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la fotografía es de Cuba , autor luis pedro mujica

lunes, 18 de junio de 2018

TECNICO EN GESTION AMBIENTAL estudia en Monte Caseros Argentina


CASAMENTO INFANTIL ATINGE MILHARES DE MENINOS E MENINAS NO BRASIL


Casamento infantil atinge milhares de meninos e meninas no Brasil
Projeto de lei em tramitação no Congresso acaba com brechas na legislação e proíbe a união de
pessoas com menos de 18 anos de idade
OA Otávio Augusto  (foto: CB/D.A Press)
 A mistura de fatores como a religião, a cultura e as estruturas sociais e patriarcais está na raiz de um fenômeno tristemente comum no Brasil: o casamento infantil — aquele em que um dos cônjuges tem menos de 16 anos. Os números são alarmantes. O país tem o maior número de casos da América Latina e o quarto no mundo. Um projeto de lei que tramita no Congresso pretende proibir totalmente o casamento de crianças e adolescentes, acabando com as brechas existentes na legislação atualmente em vigor.
Estudo pioneiro feito pela Plan International Brasil e o Instituto Promundo analisa o contexto do casamento infantil nos dois estados brasileiros com maiores índices: Pará e Maranhão. Neles, o número de meninas casadas é muito superior ao de meninos. Foram 22.849 meninos de 10 a 14 anos casados, contra 65.709 meninas da mesma idade. Na faixa de 15 a 17 anos foram 78.997 meninos e 488.381 meninas. O resultado dessas uniões: um quinto dos 3 milhões de partos realizados pelo Sistema Único de Saúde são de mães menores de idade.
Na semana passada, um  projeto de lei que pode mudar este cenário chegou ao Senado. O texto passará pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), tendo a senadora Marta Suplicy (MDB-SP) como relatora. O projeto da deputada Laura Carneiro (DEM-RJ) suprime trechos da redação da Lei nº 10.406, de janeiro de 2002, que determinam as exceções legais ao casamento infantil. O texto passará pela CCJ e pelo plenário e, se não for modificado, vai para sanção do presidente da República.
Atualmente, meninas podem se casar a partir dos 16 anos, com o consentimento dos pais ou de um juiz. Em caso de gravidez, não há limite mínimo de idade. Para especialistas, a norma é permissiva e acaba possibilitando e, em certos casos, até favorecendo o casamento infantil. Segundo estudo da organização não governamental Promundo, três milhões de mulheres afirmaram ter se casado antes dos 18 anos. O estudo indica que 877 mil mulheres brasileiras se casaram com até 15 anos e que existem cerca de 88 mil meninos e meninas de 10 a 14 anos em uniões consensuais, civis ou religiosas, no Brasil.
A mudança na legislação é uma das ferramentas para o país atingir um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), de reduzir essa prática até 2030. Pela Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, o casamento é permitido somente a partir dos 18 anos de idade na maioria dos países. De 2015 até o ano passado, países como Chade, Malawi, Zimbábue, Costa Rica, Equador e Guatemala elevaram a idade mínima de casamento para 18 anos. Além disso, aboliram as exceções que permitiam casamentos infantis.
Autora do projeto, a deputada federal Laura Carneiro acredita que a alteração da lei será o primeiro passo para uma ampla mudança cultural. “Estamos no século 21 e falhamos na preservação e na continuidade de políticas públicas de educação e assistência. Como podemos ter um código em que há brechas para a menina se casar em vez de estar na sala de aula? Essa é uma estatística ruim que deve começar a mudar”, pondera.
A senadora Marta Suplicy garante que apresentará seu relatório com a maior brevidade possível. “O projeto é singelo, mas de um significado imenso para a proteção de nossas crianças, em especial as meninas. Com o casamento infantil, a menina perde a capacidade de tomar decisões por si mesma; muitas deixam a escola, o que se refletirá na sua capacidade de conseguir emprego quando adulta. Sem contar outras situações graves, como a gravidez prematura, os abusos e a violência”, explica a senadora.
Histórias perpetuadas
O Banco Mundial tem dados ainda mais alarmantes. O estudo Fechando a Brecha: Melhorando as Leis de Proteção à Mulher contra a Violência, destaca que, de toda a população feminina brasileira, 36% se casaram antes dos 18 anos. Segundo o trabalho, meninas que se casam durante a infância sofrem com evasão escolar, gravidez precoce e abusos e violência doméstica.
Uma tabeliã do interior do Maranhão, que pediu para não ser identificada, relatou ao Correio uma união ocorrida na última semana. O jovem, de 16 anos, se casou com uma menina de 14 anos (completados no mês passado). O matrimônio foi um acordo entre as famílias. Ela está grávida. “A menina já largou a escola. Ele começou a trabalhar para sustentar a ‘nova’ família. Os pais acharam natural. Viveram a mesma história no passado. Afinal, a mãe da menina vai ser avó aos 31 anos”, detalha.
A tabeliã diz que a situação brasileira é preocupante. “Os números não crescem, mas, ao mesmo tempo, não regridem. Não vejo nenhum tipo de combate a esse mal. Espero que a mudança na lei sirva, pelo menos, para colocar o assunto em debate. O Brasil precisa assumir que convive pacificamente com essa realidade e que isso não é bom. Relatei um caso ao jornal, mas esbarro com essas histórias diariamente”, conclui.
Poucas são as políticas públicas para que esse cenário seja modificado. No Pará, por exemplo, o programa Pro Paz oferece acolhimento psicossocial a vítimas de exploração ou violência sexual. “A implantação do projeto vem ajudando a reduzir a revitimização, a superação dos traumas das vítimas e seus familiares, além de incentivar as denúncias. Assim, o Pro Paz Integrado atua na prevenção do abuso e exploração sexual e todas as formas de violência intrafamiliar”, explica o governo paraense, em nota. O governo maranhense não respondeu aos questionamentos do Correio. // TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

CHINOS EXPLOTAN ORO EN BOLIVIA


Chinos explotan oro con la complicidad de cooperativas
Una draga realiza trabajos de explotación aurífera en el municipio de Teoponte. | ANF
Empresas chinas y colombianas que explotan oro en las orillas de los ríos Kaka y Beni en el departamento de La Paz, se han dado formas -al margen de la ley- de asociarse con cooperativas mineras auríferas bolivianas. Las gigantes dragas de la empresa china Jin Kang  o “dragones” y otros planchones colombianos arrasan las orillas de ambos ríos en busca de oro sin ningún control estatal.
La denominada “fiebre de oro” le pasa factura a municipios como Teoponte y Guanay en La Paz, que fue evidenciado por  ANF  y  reflejado en un reportaje publicado ayer.
Aunque la ley prohíbe la sociedad de las cooperativas con empresas privadas nacionales o extranjeras la realidad es otra en la provincia Larecaja. Las cooperativas disponen de las cuadrículas autorizadas por la Autoridad Jurisdiccional de Administración Minera (AJAM) y las entregan a los capitales extranjeros a cambio de un 30 o 20% de las ganancias.
Ante la impotencia de saber que los extranjeros cuentan con el aval del Gobierno para explotar oro en Teoponte, la autoridad local señala que desde el Concejo Municipal se aprobó una ley para reglamentar la convivencia de los foráneos en su territorio, pero sobre todo pensada en los ciudadanos chinos, para prohibirles relacionarse o hablar con las menores de edad, beber en lugares públicos o involucrarse en riñas y peleas.
Para el concejal Edwin Peñaranda del área de Tierra y Territorio del municipio de Teoponte, el asunto es mucho más grave que la convivencia pacífica con los extranjeros. Considera que no sólo hay omisión, sino una clara complicidad de las autoridades vinculadas a la minería y de los propios cooperativistas por permitir el saqueo del oro.
Menciona que en una inspección municipal realizada el 9 de agosto del año pasado, desde la comunidad de Mayaya sobre el río Kaka hasta llegar al pueblo de Teoponte, se pudo evidenciar la presencia de siete dragas con los denominativos: Dragón 1, Dragón 2. “Ya hay muchos dragones, y ahora vemos aquí en el sector de Guanay que también hay chinos en el río Challana, además está lleno de colombianos, es una pena para los teoponteños y por qué no decir para los bolivianos”.
ANF cuantificó cerca de 10 dragas, ocho chinas y dos colombianas, desde Teoponte, Guanay, Mayaya, Yiquimuni y Puerto Pando. Cada uno con un costo de medio millón a 1 millón de dólares.
CONCEJO NO AUTORIZÓ PRESENCIA DE EXTRANJEROS
El presidente del Concejo Municipal de Teoponte, Uber Carrasco, asegura que en los dos últimos años se ha intensificado la presencia de colombianos y en mayor cantidad de chinos, y afirma que como autoridades locales en ningún momento autorizaron el ingreso de extranjeros a operar en la zona a pesar de que estas empresas extranjeras se aliaron con cooperativas asentadas en la región. “Entendemos que los escombros que están dejando están entrando al río y eso va a generar desbordes, tenemos una comunidad, Challana, que con la crecida de río podría ser muy afectada”,dijo.
EMPRESA CHINA TIENE SEDE EN COCHABAMBA
Según datos de Fundempresa, Jin Kang es una sociedad de responsabilidad limitada con sede en Cochabamba, especializada en prospección, exploración, explotación, concentración, fundición, comercialización, exportación de minerales y metales e importación de maquinaria. Cuenta con la matrícula de comercio 00178407.
El informe de la Autoridad Jurisdiccional de Administración Minera (AJAM) indica que  se emitieron cuatro autorizaciones transitorias especiales por pertenencias (exconcesiones) en Teoponte: 29 autorizaciones transitorias especiales por cuadrícula, 52 contratos mineros que datan de antes de la Ley 535, 13 áreas mineras en trámite, un área en trámite administrativo en aplicación a la Ley 403 y cuatro áreas reservadas para el Estado.
A este informe, se suma el de la Federación Regional de Cooperativas Mineras Auríferas del Norte de La Paz (Fecoman), en el que detalla que 327 cooperativas auríferas que operan en el departamento no presentaron su documentación ante la AJAM para su control y fiscalización, mientras que otras 142 presentaron de manera parcial, pero aun así operan.// tomado de los tiempos de Bolivia

