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la fotografia , es de LA RIOJA ARGENTINA y fue tomada por luis pedro mujica

jueves, 19 de septiembre de 2019

ECONOMÍA MUNDIAL CRECERÁ EN 2019 Y 2020 AL RITMO MÁS BAJO DESDE CRISIS DE 2008


Crecimiento de la economía mundial se ralentizará al 2,9 % en 2019 y al 3 % en 2020, estimó la OCDE. FOTO SHUTTERSTOCK.COM EFE |
El crecimiento de la economía mundial se ralentizará al 2,9 % en 2019 y al 3 % en 2020, estimó este jueves la OCDE, que rebajó sus previsiones anteriores y advirtió de que es el aumento anual más débil desde la crisis financiera de 2008.
En su informe de perspectivas interinas, que revisa las previsiones semestrales lanzadas en mayo, la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE) recortó tres décimas su proyección para este año y otras cuatro para el que viene, en línea con una tendencia que se extiende en las mayores economías.
Esos mismos descensos se aplican al G20, el grupo de grandes países desarrollados y emergentes, con un crecimiento previsto del 3,1 % y del 3,2 %, mientras que en la eurozona el ajuste es más leve, de una y cuatro décimas, hasta una subida respectiva del 1,1 % en 2019 y del 1 % en 2020.
Tras un ascenso de la economía mundial del 3,6 % en 2018, sus conclusiones para el corto plazo son tajantes. El panorama se ha vuelto “cada vez más frágil e incierto”, atizado en gran parte por las tensiones comerciales y políticas, que minan la confianza y la inversión.
En mayo ya había rebajado sus perspectivas, y en este nuevo informe la organización con sede en París ratifica que, según los últimos acontecimientos económicos y financieros, la ralentización durará más de lo previsto.
El peso de la incertidumbre reinante recae sobre todo en la guerra comercial entre Estados Unidos y China y en la perspectiva de un “brexit” (salida del Reino Unido de la Unión Europea) sin acuerdo.
La introducción de tarifas bilaterales entre Washington y Pekín desde principios de 2018 seguirá arrastrando la actividad y el comercio global en los próximos dos años y “podría reducir el incremento global del producto interior bruto (PIB) en entre 0,3 y 0,4 puntos porcentuales en 2020 y entre 0,2 y 0,3 en 2021”.
Aunque esos dos países anotan dos de los incrementos más elevados para los próximos dos años, la OCDE subraya que también serán los más afectados.
De momento, el organismo calcula que la economía estadounidense crecerá un 2,4 % en 2019 y un 2 % en 2020, cuatro y tres décimas menos que en las previsiones de mayo, y que la china avanzará un 6,1 y un 5,7 %, lo que supone un recorte de una y tres décimas.
La posibilidad de que el Reino Unido abandone la Unión Europea (UE) sin acuerdo es otro de los factores más desestabilizadores, con costes sobre el comercio y un impacto sobre la economía británica que podría hacer que el país cayera en la recesión.
La OCDE solo revisa de forma detallada en estas perspectivas la situación de los países del G20: mantiene por ejemplo su proyección para 2019 para Francia (+1,3 %) y le quita una décima para 2020 (+1,2 %), mientras que en Alemania el ajuste es de dos y seis décimas (+0,5 % y +0,6 %).
No se libran de su pronóstico a la baja otros como México, cuya economía se prevé que crezca un 0,5 % este año (-1,1 puntos) y un 1,5 % en 2020 (-0,5), ni Brasil, con recortes respectivos de seis décimas, hasta el +0,8 % y el 1,7 %.
El impacto de esta coyuntura sombría se deja sentir también en la calidad de vida de los ciudadanos. Las perspectivas de una mejora continuada de los ingresos a medio plazo es más débil que antes de la crisis financiera, y el crecimiento per cápita en los últimos años también se ha mantenido por debajo.
La OCDE subraya que la necesidad de políticas macroeconómicas adicionales ha crecido en la mayor parte de economías y concluye que deben aplicarse con urgencia políticas que fortalezcan la confianza, calmen las tensiones comerciales, estimulen la inversión e impulsen el crecimiento potencial.
TOMADO DE EL COLOMBIANO

EFICÁCIA DA VACINA ANTI-HIV


Eficácia da vacina anti-HIV depende do tipo de vírus, aponta pesquisa
Testada em sul-africanos, fórmula tem taxa de proteção de 51,9%. Em tailandeses, o índice tinha sido de 36,4%. Para especialistas, o resultado sinaliza que as imunizações promissoras terão que considerar o tipo de vírus circulante em cada região
VS Vilhena Soares
(foto: Amaro Jr./CB/D.A Press)
Um dos maiores desafios médicos da atualidade é encontrar uma vacina para o HIV. Essa tarefa, porém, envolve muitos obstáculos devido à complexidade dessa infecção e a características do vírus. Um grupo internacional de cientistas acaba de se aproximar desse objetivo. Eles testaram uma fórmula protetiva em um grupo de sul-africanos e obtiveram respostas imunes extremamente positivas — 51,9% de eficácia de proteção. Detalhes da pesquisa foram apresentados na última edição da revista Science Translational Medicine.
A vacina, chamada de RV144, havia sido testada na Tailândia, mas os resultados foram menores: 36,4%. Segundo os cientistas, ainda não estava totalmente claro se a fórmula poderia trazer benefícios para pessoas que vivem em regiões como a África do Sul, onde existem diferentes tipos de HIV. “O importante era que a vacina induzisse as respostas imunológicas de forma tão boa quanto, ou então melhor, do que nos participantes tailandeses. Também seria importante que o sexo, a idade e a obesidade não impactassem essas respostas imunes”, conta ao Correio Glenda Grey, presidente do Conselho de Pesquisa Médica da África do Sul e uma das autoras do estudo, que também contou com a participação de cientistas americanos.
No estudo atual, os pesquisadores compararam os dados imunológicos da pesquisa feita na Tailândia com os de 100 sul-africanos que também receberam a imunização experimental. Nenhum dos participantes, em ambos os casos, haviam sido infectados pelo HIV.
Surpreendentemente, a equipe descobriu que a RV144 estimulou respostas imunológicas mais fortes nos sul-africanos, sendo também bem tolerada. A vacina provocou respostas de células de defesa CD4 + e anticorpos anti-HIV. “Os vacinados sul-africanos exibiram respostas imunes celulares e de anticorpos significativamente mais altas do que os tailandeses. Independentemente do sexo e da idade, as respostas das células-T CD4 foram impressionantes”, frisa a autora.
Os pesquisadores também ressaltam que as respostas de anticorpos ocorreram em tipos de HIV distintos: A, E e B  — na Tailândia, os testes foram feitos apenas no subtipo C do vírus. “Isso reforça a ideia de que cada região do mundo precisa de um tipo separado de vacina contra o HIV com base em suas cepas circulantes”, declara, em comunicado, Larry Corey, pesquisador principal do estudo e integrante do Conselho de Pesquisa Médica da África do Sul.
Considerando a alta taxa de obesidade na África do Sul, os pesquisadores também observaram se as respostas à imunização mudariam em indivíduos com excesso de peso, mas não encontraram diferenças significativas. Com base nesses dados, a equipe acredita que será mais fácil desenvolver uma vacina com melhor desempenho. “Esse é um estudo precursor. Ele vai no orientar no desenvolvimento de uma vacina totalmente eficaz”, ressalta  Glenda Grey.
Genética Werciley Júnior, infectologista e chefe da Comissão de Controle de Infecção do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, acredita que o estudo internacional mostra dados extremamente animadores. “Vemos, nesse trabalho, que esse modelo de prevenção da doença obteve um resultado bem expressivo, com basicamente 60% de eficácia de proteção. É o que temos hoje de mais moderno em relação a formas preventivas para o HIV”, frisa.
Para o especialista brasileiro, a diferença de resultados positivos entre os dois países se justifica por distinções genéticas e também pelos subtipos do HIV. “Na África do Sul, por ser um local em que a incidência da doença é mais alta e sua circulação também, há um número maior de variantes. Aqui no Brasil, também temos essa distinção. Algumas regiões têm mais o C e, em outras, o B e o C são predominantes. Cada uma tem sua característica, o que torna esse processo de estimulação de anticorpos ainda mais complexo”, analisa.
Os autores adiantam que mais estudos estão em andamento também na África do Sul, na tentativa de entender melhor os efeitos da vacina RV144. A fórmula tem sido usada como base para estudos científicos há 10 anos. “Desde 2009, o campo de pesquisa de vacinas contra o HIV tem se baseado em RV144 para desenvolver melhorias em sua amplitude e duração, a fim de proteger mais pessoas por períodos mais longos de tempo”, comenta Julie Ake, diretora adjunta principal do Programa Militar de Pesquisa em HIV (MHRP), dos Estados Unidos. Segundo Glenda Grey, existem três estudos de eficácia da vacina contra o HIV em andamento. “Esperamos resultados até 2021, 2022 para ver se nossa abordagem funcionou, se nossa estratégia de vacina foi a correta”, diz.Continua depois da publicidade
Para o infectologista Werciley Júnior, as próximas pesquisas com a fórmula devem englobar uma análise mais heterogênea. “Nesse estudo na África do Sul, foram analisadas pessoas com fatores genéticos parecidos, todos são negros. Seria interessante analisar em mestiços e em outras cidades, por exemplo, para saber a realidade de cada população e a sua capacidade de gerar anticorpos ao receber a vacina”, justifica.// TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

VECINOS RECLAMAN RETIRO DE CENTRAL TERMOELECTRICA


Vecinos de la Zona Norte reclaman por el retiro de la central termoeléctrica
A través de las redes sociales los miembros de la Red Vecinal Zona Norte reiteraron el reclamo por el retiro de la central de energía termoeléctrica que funciona desde 2010 en el parque Hipódromo y sobre el cual rige un compromiso de parte del Gobierno de la Provincia de desarmar las instalaciones una vez que se encuentre en funcionamiento la Estación Transformadora (ET) Corrientes Este. Los habitantes indicaron que hasta el momento la central continúa activa a pesar de las nuevas dependencias energéticas estrenadas en los últimos años.
El reclamo vecinal resurge tras el anuncio oficial provincial de la llegada de un nuevo transformador de 50 MV para la ET Corrientes Este que no solo mejorará la prestación energética en la ciudad sino también permitirá suplir el funcionamiento de la central termoeléctrica que se encuentra hace nueve años en el ecoparque Hipódromo.
Los vecinos de la Zona Norte se encuentran a la espera de que el Gobierno de la Provincia interceda ante la Nación para el retiro de las instalaciones termoeléctrica que en reiteradas ocasiones generaron preocupación en los pobladores por posible riesgo para la salud.  // tomado de el litoral de ctes ar

miércoles, 18 de septiembre de 2019

CAMBIEMOS VA POR LA LEY DE RESIDUOS PELIGROSOS Y CONTRA LA CONSTITUCION NACIONAL


¿Pretenden derogar la ley 24.051 de Residuos Peligrosos?
Por Osvaldo Nicolás Pimpignano
No conformes con haber promulgado el Decreto 591/19, que al permitir el ingreso de cualquier tipo de residuos, sin discriminar si los mismos están entre los peligrosos o contaminantes, habilita, por omisión el ingreso de estos últimos. El PNE envió al Senado en manos del  ministro de Justicia y Derechos Humanos, Germán Garavano, el proyecto de ley para un nuevo Código Penal. Dentro de la iniciativa que ignora la prescripción de la Constitución Nacional, el Gobierno plantea la derogación de la LEY 24.051 de Residuos Peligrosos.
El año pasado, la Secretaría de Ambiente de la Nación, con Bergman a la cabeza, un grupo de organizaciones ambientalistas, integrantes de la Corte Suprema de la Nación y abogados del Estado proponían incluir dentro de este proyecto un capítulo de delitos ambientales.
“El problema empezó cuando comenzamos a analizar cada artículo en particular” comentó el Fiscal General de la Cámara Federal, Antonio Gómez. De la lectura en particular surgieron cambios muy graves que retrotraían la legislación vigente.
Garavano presentó el proyecto del código penal, con artículos vinculados a los delitos ambientales, que no fueron analizados con especialistas ni las ONGs dedicadas a esta problemática.
Si deroga esta ley, por la misma aplicación del artículo 2 del nuevo código que se pretende hacer, todos aquellos que cometieron esos delitos quedan absueltos inmediatamente” agrega el Fiscal Antonio Gómez.
Pretenden derogar la Ley de Residuos Peligrosos:
“Tiene que haber un muerto para que se sepa que afecta”

