizando el servicio en algunos lugares. “Nosotros desde las 9.30 tenemos luz nuevamente. Pero vemos que el personal de la Dpec y del Municipio siguen levantando postes”, manifestó a El Litoral una pobladora que vive a pocas cuadras de la iglesia. Mientras que desde el Municipio, al ser consultados por este diario, expresaron que anoche seguían trabajando para tratar de reparar el tendido. “Se restableció en gran parte, pero aún hay zonas sin luz”, indicaron.
Museo
También los fuertes vientos dañaron la estructura de la cubierta instalada para proteger los trabajos de restauración del techo que se están ejecutando en el museo histórico de Santa Ana.
“Es impresionante como el viento arrancó los tensores,  quebró las vigas y el techo colapsó en el medio. Estimamos que no dañó mucho lo que se había restaurado. De todas maneras, sobre eso tendremos más precisiones mañana cuando un equipo técnico haga la evaluación correspondiente”, manifestaron a El Litoral desde la fundación Tierra Sin Mal. Institución que está a cargo de las obras de recuperación del citado espacio histórico.
Casas y embarcaciones
En tanto, el jefe del cuartel de Bomberos de Paso de la Patria, Bruno Lovinson, contó a El Litoral que se registraron voladura de techos en tres viviendas y una  gran cantidad de árboles, no sólo en el área urbana sino también en la Ruta 12 y en la Ruta 9. “Menos mal que no hubo ningún accidente ni personas heridas”, acotó.
Seguidamente, señaló que la fuerte tormenta también sorprendió a un grupo de personas que estaba navegando en cercanías a la costa. En este punto, señaló que “dos lanchas llegaron a hundirse pero luego fueron rescatadas”.
“Y si bien cortó la luz (sábado) fue desde las 18.30 y  hasta aproximadamente las 23.30”. Esta mañana, cerca de las 6 se cortó otra vez, pero fue sólo un rato”, afirmó.
Por último, destacó el trabajo conjunto que realizó el Municipio, los Bomberos, la Dpec, la Policía y Gendarmería.
Tomado de el litoral de ctes ar

domingo, 10 de febrero de 2019

PATOS MUERTOS EN LAGUNA QUENAMARI DE BOLIVIA


Hay más de 20 patos y otras aves muertas en Quenamari
Cochabamba
Los patos muertos en varios lugares de las orillas de la laguna de Quenamari, en la Comuna Itocta de la ciudad. | DANIEL JAMES
Lorena Amurrio Montes
Hace dos semanas, la laguna de Quenamari estaba plagada de garzas, patos de diferentes especies y flamencos. Sin embargo, el panorama cambió drásticamente. Ahora, se tiene un espejo de agua con más de 20 patos muertos, ya sea en las orillas, flotando o siendo devorados por los perros.
Los Tiempos realizó un recorrido por casi media laguna en el sector suroeste. Se identificó 18 patos y otras aves muertas. Algunas estaban con el esqueleto descubierto, mientras otras tenían apariencia de tener sólo unas horas sin vida.
Además, habían aves regadas por los sectores secos. También, se notó la presencia de varias jaurías que llevaban en sus hocicos algunas de éstas para comerlas.
El ornitólogo Dennis Camacho explicó que, en la visita que hicieron con un grupo de biólogos, identificaron más de 20 patos de tres especies, muertos, además otras aves como pollas de agua.
“Es un número alto de mortandad. No es normal. Estas aves se alimentan de algas y  microinvertebrados que viven en el agua. Es posible que sea  algo en el agua”, explicó Camacho.
El especialista indicó que no pudieron llevarse ningún pato muerto, porque la gente de la zona fue bastante reacia con su presencia.  Sin embargo, trasladaron a un pato agonizante a Agroflori para que lo traten.
Por su parte, una de las encargadas de Agroflori, Soledad Vargas, explicó que el pato llegó con diarrea. Además, tenía afectaciones por una aparente caída.
Asimismo, recibieron varios mensajes de personas que señalaban la presencia de patos que se cayeron en sus viviendas. Todos ellos fueron remitidos a la Policía Forestal y de Medio Ambiente (Pofoma) para su rescate y entrega a la Gobernación.
Sin embargo, también es tarea de la Alcaldía hacer un examen toxicológico para determinar la causa de muerte de los patos. Una situación similar se vivió años atrás en la laguna Alalay y fue el municipio el responsable.
El panorama de la laguna se volvió desolador. Casi no hay vida. El agua tiene algas y totorales sin ningún tipo de manejo. Está en abandono.
20_21_me_1_jamessss.jpg
01- Poco tiempo
DANIEL JAMES
01- Poco tiempo
Un pato muerto a orillas de la laguna de Quenamari. Se observó que la ave tenía poco tiempo de muerta y estaba rodeada de moscas y otros insectos.
20_21_dep_2_jamessss.jpg
02- Abundancia
DANIEL JAMES
02- Abundancia
El 16 de enero de este año, Los Tiempos tuvo la oportunidad de fotografiar gran cantidad de patos que residían en Quenamari.
03- Reducción
DANIEL JAMES
03- Reducción
Dos semanas después quedan muy pocas aves vivas que naveguen en el espejo de agua o vuelen alrededor de la laguna.
a1_patos_muertos_-jamessss.jpg
04- Muerto
DANIEL JAMES
04- Muerto
Uno de los 18 patos que se encontró sin vida a orillas de la laguna de Quenamari. Algunas aves tenían mayor grado de descomposición, pero otras sólo algunas horas. // TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA

IOGA AJUDA A REDUZIR INFLAMAÇÃO REUMATOIDE, MOSTRA NOVA PESQUISA


Cento e vinte minutos semanais de exercícios melhoram níveis inflamatórios em pacientes já submetidos ao tratamento medicamentoso para a artrite, mostra pesquisa indiana com 72 voluntários
CS Carmen Souza
Técnicas alternativas, como a ioga e acupuntura, são indicadas para melhorar aspectos subjetivos: possibilidade também de efeitos fisiológicos(foto: Amer Hilabi/AFP 7/9/18 )
Na tentativa de amenizar os sintomas da artrite reumatoide (AR), cerca de dois terços dos pacientes recorrem a abordagens alternativas, como acupuntura e meditação. Há evidências científicas de que essas práticas geram efeitos mais subjetivos, como melhora da sensação de bem-estar. O resultado de uma pesquisa indiana poderá ampliar a lista de benefícios. Ao acompanhar 72 pacientes, cientistas identificaram que a ioga tem potencial para diminuir significativamente a gravidade dos sintomas físicos e psicológicos da doença inflamatória crônica.
“Nossos resultados mostram melhorias mensuráveis (…) Fornecem evidências de que a ioga modifica positivamente a patobiologia dessa doença autoimune em níveis celulares e moleculares, visando às comunicações mente e corpo”, ressalta, em comunicado, Rima Dada, professora do Instituto de Ciências Médicas da Índia e principal pesquisadora do estudo, divulgado, nesta semana, na revista científica Restorative Neurology and Neuroscience.
Rima Dada e a equipe detectaram os efeitos benéficos em voluntários submetidos a um programa de 120 minutos de prática de ioga, divididos em cinco dias por semana. Todos os 72 participantes tinham a doença inflamatória e foram orientados a manter o tratamento medicamentoso ao longo das oito semanas da pesquisa, sendo que metade deles conciliou os remédios com a abordagem alternativa.
Ao comparar os dois grupos, os cientistas identificaram que o da terapia combinada apresentou melhora em biomarcadores sistêmicos de inflamação e nas avaliações do estado funcional e da atividade da doença, entre outros benefícios. “Esse estudo oferece uma nova opção. Os tratamentos farmacológicos poderão ser complementados com intervenções alternativas, como a ioga, para aliviar os sintomas nos níveis físico e psicossomático”, destaca a cientista.
Para Licia Mota, coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia, os dados mensuráveis obtidos pelos pesquisadores indianos são o grande destaque do trabalho. “Estudos mostram que abordagens alternativas, como ioga e acupuntura, melhoram aspectos subjetivos, como qualidade de vida,  sono e sensação de fadiga dos pacientes. Agora, o fato de haver parâmetros objetivos mostrando a redução da inflamação é promissor e bastante interessante”, explica.
A médica, que também é orientadora do programa de pós-graduação em ciências médicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB), acredita que os pesquisadores indianos devem ter criado algumas adaptações para as sessões de ioga a que os voluntários foram submetidos. Isso porque a AR afeta as articulações das mãos e dos pés, causando dor, inchaço e rigidez. Dessa forma, pacientes podem encontrar dificuldade para fazer algumas posturas da ioga.
Depressão
Os cientistas também identificaram que os voluntários que combinaram o tratamento tradicional com a ioga intensiva apresentaram melhora na saúde psicológica, ficando mais dispostos e capazes de realizar tarefas diárias. Segundo Rima Dada, o regime intensivo de exercícios reduziu a gravidade da depressão, promovendo a neuroplasticidade. “A ioga facilita a capacidade da mente de afetar a função corporal e os sintomas das doenças, além de trazer tolerância imunológica natural”, complementa.
As comorbidades psiquiátricas da artrite reumatoide, como ansiedade, depressão e síndrome do pânico, têm grande impacto no enfrentamento à doença. Pacientes com a saúde mental comprometida são mais suscetíveis, por exemplo, a abandonar a rotina de ingestão diária de medicamentos. Até então, a meditação e outras abordagens complementares funcionavam como uma medida para evitar esse tipo de complicação.
“Técnicas de interação mente e corpo, como a proposta pelos pesquisadores indianos, são muito importante nesse sentido”, ressalta Licia Mota. “Além disso, a relação entre esses fatores parece ser mais complexa. Estudos começam a mostrar que a depressão pode ser um fator causal da artrite reumatoide.”
A médica dará início a um projeto de pesquisa na Rede Sarah em que será avaliado o efeito da meditação em pacientes com AR. Ela aposta que eles chegarão a efeitos semelhantes ao do estudo indiano, indicando a possibilidade de um novo controle da atividade inflamatória. Ainda assim, Licia Mota reforça que não se pode trocar o tratamento tradicional por métodos alternativos. “É uma combinação de abordagens. As complementares podem trazer vantagens quando aliadas ao tratamento medicamentoso, assim como aconteceu na pesquisa indiana”, frisa.
“Os tratamentos farmacológicos poderão ser complementados com intervenções alternativas, como a ioga, para aliviar os sintomas nos níveis físico e psicossomático”
Rima Dada, professora do Instituto de Ciências Médicas da Índia e principal pesquisadora do estudo
Até o cérebro
Pesquisadores do Michigan Medicine (EUA) descobriram que a inflamação causada pela artrite reumatoide atinge as articulações e também o cérebro. Ao analisar imagens de 264 áreas cerebrais de 54 pacientes, a equipe identificou padrões de conectividade funcional aumentados no início da pesquisa e seis meses depois, o que não é comum em exames do tipo. Para a equipe, o fenômeno pode explicar por que, mesmo com o avanço no tratamento medicamentoso, pacientes ainda enfrentam problemas como disfunção de humor e outras complicações psicológicas. As vias inflamatórias identificadas poderão ser exploradas em novas pesquisas em busca de terapias mais eficazes. O estudo foi publicado, em junho, na Nature Communications.
 TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