PRODUCCION DE GARBANZOS EN ARGENTINA


 Garbanzo: de cultivo marginal a un negocio de exportación
El 98% de la producción de Córdoba se exporta Crédito: Incrementar SA
CÓRDOBA.- En los 80, la Argentina importaba garbanzos y hoy es exportadora. La zona centro-norte de Córdoba es una de las principales aportantes a la producción. Alrededor del 95% de lo cultivado se exporta porque el consumo interno es mínimo. India y sus vecinos y Europa son los principales destinos.
Tanto el Ieral como la Bolsa de Cereales de Córdoba coinciden en destacar el crecimiento de esta cadena productiva de alto perfil exportador. De ser un cultivo marginal hace una década, su siembra ronda entre las 63.000 y las 65.000 hectáreas por campaña en la provincia.
En la Cámara de Comercio Exterior de Córdoba (Cacec) se creó el grupo asociativo Specialities que reúne Molino Sytari, Tecnocampo, Oscar Peman y Asociados, Maglione y Compañía y Conci, todos productores de cultivos fuera de los commodities, como garbanzo, porotos, variedades de trigo, arveja y lenteja. Todos tienen más mercado en el exterior que en el país.
Miguel Zonnaras, coordinador del grupo, señala que la "estrella" de los cultivos es el garbanzo, "una economía regional con un rol preponderante" en Córdoba. Trabajan en base a la agenda de la problemática productiva regional y avanzan en estrategias para reforzar la exportación.
"Es un negocio apoyado en el comercio exterior; el 98% de la producción cordobesa va afuera. El volumen que se vuelca al mercado interno es poco no sólo por el tamaño de la población sino por nuestros hábitos alimenticios que no tienen a las legumbres priorizadas", dijo.
Zonnaras grafica la potencialidad de la cadena con el estatus logrado por el cluster manicero cordobés que incluye alta tecnología de procesamiento y una genética de primera. "Está a la altura de los parámetros internacionales más exigentes y ese el modelo a seguir", plantea.
En Córdoba se siembran unas 65.000 hectáreas
Por volumen de población y por una dieta basada en proteína vegetal, el principal mercado mundial del garbanzo es India y sus países periféricos. "Para ellos las legumbres son lo que la carne para nosotros; Europa es también un destino muy importante y le siguen Sudamérica y Centroamérica", indicó.
India, además, es el principal productor mundial. Es exportadora o importadora dependiendo de sus campañas y épocas del año. Fija condiciones de mercado; el garbanzo es "India-Pakistán dependiente" tanto en precios como en volumen.
Para la exportación, el garbanzo lleva un proceso de valor agregado basado en las plantas de procesamiento: el 90% del cultivo debe ser limpiado, seleccionado por tamaño y calidad. De esa selección y clasificación dependen los destinos. Aunque hay muchos productores primarios que cuentan con plantas pero, en general, es una cadena de eslabones independentes.
Cultivo
La siembra de garbanzo compite con la de trigo y se complementa con la cosecha gruesa. En 2017 se sembraron en Córdoba 65.000 hectáreas pero una helada mermó de manera importante los rindes. Zonnaras describe que fue una buena campaña con precios por encima de los históricos, aunque por debajo de los de 2016 que registró "un mundo con alta demanda". Esta campaña cambió; comenzó muy complicada en la intención de siembra por el perfil de humedad de los suelos del centro norte cordobés, pero con las lluvias de mayo se avanzó mucho. "Con precios altos hay más intención de siembra; para este ciclo se esperan buenos pero menores a las últimas dos; no se ven situaciones fuera de los promedios históricos", precisó.
Zonnaras remarca que hay que "dar pasos sólidos y hacer bien los deberes" en toda la cadena, trabajo en campo y seriedad del posicionamiento en el mercado para que la cadena se consolide como la del maní y sea competencia directa de Canadá y Australia.
Respecto del resto de las legumbres, indicó que todas tienen mucha potencialidad en Córdoba por los buenos suelos, clima propicio y chances de superficie bajo irrigación artificial. "Hay que hacer un desarrollo ordenado porque el mundo no está desabastecido; por el contrario está muy bien atendido por Canadá", señala.
Por: Gabriela Origlia // TOMADO DE LA NACION DE AR

UN TECHO PARA LOS ABANDONADOS


Mercedes CTES realiza una campaña “un techo para los abandonados”
Desde la Municipalidad de Mercedes informaron que ya está en vigencia la campaña “Un techo para los abandonados”, haciendo referencia a una cruzada solidaria que están realizando para el refugio  comunal “Ana Aguirre”. Allí,  todos los miércoles se realizan castraciones a cambio de materiales para la construcción de  nuevos caniles. “Los interesados en esta campaña deben acudir a nuestra oficina en el refugio, ubicado por la avenida Pellegrini, casi Ruta 123”, destacaron en un comunicado emitido por la Comuna mercedeña.// tomado de el litoral de ctes ar

domingo, 17 de junio de 2018

PARAN DEVASTACIÓN EN TULUM Y HOLBOX


Paran Devastación En Tulum Y Holbox
La PROFEPA (Procuraduría Federal para la Protección al Ambiente), aseveró que de 2001 a la fecha “examinó la problemática de la pérdida de playa y modificación de la morfología costera en la Isla de Holbox, donde se han perdido calles; situación que prevalece”, recalcó.
Sostuvo esa dependencia que en lo que va del año se han realizado diversas visitas de inspección en la Isla de Holbox y en la Zona Hotelera de Tulum, donde impuso 21 y 18 clausuras a predios y proyectos inmobiliarios, respectivamente.
Durante las últimas semanas, inspectores de la dependencia realizaron estas medidas de seguridad para evitar que se continuara con la afectación de los recursos naturales en el ecosistema costero, ante la falta de implementación de medidas para mitigar o prevenir los impactos generados por las obras y actividades inspeccionadas, así como por no contar con las respectivas autorizaciones de Cambio de Uso de Suelo en Terrenos Forestales y de Impacto Ambiental que expide la SEMARNAT, según informó.
Supervisión oficial
Asimismo, durante gira de trabajo por la entidad, el titular de la PROFEPA, Guillermo Haro Bélchez, revisó junto con el Subprocurador de Recursos Naturales, Ignacio Millán Tovar, el Delegado Federal de la PROFEPA en el estado, Javier Castro Jiménez, y el Procurador de Protección al Ambiente de Quintana Roo, Miguel Nadal Novelo, los avances de las acciones emprendidas por esta dependencia federal.
Isla vulnerable
En el 2014, con base en una metodología basada en el criterio de vulnerabilidad costera, la población y los ecosistemas en isla Holbox, destacó la dependencia federal, son vulnerables a la inundación y erosión costera, lo que ha generado el desplazamiento de la línea de costa, la destrucción de hábitats, daño a las estructuras de los desarrollos inmobiliarios y la salinización de acuíferos, entre otros.
Asimismo, la delegación Federal de esa Procuraduría en el estado de Quintana Roo implementó actuaciones de inspección en la isla Holbox, que datan desde el año 2001; por lo que se hizo una prospección con objeto de conocer la situación que prevalecía respecto de las obras y actividades de competencia federal y la ocupación de la ZOFEMAT.
En ese sentido, existen desarrollos inmobiliarios y prestaciones de servicios turísticos que carecen de la autorización de impacto ambiental, destacó.
En la zona de humedal costero de manglar se ha identificado la apertura de brechas y la lotificación de predios, que han implicado la remoción de manglar y la compactación del suelo natural para la construcción de casas-habitación principalmente. Obras como rellenos e instalaciones que obstruyen el libre tránsito por la ZOFEMAT, dijo.
Además, “la construcción y rehabilitación de espigones, lo que está ocasionando, en algunas áreas, la pérdida de playa; así como la acumulación de sargazo en estado de descomposición, ocasionando un foco de infección”.
Aunado a lo anterior, “se detectó la pérdida de playa y la modificación de la morfología costera, incluso se han perdido calles de la isla señaladas en el Plan de Desarrollo Urbano de Lázaro Cárdenas; situación que prevalece hoy día”.
Clausuras en Tulum
En este contexto, la Procuraduría Federal de Protección al Ambiente clausuró 18 desarrollos inmobiliarios en la Zona Hotelera de Tulum, Quintana Roo, debido a que no contaban con las autorizaciones de Impacto Ambiental que expide la Secretaría de Medios Ambiente y Recursos Naturales (SEMARNAT).
Lo anterior como resultado de un operativo llevado a cabo por la PROFEPA, con el objetivo de verificar que se cuenten con las autorizaciones indicadas y cumplan con la legislación ambiental federal vigente.
Los días del 15 al 18, 21 al 25 y 28 de mayo, personal de esta Procuraduría instrumentó el citado operativo e inspeccionó 19 desarrollos inmobiliarios; 18 de ellos fueron verificados en materia de impacto ambiental y en los cuales se impusieron medidas de seguridad consistentes en 12 clausuras totales temporales y 6 clausuras parciales temporales.
En materia de Zona Federal Marítimo Terrestre (ZOFEMAT) se inspeccionó una ocupación, la cual cumplía con lo que establece la legislación patrimonial, al contar con el título de concesión para usar y aprovechar este bien del dominio público federal.
Personal de la PROFEPA instrumentó el citado operativo e inspeccionó 19 desarrollos inmobiliarios; 18 de ellos fueron verificados en materia de impacto ambiental, y en los cuales se impusieron medidas de seguridad consistentes en 12 clausuras totales temporales y 6 clausuras parciales temporales.
Aunando a lo anterior, se encontró que efectuaban actividades de limpieza, poda, tala y corte de ejemplares de vegetación donde se localiza el ecotono conformado por vegetación de matorral costero, resultado de los trabajos de construcción realizados.
Clausuras de PROFEPA en 2018
PROFEPA clausuras 2018 en Holbox: 21
PROFEPA clausuras 2018 en Tulum: 18
Las especies expuestas:
Mangle botoncillo (Conocarpus erectus)
mangle negro (Avicennia germinans)
mangle blanco (Laguncularia racemosa)
y mangle rojo (Rhizophora mangle).
Conforme a la Norma Oficial Mexicana NOM-059-SEMARNAT-2010, en están la categoría de especies amenazadas. // TOMADO DE MILED DE Q ROO MX