El fiscal Gustavo Gómez se refirió al encuentro con Senadores Nacionales, preparándose para la conferencia en la Comisión de Ambiente del Senado. En el encuentro, junto a la ONG Conciencia Solidaria y asambleístas del interior del país, se pudo hacer saber la preocupación por los delitos ambientales que pretende imponer el Proyecto de Código Penal de la Nación y la derogación de la LEY 24.051 de Residuos Peligrosos. También dio su opinión el Dr. Raúl Montenegro, biólogo, profesor universitario,  premio Nobel Alternativo y actualmente representante en Consejo Económico y Social de las Naciones Unidas.
Si el proyecto prospera, decenas de causas penales por delitos ambientales se archivarán. La reunión fue en el despacho del Senador Luenzo, del Chubut y además participaron los senadores Mario País del Chubut, Magdalena Odarda, Río Negro y Pedro Guastavino de Entre Ríos y Presidente de la Comisión de asuntos penales y constitucionales del Senado.
“Hay un proyecto del Código Penal del Senado de la Nación que pretende derogar la Ley de residuos peligrosos, si se deroga la ley vamos a tener que archivar las causas penales, inclusive las que tienen sentencia. Nos preocupa muchísimo la norma que quieren implementar, en la misma tiene que haber un daño grave, en cambio en la ley actual solo tiene que haber delito. Con la modificación hará falta que alguien se muera, en cambio la Ley actual  habla de prevención, normas a aplicar y controles”, dijo el Fiscal Antonio Gómez.
Así mismo agregó Gómez, “Me dio una impresión muy buena, en la reunión los legisladores presentes y el presidente de la Comisión de Asuntos Penales se mostraron muy preocupados porque este futuro Código Penal, contempla hasta narcotráfico, reúne varias leyes dispersas del país, la intención es buena pero hay que verla bien”.
Por su parte, Raúl Montenego, destacó que “en su caso el Premio Nobel Alternativo es por trayectoria. Mi especialidad es aplicar lo académico con la defensa del ambiente y quienes los habitan”.
 “Está absolutamente claro que el Gobierno Nacional cuenta con gran acompañamiento de sectores relacionados con actividades contaminantes y les resulta prioritario derogar esta Ley, que clasifica y categoriza en detalle, los delitos y reemplazarlos por una demostración, lo que en derecho se considera invertir la carga de la prueba. Tiene que haber un muerto para que se sepa que algo afecta, deja de tener importancia el riesgo demostrado científicamente” afirmó Raúl Montenego.
Los dichos de Montenegro están acompañados por 86 ONGs de todo el país. Mientras tanto la Presidencia de la Nación, con la Firma del Presidente Macri y el Jefe de Gabinete Peña, ante la rémora del Congreso que este año ha tenido escasa actividad, se apresuró a autorizar mediante el Decreto 590/19 el ingreso de residuos sin Certificado de Origen. De esta manera pueden ingresar residuos peligrosos sin problemas aduaneros. Mientras esto sucede en nuestro país no se ha resuelto el tratamiento de los residuos domésticos y tenemos el lamentable record de 5000 basurales a cielo abierto esparcidos por toda la nación.
Por Osvaldo Nicolás Pimpignano
Periodista de Investigación – FLACSO
Para: ASOCIACION ECOLOGISTA RIO MOCORETA
Las imágenes fueron tomadas de la

martes, 17 de septiembre de 2019

LAS AVES EN FLORES Y FRUTAS

El pico en el vientre, frutero negro
El ave hiende la fruta como las manifestaciones culturales atraviesan el cuerpo, el alma, la cabeza. El frutero negro presenta dimorfismo sexual, el macho es negro y la hembra de color pardo rojizo. El artista Julio Mac Donald acepta y aprecia esa convivencia de la naturaleza con el ser: “Hay fruta para todos. Además, es hermoso ver cómo las aves cubren el cielo”.
Por Paulo Ferreyra, Colaboración: Abel Fleita , Especial para El Litoral
Frutero Negro (Tachyphonus rufus) es un ave paseriforme de tamaño mediano. Es residente desde Costa Rica hacia el sur hasta el norte de nuestro país. El macho adulto es negro brillante, tiene las tapadas blancas, estas áreas blancas son visibles en vuelo, pero por lo demás son rara vez visibles. Las hembras y los inmaduros son completamente rojizo / marrón en el plumaje, teniendo el vientre un poco más pálido. Estos son pájaros inquietos que se alimentan de una amplia variedad de frutas. También se alimentan de insectos, incluyendo escarabajos, hormigas y saltamontes, dato obtenido del sitio web aves del neo de Marcelo Allende.
La hembra es muy parecida a la hembra del Frutero coronado. Se suele ver en parejas o en pequeñas bandas formadas por ambos sexos. Se suele ocultar entre el estrato medio del bosque. Construye un nido semiesférico formado por fibras vegetales en las ramas de los árboles o arbustos, donde la hembra pone dos huevos blancos con pintas oscuras. Los pichones son alimentados por ambos padres. Presenta dimorfismo sexual, el macho es negro y la hembra de color pardo rojizo.
 La naturaleza es maravillosa
A veces muchas o muchos deslizan que es fácil la vida del artista. Sin embargo, es domingo y Julio Mac Donald trabaja como si fuera cualquier día de semana. Prepara su espacio de trabajo, fija en un lugar la morsa, acomoda los hierros, alambres, electrodos, martillos, arena, piedra, cemento y su caja de herramientas. En otro momento trabaja con el cemento mientras su mano grande se empasta buscando la forma. Ahora con Julio hablamos de aves, escultura y chamamé.
“Estar en contacto con la naturaleza es maravilloso. Sobre todo, para mí que soy amante de la naturaleza, de los pájaros, de las frutas, de la huerta, del viento, del sol, del agua, de la lluvia”, desliza como un torrente entusiasta.
“Tengo en mi casa en Mburucuyá un árbol de carambola, tengo una planta de mango y todas las mañanas vienen los pájaros. A veces viene un zorzal a cantarme. Escuchar ese sonido a la mañana es maravilloso, uno se levanta y después abre la puerta mientras ese sonido llega limpio, claro. Los pájaros revoloteando libres es maravilloso. Todas estas cosas te dan vida, te generan una energía muy especial”, cuenta y por un momento se detiene, sólo por un momento. “Esta es mi sensación”, aclara.
“Esto es lo que percibo y siento. A mí me reconforma estar en contacto con la naturaleza. Acá en la ciudad de Corrientes también tengo árboles y los escucho a la mañana o por la tarde. Hay una sensación de libertad al escuchar a los pájaros. Hay libertad en ese trinar y eso es agradable, muy agradable”, subraya.
Julio no se hace problema porque los pájaros puedan comer sus frutas. Quizás por ese contacto con la naturaleza que tanto pregona para su vida. “Cuando te comen las frutas uno tiene que pensar que hay para todos. Vos sabés que tengo un almácigo y vienen algunos pájaros a comer. Hay que dejar nomás, qué vamos hacer, hay para todos.
Es bueno que en una casa puedan habitar los pájaros. Hace poco estuve en Campo Grande, Brasil, en la ciudad están los pájaros Arara, son unos loros enormes muy parecidos a los papagayos. Ellos andan de un lado a otro con su estridencia. Hay muchas aves dentro de la ciudad y es hermoso verlos cubrir el cielo”.
Por estos días el escultor se encuentra en Mburucuyá. Está haciendo obras de tamaño natural. Hizo al dúo Vera - Lucero, Nene Vera y Salvador Miqueri, los representó a ellos en la década del 80 cuando se volvieron a juntar por última vez.
Ahora comenzó la obra de Papi Miño y después viene la obra de Juan Carlos Jensen. Estas esculturas en tamaño natural estarán en un espacio físico dentro de la plaza arbolada. Habrá una mesa circular, entorno a esa mesa estarán estas figuras emblemáticas del chamamé. “Será como un sentir de charlas y encuentro de amigos. Es un espacio para juntarse y celebrar la vida”, desliza e imagina cómo jugará su obra en el contexto de la plaza.
“El arte tiene relación con las aves en cuanto al vuelo de libertad. En este caso estas obras me llegan de cerca porque disfruto hacerlo. Este es mi pueblo. Además, viví cosas con cada uno de estos artistas que hoy me toca trabajar, con Salvador, Nene, Juan Carlos, entonces hay un amor entre esta gente, porque la historia personal que tengo con ellos es muy fuerte. Trabajo con mucho placer y saber que eso va a quedar ahí para la generación que no lo conoció me llena de orgullo. Ellos son figuras del chamamé, pero forman parte de nuestra cultura, de nuestra idiosincrasia e hicieron muchas cosas. Después viene el deseo que la gente cuide las obras, porque una vez que están emplazadas en el espacio público ya pertenece a todos, es de todos”.
Dentro de pocos días es el día del chamamé. Cada año este día llega como una celebración especial, este año será con más ímpetu por los múltiples eventos que habrá tanto en Capital como el interior. Julio cuenta que cuando está trabajando en ocasiones escucha cassettes, tiene muchos y después también CD. “Mirá si seré viejo que pongo cassettes. Ahora estoy escuchando cosas de los amigos que en ocasiones me regalan sus producciones. Además, escucho radio, hay FM que pasa mucha música casi sin cortes. En la música uno revive momentos que uno ha pasado con esos músicos en alguna enchamigada. Esas cosas generan un alivio al alma, una caricia, trabajar con música me anima, me lleva por lindos caminos”.
 Diformismo
El hecho que su nombre lo indique, frutero negro, y esté relacionado al color de su plumaje, no implica que esta ave no tenga determinadas características que hagan que el momento del reconocimiento sea grato. La más sobresaliente, que puede verse en las dos fotos que hoy nos acompañan, es que es una especie con dimorfismo sexual, el que al decir de los que nos enseñan, es cuando entre otras cosas, macho y hembra poseen marcadas diferencias en sus aspectos externos. En este caso, el macho es negro y la hembra marrón rojizo.
Sin embargo, claro está que no siempre veremos dos individuos juntos y del sexo diferente. Por ello, una característica que nos ayudará, en ambos casos, será un color blanco en la base del pico inferior, casi hasta la punta. Es un detalle llamativo ya que el pico de esta especie es de color negro.
Si del macho se tratara, hay veces que al momento de la observación puede distinguirse en el hombro una mancha blanca, el que al volar genera un agrado a la vista digno de recordar. Hay días que los veremos en el monte, en los frutales nativos. Pero también quienes tengan algunas plantas de naranjas, sabrán con quiénes comparten los rayos del sol y las delicias dulces de la tierra, con el frutero negro. Tomado de el litoral de ctes ar