- LAS CELULAS MADRES , CURAN TODO ?


 Negociados, engaños y realidades de las células madre
El nuevo elixir universal
En la mayoría de los países no existen todavía leyes que rijan el uso clínico de estas intervenciones. En Argentina tampoco hay legislación específica sobre células madre, pero sí marcos regulatorios que dejan en claro cuáles son los tratamientos aprobados y cuáles son los experimentales.
Por Dolores Curia
 “Las células que curan la ceguera”, “Nuevo remedio contra el cáncer”, “¡La solución para la hernia de disco sin cirugía!”. Con ese tipo de slogans, distintos centros de investigación privados en Argentina ofrecen tratamientos para una cantidad de enfermedades tan dispares como los trastornos del espectro autista, la parálisis cerebral, la esclerosis múltiple y la neuropatía óptica. Pero lo cierto es que, al margen del repoblamiento de la médula ósea para combatir ciertas patologías de la sangre (más conocido como trasplante de médula), los tratamientos con células madre están en fase experimental en todo el mundo, es decir, no están probados.
Marketing de rapiña
Entre las descripciones ambiguas y la mala praxis, entre la estafa y el potencial prometedor de las investigaciones: así se mueven algunas clínicas privadas. En Argentina, son espacios casi clandestinos y es difícil saber cuántos hay. “Por motivos que no están claros, en los últimos años las células madre adquirieron un glamour y un impacto mediático notable en el imaginario cultural que también prendió en Argentina”, dice Gustavo Sevlever, director de Docencia e Investigación de la Fundación para la Lucha contra las Enfermedades Neurológicas de la Infancia (Fleni).
Todo empezó cuando a finales del siglo XX James Thomson, investigador de la Universidad de Wisconsin, consiguió crear células madre, iguales a las que surgen después de que el espermatozoide fecunda el óvulo, a partir de embriones descartados en tratamientos de fertilidad. A partir de ellas se podía fabricar casi cualquier tipo celular, desde neuronas hasta las células de hígado. La medicina entonces, sigue Sevlever, “se ve frente a un posible cambio de paradigma: de centrarse en los fármacos pasa a lo reparativo; en vez de medicar, nace la idea de fabricar un órgano”. Suena muy bien pero genera un nivel de expectativas que son, por lo menos por ahora, incumplibles. “Así, surgen quienes se aprovechan de la situación desesperada de quienes padecen enfermedades sin cura conocida”, advierte Sevlever. La mala noticia es que “hoy por hoy ningún tratamiento cumple la promesa de reemplazar un tejido enfermo”.
Cuento chino
“Hay muchas de estas clínicas en el mundo. Las más conocidas tal vez sean las chinas. Las advertencias contra estos tratamientos han sido lanzadas desde revistas como Nature, probablemente una de las más prestigiosas en las ciencias. Pero a pesar de ello, algunos medios siguen levantando como noticia, por ejemplo, que cierto famoso viajó a Tailandia para hacerse un implante de células madre”, analiza Gustavo Kusminsky, de la Sociedad Argentina de Hematología.
No hay nada comprobado pero sí muchos ensayos clínicos y para llevarlos adelante se requieren condiciones: se debe proceder según un protocolo, el paciente tiene que acordar en todo y se puede retirar cuando quiera, debe haber un investigador principal responsable. En Argentina, el ensayo debe ser aprobado por autoridades como el Incucai o la Anmat. Y, un punto crucial, debe ser gratuito. Así lo explica Svlever: “El paciente nos presta su cuerpo para validar un experimento. Todos los códigos legales y éticos en el mundo acuerdan que no se debe vender un tratamiento experimental por la simple razón de que yo no puedo venderle a nadie un auto que no sé si va a explotar”.
Reglas claras
En la mayoría de los países no existen todavía leyes que rijan el uso clínico de estas intervenciones. En Argentina tampoco existe legislación específica sobre células madre, pero sí hay marcos regulatorios que dejan en claro cuáles son los tratamientos aprobados, cuáles son los experimentales y cómo se debe proceder con unos y otros. Así lo explica Marisa Aisenberg, especialista en Derecho de Salud y Directora del Observatorio de la Facultad de Derecho de la UBA: “No hay una ley puntual, pero eso no es excusa, porque estos tratamientos entran dentro de otras regulaciones más generales”.
Los tratamientos experimentales necesitan un protocolo de investigación para ser aplicados, que debe ser supervisados por los comités éticos del hospital o clínica donde se realiza la práctica: “No es que se hace como se le ocurre a cada laboratorio. Primero, el tratamiento experimental tiene que haber sido aprobado en humanos bajo un seguimiento muy riguroso. Tampoco se le puede aplicar cualquier ensayo a cualquier paciente. Hay que ver cómo es el protocolo en cada caso, y chequear todo con la Anmat, el Imcucai y la Secretaría de Salud”. Si es un tratamiento experimental para un problema de corazón, por ejemplo, también se puede consultar con la Sociedad Argentina de Cardiología. Aclara Aisenberg: “Las sociedades médicas, frente a un fraude, pueden actuar y quitarle la licencia al profesional en cuestión que esté actuando por fuera de la ley y la ética”.
Para Liliana Bisigniano, directora científico-técnica del Incucai, ante las ofertas de estas clínicas de tratamientos médicos aparentemente milagrosos “la Secretaría de Salud o la autoridad sanitaria competente debería actuar de oficio e intervenir. Si lo que ofrecen son puntualmente trasplantes, le corresponde al Incucai hacer lo mismo. Pero, más importante que el poder de policía de los organismos públicos, es dar información a la gente, que se sepa que cuáles son los únicos casos con aval científico. Es casi utópico pensar que se puede terminar con estos espacios. Cerrás uno y aparece otro. El arma realmente efectiva es empoderar a los pacientes con información”.
En el Instituto Leloir se está trabajando con ensayos clínicos para Parkinson y para afecciones cardíacas. “Pero es crucial diferenciar entre lo potencial y lo real”, dice Facundo Pitossi, investigador de esa institución y del Conicet e integrante de la Comisión Asesora en Terapias Celulares y Medicina Regenerativa del desguazado Ministerio de Ciencia y Tecnología. Y agrega: “Hay un cóctel explosivo entre la vulnerabilidad de los pacientes que no encuentran cura y la magia que envuelve a las células madre. Les diría a los pacientes que estén explorando el tema que empiecen a sospechar desde el momento en el que alguien les pide dinero por el tratamiento”.  Tomado de pagina 12 de ar