JOVEM LEVA CHOQUE E MORRE AO FALAR ENQUANTO CARREGAVA CELULAR EM TAUBATÉ


Jovem leva choque e morre ao falar enquanto carregava celular em Taubaté
Os socorristas informaram que quando chegaram na casa do rapaz tentaram fazer massagem cardíaca, sem sucesso AE Agência Estado
(foto: AFP)
Um rapaz de 22 anos teve uma parada cardíaca e morreu às 16 horas desta quinta-feira, 14/6, em Taubaté, no interior de São Paulo, após tentativa de socorro por parte do Corpo de Bombeiros. Segundo os bombeiros, parentes do rapaz dizem que a parada ocorreu por causa de um choque que o rapaz levou quando decidiu usar seu telefone celular enquanto o aparelho estava sendo recarregado, em uma das tomadas de casa.
O capitão dos bombeiros Gláucio Cafalchio informou que os socorristas, quando chegaram na casa do rapaz, na Rua Doutor Jorge Whinter, no centro da cidade, tentaram fazer massagem cardíaca, sem sucesso.
Depois, tentaram reanimá-lo com um desfibrilador, também sem reverter a parada. Por fim, agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Taubaté o levaram para o hospital municipal da cidade, onde ele morreu.
"O atendimento que prestamos foi de uma parada cardíaca, não era de descarga elétrica. Foram os familiares do rapaz que disseram que ele havia levado o choque no celular", disse o capitão.
Cafalchio recomenda que as pessoas não usem os telefones enquanto os aparelhos estiverem conectados à tomada. "O choque poderia ser um mau funcionamento do aparelho. Se os telefones apresentam problemas, as pessoas devem procurar a assistência técnica", recomendou.
No último dia 7 de junho, um caso semelhante ocorreu no interior do Ceará. Um estudante de 16 anos morreu eletrocutado ao atender o celular enquanto o aparelho estava sendo carregado em um computador de uma escola da cidade de Tianguá. Amigos e familiares lamentaram o fato nas redes sociais.  // TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

APLICAN EXTINCION DE DOMINIO A LOS NARCOS EN COLOMBIA


 Extinción de dominio a grandes patrimonios de los narcos
Uno de los bienes incautados por las autoridades. Foto: Cortesía.
La Fiscalía y la Policía revelaron los resultados de un gran operativo donde incautaron 120 propiedades y cerca de 1.000 animales del Clan del Golfo, cuyo valor comercial supera los 120 mil millones de pesos. Las incautaciones se hicieron en Antioquia, Tolima, Norte de Santander, Valle del Cauca, Córdoba, Risaralda, Magdalena y Bogotá.
Los bienes incautados corresponden a dos cabecillas, que ya murieron, quienes habrían pertenecido a las estructuras criminales del Clan del Golfo y La Cordillera.
Los primeros bienes 43 bienes corresponden a Jhon Jairo Jaramillo Sánchez, alias “Meme”, quien pertenecería a la estructura la Cordillera que opera en el Eje Cafetero y el norte del Valle del Cauca.
“Meme” murió en un denominado ajuste de cuentas, en el que hombres armados llegaron hasta el condominio en el que vivía en la vereda El Tigre, en zona rural de Pereira, Risaralda. Según la Fiscalía los bienes del criminal estarían a nombre de sus familiares y conocidos.
 Hay 32 inmuebles como apartamentos lujosos con sus respectivos parqueaderos y depósitos en sectores exclusivos de Medellín, siete vehículos, tres sociedades y un establecimiento comercial. Sobresalen dos hoteles, el Palma Blanca del Mar ubicado en el sector de El Rodadero, en Santa Marta; y otro localizado en el barrio El Poblado, en el suroriente de Medellín.
Además, fueron afectadas dos estaciones de servicio que funcionaban en la Autopista del Café, entre Pereira y Armenia, y la sociedad Sky Plus Medellín S.A.S., cuya sede principal está avaluada en 800 millones de pesos, aseguran las autoridades.
Los demás bienes habrían pertenecido a Luis Orlando Padierna Peña, alias “Inglaterra”, cabecilla del Clan del Golfo, quien fue dado de baja por las autoridades en Chinácota (Norte de Santander), en noviembre de 2017.
Esos bienes y otros en los que figurarían como dueños familiares y subalternos de alias ‘Inglaterra’, fueron identificados y afectados con medidas cautelares de extinción de dominio que impuso la Fiscalía.
Son 42 inmuebles, 9 vehículos, 4 establecimientos comerciales, una sociedad y algo más de 400 semovientes, los cuales fueron incautados por la Dijin de la Policía Nacional y su valor comercial superaría los $50.000’000.000.
Los procedimientos se cumplieron en Medellín, Jericó, Sabaneta, San Luis, Carepa, Necoclí, Dabeiba, Guarne, San Jerónimo, Sopetrán y Chigorodó (Antioquia); Ibagué y San Luis, (Tolima); Cúcuta y Chinácota (Norte de Santander); y Guacarí (Valle del Cauca)”, asegura la Fiscalía.
Por último, las autoridades llaman la atención dos fincas. Una llamada El Paraíso, ubicada en San Jerónimo, Antioquia donde alias “Inglaterra” organizaba reuniones familiares y celebraciones personales; y otra denominada El Encanto, localizada en Jericó, Antioquia, y que habría sido utilizada por el cabecilla del Clan del Golfo para almacenar dinero y armas.
“Estos dos predios estarían avaluados en $5.500’000.000 y, de acuerdo con los testimonios recibidos, fueron administrados por el capturado mayor Héctor Fabio Murillo, quien presuntamente montó un criadero de cerdos. Otras propiedades rurales y sociedades aparecían en las oficinas de instrumentos públicos a nombre de los familiares de Inglaterra, tenían extensiones superiores a las 100 hectáreas y no generaban ninguna ganancia comercial; sin embargo, se mantenían al día y hacían parte del elevado patrimonio de personas que no realizaban actividad económica, por lo que se presume que se sostenían con recursos ilícitos”, asegura la Fiscalía.
Por otro lado la Fiscalía está haciendo el rastreo de los bienes de los hermanos Fidel, Vicente y Carlos Castaño Gil, jefes de las extintas autodefensas en Urabá y Córdoba.
Según la autoridad los Castaño Gil habría dejado en manos de familiares y amigos 21 inmuebles, cerca de 600 bovinos y 18 equinos que fueron incautados como consecuencia de las medidas cautelares impuestas con fines de extinción de dominio.
Los bienes, avaluados en $25.000’000.000, están ubicados en Segovia, San Pedro de Urabá, Arboletes y Amalfi (Antioquia); Tierra Alta y Montería (Córdoba); y Bogotá.
 Periodista y Comunicador Social de la Universidad Externado con estudios en Filosofía. Los periodistas somos notarios de la actualidad que adornamos los hechos con palabras.// tomado de el colombiano 