lunes, 16 de septiembre de 2019

LA TAREA DE ERRADICAR EL ANALFABETISMO EN ANTIOQUIA COLOMBIA


Tienen mejores logros los estudiantes de padres que leen y escriben, explican expertos. FOTO MANUEL SALDARRIAGA
Infografía
EN DEFINITIVA
En el mes de la alfabetización, expertos recomiendan fortalecer campañas en regiones aisladas de Antioquia. La Gobernación dice que el índice de analfabetismo es el más bajo del país.
Ir al supermercado y no comprender las letras sobre los empaques. No saber qué bus coger, porque hasta el idioma propio es extraño cuando no se pueden reconocer las palabras escritas sobre los paraderos.
Por ejemplo, hace un año que Gloria Céspedes, habitante de Medellín, aprendió a leer y escribir. Lo hizo con el apoyo de docentes, memorizando las letras y recortando las palabras. Luego aprendió a sumar, restar y a escribir su nombre.
“Duele horrible cuando alguien le dice a uno ‘¿Firma por mí que yo no sé?’. Yo también pasé por eso”, dice y añade que la felicidad de aprender es inmensa, tanto que ya quiere firmar en todas partes.
En plena era de la Cuarta Revolución Industrial, según la Unesco, al menos 750 millones de jóvenes y adultos en el mundo son analfabetas. Septiembre es el mes de la alfabetización y, de acuerdo con la Gobernación de Antioquia, “el departamento es territorio libre de analfabetismo y tiene motivos para celebrar”.
¿Qué tan cierto es? Según la Gobernación, el índice actual en Antioquia es de 3,67 % , el más bajo del país. Durante 2016 y 2019, añade, se han alfabetizado en 98 municipios de las nueve subregiones a 121.533 personas en educación básica, con una inversión de $10.000 millones.
Sin embargo, según el Censo Nacional de Población y Vivienda 2018 del Dane, el 4,46 % de la población encuestada en Antioquia no sabía leer ni escribir. La brecha es más marcada en municipios como Murindó en donde, según el Dane, el 22,69 % de los censados eran analfabetas. O en Dabeiba o Peque, con un 19,43 % y 16,94 % de analfabetismo respectivamente.
La dificultad del subregistro
Luz Andrea Moreno, profesional de Gestión social de la Fundación Bien Humano, entidad que por ocho décadas ha liderado procesos de alfabetización regional, explicó que los censos para medir el analfabetismo tienen “información desdibujada y subregistros”.
Esto es porque “a las personas les preguntan si saben leer en los cuestionarios de las encuestas y dicen que sí, pero no hay forma de confirmarlo”. Hay quienes, añade Moreno, contestan que no son analfabetas por vergüenza.
Para la profesional de Bien Humano, alfabetizar es reivindicar un derecho y una responsabilidad del Estado, aunque sea en una edad adulta. Saber leer, explica, está íntimamente relacionado con la independencia, es decir, la libertad para hacer diligencias legales, acceder a la información y hasta dar una opinión, firmar unas escrituras o coger un bus.
“De lo más difícil es el tema de la convocatoria. Las personas tienen muchos temores: la edad, la vergüenza, no contar con el apoyo de sus familias”, concluye Moreno.
Nicolás Molina Sáenz, docente de la Universidad Pontificia Bolivariana y experto en Educación, añade que mientras el fenómeno del analfabetismo persista, se dificultará lograr los Objetivo de Desarrollo Sostenible, ODS.

“Para lograr el fin de la pobreza, el primero de los ODS, es esencial que las personas sean capaces de comprender la información para participar activamente en la dimensión social, económica y ambiental”.
Incluso, explica Molina, garantizar el trabajo decente y el crecimiento económico, implica que cada ciudadano conozca sus derechos laborales y sus deberes, para lo que es necesario que puedan leer la legislación laboral, los contratos y, cuando sea el caso, reclamar ante las autoridades.
Cifras positivas
Cecilia María Vélez, economista y exministra de Educación, apuntó que el índice de analfabetismo en Antioquia (que ronda el 4 %) sí es una cifra positiva, un valor que en el mundo se considera equivalente a un territorio libre de analfabetismo
A pesar de eso, ese analfabetismo remanente, indica Vélez, está concentrado en comunidades aisladas que para articularse al siglo XXI deben aprender a leer. Otro reto que tiene el departamento, agrega Vélez, es el analfabetismo funcional. Esto se traduce no solo en saber firmar, sino llevar más allá la comprensión de lectura, escritura y cálculo.
Gloria cursa hoy, a sus 57 años, el grado sexto. Destaca, sobre todo, las buenas notas de sus exámenes, todos por encima de 4.0 y 4.5: “Eso lo llena a uno de satisfacción. Yo, que me creía inútil, ya me siento viva”..
TENDENCIA A LA BAJA
De acuerdo con el Informe de la Sostenibilidad Territorial para Antioquia 2018 de Proantioquia, sí hay un descenso en la tasa de analfabetismo en el departamento. Este indicador, explica el informe, ha evolucionado favorablemente entre 2012 y 2017 y pasó de 6,5 % a 4,37 %, con una variación que estuvo acompañada del incremento en los años de escolaridad promedio, que pasó de 8,4 a 9,2 años en el mismo periodo. La exministra de Educación Cecilia Vélez señaló que la reducción del analfabetismo puede incidir en la calidad educativa, pues los hijos de padres que leen y escriben tienen mejores logros.
DANIELA JIMÉNEZ GONZÁLEZ
Periodista del Área Metro. Me interesa la memoria histórica, los temas culturales y los relatos que sean un punto de encuentro con la ciudad en la que vivo, las personas que la habitan y las historias que reservan.  // TOMADO DE EL COLOMBIANO

INCENDIOS EN BOLIVIA , CRECE INDIGANACION POPULAR Y LA PASIVIDAD DEL GOBIERNO


Crece indignación por pasividad de Gobierno y hay nuevos incendios
Familiares y autoridades velan en Santa Cruz a dos de los tres bomberos fallecidos el sábado en Concepción. | APG
El incendio en la zona de la Victoria, en Tarija. | Bomberos Voluntarios Tarija Brasschaat
Tras 45 días de fuego en la Chiquitanía, varios sectores criticaron la “pasividad” del Gobierno que hasta la fecha no declara desastre nacional por el incendio, por lo que se alistan movilizaciones, mientras familiares, amigos y voluntarios velaron ayer en Santa Cruz a los bomberos que fallecieron ahogados en un atajado en la localidad de Concepción. En tanto, ayer se reportaron nuevos focos de quema en la Chiquitanía y en Tarija.
Para hoy está previsto que salga, desde San Miguel de Velasco, la “X Marcha de las naciones indígenas contra las leyes y decretos que destruyen nuestra casa grande”, organizada por la Confederación de Pueblos Indígenas de Bolivia (Cidob) orgánica, con el objetivo de exigir al Gobierno la declaratoria de desastre nacional, la abrogación de las leyes y normas que permiten la quema de la Chiquitanía y la anulación de todas las resoluciones de asentamiento.
El presidente de la Codib orgánica, Tomás Candia, explicó que la marcha partirá de la plaza de San Miguel luego de una misa.
Aseveró que ocho pueblos indígenas confirmaron su presencia entre ellos dirigentes del Tipnis, yuracarés, moxeños, guarayos, tacanas y también se sumaría el Consejo Nacional de Ayllus y Marqas del Qollasuyu (Conamaq)
“El objetivo es llegar a Santa Cruz en 20 días y si en ese tiempo no se logran los objetivos, entonces nos dirigiremos hacia La Paz”, indicó.
Velan a voluntarios
En medio de sentimientos de dolor, sorpresa, impotencia, pero sobre todo agradecimiento, son velados los cuerpos de Dilan Alberto Vega Cuéllar (21), Renso Enriques Flores (37) y José Elmar Roca (23), los tres bomberos voluntarios que perdieron la vida por ahogamiento el pasado sábado en el municipio de
Concepción, donde desarrollaban actividades de mitigación de los incendios forestales.
El gobernador de Santa Cruz, Rubén Costas, entregó el Decreto Departamental 292 al Grupo de Respuesta Inmediata (GRI) al que pertenecían los voluntarios que perdieron la vida en una laguna de la propiedad Campeche. El decreto declara tres días de duelo departamental y el izado de la bandera a media asta.
Decenas de personas asistieron al velorio de Vega y Enriques en Santa Cruz. El cuerpo de Roca es velado en el municipio de San Ignacio por decisión de su familia.
“Vuelen hasta el cielo, queridos héroes”, dice uno de los muchos carteles colgados en los muros del salón velatorio. “Puede que el fuego consuma todo a su paso, pero jamás consumirá toda nuestra gratitud y respeto hacia ustedes”, dice otro mensaje.
“Los héroes de hoy en día no llevan antifaz ni son famosos, son personas sin nombre capaces de jugarse la vida para salvar a personas que no conocen de nada. Un abrazo hasta el cielo”, se lee en otro visible cartel.
El pasado 7 de septiembre se registró la muerte de Pablo Miguel Suárez, otro voluntario que coadyuvaba en la mitigación del fuego en la Chiquitanía y que murió a raíz de un infarto.
El secretario de Seguridad Ciudadana de la Gobernación de Santa Cruz, Enrique Bruno, anunció que, lamentablemente, aún no hay pronóstico de lluvia en los municipios de la Chiquitanía que continúan siendo devastados por los incendios.
“No sé qué espera el Ministerio de Defensa para la Declaratoria de Desastre. Esta situación no se puede tolerar, hemos sido rebasados en la capacidad logística. Necesitamos apoyo internacional por la magnitud de este desastre”, dijo.

2,4 millones de hectáreas fueron quemadas por el incendio en la Chiquitanía. De este total, el 40% corresponde a áreas protegidas.

DATOS
Increpan a Ministro. Un grupo de voluntarios increpó al ministro de Justicia, Héctor Arce, en el aeropuerto de Viru Viru, y le exigió que el Gobierno declare desastre nacional. El MAS denunció que una de las voluntarias, Kelly Tejada, es candidata de un partido.
Fuego amenaza poblado. El voluntario Rubens Barbery informó desde Concepción que dos focos de fuego amenazan a la comunidad de Palmarito de la Frontera, a 70 kilómetros de Concepción. El fuego no pudo ser controlado y está cerca del poblado, aunque no se registraron afectaciones materiales ni personales.