ECOTURISMO, EN IBERA, SE PRESENTO A EMBAJADORES


CONCEPCION DEL YAGUARETE CORA
Valdés mostró a embajadores el ecoturismo en los esteros
El gobernador, Gustavo Valdés, presidió ayer el encuentro con los 26 embajadores en el centro de interpretación de la localidad de Concepción del Yaguareté Corá.
En la presentación se destacó el desarrollo local a partir del ecoturismo cuidando y preservando la naturaleza y cultura. “Corrientes produce naturaleza”, dijo el senador provincial Sergio Flinta, quien en nombre del Gobierno provincial sintetizó lo que representa este humedal.
 Se proyectó un video institucional y luego realizaron una recorrida por el museo histórico General Belgrano, donde pudieron apreciar los diferentes objetos históricos de los antepasados del suelo correntino.
Más tarde la delegación de emisarios se trasladó hasta la estancia Lapacho para compartir un almuerzo.
Después se llevó a cabo el recorrido náutico por el arroyo Carambola para avistamiento de algunas de las 350 especies de aves y fauna del lugar. Acompañaron al mandatario provincial y a su esposa, Cristina Garró, el vice gobernador; Gustavo Canteros, los ministros de Seguridad; Juan José López Desimoni, de Turismo; Cristian Piris, el intendente local; Lucio Fernández, el coordinador del Comité Iberá; Sergio Flinta, y el presidente del Banco de Corrientes, Alejandro Abraham, entre otros funcionarios provinciales.  Tomado de el litoral de ctes ar

sábado, 9 de febrero de 2019

CIENCIA , descubre moleculas organicas en estrella .....