RIO ROCHA CONTAMINADO , constituye una herida abierta en Cochabamba


El río Rocha, la herida abierta de la ciudad que tarda en sanar
La unión del canal Valverde que recibe aguas residuales domiciliarias con el río Rocha, en la zona sudoeste de la ciudad, por La Maica.  | JOSÉ ROCHA
Sabrina Lanza
Tal vez la nostalgia sea el sentimiento más común que un ciudadano antiguo siente al ver el río Rocha. Luego, está la indiferencia o tristeza de quienes desde el principio de sus vidas vieron contaminado al cuerpo de agua. El Rocha o Kunturillo se convirtió en una herida abierta de la ciudad, que muestra, una vez más, las deficiencias para lograr la mitigación de la contaminación y el constante descontrol de actividades económicas, industriales y urbanas.
Seis contaminantes
El afluente atraviesa el 76 por ciento de la población del departamento, con una extensión de 68 kilómetros. Al tener estas condiciones, es el mayor receptor de aguas contaminadas de todas las cuencas. El caudal recibe al menos seis tipos de fuentes de contaminación: aguas residuales domiciliarias, excedentes industriales (embotelladoras, papeleras), descargas de actividades económicas (tres mataderos), restos de actividades urbanas (10 lavaderos) y lixiviados de tres botaderos de residuos sólidos y 10 depósitos de escombros
“De todas las fuentes de contaminación, la principal es por parte de las descargas de alcantarillas domiciliarias de los municipios desde Sacaba hasta Sipe Sipe”, apuntó el director de Aguas, Luis Salazar. La auditoría K2/APo6/M11, emitida por la Contraloría en 2015, identificó el resultado de 20 a 30 en el índice ICA, este resultado corresponde al parámetro de “mala y muy mala calidad”.
Desde entonces, el panorama no ha mejorado. La Fundación Gaia Pacha tomó la iniciativa de realizar muestreos semanales a través de bioindicadores, es decir, identificando la presencia de microorganismos. “Estamos en tres puntos del departamento: Cercado, Colcapirhua y Sacaba. A la fecha, los monitores nos dicen que existe contaminación bastante alta”, dijo.
Según los últimos datos registrados por Gaia Pacha, Cercado presenta una escala promedio de 14 BMWP; Colcapirhua, de 2 BMWP, y Sacaba, de 6 BMWP. Los resultados encajan en la categoría de “aguas fuertemente contaminadas”. La escala BMWP fue definida por el Ministerio de Medio Ambiente y Aguas que va desde 0 (calidad muy crítica) hasta 120 (buena calidad).
Ante la preocupante situación, la contraloría emitió 44 recomendaciones para el saneamiento del río en 2015. A la fecha, se cumplieron sólo algunas: la regularización de ciertas actividades industriales y el avance de diseño de un plan de recuperación y saneamiento del río Rocha.
El asambleísta Freddy Gonzáles denunció que, de las 15 tareas recomendadas a la Gobernación, ninguna fue cumplida. Salazar explicó que se avanzó con el plan maestro y plan director de la cuenca del río Rocha. Asimismo, afirmó que los municipios cumplen el importante rol de implementar las 11 plantas de tratamiento para el saneamiento del afluente. Sobre esto, sólo dos plantas se encuentran establecidas, la planta de Albarrancho (Cercado) y la de El Abra (Sacaba). Las mismas no llegan a acaparar todo el caudal, por lo que los procesos de descontaminación del río son prácticamente nulos.
 Clandestinidad
Sin duda, uno de los factores que agrava la contaminación es la falta de control y fiscalización de actividades económicas, industriales y urbanas. Los botaderos de Colcapirhua y Quillacollo continúan canalizando sus residuos al afluente.
En tanto, los lavaderos debajo de los puentes persisten. A esto se suma un nuevo factor: la descarga ilegal de aguas residuales de industria y domicilios. Las mismas no son fiscalizadas. Sacaba registró un caso en el que se descargaron aguas que dañaron la planta de tratamiento y se emitió una multa, pero la situación escapa de manos de los municipios.
PUNTOS CRÍTICOS
Espuma, mal olor y aguas negras
El río Rocha presenta puntos críticos en los que el mal olor y las aguas negras son característicos.
Entre ellos se encuentra el puente Recoleta, donde en los últimos meses se visualizó espuma que presuntamente podría ser signo de aguas tóxicas. Para determinarlo se realizan exámenes químicos. Otro sector está ubicado en el sector de La Maica, donde el canal Valverde se une al río Rocha. Allí se observa la descarga de aguas residuales que provienen de domicilios. También en Vinto y Colcapirhua, por aguas que botan mataderos.
INICIATIVAS
Piden “dar la cara al río Rocha”
Entre algunas de las iniciativas ciudadanas por recuperar el río Rocha se encuentra la plataforma Kunturillo, bajo el lema “el renacer del río”. Está integrada por 12 agrupaciones que unen esfuerzos por devolverle la vida al río Rocha.
Entre sus actividades se encuentra el monitoreo del nivel de contaminación del río a través de bioindicadores y exámenes físicos y químicos.
Asimismo, procesos de concientización y protección del medio ambiente. Además, se incentivan campañas de limpieza.
El ingreso de aguas servidas semitratadas de la planta del canal Valverde, que se une con el río Rocha.
JOSÉ ROCHA
Las cisternas realizan descargas ilegales
A los múltiples atentados ambientales que soporta el río se suman las descargas de residuos de las cisternas. El último ejemplo se registró hace tres meses, cuando la nueva planta de tratamiento de aguas de Sacaba recibió un caudal extraordinario de aguas negras que no podía tratar adecuadamente.
El ingreso de agua aumentaba en las madrugadas, de 1:00 a 4:00. Luego de ese lapso, el caudal se reducía. La situación ocasionó que el agua no sea tratada de manera adecuada y las conexiones de alcantarillado sufrieran graves daños.
Tras meses de investigación y monitoreo, la Empresa Municipal de Agua Potable y Alcantarillado de Sacaba (Emapas) dio con el origen del problema. Se trataba de una cisterna que depositaba aguas residuales de industrias, mataderos y domicilios en una conexión ilegal ubicada en un lote del Distrito 6.
“Al ir destapando cámaras, pudimos dar con una persona que descargaba aguas residuales. Cuando lo descubrirnos, escapó”, dijo el gerente de Emapas, Óscar Zelada.
Posteriormente se identificó a los propietarios de la empresa que ofrecía el servicio de depósito y tratamiento de aguas residuales. Se la multó con 30 mil bolivianos por daños causados.
Añadió que se conoció de otros servicios que descargan los residuos directamente en el río Rocha. “Estos servicios deberían ser regulados por la Gobernación, porque tiene todo legal como empresa, pero nadie fiscaliza ni se asegura que todas las aguas residuales que recogen realmente sean tratadas”, dijo Zelada.
Las empresas cobran hasta 1.400 bolivianos por este servicio. En Cercado, las cisternas depositan los residuos en la planta de Albarrancho. Según la encargada de cisternas de Semapa, Rocío Palacios, alrededor de ocho empresas depositan 1.800 litros al mes. “La Autoridad de Agua emite la certificación”, declaró.
DATOS RÍO ROCHA
El río Rocha cubre el 76% de la población
Con una extensión de 68 kilómetros, es conocido como una de las cuencas más importantes del departamento y que cruza todo el eje metropolitano. Por otro lado, cubre el 100 por ciento de superficie de 13 municipios.
El plan director del río Rocha tiene 6 estrategias
El plan director de la cuenca del río Rocha está integrado por seis líneas estratégicas: mejoramiento ambiental e hidrológico, recuperación y saneamiento, ordenamiento territorial, descontaminación, gestión del agua y gestión de biodiversidad.
El río está gravemente contaminado
Según reportes de la Fundación Gaia Pacha, el agua del río presenta índices elevados de contaminación en la categoría más critica: entre 0 y 15 del índice BMWP. Asimismo, la auditoría de la Contraloría identificó un nivel entre 20 a 30 de índice de calidad de agua, que corresponde a mala y muy mala.
La espuma que se formó en los puentes Recoleta, Cala Cala y otros por el ingreso de contaminantes.
JOSÉ ROCHA
La población crece y se necesitan más plantas
Las 11 plantas de tratamiento de agua establecidas en el plan maestro metropolitano para recuperar el río Rocha continúan siendo un proyecto en papel. Los altos costos de la construcción de éstas y la falta de políticas claras municipales que las prioricen evitan hacerlas realidad.
El director de Aguas de la Gobernación, Luis Salazar, explicó que por el momento se avanzó con las plantas de Sacaba y de Cercado. En tanto, Vinto, Sipe Sipe y Colcapirhua esperan un financiamiento de cooperación extranjera.
Salazar apuntó que actualmente ya no se requieren sólo de 11 plantas recomendadas en 2015, sino más de 15, ya que la población va creciendo y el caudal de agua aumenta.
En tanto, el gerente de Emapas, Óscar Zelada, aclaró que no se puede pretender la descontaminación del río, con sólo algunas plantas funcionando.
“Dicen que Sacaba es la fuente de contaminación, pero no se dan cuenta que por ahora nuestra planta de El Abra tiene una capacidad de 15 litros por segundo, cuando el caudal del río, por lo menos, llega a los 900 litros por segundo”, dijo.
Acotó que, con la conexión de red a un distrito más, se logrará el tratamiento de 50 litros por segundo. En tanto, la construcción de la planta Esmeralda tiene un 20 por ciento de avance.
En el caso de Cercado, la planta de Albarrancho está colapsada, ya que superó su capacidad. Se encuentra actualmente en ampliación. La misma trata 700 litros por segundo. Según informes de la Dirección de Aguas de la Gobernación, al día se descargan aproximadamente 0,8 m3 de aguas residuales por segundo sólo de consumo doméstico. De éstas, sólo un tercio pasa por una planta de tratamiento. Existen puntos como el canal Valverde, donde se desechan aguas residuales y se usan para riego.
INFOGRAFÍA
Río Rocha, la cuenca más contaminada de Cochabamba
El río Rocha se volvió en la “alcantarilla abierta de la ciudad”, ya que recibe al menos seis fuentes de contaminación. Entre ellas está la descarga de aguas residuales domiciliarias, como principal contaminante, y en segundo lugar la descarga de desechos industriales. Asimismo, están las empresas, lavaderos, botaderos y mataderos que botan sus residuos en el afluente. En tanto, diversos estudios establecen que el agua del río está altamente contaminada.
Extensión de río: 68 kilómetros
LOS TIEMPOS
 Fuentes de contaminación:
• Descarga de aguas residuales domiciliarias
• Las aguas servidas de redes de alcantarillado de los municipios desembocan directamente en el río Rocha sin ser tratadas. Se calcula que en promedio cada día se desecha 0,8 m3/s de éstas.
7 Municipios atraviesan el eje metropolitano (Sacaba hasta Sipe Sipe)
3 mataderos Mataderos sin registro sanitario ni licencia ambiental descargan residuos como restos del faeno y aguas residuales al Rocha, esto genera mayor cantidad de microorganismos en el río.
10 lavaderos Los lavaderos ubicados debajo de los puentes descargan residuos químicos por el uso de detergentes para la limpieza de vehículos. Esta actividad no es regulada.
10 botaderos de escombros
6 botaderos de residuos sólidos Al no contar con un tratamiento adecuado, la acumulación de residuos sólidos en  los botaderos genera lixiviados que contienen alta materia orgánica y que contaminan el río al ser descargados en éste. // TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA

AUTOPISTA DE PANELES SOLARES EN CHINA


China pone a prueba una autopista hecha de paneles solares
Una vista de la autopista con paneles solares en Jinan, China Crédito: Giulia Marchi / The New York Keith Bradsher 
Times
JINAN, China - Durante una tarde llena de esmog, enormes transportadores de troncos y camiones cisterna recorrieron con estruendo una autopista y se abalanzaron por una curva en la base de una colina. Un solo barandal no reforzado se interponía entre el tránsito y un barranco.
Esa carretera es difícil de recorrer en auto bajo cualquier condición. Sin embargo, los expertos la están observando por una razón en particular: la curva de la autopista está pavimentada con paneles solares.
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"Si pasa esta prueba, puede ajustarse a todas las condiciones", dijo Li Wu, presidente de Shandong Pavenergy, la empresa que fabricó los paneles solares cubiertos de plásticoque forran la carretera. Si a su producto le va bien, podría tener un gran impacto en el sector de las energías renovables, y en la experiencia de los conductores también.
El experimento es la señal más reciente del deseo de China de innovar, y dominar, en el mercado cada vez más lucrativo y estratégicamente importante de las energías renovables. El país ya produce tres cuartos de los paneles solares que se venden internacionalmente, y su industria de manufactura de turbinas eólicas también está entre las más grandes del mundo.
El atractivo potencial de las carreteras solares -paneles solares modificados que se instalan en lugar de asfalto- es evidente. Generar electricidad a través de las autopistas y las calles, en vez de hacerlo en campos y desiertos llenos de paneles solares, podría ahorrar mucho terreno. Esta ventaja es especialmente importante en un lugar comoChina , un país muy poblado donde la demanda de electricidad se ha elevado rápidamente.
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2) La superficie de los páneles está hecha de polímeros que se asemejan al plástico y genera más fricción que el material típico de autopistas Crédito: Giulia Marchi / The New York Times
Debido a que las carreteras atraviesan y rodean las ciudades, la electricidad podría usarse prácticamente al lado del lugar donde se genera. Eso implica que prácticamente no se perdería energía al transportarla, como sucede con proyectos en lugares alejados. Además, el terreno es prácticamente gratuito, porque de cualquier manera se necesitan las carreteras. Las autopistas deben repavimentarse cada cierto tiempo, lo cual conlleva un gran costo, así que la instalación de paneles solares duraderos podría reducir el costo de su mantenimiento.
Las carreteras solares también podrían cambiar la experiencia de los conductores. Las bandas eléctricas que se calientan pueden derretir la nieve que cae sobre ellas. Los diodos que emiten luz y están incrustados en la superficie pueden proporcionar señalamientos iluminados para dirigir a los conductores hacia salidas o alertarlos sobre sitios en construcción y otros peligros de tránsito.
Ahora, ese tipo de carreteras por fin se están volviendo viables. Los precios han disminuido drásticamente en años recientes: gracias en su mayor parte a la producción china en aumento, un panel solar cuesta ahora una décima parte de lo que costaba hace diez años. Las empresas que construyen caminos en China incluso quieren diseñar carreteras solares que puedan recargar autos eléctricos de manera inalámbrica mientras las recorren, emulando un experimento estadounidense reciente.
Los líderes de China en el desarrollo de carreteras solares son Pavenergy y Qilu Transportation. Las dos empresas están colaborando en Jinan, en la provincia de Shandong: Pavenergy está fabricando paneles para Qilu, una gran empresa de gestión y construcción de carreteras propiedad del Estado que opera la autopista.
La superficie de estos paneles, hechos con un polímero complejo que se parece al plástico, tiene un poco más de fricción que la superficie de una carretera convencional, de acuerdo con Zhang Hongchao, un profesor de ingeniería de la Universidad Tongji en Shanghái. Zhang, quien ayudó a desarrollar la superficie para carreteras de Pavenergy, dijo que la fricción podía ajustarse según se necesitara durante el proceso de fabricación para asegurar un nivel de agarre para las llantas igual al del asfalto.
(3) Zhang Hongchao, ingeniero de la Universidad Tongji en Shánghai, ayudó a desarrollar la superficie de páneles solares de Pavenergy Crédito: Giulia Marchi / The New York Times
La ubicación de la carretera solar que se está probando, en una curva larga en la base de una colina, no fue la primera elección de Pavenergy. El sitio fue elegido debido a su proximidad con una subestación eléctrica, lo cual asegura que esté conectado a la red. China está agregando sitios de energía solar y eólica con tanta velocidad en todo el país que los proyectos de generación de electricidad que están más lejos de las subestaciones a veces enfrentan retrasos de años para quedar conectados.
El principal rival occidental de Pavenergy y Qilu es Colas, un gigante francés de la construcción de carreteras que ha desarrollado 25 autopistas y estacionamientos solares experimentales, la mayoría en Francia, pero también en Canadá, Japón y Estados Unidos. El más grande de los sitios solares de Colas, una carretera rural en Normandía que se abrió hace año y medio, solo tiene la mitad de la superficie de la nueva autopista solar en Jinan. Colas se ha mostrado cauteloso acerca de poner paneles solares en carreteras de alta velocidad como la autopista china debido a preocupaciones de seguridad; Zhang dijo que los paneles eran totalmente seguros.
Aun así, una letanía de desafíos extraordinarios implica que la implementación a gran escala de carreteras solares aún está lejos de ser una realidad.
Para empezar, sus paneles son menos eficientes que los paneles solares en los techos a la hora de convertir la luz solar en electricidad. Están en una posición totalmente vertical, y los cubren de manera intermitente los vehículos, así que los paneles solares en una carretera producen solo cerca de la mitad de la electricidad que generan los que se colocan en techos y están inclinados hacia el sol.
Las carreteras solares también son más costosas que el asfalto. Cuesta cerca de 120 dólares por metro cuadrado repavimentar y reparar una carretera de asfalto cada diez años. En comparación, Pavenergy y Colas esperan ser capaces de hacer que el costo de una carretera solar sea de 310 a 460 dólares por metro cuadrado con la producción en masa.
Los paneles en una autopista probablemente necesiten remplazarse menos a menudo que el asfalto, dijo Zhang. Además, una carretera solar puede producir cerca de 15 dólares al año de electricidad por cada metro cuadrado de paneles solares. Así que casi podría pagarse sola, en comparación con el asfalto, a lo largo de quince años.
En Estados Unidos, instalar carreteras solares es más complicado.
(4) Generar la electricidad solar en autopistas y calles en vez de en desiertos ayudaría a ahorrar terreno en China ante la demanda energética Crédito: Giulia Marchi / The New York Times
Con la excepción de algunos puentes y secciones de las autopistas interestatales, las carreteras estadounidenses tienden a construirse con mucho asfalto, pero con menos concreto por debajo en comparación con las carreteras de otros lugares, dijo Kara M. Kockelman, una profesora de ingeniería de transportación en la Universidad de Texas.
El problema con el asfalto es que se comprime ligeramente con el peso de los camiones. El silicón azul de las celdas solares, el componente que genera electricidad en los paneles, puede soportar el peso de varias toneladas. Sin embargo, las celdas, que son casi tan delgadas como el papel, se rompen cuando se doblan, al igual que una hoja delgada de azúcar. (Esto no es un gran problema en China, donde las autopistas se construyen con bases de concreto muy gruesas).
Aun así, los ejecutivos se sienten esperanzados. Dicen que la tecnología está lista y que no les preocupan las complicaciones de la construcción de las autopistas en Estados Unidos.
"Si las condiciones lo permiten, me gustaría construir una carretera solar en Estados Unidos", dijo Xu Chunfu, el presidente de Qilu.
Por: Keith Bradsher // tomado de la nación de ar