PARY DESCARTA DECLARATORIA DE DESASTRE NACIONAL
El canciller Diego Pary explicó ayer que no se emite la declaratoria de desastre nacional debido a que ello significaría entregar la administración del Estado a los organismos internacionales; agregó que no es necesario, ya que el desastre ambiental ocurre sólo en una región y el país cuenta con solvencia económica para enfrentar la situación.
“El desastre sucede cuando un país ha perdido toda su institucionalidad, eso sucede cuando un país ya no tiene la capacidad de administrar la emergencia o el conflicto. Significa entregarle, poco más, la administración del país a un organismo extranjero”, manifestó el canciller entrevistado en Bolivia TV.
El jefe de la diplomacia agregó que “está claro que tenemos una solidez económica y la respuesta a esta emergencia es una muestra de que Bolivia tiene fortaleza económica, de que Bolivia tiene el respaldo económico necesario para atender cualquier acontecimiento que se pueda dar en el país”.
 INCENDIO DE MAGNITUD CAUSA ALERTA EN TARIJA
REDACCIÓN CENTRAL
Un incendio de magnitud en el cerro Rincón de la Victoria y otro en el sector denominado Obrajes pusieron en emergencia ayer a las autoridades en la ciudad de Tarija. El fuego consumió al menos 100 hectáreas.
El primero se activó en horas de la mañana y los bomberos que acudieron al lugar reportaron que el mismo ya había sido sofocado, pero horas más tarde los focos de calor crecieron, levantando columnas de humo que llegaron a la capital.
El gobernador Adrián Oliva y el alcalde Rodrigo Paz viajaron al lugar del incendio, distante a 10 minutos del centro de la ciudad, en movilidad y llevaron cuadrillas de bomberos del COE departamental.
El ministro de Justicia, Héctor Arce, que se encuentra en Tarija, también se movilizó y anunció que gestionará la llegada del avión Supertanker para la jornada de hoy.
Arce se sumó al operativo junto a funcionarios y voluntarios para sofocar los incendios que amenazan las poblaciones aledañas a los barrios de Alto Senac y San Antonio en Turumayo, que se encuentran a pocos kilómetros de la capital.
No se conocen las causas del fuego, pero una estimación preliminar del alcalde Rodrigo Paz dio cuenta de que algunas personas irresponsables habrían quemado basura en las faldas del cerro.// tomado de los tiempos de bolivia


40 °C EN CORRIENTES ARGENTINA


En una agobiante jornada, la sensación térmica superó ayer los 40°
Tras varias jornadas algo inestables y cambiantes, ayer el día fue caluroso y la temperatura alcanzó registros más propios del verano, aun sin haber llegado la primavera.
Según el registro del Instituto Correntino del Agua y el Ambiente (Icaa), la sensación térmica durante la siesta fue de 41°.
La temperatura fue de 35°, pero con un 85% de humedad la jornada se volvió agobiante.
A menos de una semana de la llegada de la primavera, se espera para los próximos días temperaturas que estarán cerca de los 30°, aunque con mínimas de 13° aproximadamente.
Aunque se pronostica para el próximo fin de semana buen tiempo, podría haber hoy algunas leves lloviznas durante la tarde. Tomado de el litoral de ctes ar

domingo, 15 de septiembre de 2019

COLOMBIA ENVIÓ AYUDA A BOLIVIA PARA MITIGAR CRISIS EN LA AMAZONIA


El presidente de Bolivia, Evo Morales, y el presidente de Colombia, Iván Duque, durante la reciente Cumbre por la Amazonia. FOTO Colprensa.
Este viernes partió un avión Hércules de la Fuerza Aérea, desde Bogotá hasta Santa Cruz de la Sierra, con cinco toneladas de elementos para la extinción de incendios, que Colombia donó a Bolivia. Así lo informó la Unidad Nacional de Gestión del Riesgo de Desastres (Ungrd).
Las ayudas fueron enviadas en cumplimiento del ofrecimiento hecho por el presidente Iván Duque al vecino país, de apoyar a los países amazónicos que han venido presentando incendios forestales.
Entre los equipos entregados se encuentran 400 monogafas, 500 palas redondas, 150 bombas de espalda, 500 bates de fuego, 400 hachas, 450 hachas rastrillo y 450 máscaras respiratorias, que servirán como complemento a las acciones desplegadas para controlar los incendios en la Amazonia.
El director de la Ungrd, José González, afirmó que “es para nosotros un honor poder unirnos a los esfuerzos de respuesta a la emergencia del Gobierno de Bolivia con estos elementos que responden a los estándares internacionales de calidad y que esperamos, aporten en aliviar la difícil situación por la que están atravesando”.
Las ayudas fueron recibidas en el aeropuerto de Santa Cruz de la Sierra por el ministro de Defensa boliviano, Javier Zavaleta, quien manifestó su gratitud por “a gran muestra de solidaridad, hermandad y compromiso de Colombia al Estado Plurinacional, que será de buen uso para los efectivos militares y bomberos que mitigan el incendio en la zona”.
SERGIO ANDRÉS CORREA
Tengo la maleta siempre hecha y mi brújula, que por lo general apunta al sur, me trajo al periodismo para aclarar mi voz. Busco la pluralidad y no le temo a la diferencia.
Tomado de el colombiano

DORES NUNCA PASSAM PARA 20% DOS PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE


Dores nunca passam para 20% dos pacientes com artrite reumatoide
Cerca de 20% das pessoas com artrite reumatoide não chegam ao estágio de controle da doença em que as dores nas articulações são silenciadas. Pesquisadores estudam alternativas medicamentosas para vencer esse obstáculo
VS Vilhena Soares
"Antes, o paciente não podia nem pensar em passar perto da academia. Hoje, sabemos que a atividade física faz até bem. Eu faço musculação e pilates" Francisca Martins da Silva, 56 anos, está com a doença em remissão há mais de cinco anos
(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press )
Fortaleza — A artrite reumatoide (AR) é uma das doenças imunes mais comuns. Ainda não tem cura, mas o  principal sintoma — dores nas articulações — pode ser controlado significativamente quando ocorre a remissão da doença. Para aumentar o número de pacientes que chegam ao estágio em que a AR é “silenciada” e conseguem ter a qualidade de vida maximizada, cientistas buscam estratégias distintas. No 36º Congresso Brasileiro de Reumatologia, realizado na capital cearense, pesquisadores apresentaram alternativas farmacológicas que podem contribuir para esse objetivo.
O estágio de remissão da AR é frequente entre os pacientes, mas não se sabe por que alguns não conseguem chegar a esse estágio. “Acreditamos que isso ocorra devido a diferenças genéticas, mas ainda não temos esses dados. Com os tratamentos disponíveis, cada vez mais, conseguimos a remissão. Hoje, quase 80% dos pacientes chegam a esse estágio. Então, nosso objetivo é voltado para os outros 20%”, explica ao Correio Eduardo Paiva, diretor científico da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
O especialista ressalta que os avanços tecnológicos têm mudado o cenário de tratamento da AR nos últimos anos. “Antigamente, a nossa meta era deixar o paciente confortável com as medicações que tínhamos: o anti-inflamatório e os corticoides. Só que essas drogas não impediam a progressão da doença”, diz. “Hoje, as novas medicações geram a remissão, que não é a cura”, frisa.
Pacientes que conseguem realizar o tratamento precocemente têm mais chance de chegar a esse estágio de controle. Segundo especialistas, os medicamentos biológicos, uma classe de remédios projetados para atingir diretamente o alvo da doença, contribuem para aumentar o número de pacientes que alcançam a remissão.
“Os imunobiológicos, que foram um foco importante nesse congresso, se mostram o futuro do tratamento. Eles têm feito a diferença em um dos principais objetivos: reinserir o paciente na sociedade. Ajudá-lo a voltar para o trabalho, fazendo com que  tenha mais qualidade de vida”, explica José Roberto Provença, reumatologista e presidente da SBR. “A artrite é difícil de tratar. Então, novas moléculas e também a combinação de medicamentos podem contribuir muito para essa tarefa. Hoje, os remédios biológicos têm sido mais potentes e trazido esperança”, complementa Eduardo Paiva.
Francisca Martins da Silva, 56 anos, convive com a doença desde os 10 meses de idade. Graças ao tratamento,  a  artrite está em remissão há mais de cinco anos. “Meus indicadores seguem muito estáveis, e isso tudo, graças aos medicamentos. Mas claro que também realizei o tratamento corretamente, fiz tudo o que o médico me pedia”, conta.

A professora relata que, com a remissão, sua vida segue uma rotina extremamente tranquila. “Antes, o paciente não podia nem pensar em passar perto da academia. Hoje, sabemos que a atividade física faz até bem. Eu faço musculação e pilates, o que tem me ajudado muito.” Para Francisca,a dedicação maior do paciente pode ajudar a aumentar as chances de controlar a doença. “Eu sigo tomando os remédios quando necessário e realizo exames periódicos. Acredito que isso ajude muito a chegar à estabilidade, que é algo que precisamos manter. Não podemos estabilizar e largar o tratamento depois da melhora.”
Esperança
Entre as drogas promissoras para ajudar quem não chegou ao estágio de Francisca está a upadacitinibe. Apresentada no congresso, a molécula foi projetada para inibir a enzima JAK1, que está relacionada a inflamação do corpo. Ao desativar a sua ação, reduz as inflamações da AR. A upadacitinibe foi recentemente aprovada nos Estados Unidos — aguarda-se a liberação para a comercialização no Brasil.
A droga foi testada em 4.400 pacientes, em cinco estudos. Após 26 semanas de tratamento, 48% dos voluntários tratados apenas com o medicamento,  que é consumido de forma oral, e 41% dos tratados com upadacitinibe combinada com metotrexato (medicamento padrão usado na AR) alcançaram remissão clínica entre a 24ª e a 26ª sema-na. A taxa com placebo e  metrotrexato foi de 9%. Apenas com metotrexato, 18%. “Tivemos melhoras estatisticamente significativas nos resultados clínicos, e outro ponto extremamente positivo foi a alta segurança que o medicamento mostrou, algo essencial para pacientes com a artrite reumatoide”, destaca Josef Smolen, um dos autores do artigo com os resultados da pesquisa, publicado em junho na revista especializada The Lancet, e professor do Departamento de Medicina da Universidade de Viena.
Os pesquisadores ressaltam que os resultados de upadacitinibe são de extrema importância no cenário atual. “Mesmo tendo várias opções de tratamento, com distintos mecanismos de ação, muitos pacientes ainda não conseguiram alcançar a remissão clínica ou a baixa atividade da doença, que são as metas principais de tratamento da artrite reumatoide”, frisa, em comunicado, Roy Fleishmann, um dos autores do trabalho e pesquisador da Universidade do Texas, nos EUA.
Joana Darc Rodrigues, 35 anos, é uma das pacientes que anseiam por novos medicamentos. A técnica de enfermagem recebeu o diagnóstico aos 28 anos e, desde então, luta para conseguir amenizar a doença. “Já estou na quarta tentativa de medicamento e, mesmo com os imunobiológicos, ainda não tive a resposta que esperava”, conta.
Ela tem esperança de que surjam opções mais eficazes. “Seria muito bom, mas acho que ainda é difícil porque a reação do organismo de cada pessoa é distinta. Acredito que é por isso que ainda não temos algo que funcione para todas as pessoas. As pesquisas poderão ajudar nisso”, aposta.
Identificação complicada
Além do uso de medicamentos que podem ajudar os pacientes a chegarem à remissão, cientistas buscam entender melhor como identificar esse estágio da artrite reumatoide (AR) dentro dos consultórios. Segundo eles, é necessário levar em conta uma série de fatores. “Como definir se há artrite ou apenas uma sensibilização do paciente? Além dos exames físicos e laboratoriais, precisamos interpretar fatores como qualidade de sono e questão emocional. Apenas os dados de computador não são suficientes. É preciso ter uma certa sensibilidade para analisar os casos”, diz Eduardo Paiva, diretor científico da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).
Para Johannes Roth, pesquisador do Departamento de Pediatria da Universidade de Ottawa, entender a remissão é um desafio que exige pesquisa. Segundo o  especialista, alguns estudos têm contribuído, principalmente no tratamento de crianças com artrites crônicas. “Ultimamente, temos contado com ferramentas de última geração que ajudam no nosso trabalho de identificar a remissão. Os ultrassons, por exemplo, permitem observar de forma mais detalhada as articulações dos mais jovens”, ilustra.
Roth conta que os métodos mudam de acordo com o especialista. Por isso a necessidade de investigar mais o tema, defende. “Temos muitas dúvidas quanto à classificação envolvida no diagnóstico da remissão. Vemos se até sete articulações doem e definimos como remissão, mas muitos médicos apontam, em outros estudos, números mais altos”, ilustra.
O cientista acredita que o avanço da pesquisa ajudará também na definição do melhor momento para a retirada da medicação. “Essa é outra dificuldade, pois fazemos isso basicamente como adivinhação. É quase um jogo de azar. Queremos uma base mais firme para tomar essas decisões clínicas”, explica.
* A repórter viajou a convite da AbbVie
Tomado de correio brasiliense

QUE HA QUEDADO DE LOS INCENDIOS EN AMAZONIA ?