Descubren molécula orgánica en una estrella, Doctor Nicolás José Gutiérrez, Advierten de peligro del calentamiento global, Conferencias por aniversario 500 de La Habana
Conozca los hechos y curiosidades que son noticia hoy en nuestra sección
Autor: Orfilio Peláez | Un equipo internacional de astrónomos liderados por la Universidad Queen Mary, de Londres, Reino Unido, y el Centro de Astrobiología de España, acaban de descubrir en una estrella denominada iras 16293 B, situada a unos 450 años luz de la Tierra, la existencia de una molécula orgánica considerada pieza clave para la formación de la adenina, una de las bases nitrogenadas que integran el ADN y el ARN en los organismos vivos. Publicado en la revista Monthly Noticies of the Royal Astronomical Society, el hallazgo fue hecho mediante el empleo del interferómetro de ondas Alma, instalado en Atacama, Chile, y podría arrojar nuevos datos vinculados con el origen del sistema solar. La región del espacio sideral donde está ubicada la mencionada estrella contiene otros cuerpos siderales jóvenes que se encuentran, asimismo, en la etapa más temprana de su evolución.
Eminente médico y cirujano, el doctor Nicolás José Gutiérrez fue el principal promotor de la fundación, el 19 de mayo de 1861, de la Real Academia de Ciencias Médicas, Físicas y Naturales de La Habana, la cual presidió hasta su fallecimiento el 31 de diciembre de 1890. Pionero en la aplicación de avanzados procedimientos terapéuticos para la época durante el siglo XIX, trajo a Cuba el uso del estetoscopio y la auscultación, además de ser el primero en extirpar un pólipo endometrial, emplear fórceps en los partos y operar abscesos del hígado. En 1840 creó la primera revista médica cubana, nombrada Repertorio Médico Habanero, y a solo tres meses de descubrirse en Europa las propiedades anestésicas del cloroformo, introdujo dicho proceder en su país natal. Ocupó, asimismo, el cargo de rector de la Universidad de La Habana en el transcurso del bienio 1879-1880.
 Científicos del Grupo de Física de la Atmósfera, Radiación Solar y Astropartículas del Instituto de Física Rosario, en Argentina, en colaboración con el Centro de Ciencias de la Atmósfera de la Universidad Nacional Autónoma de México, advirtieron en las conclusiones de una investigación que, si no se adoptan medidas para frenar el calentamiento del planeta, la incidencia mundial de los dos tipos de cáncer de piel más frecuentes crecerá en un 40 % entre los años 2100 y 2200. Los expertos instaron a protegerse de la exposición directa a la radiación solar desde ahora y de las elevadas temperaturas ambientales. Tal proyección apareció reseñada en la publicación Photochemical and Photobiological Sciences.
Dentro de las actividades dirigidas a conmemorar el aniversario 500 de La Habana y promover el conocimiento de la obra de importantes personalidades de la esfera científica, el Grupo de Patrimonio de la Academia de Ciencias de Cuba (ACC) organizará un ciclo de conferencias que serán impartidas por reconocidos especialistas en el transcurso del 2019. La disertación inicial versará sobre el tema Arte, ciencia y comercio en la farmacia cubana, a cargo de la Máster en Ciencias Mercedes Valero González, y está prevista para el viernes 15 de febrero a las diez de la mañana, en el Salón de los Bustos de la institución, sita en calle Cuba 460, entre Amargura y Teniente Rey, La Habana Vieja. // TOMADO DE LA GRANMA DE CUBA