GENERAR ENERGIA LIMPIA sistema innovador


Brindarán charla sobre un innovador sistema que genera energía limpia y segura
El encuentro será el próximo jueves a las 19
en Pellegrini 501. Allí explicarán el funcionamiento de los biodigestores, que producen gas a partir de residuos orgánicos.
 Energía. Los biodigestores son dispositivos de fácil montaje.
Por un lado se trata el residuo orgánico y por otro se apunta a una energía limpia y segura. Aníbal Palmeyro Organizador de la charla
2Son varias las iniciativas que existen en el afán de  implementar o aumentar el uso de energías renovables o limpias y en Corrientes se presentará una charla sobre un innovador sistema que podría aplicarse en ciudades pequeñas o grandes. El ingeniero Aníbal Palmeyro, que forma parte del proyecto, dialogó con El Litoral como un adelanto de la exposición que será el próximo jueves a las 19 en la Casa Iberá, Carlos Pellegrini 501.
En esa ocasión, técnicos explicarán el funcionamiento de los llamados biodigestores, un mecanismo que, aunque no es nuevo, fue transformado con nueva tecnología, logrando un uso más eficaz. En este sentido, Palmeyro explicó que “son dispositivos que generan gas metano a partir del tratamiento de residuos orgánicos” y agregó que “en Corrientes hay uno que funciona a modo de prueba en la Eragia”.
El mecanismo utiliza cualquier tipo de resto orgánico, aunque explicaron que funciona mejor con materia fecal de porcinos o la humana, ya que cuentan con un alto grado de concentración de bacterias. Dentro de un receptáculo, este elemento se degrada y produce gas metano, que luego puede ser utilizado para generar energía.
“Tiene varios factores positivos, por un lado se trata el residuo orgánico y por otro se apunta a una energía que es limpia y segura”, destacó Palmeyro en diálogo con este matutino. Asimismo, este proceso no genera contaminación ya que el agua que queda como resultante no es nociva.
Otro punto a favor es que como resultado se obtiene un ladrillo proteico, que puede ser utilizado como fertilizante natural, sin contener componentes tóxicos como sucede en muchos productos industriales que tienen ese fin.
La iniciativa pertenece al grupo Ifes, que apunta al uso de energías renovables para promover un desarrollo sustentable. A nivel local también se impulsa esta idea, incluyendo a los residuos inorgánicos para que puedan ser tratados y reutilizados.
Respecto a la implementación del mecanismo, Aníbal Palmeyro comentó que “el primer paso es la generación de gas metano y, en segundo lugar, hay que avanzar en cómo producir energía o qué hacer con ese gas”. En este sentido, el profesional ejemplificó: “Se puede usar como combustible para grupos electrógenos”.
Según estiman, el uso de los biodigestores puede adaptarse a ciudades de diferentes tamaños y el costo económico puede amortizarse si el proyecto incluye a varios municipios. “Antes costaba cerca de USD 250 mil y ahora ronda los USD 25 mil, por lo que es más accesible para el Estado”, señalaron.
De esta manera, a través de la charla del jueves buscan que la iniciativa tome fuerza y pueda ser considerada por algunas ciudades, teniendo en cuenta que las estructuras son desmontables y relativamente fáciles de armar.
Si bien muchos proyectos en materia de energías limpias suelen quedar truncos, apuntan a que los biodigestores puedan comenzar a ser utilizados, generando además un círculo virtuoso con respecto a los residuos orgánicos e inorgánicos, generando gas metano para que sea utilizado en el suministro de espacios públicos o en residencias.// tomado de el litoral de ctes ar


sábado, 16 de junio de 2018

PLAN MULTISECTORIAL ANTE HELADAS Y FRIAJE 2018 EN PERU


Ministros atienden emergencia en regiones afectadas por heladas
Llevan ayuda humanitaria a la población que sufre las inclemencias del clima, como parte de la estrategia preventiva y de acción presentada por el presidente Vizcarra.
Informe. Los ministros de Estado visitaron y supervisaron 11 regiones del país –Puno, Ayacucho, Cusco, Huancavelica, Junín, Huánuco, Arequipa, Apurímac, Pasco, Áncash y Lima– declaradas en emergencia por las heladas y friajes, además de llevar ayuda humanitaria a la población afectada. Estas intervenciones forman parte del Plan Multisectorial ante Heladas y Friaje 2018, como estrategia preventiva y de acción que fue presentada en abril pasado por el presidente Martín Vizcarra en Puno, la región altoandina más vulnerable a estos eventos climáticos. La prioridad es mitigar sus efectos, que perjudican a unas 350,000 personas.// TOMADO DE EL PERUANO

PF APREENDE PÁSSAROS E TARTARUGAS EM OPERAÇÃO CONTRA TRÁFICO ANIMAL


Operação ocorreu em São Paulo e Presidente Prudente
A Polícia Federal em São Paulo apreendeu nesta sexta-feira (15/6) 20 pássaros e duas tartarugas, além de diversas anilhas de identificação para aves com suspeitas de adulteração ou falsificação. A Operação Horizonte tem como objetivo o combate ao tráfico de animais silvestres.
As anilhas são expedidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e possuem números únicos de identificação dos animais. Durante a operação, a PF encontrou anilhas adulteradas ou falsificadas.
Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de São Paulo e Presidente Prudente. Os mandados ocorreram em criadores amadores suspeitos de comercializar aves, o que é proibido pela legislação. Alguns criadores sequer tinham autorização do Ibama. Os animais apreendidos foram encaminhados para o Parque Ecológico do Tietê, mas está sendo analisada a possibilidade deles serem reintroduzidos na natureza.
Os investigados poderão responder pelos crimes de manutenção de animais silvestres em cativeiro sem licença ou autorização e falsificação de selo ou sinal público. TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE


ERUPCION DE VOLCAN KILEUA DE HAWAI


El apocalíptico paisaje que dejó la erupción del volcán Kilauea en la costa de Hawai
Autor: Sofía Solar
Más de seis semanas han pasado desde que el volcán entró en erupción, sin embargo, hasta hoy, la lava sigue dañando gran parte de la zona y nadie sabe cuándo terminará de avanzar. Fuente: YouTube/USGS
El impactante video fue registrado por el Servicio Geológico de Estados Unidos y muestra cómo la lava ha ido “remodelando” el terreno por donde pasa, convirtiendo lo que en algún momento fueron hermosos paisajes, en una pila de desechos volcánicos.
La costa afectada equivale aproximadamente a 1,6 kilómetros y todavía se pueden divisar explosiones litorales cuando la lava del canal llega al mar, nubes negras y restos tóxicos en suspensión. Tomado de la tercera de chile