Las cenizas de la Chiquitanía: contaminación y regeneración
Tienen poca visión, pero su olfato está muy desarrollado, caminan lentamente por grandes distancias y se alimentan de termitas, abejas y hormigas, a esa última el oso hormiguero le debe su nombre. Al nacer, las crías de este mamífero migran hacia el lomo de sus madres, al cumplir el año bajan para acompañarlas en los largos paseos, pero  al final regresan para descansar y cuando sienten miedo.
Cuando llegó el fuego a la zona de los bosques chiquitanos, en Santa Cruz, ni los animales más veloces lograron escapar, le fue peor al oso hormiguero. El humo es lo primero que ataca, y lo que más se expande. Cuando envuelve esa nube gris, es difícil respirar y caminar, entonces el fuego
atrapa.
Tras el incendio, los árboles convertidos en cenizas dejaron ver escenas dramáticas, de osos hormigueros calcinados, y un ejemplar aferrada a su cría. Doloroso imaginar ese instante.
Los habitantes dicen que las llamas consumieron todo con fiereza, avivadas por la vegetación seca y el viento de agosto. 
Los animales que lograron sobrevivir son en su mayoría aves. A pesar de elevarse por encima de los árboles fue difícil escapar de la cúpula de CO2. Volaron confundidas, algunas llegaron hasta la ciudad de Santa Cruz. Un recorrido de casi 300 kilómetros.
Mientras algunos lugares de su hábitat aún arden, los sobrevivientes que tuvieron una migración forzada, aún tienen que enfrentar la ola de calor, la sequía que persiste y los humanos que los maltratan y de los que intentan cazarlos aprovechando la desgracia.
Quienes lograron correr se toparon con las vías, a algunos los pasó por encima algún vehículo.
Los que pudieron esconderse, tienen quemaduras, salen de sus escondites y se encuentran con un desierto, sin comida ni agua. Y a su paso ven a los cientos de humanos que llegaron para aplacar las llamas, pero no dejan de impactar con su huella ambiental.
Suelo y flora
AFP
El bosque chiquitano tiene diferentes pisos ecológicos y la vegetación es especifica de la zona rocosa. Además de árboles, el lugar contaba con plantas de pequeñas a medianas.
"Es importante destacar que el bosque seco Chiquitano en Bolivia era el bosque seco tropical saludable más grande del mundo pero también, como varios de nuestros ecosistemas, "poco conocido" entre comillas porque en ningún lugar del mundo se conoce al 100% todas las especies de animales y plantas existentes, prueba de ello es que cada año se descubren nuevas especies", señala un documento elaborado para este reportaje por expertos del Museo de Historia Natural Alcide d'Orbigny, Marisol Hidalgo, jefe del departamento de Mastozoologia; Cindy Veizaga, jefe del departamento de Ornitología; M. Sc. Teresa Camacho jefe del departamento de herpetología y Eliana Lizárraga, jefe del departamento de Museología y Comunicación.
El biólogo y especialista en ecología, Huáscar Bustillos, explica que la zona es particular por su nivel de especies endémicas, que suman alrededor de 200 las cuales están distribuidas entre la Chiquitanía y el serrado. 
"Se denominan vegetación saxícol. Son muy frágiles a cualquier tipo de intromisión, el fuego es uno de los factores que pudo causar un grave daño al ecosistema sensible a este tipo de serranía", explica Bustillos.
Aún quedan focos de calor en la zona y la amenaza persiste, pero en los lugares donde se aplacó el fuego es necesario comenzar a realizar estudios para plantear un plan de rehabilitación y conocer con certeza que metodología se usará en cada lugar y en qué aspectos es necesaria la intervención de la mano humana. 
El suelo del lugar estuvo expuesta a días de fuego intenso y para conocer la profundidad del daño es necesario realizar un levantamiento de datos y examinar el lugar para lo cual los biólogos piden que se declare inmovilidad del terreno.
"Se está pidiendo total inmovilización de las zonas quemadas para posteriormente hacer una evaluación, un levantamiento de información, ver y elaborar planes de manejo para lo que se puede hacer", señala la vicepresidenta el Colegio de Biólogos de Santa Cruz (Colbiocruz), Esdenka Peréz.
"Es como si fuera una escena de crimen", ejemplifica Bustillos. La idea es conocer que se puede rescatar del lugar, recolectar semillas, medir el impacto en los microrganismos y también proteger al lugar, incluso de las personas que por desconocimiento traten de introducir especies que no pertenecen al lugar en un afán de reforestar. 
En 2004 en España, un incendio arrasó 35 mil hectáreas de masa forestal y acabó con la vida de os personas cerca del Río Tinto. La presión social y el paisaje desolador provocó que se hagan los trabajos de reforestación sin esperar la reacción del suelo. Las maquinarias mataron los nuevos brotes de alcornoques o encinas, según cuenta el periódico español El País.
Esta escena es la que se quiere evitar, y se considera que se debe tener un equipo interdisciplinario para realizar el estudio y tener un presupuesto para la rehabilitación de las reservas naturales.
El miércoles pasado, el presidente Evo Morales manifestó que se usarán fondos del Tesoro General de la Nación para intervenir en las zonas afectadas por el fuego. 
Las imágenes del lugar muestran la tierra carbonizada, que además ahora es impermeable y se teme que algunas zonas se hayan erosionado. 
"Lo más difícil se viene en los próximas años, restaurando el hábitat, por lo que la ayuda tiene que ser constante y el asesoramiento científico es primordial, reforestación con especies forestales adecuadas es uno de los puntos preocupantes debido a que tenemos un largo historial de reforestaciones con especies introducidas como el pino y el eucalipto que dañan aún más los ecosistemas", señala el Museo.
"Entonces, para un restablecimiento de la fauna del lugar debe de haber un restablecimiento de la flora. Pero a casi un millón de hectáreas afectadas solamente el replantar especies nativas y llegar a una cobertura saludable tardará de 30 a 50 años, ese solo es el principio. Para eso no sabemos cuántas especies lograrán sobrevivir", acota.
Aire y agua
Las cenizas cubren todo el territorio quemado y ya se registraron algunos casos de infecciones oculares. Los primeros días del incendio, el hollín llegó al gua de los ríos y se teme que la contaminación afecte a los peces.  
Por otro lado, la zona se caracteriza por la temperatura cálida; sin embargo el fuego elevó el calor y podrían afectar a los peces, sobre todo a la especie bujurquina oenolaemus.
Bustillos explica que el PH del río se podría haber modificado, por lo que el hábitat de este pez endémico puede que esté amenazado.
La especie conocida como peineta está catalogada como vulnerable en el Libro Rojo de la fauna silvestre de vertebrados de Bolivia, publicado el 2009. 
Entre las amenazas descritas en el libro se señala su distribución restringida y entre las medidas de conservación propuestas se indica: "crear un santuario natural con el fin de proteger el hábitat".
Fauna
En el bosque seco chiquitiano existe 557 especies distintas. Además del pez endémico bujurquina oeanolaemus, se encuentra la ranita chiquitana, que sólo está en las serranías de Santiago y de Chochis, además del escarbajo metálico de cuatro ojos metallactus cuadriophtalmus, según la recolección de datos de Bustillos.

Entre las especies emblemáticas están el jaguar, al chancho tropero y taitetú, el oso hormiguero, el oso bandera, y varios felinos de tamaño mediano.
En el lugar también se encuentran pequeños roedores y murciélagos, que podrían haber sido consumidos por completo por las llamas.
"En cuanto a las aves tenemos especies en peligro como la Anodorhynchus hyacinthinus y la Odontophorus specius que habitaban en este ecosistema. Finalmente en mamíferos, los más pequeños, como roedores y murciélagos, son los más vulnerables ya que son de los que menor conocimiento se tiene. Estos últimos sumados a los anfibios, reptiles e insectos que no pueden desplazarse grandes distancias para escapar por un lado; y por el otro están íntimamente relacionados hábitats de vegetación endémica", explican los expertos del Museo Alcide d'Orbigny.
Ya que la emergencia por el fuego continúa, y por lo tanto la extinción del fuego es prioridad, el estudio que cuantifique los daños aún no realizó.
El fin de semana, un equipo de biólogos, a la cabeza de Bustillos, ingresó al parque Otuquis para iniciar con el levantamiento de datos. 
Pero se sabe que el incendio alterará "la composición poblacional de los micro mamíferos, que son los animales que caben en la palma de la mano como los roedores y murciélagos. Para ellos escapar de la hoguera por su pequeño tamaño es difícil y tienen una muerte más rápida por intoxicación debido a su metabolismo.
Bustillos explica que estas especies forman parte de la base de la cadena alimenticia de otras fieras por lo que para los sobrevivientes será difícil encontrar alimento.
Número total de especies amenazadas de vertebrados de Bolivia por ecoregión. Extractado del Libro Rojo de Vertebrados de Bolivia. | Elaborado por el Museo Alcide d'Orbigny
Los animales que lograron sobrevivir y se encontraron con su hogar destruido, no tienen dónde esconderse para evitar ser capturados, y ven mermadas sus fuentes de alimentos.
"Ahí tiene que haber fuerte presencia del Estado, de otras instituciones o de gente para que evite que haya cazadores en el lugar para darle tiempo a los animales para que puedan ingresar a otra parte del bosque", explica Bustillos.
No todo el bosque se consumió, pero los seres que aún quedan necesitan de algunos días para poderse internar en lo que aún queda con cobertura verde.
En tanto las aves, que comenzaron a volar podrían no haber salido de la cúpula de dióxido de carbono que se forma en los incendios, entonces intoxicadas cayeron al suelo y las atrapó el fuego.
"Este desastre afecta a todas las especies en diferente medida ya que el bosque provee refugio, alimentación y sitios de reproducción, las especies que sobrevivan buscarán otros lugares adelaños solapando nichos de otras especies en otros ecosistemas, lo que conllevará a un desequilibrio de la cadena alimenticia", explican desde el Museo Alcide d'Orbigny.
Por el momento, a los refugios llegaron animales mutilados, con quemaduras, que no podrán volver a la vida silvestre. Son pocos. Los biólogos creen que la mayoría no pudo huir, pero para tener datos más exactos y conocer incluso el momento de sus vidas en que llegó el fuego, se debe realizar declarar inmovilidad y realizar el estudio en los terrenos.
Otros incendios y cómo se actuó
La postura del Gobierno, cuestionado por el Decreto Supremo 3979 que autoriza el desmonte y la quema para actividades agrícolas, es que esta temporada de incendios no es la peor. En 2010, se quemaron aproximadamente 6 millones de hectáreas, "situación que es en parte atribuida a las condiciones generadas por las fuertes sequías y heladas que se registraron durante ese año", explica un informe de la Fundación Amigos de la Naturaleza (FAN), publicado el 2015.
Aunque la publicación no señala el tipo de terreno que se quemó en esa época, ni tampoco el tiempo que estuvieron ardiendo. A diferencia de este año, en el que el fuego permaneció por días en algunos sectores e ingresó a reservas naturales.
Con el dato del 2010 y el 2014, el ministro de Defensa, Javier Zavaleta, señala que este no puede ser considerado como el peor incendio de la historia de la Chiquitanía. 
La posición oficial también es la de recordar que los incendios son "comunes" en el país, pero surge el cuestionamiento de ¿por qué si esto sucedió antes no se tomaron las previsiones para evitar o prevenir desastres?
¿Se hizo estudios en los lugares que se quemaron en otros años para observar la resiliencia del bosque?
Bustillos señala: "Es como si hubiera pasado por primera vez porque nadie sabe".
Los días pasan y las consecuencias del incendio comenzarán a ser evidentes. Las modificaciones de los hábitats, las cadenas alimenticias de los animales, podrían no sólo causar contaminación.
La naturaleza funciona en ciclos y cuando existe un desbalance podría notarse su efecto en otra región.
Tampoco se descarta que se produzcan enfermedades atribuidas a roedores, como el arenavirus que causó alarma hace semanas en los Yungas de La Paz y que cobró la vida de cuatro personas, tres de ellos médicos.
Las decisiones de la autoridades nacionales en esta etapa tendrán incidencia por mucho años en la regeneración del lugar y las medidas para conservar de manera urgente las semillas y la fauna endémica.
Por ivonne  leon
Tomado de los tiempos de Bolivia