CHILE CON AFECTADOS Y FALLECIDOS POR LAS LLUVIAS


 Fuertes lluvias en la zona norte dejan seis fallecidos, 45 damnificados y obligan a evacuaciones preventivas
INTENSAS LLUVIAS EN LA ZONA DE CHIU CHIU, HACEN AUMENTAR EL CAUDAL, SOBREPASANDO EL ANTIGUO PUENTE SOBRE EL RIO LOA. FOTO: AGENCIA UNO.
El evento meteorológico mantiene rutas cerradas, personas albergadas y 1.673 viviendas con daños de diversa magnitud. Ayer, el Presidente Sebastián Piñera decretó zona de catástrofe en la provincia de El Loa.
De acuerdo al último reporte entregada por la Oficina Nacional de Emergencia (Onemi) las lluvias que han afectados a las regiones de Arica y Parinacota, Tarapacá, Antofagasta y Atacama han dejado un total de seis personas fallecidas, 45 damnificados, 282 albergados, 173 viviendas destruidas, 127 hogares con daño mayor y 1.546 con daño menor.
Durante la noche, cayeron intensas precipitaciones en Arica y Parinacota, lo que obligó a las autoridades a evacuar de manera preventiva a los habitantes de los sectores de Pampa Algodonal, Guata Lobo, Pan de Azúcar, Surire y Cerro Blanco, debido a la activación de quebradas. Asimismo, 72 personas desde el sector Las Llosyas, en la comuna de Arica fueron obligados a dejar sus hogares y llegar hasta en el Liceo Agrícola en Azapa donde pasaron la noche.
Además 95 personas permanecen albergadas en el Epicentro 1, ante la imposibilidad de movilizarse por la Ruta A-5; en el Liceo Agrícola de Azapa (86); y en el 14 Colegio Poconchile, por el desborde del Río Lluta en Chapisca.
MÁS SOBRE EMERGENCIA
Por otro lado, hay persona resultó fallecido durante el período, además de once damnificados en la comuna de Camarones, 98 viviendas destruidas, 39 con daño mayor y 103 con daño menor.
En el caso de la región de Tarapacá, se registran dos personas fallecidas, 34 personas albergadas. En relación a las víctimas fatales, las circunstancias están siendo investigadas, pero se informa de una persona que fue hallada en las orillas del río Camiña (en la localidad de Apamilca) y otra personas , en la localidad de Macaya (comuna de Pozo Almonte), quien falleció producto del colapso estructural de parte de su vivienda.
#AlertaTarapaca Se recomienda no salir de sus hogares y mantenerse alerta a las indicaciones de precaución informadas por las autoridades. Tome medidas preventivas desconectando artefactos eléctricos al interior de sus casas
Las autoridades además han advertido a la población sobre el estado de los caminos y carreteras – muchos de ellos afectados por la presencia de barro y agua – haciendo un llamado a no circular por dichas zonas.
En tanto, la Onemi de regional de Tarapacá, realizó una evacuación preventiva en el sector del Mall Zofri y del Barrio industrial en Iquique.
#InformeMOP Máxima precaución al transitar por rutas de la región ante la presencia de agua y barro en las calzadas por precipitaciones que registra a esta hora la región.#AlertaTarapacá pic.twitter.com/jSS4ar9rtG
En región de Antofagasta se reportan tres personas fallecidas (todas de Calama) , 24 damnificadas, 53 personas albergadas, 75 viviendas destruidas, 1.420 viviendas con daño menor y 78 con daño mayor.
En la comuna de San Pedro de Atacama se reportan 105 personas afectadas, 75 viviendas destruidas, 75 con daño mayor, 20 con daño menor y 49 personas albergadas, quienes se encuentran en la Escuela E-26.
Cabe señalar, que ayer el Presidente Sebastián Piñera viajó hasta Calama para realizar un sobrevuelo y decretó zona de catástrofe en la provincia de El Loa.
Ahora, el Mandatario se encuentra monitoreando la zona junto al ministro (S) del Interior, Rodrigo Ubilla, para luego dirigirse a las 13.00 horas a Arica, se estima que llegara a las 15.00 horas.
Alertas Vigentes
Alerta Roja para la Región de Arica y Parinacota, por evento meteorológico.
Alerta Roja para la Provincia del Tamarugal, Región de Tarapacá, por evento meteorológico.
Alerta Roja para la Provincia de El Loa y comuna de Antofagasta, Región de Antofagasta, por evento meteorológico.
Alerta Temprana Preventiva para las comunas de Copiapó, Tierra Amarilla, Diego de Almagro y Alto del Carmen, Región de Atacama, por evento meteorológico.// TOMADO DE LA TERCERA DE CHILE