SOLIDARIDAD Y TRABAJO ANTE AFECTACIONES POR LLUVIAS INTENSAS


El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela hizo efectiva la entrega a este territorio, uno de los más afectados por las intensas lluvias asociadas a la tormenta subtropical Alberto, de una considerable ayuda que será otorgada en breve plazo a los damnificados por el fenómeno meteorológico
Autor: Ángel Freddy Pérez Cabrera |  Autor: Julio Martínez Molina |  SANTA CLARA.–El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela hizo efectiva la entrega a este territorio, uno de los más afectados por las intensas lluvias asociadas a la tormenta subtropical Alberto, de una considerable ayuda que será otorgada en breve plazo a los damnificados por el fenómeno meteorológico.
Según explicó a la prensa Laritza Torres, directora de la Empresa Universal, entre los objetos donados figuran colchones, útiles de construcción como palas y picos, además de mantas para techos, frazadas, sábanas, hamacas, vasos, platos y cubiertos desechables.
Desde la República de Panamá llegaron también  a Villa Clara más de 7 000 mantas, confecciones de diversos tipos, calzado, clavos, puertas, juguetes, sábanas, frazadas, calderos y cepillos, entre otros artículos, que serán distribuidos en breve plazo a los más necesitados por el Grupo Temporal encargado de esa función.
Con anterioridad, también desde la tierra de Omar Torrijos, habían llegado cerca de mil mantas para techos, las cuales fueron entregadas con inmediatez a quienes vieron dañadas sus casas, explicó la Directora de la Empresa Universal.
Junto a esta ayuda solidaria fluye la enviada por el Gobierno cubano, que ha priorizado la entrega de alimentos y recursos para la vivienda, el arreglo de caminos y carreteras, colchones y otros artículos, según la explicación brindada por Alberto López Díaz, presidente del Gobierno en Villa Clara.
DESDE EL ESCAMBRAY
Pasos en el restañamiento de los perjuicios ocasionados por las lluvias son acometidos en el Escambray cienfueguero, una de las zonas más golpeadas por el evento en esta provincia.
Dulce Yamelis Vega Amorín, presidenta de la Asamblea Municipal del Poder Popular, informó que ya habían sido restablecidas las cinco minihidroeléctricas afectadas; así como todas las líneas de servicio eléctrico y de comunicaciones. Y la afectación de 5 000 posturas de café no mermará el plan de siembra como parte del programa de desarrollo, dijo.
Reynaldo Gómez Hermida, vicepresidente del Gobierno provincial, indicó que el territorio dispone de la totalidad de los recursos para afrontar las 39 viviendas dañadas. Sin embargo, todavía persisten sitios incomunicados debido a los daños en los viales y puentes del Macizo de Guamuhaya, y de todo el municipio de Cumanayagua, en el cual se enclava.
Uno de los accesos más severamente castigados, de forma total, es el puente de Las Brisas, que permite la comunicación entre el montañoso municipio y el fronterizo de Cruces, cuya tarea de recuperación será ardua y paulatina, dado su actual estado.
También se afectaron en su totalidad los puentes de El Mamey y El Nicho, sitio este último de interés turístico nacional adonde ya se llega, como a otros, pero todavía en difíciles condiciones de acceso. Perjuicios parciales sufrieron los puentes de Arimao y El Negrito.// TOMADO DE LA GRANMA DE CUBA


HURACÁN ‘BUD’ YA ES CATEGORÍA 4 Y SUS EFECTOS LLEGARÁN A QUINTANA ROO


El huracán “Bud” subió de nivel y ahora, debido a su intensidad, está en categoría 4, según indica la Coordinación General del Servicio Meteorológico Nacional.
El huracán ‘Bud’ ya es categoría 4 en la escala Saffir-Simpson y sus bandas nubosas originarán tormentas intensas en Nayarit, Jalisco, Michoacán, Colima, Puebla, Chiapas y Oaxaca, informó el SMN, en su corte in­formativo.
Según las más recientes mediciones, Bud se encuentra a 365 kilómetros al oeste-suroeste de Playa Perula, en Jalisco. Además, presenta vientos de 215 kilómetros por hora y rachitas de hasta 260 kilómetros por hora.
Con una velocidad de 11 kilómetros por hora, Bud se mantiene en zona de vigilancia desde Manzanillo, Colima, y hasta Cabo Corrientes, Jalisco. Por sus bandas nubosas desde ya comenzarán a sentirse los efectos del huracán categoría 4, originando tormentas intensas en Nayarit, Jalisco, Michoacán, Colima, Puebla, Chiapas y Oaxaca.
La Conagua pronostica que Bud provocará una fuerte entrada de humedad hacia el occidente y centro del país, por lo que también sentirán los efectos del huracán categoría Así mismo la Conagua recomienda “extremar precauciones” y “atender las recomendaciones emitidas por las autoridades del Sistema Nacional de Protección Civil, en cada entidad”, esto pese a que se espera que de categoría 4, Bud se degrade durante el Efectos de del Huracán llegarán a Quintana Roo
“Se pronostican lluvias con inter­valos de chubascos en zonas de Quintana Roo”. En tanto, “se prevé ambiente de 35 a 40 grados Celsius en regiones de Campe­che, Yucatán y Quintana Roo”, adelantó la Conagua.
Pronósticos del clima
El Sistema Meteorológico Nacional (SMN) prevé tormentas fuertes a puntuales muy fuertes en Sinaloa, Durango, Zacatecas, Aguascalientes, San Luis Potosí, Guanajuato, Querétaro, Hidalgo, Estado de México, Morelos, Tamaulipas, Tabasco, Campeche y Quintana Roo.
Además, se esperan chubascos con tormentas puntuales fuertes en Nuevo León, Tlaxcala, Ciudad de México y Yucatán. Para las zonas de Coahuila la situación pinta para lluvias con intervalos de chubascos. Ya para Baja California Sur y Chihuahua el asunto quizás ni se sienta, ya que solo se prevén lluvias aisladas.
Pese a que habrá lluvias en varios puntos del país, la temperatura no cederá en algunas regiones. Caso de Baja California, Baja California Sur, Sinaloa, Michoacán, Oaxaca, Durango, Tamaulipas y Morelos, donde las temperaturas podrían ser de 40 a 45 grados.// TOMADO DE MILED DE Q ROO /

COMO SER ECOFASHION DA CABEÇA AOS PÉS


Como ser ecofashion da cabeça aos pés THIAGO MACHADO/ARTE/JC Ser ecológico nunca sai de Abaixo listamos pessoas, movimentos, lugares e marcas que podem servir de inspiração na moda
moda, mas a moda ecológica avança conforme aumentam as informações sobre consumo consciente. Quanto mais as formas tradicionais de produção são questionadas, mais consumidores passam a buscar marcas que produzem roupas, sapatos, acessórios e até cosméticos com matéria-prima sustentável e confecção artesanal. Tecidos orgânicos, estamparias naturais e uso de materiais reciclados na fabricação são alguns dos exemplos de como diminuir o impacto ambiental da indústria da moda. A expansão de marcas handmade com pegada ecológica acompanha também o aumento das feiras de rua de Porto Alegre, espaços onde vemos cada vez mais empreendedores locais expondo peças autorais e, muitas vezes, únicas. Nessas feiras, a relação entre fabricante e consumidor também muda: compra-se diretamente de quem faz, sem intermédio de uma loja. Além disso, comprar de estilistas locais diminui as emissões de gases do efeito estufa durante o transporte.
#app Moda Livre - Disponível para Android e iPhone, aplicativo da Repórter Brasil avalia as ações que as principais empresas do setor vêm tomando para evitar que suas peças sejam produzidas por mão de obra escrava. Marcas ganham cores verde, amarela e vermelha, da melhor para a pior avaliação.
 #influencers Chiara Gadaleta - Palestrante, consultora e colunista da Revista Vogue, criou o Movimento Ecoera, uma plataforma de serviços e produtos sustentáveis. Gringa - Cozinheira, cineasta, youtuber e blogueira, Paola Salerno Troian é vegana e adepta do minimalismo. Produz conteúdo sobre alimentação, feiras orgânicas e consumo consciente. Impacta o Mundo - Plataforma de curadoria de conteúdos de impacto social coordenada por Aline Neglia, ex-executiva do Grupo Telefônica para Inovação Sustentável, especialista em marketing e pós-graduanda em Gestão de Responsabilidade Socioambiental.
#leituras Moda e Sustentabilidade - design para a mudança - Kate Fletcher e Linda Grose Moda com Propósito - André Carvalhal #beleza Bioglitter - O questionamento sobre o impacto ambiental negativo do uso do glitter convencional no Carnaval, por ser um microplástico, motivou o surgimento de diversas marcas de bioglitter, produto feito com materiais biodegradáveis. Em Porto Alegre, a Glitter Ecológico e a Viva Purpurina Biodegradável fabricam o produto. Sagrada Flor - Todos os produtos são 100% puros, livres de parabenos e metais pesados. As fórmulas são desenvolvidas por Graziela Dotta, formada em Biologia pela Universidade de São Paulo, PhD pela Universidade de Cambridge, Terapeuta Floral e Cosmetóloga Natural. 
#sapatos Insecta Shoes - Sapatos e acessórios ecológicos e veganos, feitos a partir da reutilização de roupas vintage e garrafas de plástico recicladas. Igualdade de gênero e comércio justo também são princípios da marca. Louloux - Produtos feitos a partir da reutilização do material excedente de produção de outras marcas, feito a mão e apoiando o pacto global da ONU. Arte Customizando - Calçados antigos ganham cores que lembram murais de grafite, desenhos japoneses e até super-heróis por meio da customização da marca, o que também reduz o impacto ambiental da produção. #roupas Justa Trama - Uma cooperativa que trabalha com base na economia solidária e acredita no comércio justo e solidário. Atua desde o plantio do algodão agroecológico até a comercialização de peças de confecção produzidas com o insumo. Céu Handmade - Empresa que faz customização artística de roupas, acessórios e objetos, dando uma cara nova para peças antigas e reduzindo o impacto ambiental da produção. Além de vender peças prontas, oferece o serviço de customização por encomenda ou em eventos. 
#movimentos Slow Fashion - Inspirado no movimento slow food, que contesta a indústria de fast food, o slow fashion questiona a forma de fabricação, consumo e descarte proposto pela moda de massa, a fast fashion. Assim como na alimentação, o movimento incentiva que as pessoas tenham maior consciência de que, como e por que estão consumindo. A ideia é que, a partir da conscientização, os consumidores busquem uma produção de moda que respeite aspectos éticos, ambientais, sociais, econômicos e culturais. Fashion Revolution - Criado após o desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, que matou mais de mil trabalhadores da indústria da moda em 2013, o movimento questiona qual o verdadeiro custo da moda."Não queremos que suas roupas custem a vida das pessoas ou do planeta", diz o site da iniciativa, que promove mundialmente a Fashion Revolution Week. É uma semana de conscientização sobre o processo de produção, consumo e pós-consumo da moda, que tem como fio condutor o questionamento: "quem fez suas roupas?". #lugares Casa Modaut - Espaço físico do movimento que promove a moda autoral, por acreditar que a autoralidade e o consumo local são caminhos para um mundo mais sustentável. Surgiu para conectar empreendedores do segmento aos consumidores e valorizar o consumo local. A loja, que é também coworking e espaço de eventos, fica na avenida Miguel Tostes, 897, no bairro Rio Branco. Ateliê Carina Brendler - Designer que trabalha com reaproveitamento de retalhos para fazer vestidos em seu ateliê, no bairro Rio Branco. Borda e customiza roupas de festa, transformando peças usadas em novas e sofisticadas. Confecciona vestidos sob medida - para evitar desperdícios - para alugar. O empreendimento fica na rua Coronel Paulino Teixeira, 85. - Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/05/especiais/meio_ambiente_2018/629801-como-ser-ecofashion-da-cabeca-aos-pes.html)
JOURNAL DO COMERCIO DE RGS BR