HIDATIDOSIS controles en sur de Corrrientes


Ante el aumento de casos de hidatidosis, proponen que los controles sean obligatorios
Mientras el Ministerio de Salud continúa con el programa de lucha contra la enfermedad, ingresó a la Cámara baja un proyecto de ley para adherir a una normativa nacional que estipula la obligatoriedad de los operativos en zonas rurales.
 Ingresó la última semana a la Cámara de Diputados un proyecto para adherir a la ley nacional 12.732 que establece la obligatoriedad de medidas para combatir la hidatidosis, enfermedad que se registra en departamentos del sur provincial, en lugares de mayor presencia de ovejas y que, en su transmisión a través de perros, afecta a humanos, y los casos continúan en aumento.
Mientras tanto, continúa ejecutándose en la provincia el programa específico creado por el Ministerio de Salud Pública que atiende a pacientes en los departamentos de Curuzú Cuatiá, Mercedes y Sauce, así como en los limítrofes de las jurisdicciones de Monte Caseros y Paso de los Libres.
El último martes ingresó por mesa de entradas de la Cámara baja provincial el proyecto de ley, iniciativa del diputado Darío Bottero, que establece la adhesión a la normativa citada, la que estipula la profilaxis obligatoria para hidatidosis.
“Profilaxis es el tratamiento preventivo de la enfermedad, todo lo que estamos haciendo ahora nosotros es prevención, pero en el caso de que se apruebe esta norma, pasará a ser obligatoria su aplicabilidad”, explicó a El Litoral el  jefe del Programa Provincial de Hidatidosis, Daniel Sarli.
Expresó además que el legislador “es veterinario y es de Curuzú, así que nos pidió colaboración a nuestro equipo. La intención es darle más impulso a la lucha contra la hidatidosis y contar con una ley que regule nuestra actividad también nos posibilitará contar con más presupuesto para las acciones que ya venimos ejecutando hace varios años”.
En cuanto a los recursos económicos, señaló que “requerimos para el combustible para nuestros traslados a las diferentes zonas rurales, porque nuestros operativos se hacen específicamente en los parajes, escuelas en ámbito rural, así como para los insumos que empleamos en los estudios”.
En ejecución
Con respecto al programa provincial tendiente a combatir la enfermedad, Sarli señaló que “continuamos semanalmente con los operativos programados en Curuzú Cuatiá y Mercedes, y estamos buscando un ecografista en Sauce, que es otro de los lugares donde tenemos casos registrados”.
En tanto que advirtió: “Tenemos 14 nuevos casos este año y un total de 50 personas en tratamiento”. Tal como había informado El Litoral en ediciones anteriores, el funcionario ratificó que “a medida que avanzamos con los operativos, aumenta la cantidad de pacientes infectados. La enfermedad está presente, lamentablemente, por la falta de higiene y medidas preventivas en la zona rural; la gente continúa dándole de comer a los perros lo que se conoce como achuras crudas de oveja, no las hierven y ahí se transmite a los perros y esto a su vez a los humanos con los que tienen contacto”, detalló. E insistió en que “seguramente a medida que hagamos más operativos y estudios aparecerán más casos”.
Recordó que “la zona endémica es en la provincia, al sur del río Corriente, en territorio con presencia de ovejas, como los departamentos Mercedes, Curuzú Cuatiá, Sauce, y en parajes de Monte Caseros y Paso de los Libres”, ubicados en el límite de las dos primeras jurisdicciones.
En este contexto se hizo recientemente un operativo en Mercedes en conjunto entre organismos nacionales, provinciales, el Municipio, así como Cruz Roja, el Consejo Veterinario, la Sociedad Rural, el Rotary Club y otras instituciones vinculadas a la sanidad animal.
La actividad se hizo en la Escuela Nº 579 “Provincia de Catamarca”. En la oportunidad, el coordinador de Zoonosis municipal, Guillermo Centurión, señaló que, a modo de prevención, previamente se realizaron charlas informativas para los chicos sobre esta enfermedad parasitaria.
Seguidamente, los profesionales realizaron un test de alcalinidad en donde se le suministró a los perros una infusión que provoca defecación. A continuación, la muestra fue recolectada por el personal para su posterior análisis.
En caso de que las muestras den resultado positivo, el personal de salud hace un relevamiento en el lugar para detectar a las personas que presenten síntomas de la enfermedad. Similar operativo se haría próximamente en Perugorría (ver recuadro).
Tomado de el litoral de ctes ar

EL BAMBU, sirve para muchas cosas


Las mil caras del bambú: Sirve para comer, construir, vestir, generar energía y hasta recuperar el suelo
 El bambú es un cultivo casi desconocido en la Argentina, a pesar de que en el país existen unas 200 mil hectáreas donde esa especie crece de manera silvestre. De todos modos, hay cientos de variedades de bambú, que tiene muy diferentes usos posibles. Desde la regeneración de suelos hasta la alimentación. Desde la utilización de su madera para la construcción o la fabricación de arcos de bicicletas. Como fibra textil o hasta como saborizante de cervezas. Se puede hacer de todo con el bambú.
En Argentina la utilización de bambú es muy incipiente. Pero hay algunos casos que se pudieron conocer en una reciente jornada organizada por la Secretaría de Ciencia y Tecnología, y el Ministerio de Agricultura. Allí se habló sobre las posibilidades de desarrollo del bambú en el país. Bichos de Campo presenta algunos de ellos en esta serie de notas.
La subfamilia Bambusoideae se ubica dentro de la familia de los pastos (gramíneas) y dos de sus tres tribus desarrollan las clásicas cañas leñosas. Este grupo posee ciclos de vida muy prolongados: pueden tardar hasta 120 años en florecer. Cuando lo hacen, presentan ritmos de crecimiento muy veloces: algunas llegan a crecer hasta un metro por día y pueden alcanzar en su madurez los 30 metros de altura.
El material usualmente es flexible y duradero. Diferentes especies de bambú están arraigadas en una gran cantidad de culturas gracias a las numerosas propiedades que poseen. También funcionan como fijadores del suelo ya que presentan tallos subterráneos muy desarrollados, en algunos casos con un diámetro superior a los 10 centímetros.
Natalia Raffaeli, por ejemplo, se dedica a investigar las propiedades del bambú como regenerador de los suelos. Esta ingeniera forestal de la Universidad Nacional de La Plata está llevando una experiencia concreta de investigación sobre un sector del cinturón ecológico del Ceamse, en Villa Domínico. Y nos contó de qué trata esa experiencia. No solo investiga el rol del bambú para devolver materia orgánica al suelo sino que ahora analiza qué hacer con toda la biomasa que se generó a partir de la plantación, ya que podrían ser aptas para la producción de fibra papelera, como material combustible con fines energéticos o como carbón activado.
Juan José Zambón, por su lado, decidió trabajar con el bambú con un propósito totalmente diferente: fabricar bicicletas artesanales de alta calidad. Es uno de los socios de MALÓN Bambu Bikes, una pyme argentina que diseña y construye a mano bicicletas mediante un sistema de producción de bajo impacto ambiental y alta calidad.
Mirá lo que contaba Juan José:
Agostina Trovato, por su parte, comenzó a interiorizarse sobre todas las posibilidades que ofrecía el bambú como fibra textil a partir de una situación personal: su madre enfermó y requería de una ropa especial para tratamiento. Como buena socióloga que es, Agostina se puso a investigar y terminó creando Get Wild, una empresa de indumentaria basada por completo en el bambú. “Estamos convencidas de que con cada aporte y el trabajo en equipo podemos hacer el bien para el planeta y quienes lo habitamos”, se presentan Agostina y su socia Gabi.
Mirá la entrevista con Agostina Trovato:
Mauricio Cárdenas ya juega en la primera división del bambú. Es un arquitecto colombiano que en 2004 instaló sus estudios en Milán, en Italia, y comenzó a diseñar construcciones que tenían en el bambú uno de sus principales materiales. “Comencé experimentando con pequeños proyectos, por recuerdo a mi país de origen, Colombia, donde hay una región donde es habitual la construcción con bambú y fue allí hice la tesis de grado”, relató. Con los años se transformó en un experto: acaba de finalizar en el norte de China la construcción de un pabellón con arcos de 32 metros de luz, que es el mayor edificio de este tipo que se haya levantado hasta el momento.
Mirá la entrevista con el arquitecto colombiano:
Mauricio Mora es de México, un país que en cierto momento impulsó mucho la siembra del bambú como opción para los pequeños productores que producían café. En su caso, se ha transformado en un experto sobre los usos alimentarios que tiene este cultivo. Llegó al punto de fundar una fábrica de una cerveza llamada Bambusa Cholula donde el bambú es protagonista, ya que sirve como saborizante. Es el principio de una historia que él se imagina mucho más larga, ya que Mauricio fue a estudiar en China sobre la posibilidad de desarrollar el consumo del brote de bambú como alimento. “Es importante cosechar solo el 50% de estos brotes para asegurar la sostenibilidad del cultivo”, advierte el especialista, que nos contó además que en Brasil ya hay desarrollo de pastas y galletas hechas con harina de bambú.
Escuchá toda la entrevista con Mauricio Mora.
Por ahora, la mayoría de los desarrollos con bambú que se conocen en el mercado internacional provienen de China, donde también en este aspecto nos han sacado a los occidentales varios siglos de ventaja. Por eso hacia China fueron estos dos chicos, Marcos Aliaga y Francisco Mirabella, a buscar productos de bambú para comercializarlos en el país. Su empresa se llama Meraki Bambú y busca reemplazar con productos sustentables muchos artículos de uso cotidiano que se fabrican con plástico. Su producto estrella: el cepillo de dientes.
Tomado de envio de bichos de campo

sábado, 14 de septiembre de 2019

JAYME CAETANO BRAUN, E ICONO PAYADOR DEL TRADICIONALISMO GAUCHO


Jayme Caetano Braun se eternizó en Harmony Park, el sitio que alberga Camp Farroupilha
LUIZA PRADO / JC
Geraldo Hasse, Especial JC
Veinte años después de su muerte, a la edad de 75 años en el invierno de 1999, el chamán Jayme Caetano Braun bautiza numerosos lugares públicos, nombra CTG de varias ciudades (incluida Brasilia, que puede alojar a 1.500 personas en su cobertizo) y Incluso se convirtió en una estatua en Porto Alegre (cuatro metros de altura, en el Parque Harmonia) y São Luiz Gonzaga, pero sigue sin éxito en el podio de su peculiar modalidad artística: la recitación de versos improvisados, la fuente de su gran prestigio popular. .
Muy celebrado y poco estudiado, Braun ocupa un nicho especial en el mundo cultural gaucho. Sin tocar un instrumento musical, operaba principalmente en vivo, alabando la geografía pampeana, la ocupación del territorio y los negocios en las granjas. Bueno o malo, fue el portavoz del mito masculino libre y valiente que se funde con el baile de graduación, la porcelana, el caballo y el juego.
Demétrio Xavier, de 53 años, el artista brasileño más grande del pagador argentino Atahualpa Yupanqui, señala que fuera de Braun, Rio Grande do Sul no tiene tradición en este arte practicado con cuidado en la Pampa española, y que tiene una rama fuerte en el noreste del país. Brasil, donde los cantantes repentinos son comunes. Prácticamente solitario en el estado, el pajador de Río Grande combinó hábilmente, en las mismas estrofas, un vocabulario diferente, rimas ricas y conocimiento sobre la historia regional. Además, expuso sus líneas en una melodía lenta que combinaba con su comportamiento altivo, timbre bajo y gesto solemne.
"¡Carisma! Tenía carisma", exclama el productor musical de los Angelinos, Ayrton "Patineti", quien durante más de 40 años dirigió los primeros dos álbumes de Jayme, acompañado por la guitarra criolla de Lucio Yanel y el bandoneón de Chaloy Jara. Grabación inolvidable del largo poema Bochincho, que cuenta la historia de una pelea en un "ambiente no serio". Al final del recital de nueve minutos, con los músicos improvisando a raíz de la narración, el chamán, atrapado por la pasión declamatoria, se aclaró la garganta en voz alta y se detuvo, dejando la impresión de que tenía la intención de reiniciar desde cero. Convencido de que una repetición nunca funciona mejor que la primera grabación, Patineti ordenó desde la parte trasera del estudio: "¡Sigue el baile, sigue el baile!" Para alivio general, la grabación llegó a su fin y, como evidencia de la emoción del momento,
Recordando este episodio, Patineti reconoce que necesita encontrar el tiempo y la paciencia para manejar la reimpresión de los primeros álbumes de Jayme Caetano Braun, ahora en formato digital. El productor dio el primer paso el 4 de julio, cuando conoció a la viuda Aurora Ramos Braun en la sesión de la Asamblea Legislativa en honor a los 20 años de la muerte de Pajador. El problema no es técnico, sino burocrático: implica negociar los derechos de autor sobre el trabajo de Pajador Missioneiro, que tuvo hijos de dos matrimonios y, además de libros, dejó registros en colaboración con varios músicos, incluidos los misioneros Noel Guarani (1941). -1998), Cenair Maica (1947-1989) y Pedro Ortaça, así como "extranjeros" como el argentino Lucio Yanel y Pantanal Almir Sater, entre muchos otros.
A los 64 años el 13 de agosto, Aurora Ramos Braun también presagia la configuración de la colección que dejó el Pajador. Es tanto material acumulado en cuadernos, papeles sueltos, cintas K-7 y videos (algunos caseros, otros periodísticos) que la viuda necesita la participación de profesionales que puedan convertir todo, nuevo o grabado, en nuevos productos. Además del Patineti eléctrico, el desfile es el periodista tradicionalista Paulo Mendonça, quien expresó interés en publicar en un libro las crónicas publicadas por Braun en periódicos del interior del estado; y el cantante Luiz Marenco, que necesita tiempo e inspiración para sintonizar las docenas de letras del poeta a lo largo de 30 años de amistad. Otro contribuyente potencial es el veterano periodista Juárez Fonseca, quien ha estado detrás de escena de todo lo registrado en el estado durante los últimos 50 años.
El trabajo y la vida del artista.
A Braun le gustaba leer, montar a caballo y jugar al póker con amigos.
ARQUIVO JUAREZ FONSECA / DIVULGACIÓN / JC
El trabajo de Jayme Caetano Braun es bien conocido, pero su vida personal siempre ha sido más reservada. Probablemente nadie lo conocía tan bien como Aurora Ramos Braun, quien comenzó como su fan adolescente y terminó siendo su viuda. Depende de ella actuar como inventor de los activos que dejó. Más artística que material, la herencia se dividió entre sus dos hijos y la pareja al final de su vida. Ella heredó el departamento en Porto Alegre, y su hijo José Raimundo Jardim Braun, de su primer matrimonio, tomó el lugar de Viamão, que Pajador llamó "Estância Piraju".
En cuanto a los derechos de autor de los registros y libros, la división también está dividida en tres, siendo Cristiano Ramos Braun, hijo de Aurora y Jayme, una de las partes. Por lo tanto, cualquier cosa nueva que deje a Braun debería generar aditivos contractuales o nuevos contratos.
Los posibles desacuerdos entre los herederos, que las hay, se pueden eludir a la luz del trabajo del Pajador, que enfatizó la paz sobre los conflictos sobre la posesión del territorio pampeano, que él entiende como un condominio geográfico sin fronteras cuyo denominador común es / Era la forma de vida pionera, montando caballos, cuidando ganado, cultivos y huertos.
En más de una fila, Braun elogió el trabajo de los jesuitas con los indios a ambos lados del río Uruguay, escapando hábilmente de la controversia sobre la identidad dual hispano-portuguesa de Rio Grande do Sul. Un buen ejemplo de esto son los versos dedicados a San Nicolás, La "primera necesidad del Río Grande", punto de penetración en 1626 del sacerdote Roque González en lo que se convirtió en el territorio sur-grande:
"Continúa por más de trescientos años / Perdiéndose en las nieblas / Pueden las sotanas legendarias / Aterrizado en este piso / Cambiando desde entonces / Las viejas características de la tierra / Y los himnos de guerra ahogados / En las campanas de la reducción.
"Ni el Río Grande está fundado, / Ni el legendario Viamao. / El pago era cielo y tierra / Coxilha - Tierras bajas y perau - / Uruguay había dado vado. ! "
En la intimidad doméstica, "era cariñoso y juguetón", recuerda Aurora, y señala que Braun se tomó dos cosas en serio: su carrera artística y su militancia laboral. Desde este lado profesional, siguió siendo una imagen algo fruncida, resumida por amigos y conocidos con palabras típicas de Pampa: caborteiro, bromas, genio.
Por cierto, Braun no aparecía socialmente, disfrutaba leyendo, montando y jugando al póker con sus amigos. "Tiende a convertir todo en verso", recuerda Aurora, cuya larga relación con el poeta podría dar su biografía más completa.
Acerca de un personaje tan rico es un libro de 110 páginas ( The Payador , 2010, Evangraf) escrito por Nei Fagundes Machado, un ex funcionario que se jacta de jugar con Braun en una oficina estatal. Otra publicación del tradicionalista Candido Brasil, de 50 años, presidente de la Estancia de Poesía Crioula, se encuentra en las etapas finales de preparación. No conoció a Braun personalmente, pero viajó con subsidios de personas que vivían con el pajador. Uno de sus activos es el testimonio de Antonio, que era un chico chatarra de Jayme's Bolic dentro de las Misiones hace 70 años.
No juegues con el gaucho en su casa ...
En 1954, a la edad de 30 años, Jayme Caetano Braun publicó el primer libro, Estancia Shed . En el prefacio, su tío Rui Ramos (1909-1962) lo comparó con Vargas Neto y Aureliano de Figueiredo Pinto, pero advirtió a los lectores: el autor seguiría siendo "un tourito de un año que aún no ha perdido la tableta", referencia irónica a terneros destetados por medio de un utensilio de madera que les impide romper las tetinas de la vaca.
Un amigo de su tío que murió en un accidente aéreo durante la campaña de 1962, Pajador fue el anfitrión de manifestaciones de candidatos PTB, incluido Leonel Brizola. En las elecciones de 1962, Jayme mismo se postuló para diputado de estado pero no fue elegido. Decepcionado con la votación, no abandonó las gradas donde un rebelde rebelde atacó a los conservadores y pidió un futuro mejor para "los libres". Uno de sus lemas favoritos era la reforma agraria.
En la década de 1970, cuando los festivales de música nativa se pusieron de moda, él estaba en Uruguaiana, invitado por el productor musical Ayrton "Patineti" dos Anjos, el arrepentista pernambuco Oliveira de Panelas. En medio de las disputas de la canción de California, se estableció un desafío de Oliveira con Braun, quien fue saqueado rigurosamente. Era solo para entretener al público, pero el joven de Pernambuco, 22 años más joven que el gaucho, "se sentó" a decir que su bombacha le daría ropa para hacer varias faldas. Sorprendido, el pajador respondió que en la casa de otra persona no se juega con las costumbres locales, pero si el visitante quisiera, cualquier gaucho podría mostrarle el contenido de una bombacha. El "debate" se interrumpió, la prioridad era el festival ...
A fines de la década de 1980, Jayme frecuentaba La Cueva, el bar de su amigo y compañero, el guitarrista argentino Lucio Yanel. Fue en Cristóbal Colón, frente a la fábrica de Brahma (hoy, Total de compras). Una noche apareció un bebé que, al ver a Yanel completamente negro, lo comparó con Zorro. En un tono ofensivo, lanzó algunas burlas al dueño de la casa. Temiendo una confrontación letal, el Pajador se levantó de su escritorio y fue al micrófono: "Xavier, hazme un 'costadinho'", le preguntó el aprendiz Demétrio Xavier, que tocaba una guitarra criolla prestada. En un apuro sereno, en pocas líneas, el veterano misionero tiraba de su mano, tirando de las orejas del intruso rebelde. Respaldado por la retórica del poeta y el silencio de los presentes, el bebé pagó la cuenta y se fue sin mirar atrás.

El ahijado artístico del poeta.
Luiz Marenco comenzó en la música a manos de Braun
DANIEL MARENCO / DISCLOSURE / JC
Con más de 20 discos grabados en 30 años de carrera, el músico Luiz Marenco se enorgullece de tener un conjunto de CD dedicados a asociaciones con Jayme Caetano Braun. "Cuando llegué a Porto Alegre dispuesto a ser cantante, fui a Jayme y prácticamente me adoptó como ahijado artístico", dice el artista, que pasó su adolescencia en la granja de su abuelo en Quiteria, en el interior de São Jerónimo. Era a fines de la década de 1980, y soñaba con ser el nuevo Noel Guaraní, el primer compañero del misionero pajador.
Llamándose a sí mismo un "mago", Braun comenzó a entregarle a Marenco los poemas Lost and Destinations , que pronto se transformaron en canciones en el álbum debut que Luiz Marenco canta Jayme Caetano Braun. Como cantante, le correspondía al antiguo capataz de resort de Avoenga defender la composición del dúo en festivales de canciones nativas, el gran canal de música regional del sur desde la década de 1970 hasta la década de 1990. Dado que había una carrera musical por semana en los centros urbanos, entonces la pareja Marenco-Braun levantó el trofeo I Call of the Pampas (Passo Fundo, 1990) con Tamer Charla ("En esta alfombra donde juegas vida / no vendes fichas para jugar gratis").
De festival en festival, nacieron canciones y se produjeron álbumes que convirtieron a Marenco en el líder de un grupo de ocho músicos que realizan espectáculos no solo en Río Grande, sino también en otros estados donde los gauchos fueron a plantar soja, el buque insignia actual de los agronegocios brasileños. . Durante estos viajes artísticos, Marenco aprovecha la oportunidad para hacer contactos políticos, ya que es un diputado de estado (PDT) de primer mandato, elegido en 2018 con el patrocinio de Marlon Santos, diputado federal y medio activo en Cachoeira do Sul, donde fue alcalde.
La asociación con Braun todavía tiene terreno. En sus últimos años, en la década de 1990, el pajador
le entregó a Marenco varias letras en espera de arreglos musicales. "Quiero hacer el CD inédito de Jayme", dice el músico, consciente de que las asociaciones con los mitos requieren no solo creatividad musical, sino también habilidad y paciencia políticas.
Dos décadas después de la muerte del "mago", Marenco se siente cómodo hablando del paisaje del pajadorismo gaucho. "Hoy hay mucha gente que se hace llamar pajador", dice, "pero cuando Jayme estaba vivo, nadie cantaba gallo en este patio".
 La vida en IAPI
Para convencer a Jayme de que abandone su vida como arquero, el nacionalista Rui le consiguió un trabajo en IPASE, el instituto de bienestar precursor del INSS. Al mudarse a la capital del estado, se mudó a un departamento en Vila IAPI con su esposa y sus dos hijos. En su carrera como funcionario, se convirtió en director de la Biblioteca Pública del Estado, nombrada por el gobernador Leonel Brizola. Como poeta, participó en el movimiento liderado por Barbosa Lessa y Passion Cortes.
Como no detuvo sus impulsos verbales, Jayme compró peleas gratuitas, porque muchos oyentes no entendían sus metáforas descabelladas, o se sentían ofendidos por algunas de sus diatribas, siempre inclinadas al lado laboral, incluido el derecho a la tierra, el pan y la libertad.
Mantuvo durante 15 años un espacio en el programa de Flavio Alcaraz Gomes, los sábados por la mañana en Radio Guaíba. Fue Brasil Grande do Sul, donde revisé las noticias del periódico. En una ocasión, lo rozaron con su compañero Antonio Augusto (Nico) Fagundes, autor de la letra de Canto Alegretense.
Maragato incluso bajo el agua, Nico escuchó el programa cuando fue molestado por una palabra del pajador y fue a buscar satisfacción. Los dos casi no llegaron al boxeador físico. Se pusieron mal por muchos años. Y nunca habrían hecho las paces si Fagundes no hubiera tomado la iniciativa. En nombre del Instituto Gaucho de Tradición y Folklore, del cual era director, nominó al "chimango enemigo" para recibir la Medalla Simões Lopes Neto, el premio anual del gobierno gaucho para figuras de la cultura criolla.
Ya en mal estado de salud, en la tapa de la armónica, como dice la voz de la gente, un setenta Braun llegó al Palacio Piratini del brazo de su compañera Aurora y se quedó en silencio en un rincón del salón Negrinho do Pastoreio. Animado por un amigo de ambos cofres, Nico se acercó y comentó sobre el episodio en el que los dos se sorprendieron. "Vamos a dejarlo ir, quiero abrazarte", dijo. Duro como un pájaro carpintero, el trovador misionero asintió y dio la bienvenida a su amigo en un gesto de paz.
El hacedor de versos
Jayme Caetano Braun falleció en 1999 a la edad de 75 años en Porto Alegre
EDITOR ESFERA DE ARTEA / DIVULGACIÓN / JC
La fuente de información más valiosa sobre Jayme Caetano Braun es su primo Danci Caetano Ramos, quien creció en la misma granja donde nació y trabajó como peón en el interior de São Luiz Gonzaga. A los 83 años, un normalista graduado de Cruz Alta y un educador educado en Pucrs, ella guarda en su memoria y recita sin esfuerzo sus muchos poemas. Incluso sabe "versos perdidos", es decir, que él conoce, improvisados, pero no grabados en ninguno de sus álbumes o en los diez libros publicados entre 1954 y 2002. "Lo que se publicó y grabó es solo una parte de que él creó ", dice, recordando que en Río Grande hay muchas personas que recitan versos de él sin saber que le pertenecen. Por lo tanto, es un caso raro de transferir la creación personal a la memoria social.
Acostumbrado a dar conferencias, Danci dice que Jayme era el segundo de seis hermanos, hijo del profesor Aloysio quien, un recién llegado de Porto Alegre para dirigir la universidad de São Luiz, se enamoró de un estudiante llamado Euclides Ramos Caetano, Crida. Incluso en contra de la opinión de la mayoría de los miembros de la familia que pensaban que era demasiado joven para casarse, ella, de 16 años; él, mayor de 30 años, la unión se hizo con la bendición de la madre de la niña. Además de Jayme, la descendencia de la maestra y ex alumna estaba compuesta por cuatro niñas: Maria Florinda, Terezinha, Judite y Zélia. El más joven Pedro Canísio fue el primero en morir. El macho dejó al poeta.
Cuando era niño, Jayme mostró gusto por los versos, las rimas y la agonía, en los que se inclinó por Ramos, de origen español (los Caetano son portugueses). Parte de la tradición familiar es un rosario de historias sobre vagabundos a quienes les gustaba impresionar a sus familiares y visitas con cómics extraídos de la memoria o hechos en este momento. "Victoria, la madre de Laurindo Ramos, mi abuelo y Jayme, era analfabeta, pero solo hablaba haciendo versos", dice Danci, autora de 10 libros de poesía. De un vistazo, cita a una tía abuela llamada Gelda Ramos, un peón respetuoso en la frontera.
Por invitación del tío Danton Ramos, Jayme se mudó a la granja Timbauva, a 30 millas de la ciudad. Allí, en medio de las pampas misioneras, trabajó y se divirtió con sus tres primos más jóvenes (Terezinha, Gelsa y Danci) y la más joven Juca Ramos, 17 años más joven. A la edad de 20 años, ya estaba firmemente en el camino de la poesía principal y no dejó ningún tema sin comentarios, casi siempre rimaba. En su huella de gallo, incluso los primos cantaban, para emoción de las tías, en el torbellino de fantasías.
En 1947 se casó con Nilda Aquino Jardim, hija de un "comerciante fuerte" de Sao Luiz. En lo que parece haber sido un arreglo familiar para calmar su cabeza, se convirtió en jugador de campaña en Serrinha, un distrito retirado de Sao Luiz. El mostrador de ventas era el altar en el que se perfeccionó el misterio poético. Entre sus admiradores, el más grande fue su tío Rui Ramos, fiscal en Alegrete, elegido diputado federal del PTB en 1950.
La paja de Fischer
En 1999, el profesor Luis Augusto Fischer escribió, por comisión del Instituto Estatal del Libro, un estudio sobre Jayme Caetano Braun, a continuación, deletreaba JAIME. El ensayo se distribuyó solo en la revista Desenredo de la Universidad de Passo Fundo. Lo siguiente es un extracto en el que Fischer encaja a Braun en el panorama de la literatura brasileña:
"Tomando el trabajo de Jaime Caetano Braun según el criterio de los más altos logros de la poesía brasileña: Carlos Drummond y João Cabral, por encima de Manuel Bandeira, Cecilia Meirelles, Mario Quintana y muchos otros, es evidente que su poesía es más pequeña, no alcanza la calidad ya alcanzada por los más grandes, ya sea porque Braun se contenta con formas más simples y conservadoras, cuando la regla de la alta poesía moderna es la sofisticación y la insatisfacción formal, o porque los temas más exigentes de la vida en la segunda mitad del siglo XX, nervio de la poesía de los más grandes, están prácticamente ausentes de su creación (...) Pero precisamente por lo que se había analizado antes, la creación poética del autor no se mide solo por esta regla, o más bien, no se valida por este parámetro. Su entorno no es el de la alta poesía.
La poesía de Jaime, en su forma, es totalmente conservadora. Practica regularmente metros cortos de cinco o siete sílabas en bloques, sextos, octavos y décimos. Su sintaxis es siempre lineal, es decir, no hay muchas inversiones de orden en la oración, y además el carácter de sintaxis es expositivo y claro, es decir, no hay momentos de concentración excesiva de significados o pasajes oscuros. Siempre rimada, la poesía trata sobre el patrón culto de la lengua portuguesa, pero con una marca fuerte del vocabulario regional de Gauchesco.
Por lo tanto, si tuviéramos que contrastar la poesía de Jaime con los mejores momentos de la poesía portuguesa bien escrita, repitiendo, el resultado le indicaría una posición secundaria. Sin embargo, debe verse que el modo específico de concepción y circulación de su poesía es bastante diferente, y en este contexto gana fuerza. Incluso sin evocar un linaje antiguo que pudiera resaltarlo: el linaje de los trovadores más o menos espontáneos, el linaje de los desafíos, el linaje más específico de la payada, e incluso sin considerar la proximidad entre él y ese tipo de poesía. que está en la cuna de la canción popular, brasileña o no, la producción poética de Jaime Caetano Braun es de una estatura apreciable para cualquier lector ".
Discografía
  • Payador, Pampa Guitar (1976) - con Nel Guarani
  • Payadas - con Lucio Yanel y Chaloy Jara
  • La devolución del pagador (1988)
  • Poemas gauchos (1993)
  • Colección Gaucho (1998)
* Geraldo Hasse es periodista. Nacido en Cachoeira do Sul, se graduó de Pelotas y pasó la mayor parte de su vida profesional en las ciudades del sureste. Ha escrito una docena de libros sobre agricultura, economía, historia y medio ambiente. Es autor de una biografía sobre el escritor y profesor Darcy Azambuja (JÁ Editores, 2005).
TOMADO DE JOURNAL DO COMERCIO DE RGS BR