LLUVIAS CAUSAN INCONVENIENTES EN PERU administracion de gobierno ayuda


PRESIDENTE VIZCARRA SUPERVISÓ LABORES EN POMABAMBA
Gobierno atiende emergencias por huaicos y lluvias
Desde diversos frentes, despliega acciones en las zonas de Áncash, Tacna, Arequipa y Moquegua afectadas por los desbordes.
Desde diversos frentes, el Ejecutivo ha desplegado acciones para atender las emergencias por huaicos y deslizamientos de tierras en Áncash, Tacna, Arequipa, Moquegua y otras zonas.
Precisamente ayer el presidente de la República, Martín Vizcarra, anunció que declarará en emergencia las localidades de Pomabamba, en la región Áncash, que fueron afectadas por los huaicos y deslizamientos, con el propósito de atender de manera rápida y oportuna a los damnificados que dejaron estos desastres naturales.
El Jefe del Estado dijo que llegó a esta provincia para coordinar la atención de la emergencia junto a las autoridades locales y regionales, además de supervisar las acciones que ejecuta el Instituto Nacional de Defensa Civil (Indeci).
“La primera decisión es que vamos a declarar en emergencia a Pomabamba, con la crecida del río se perdieron viviendas, puentes, carreteras y la bocatoma que abastece de agua potable a la población. Por eso, es necesaria una acción rápida del Estado”, informó.
En un encuentro con la población, el Mandatario recalcó que el Gobierno, pensando en el futuro de Pomabamba, atenderá también las necesidades de agua potable, mejorará la calidad de los servicios de salud y las carreteras para esta provincia.
Habilitan vías
El Jefe del Estado manifestó que los deslizamientos no solo dañaron terrenos agrícolas, sino también las carreteras importantes, motivo por el cual se trabaja en la habilitación de las vías alternas para que las zonas afectadas no queden incomunicadas.
Explicó también que las precipitaciones pluviales intensas, en el distrito de Parobamba, provincia de Pomabamba, ocasionaron un deslizamiento en el cerro Suchiman, lo que generó un embalsamiento del río Rupac, esto causó daños en las vías de comunicación y viviendas.
Respecto a las emergencias que ocurren en diversos lugares del país, el Mandatario reconoció la importancia de promover las acciones de prevención en la población, con el objetivo de que las familias sepan qué hacer en las temporadas de lluvias y huaicos.
“Hay que atender a los hermanos que han sido damnificados y lo estamos haciendo”, dijo. El Presidente recalcó que ante los efectos adversos del cambio climático todos los peruanos deben estar preparados.
En tal sentido, pidió a la población alejarse de las zonas consideradas peligrosas y evitar también construir sus viviendas en zonas vulnerables como quebradas y cauces de ríos.
Ejército en Aplao
Por otro lado, un contingente de más de 200 soldados de la Brigada de Intervención Rápida de la Tercera División del Ejército del Perú se trasladaron a la ciudad de Aplao, en la región Arequipa, para apoyar en la limpieza del lugar, donde el jueves cayó un huaico que ha dejado tres muertos.
El personal procedente de los cuarteles Mariano Bustamante y Felipe Santiago Salaverry, de la ciudad de Arequipa, limpió desde horas de la mañana en Aplao las viviendas y las calles que fueron inundadas por el lodo y las piedras.
La Tercera División del Ejército informó que la brigada que llegó a la zona del desastre es de avanzada. Además de prestar apoyo a la población, evalúan los daños dejados por el huaico.
La evaluación de daños permitirá determinar si es necesario contar con más personal, así como de maquinaria pesada para efectuar las labores de limpieza en el lugar de la emergencia.
Los soldados que integran la Brigada de Intervención Rápida están capacitados para brindar ayuda en cualquier caso de desastres naturales.
También el Ministerio de Vivienda, Construcción y Saneamiento (MVCS) dispuso el envío inmediato de maquinaria pesada para realizar la limpieza de calles y vías en el distrito de Aplao, en la provincia de Castilla, afectado por un huaico.
Un camión cisterna y un volquete, pertenecientes al Programa PNC-Maquinarias, realizarán trabajos en la zona. La primera unidad abastecerá de agua a los pobladores damnificados; en tanto, el envío de la otra unidad responde al requerimiento más inmediato de las autoridades y la población: la limpieza y el retiro de lodo, piedras y material acumulado, producto de la caída de un huaico.
Desborde del río Moquegua
El desborde del río Moquegua dañó viviendas, vías de comunicación e infraestructura pública y privada, por lo que las autoridades se organizan para atender la emergencia.
La furia del agua arrasó con árboles, piedras y todo lo que encontró a su paso.
Las turbulentas aguas del río Moquegua ingresaron a un grifo donde quedaron atrapadas siete personas, que subieron al techo para ponerse a buen recaudo y fueron rescatadas por los bomberos . Se inundó, además, la comisaría de Carreteras en Montalvo.
El desborde afectó el sector del puente Tucumán, de 30 metros de longitud y 9 de ancho.  // TOMADO DE EL PERUANO