EL PETRÓLEO DE NUEVO PROVOCA UNA EMERGENCIA EN COLOMBIA


La preocupación también se da porque el derrame llega a las orillas y afecta esta vegetación. FOTO Ecopetrol
Un nuevo derrame de hidrocarburos tiene en alerta a las autoridades ambientales de Colombia y a la empresa Ecopetrol, que reaparece como responsable tras la tragedia que se registró en el pozo Lizama 158 en marzo.
Esta vez, según la compañía, el derrame de crudo se registró en Puerto Wilches (Santander), llegó al río Magdalena y se ha extendido por cerca de 30 kilómetros, afectando siete municipios ribereños.
Según la petrolera, la atención de la “contingencia” avanza satisfactoriamente y su interés es proteger a las comunidades y la biodiversiad que se encuentra en el río. “Un equipo de más de 100 personas trabaja en el plan de contingencia activado a raíz de la rotura de una línea que transporta hidrocarburos entre los municipios de Puerto Wilches y Cantagallo (Bolívar), manifestó la compañía.
La petrolera también indicó que ha estado atendiendo a la población afectada y ha entregado 39 mil litros de agua a las comunidades para hacerle frente a la situación.
¿Qué implica?
James Murillo, director de la organización ambiental Cabildo Verde, sostiene que la preocupación radica en que es una afectación directa sobre un recurso hídrico, por lo que representa el Magdalena.
“Lo que más preocupa es que tanto tiempo se tomen en contener el desplazamiento de la mancha sobre el río, porque por la dinámica del afluente puede seguir haciendo curso”, expresó Murillo, quien destacó que ahora lo que se debe hacer es, como se lo habían pedido a Ecopetrol “controlar y proteger de las posible afectaciones en los humedales de la zona”.
RICHARD AGUIRRE FERNÁNDEZ Periodista nacido en Calarcá. Camino entre Antioquia, Caldas y Quindío. // TOMADO DE EL COLOMBIANO

PETROLERA DE BOLIVIA CONTAMINA EN BULO BULO


Denuncias por contaminación en Bulo Bulo obligan a actuar a YPFB
  • Parte del río Muñecas, que fue contaminado por la planta de urea. | EL DEBER
Ante las denuncias de los comunarios afectados por la contaminación de la planta de urea, Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YFPB) y la Secretaría de la Madre Tierra de la Gobernación de Cochabamba activaron el traslado de equipos multidisciplinarios a Bulo Bulo para realizar recorridos en la zona.
A unas semanas de las denuncias realizadas por Los Tiempos, el Ministerio de Medio Ambiente y Aguas informó, mediante un comunicado escueto, que la Gobernación de Cochabamba realizó una inspección en la planta porque es la instancia que otorgó la licencia ambiental. No brindaron detalles de los resultados del recorrido.
Final del formulario
En tanto, los comunarios consultados por Los Tiempos informaron que YPFB se comprometió a realizar una inspección por los cinco sindicatos afectados y a reprogramar el encuentro suspendido ayer con sus representantes, ante la ausencia del dirigente de la Federación Sindical de Trabajadores Campesinos de Bulo Bulo, Andrónico Rodríguez.
Un poblador de una comunidad que prefirió no ser identificado explicó que la firma estatal se comprometió a iniciar la inspección en el transcurso de una semana. “No sabemos si hay daño, pero lo vamos a investigar, lo cierto es que han muerto hartas vacas y eso nos preocupa, hay que saber por qué”, sostuvo.
Precisó que las comunidades afectas son Pori Punku, 23 Marzo, 10 de Marzo, San Salvador, Volcán, todas en el área de influencia de la planta de urea. Este medio intentó comunicarse en reiteradas oportunidades con el dirigente Rodríguez, pero no contestó las llamadas.
Ayer, el secretario de la Madre Tierra de Cochabamba, Gonzalo Muñoz, dijo que la Alcaldía de Entre Ríos no informó sobre las denuncias y que tomó conocimiento el jueves tras las denuncias realizadas por la prensa.
Precisó que se procesará la información que sea recolectada por el equipo multidisciplinario que ingresó al lugar a partir de la siguiente semana. “Hemos emitido notas a YPFB, a la Alcaldía y al Ministerio de Medio Ambiente y de igual manera eso hemos pedido celeridad”, dijo Muñoz.
El pasado jueves, Los Tiempos denunció, con testimonios de comunarios, que ganado y peces murieron en la comunidad 23 de Marzo a raíz de problemas en la planta, además del amedrentamiento político y el encubrimiento de esta situación en la zona.
Mientras tanto, el Ministerio de Medio Ambiente y Agua se limitó brindar un comunicado de prensa.
“La Gobernación, como autoridad ambiental departamental, ha pedido al Viceministerio de Medio Ambiente como Autoridad Ambiental Nacional que se sume a la inspección”, señala el documento.
Sin embargo, el Ministerio no brindó mayores detalles a Los Tiempos, a pesar de la solicitud realizada y el compromiso asumido por un funcionario de comunicación de esta entidad para derivar las consultas.
El pasado jueves, asambleístas ingresaron a la zona y se les negó la visita a la planta.
960 millones de dólares es la inversión que se realizó en la planta, sin tomar en cuenta la que se hizo para construir la ferrovía que no se entregó.
 "Los residuos que se han canalizado a las afueras tenían que ser tratados de manera muy responsable al interior de la planta". Andronico Rodriguez. Dirigente Bulo Bulo
 CRONOLOGÍA
Abril de 2017: Primera denuncia
El sindicato 23 de Marzo denunció muerte de peces y ganado por primera vez a YPFB. Sin embargo, no obtuvo respuesta, informaron los dirigentes.
7 de mayo de 2018: Fuga de amoniaco
El vicepresidente nacional de Operaciones de YPFB, Gonzalo Saavedra, afirmó que el incidente fue provocada por una fuga interna en el “Stripper del Circuito de Síntesis de Urea”.
8 de junio: Advierten riesgos
Los Tiempos advirtió que la fuga de amoniaco podría provocar riesgos al medioambiente. El senador Óscar Ortiz confirmó posteriormente que el incidente contaminó el río Muñecas.
15 de junio: Paquete sospechoso
Comunarios denunciaron que cinco comunidades fueron afectadas por la contaminación y demandaron una reunión con ejecutivos de YPFB y autoridades municipales.// tomado de los tiempos de bolivia