JÁ TER TIDO DENGUE DIMINUI A CHANCE DE CONTRAIR ZIKA, MOSTRA ESTUDO

Já ter tido dengue diminui a chance de contrair zika, mostra estudo
Primeiro estudo a comprovar a defesa cruzada é baseado na análise de moradores de um bairro da periferia de Salvador. Segundo os autores, o contato com o vírus DEN reduz em até 44% o risco de
contrair o micro-organismo ligado à microcefalia
PO Paloma Oliveto
O estudo com pesquisadores brasileiros e estrangeiros foi feito em Pau da Lima: comunidade com alta taxa de contágio de grávidas(foto: Albert Ko/Divulgação)
Mais de três anos depois da primeira epidemia de zika no país, com cerca de 1 milhão de brasileiros infectados entre 2015 e 2016, algumas questões sobre a doença permanecem em aberto. Uma delas é se já ter tido dengue — ou sido vacinado contra ela — aumenta ou diminui o risco de se contrair a enfermidade temida principalmente por gestantes. Embora estudos in vitro tenham sugerido que a presença no organismo de anticorpos contra o DEN protejam contra o ZIKV, pesquisas em animais não foram conclusivas. Agora, um estudo com participação de cientistas brasileiros, publicado na revista Science, mostra que essa associação é verdadeira.
A pesquisa, liderada pela Faculdade de Saúde Pública de Yale e pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, com colaboração da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), utilizou dados da comunidade de Pau da Lima, em Salvador. O bairro da periferia baiana foi escolhido por ter sido cenário de um estudo anterior de um dos autores, Albert Ko, epidemiologista de Yale. O cientista coletou sangue de 1.453 moradores entre outubro de 2014 e março de 2015. Os exames relativos ao período deram negativo para zika. Porém, essas mesmas pessoas foram testadas em outubro de 2015, auge da primeira epidemia da doença no Nordeste O resultado: 73% tinham sido infectadas.
Antes do surto em Pau da Lima, outros 642 moradores da comunidade tiveram o sangue coletado e testado para dengue. No caso, 86% tinham anticorpos para a doença, indicando que tiveram contato prévio com o vírus. Ao comparar esses dados aos dos exames de zika, os cientistas descobriram que, dependendo da quantidade de antígenos contra a dengue circulando no organismo, pessoas que já haviam sofrido dessa doença tinham até 44% menos risco de contrair zika. Essa proteção é progressiva, constataram os pesquisadores. “Esse é o primeiro estudo que avalia essa questão e demonstra que a imunidade à dengue pode proteger contra a infecção por zika em populações humanas”, comenta o epidemiologista Federico Costa, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Faculdade de Saúde Pública de Yale.
“Os resultados significam que há alguns anticorpos de proteção cruzada que a dengue fornece contra o zika”, diz Ernesto T. A. Marques, professor do Departamento de Doenças Infecciosas e Microbiologia da Universidade de Pittsburgh e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz. “Estudos futuros precisam ser feitos para checar se as novas vacinas contra dengue podem ser úteis para prevenir a infecção por zika”, destaca Marques, diretor científico da Cura Zika, uma aliança internacional que estimula a pesquisa sobre zika, microcefalia e outras doenças congênitas causadas em bebês.
Surto
Segundo Albert Ko, o estudo também explica o motivo da gravidade dos casos de microcefalia no Brasil. “A taxa excessivamente alta de infecção entre as mulheres grávidas em comunidades empobrecidas, como o nosso local de estudo, foi certamente a principal razão pela qual tivemos um grande surto de microcefalia entre as crianças no fim de 2015”, disse, em nota.
Por sua vez, os índices altos de infecção poderão proteger essa e outras comunidades afetadas igualmente pelo zika em próximas epidemias, destaca Isabel Rodriguez-Barraquer, professora-assistente da Universidade da Califórnia, em San Francisco, e autora sênior do estudo. Marques, porém, é cauteloso. “Nosso estudo foi feito em uma área urbana muito pequena e é provável que em outras partes do Brasil, mesmo em diferentes bairros de uma mesma cidade, as pessoas ainda estejam suscetíveis à infecção por zika”, alerta.
“Estudos futuros precisam ser feitos para checar se as novas vacinas contra dengue podem ser úteis para prevenir a infecção por zika”
Ernesto T. A. Marques, professor da Universidade de Pittsburgh e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz
Casos mais graves da enfermidade causam danos neurológicos(foto: João Carlos Lacerda/Divulgação)
Gravidade da doença pode ser reduzida
Além de proteger contra a infecção do zika, o contágio prévio do organismo com o vírus da dengue reduz a gravidade da doença caso o indivíduo contraia as duas arboviroses. Em um estudo com quase 4 mil crianças da Nicarágua, publicado na revista Plos Medicine, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Bekerley descobriram que aquelas com anticorpos da dengue não desenvolviam a forma sintomática da zika, mesmo quando picadas por um mosquito infectado.
O vírus zika e o micro-organismo causador da dengue são transmitidos pelos mosquitos Aedes aegypti e causam sintomas semelhantes, incluindo febre, erupção cutânea e dor nas articulações. Em alguns casos, a infecção pelo zika pode causar problemas neurológicos e, quando ocorre durante a gravidez, tem potencial de gerar graves danos ao desenvolvimento do feto. No entanto, muitas pessoas não apresentam sintomas quando infectadas por nenhum dos dois arbovírus.
Para examinar a relação entre esses micro-organismos, os autores da pesquisa analisaram a epidemia de zika de 2016 em Manágua, utilizando dados de crianças de 2 a 14 anos, muitas das quais tinham histórias de infecção por dengue. Dos 3.893 participantes, 1.356 apresentavam anticorpos para o zika, sendo que, em 560 deles, a doença provocou sintomas. Os cientistas, então, voltaram-se às informações médicas de 3.027 meninos e meninas, que vinham sendo acompanhados há anos por um estudo epidemiológico. Desses, 743 tiveram pelo menos uma infecção por dengue.
Com modelos estatísticos ajustados para sexo e idade, os pesquisadores descobriram que crianças infectadas pelo vírus da dengue correram risco significativamente menor de desenvolver sintomas quando contagiadas pelo zika. Porém, diferentemente do estudo  com dados da comunidade de Pau de Lima, em Salvador, ter tido dengue previamente não impediu o contágio pelo zika. Os autores observam que pesquisas futuras devem investigar os mecanismos imunológicos de proteção cruzada entre as duas arboviroses e examinar se a imunidade à dengue pode proteger contra a síndrome congênita do zika no caso de mulheres gestantes.  // TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE