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la fotografia , es de LA PAZ BOLIVIA fue tomada por luis pedro mujica

martes, 31 de diciembre de 2019

ESTUDO DESVENDA COMO AMBIENTE INFLUENCIA A MICROBIOTA DE ANIMAIS


Estudo desvenda como ambiente influencia a microbiota de animais
Pela primeira vez, pesquisadores utilizam DNA para estudar como as alterações no meio ambiente impactam nas comunidades de bactérias em animais. Eles acreditam que resultados podem fornecer ferramentas para o manejo de espécies, especialmente as ameaçadas
PO Paloma Oliveto
Girafa em um parque natural protegido do Quênia: microbiomas alterados podem afetar teias alimentares e ecossistemas, determinando quem sobrevive e quem é extinto (foto: AFP / TONY KARUMBA )
Girafa em um parque natural protegido do Quênia: microbiomas alterados podem afetar
Nos últimos anos, o campo da pesquisa de microbiomas cresceu rapidamente, o que trouxe novos conhecimentos — e questões adicionais — sobre os micro-organismos que habitam os corpos de humanos e outros animais. Agora, um estudo da Universidade de Princeton usou a análise genética para examinar a relação entre dieta, meio ambiente e a microflora. De acordo com os pesquisadores, a abordagem pode apontar novos caminhos para se estudar e compreender esse elemento tão importante ao funcionamento do corpo e que, quando em desequilíbrio, está por trás de uma ampla gama de doenças.
“A mudança ambiental pode influenciar o que os animais comem e, como consequência, ter um efeito em seu microbioma e na saúde de várias maneiras que só podem ser entendidas em ambientes naturais”, diz o principal autor do estudo, Tyler Kartzinel, professor-assistente de ecologia e biologia evolutiva na Universidade de Brown e ex-pesquisador de pós-doutorado na Universidade de Princeton. Para isso, a equipe de cientistas foi a campo e estudou a relação de dieta/meio ambiente/microbiota em animais. Foram coletadas e analisadas mais de 1 mil amostras de material fecal de 33 espécies de herbívoros — que variaram de antílopes diminutos a gigantescas girafas e elefantes — em uma savana africana.
Grande parte do trabalho de campo foi realizado no Centro de Pesquisa Mpala, no Quênia, administrado pela Universidade de Princeton. “Uma amostra fecal abre uma incrível janela para a biologia de um animal selvagem, revelando desde o que ele come até as bactérias que vivem em seu intestino e os tipos de parasitas que possui”, explica Robert Pringle, professor-associado de ecologia e biologia evolutiva em Princeton e autor sênior do estudo. “Estamos apenas começando a explorar o potencial das abordagens forenses baseadas em DNA para estudar a ecologia da vida selvagem. Isso pode nos ensinar muito sobre questões que, historicamente, têm sido muito difíceis, se não impossíveis, de investigar”, complementa Kartzniel.
Semelhanças
Depois de analisar o DNA nas amostras para inferir as dietas e os microbiomas dos animais, os pesquisadores chegaram a três conclusões principais. Consistente com o que esperavam, eles descobriram que espécies estreitamente relacionadas tinham microbiomas semelhantes e, em menor grau, dietas semelhantes. A segunda descoberta foi que as espécies (e animais individuais de uma espécie) que consumiam dietas diferentes tendiam a ter microbiomas diferentes.
Por fim, o estudo descobriu que os animais cujas dietas sofrem mudanças sazonais significativas também tendem a experimentar grandes alterações em seus microbiomas. Mas a equipe ficou surpresa ao constatar que a flora de espécies domesticadas, como gado, ovelhas, cabras, burros e camelos, tende a mudar mais com as estações do que a dos animais selvagens.
Sazonalidade
Segundo Kartzinel, uma variedade de perguntas adicionais surge da pesquisa. “Por exemplo, a sensibilidade sazonal no microbioma é um sinal de saúde ou um problema? Você pode imaginar animais mudando suas dietas e microbiomas porque são bons em se adaptar às mudanças no ambiente. Mas também pode imaginá-los fazendo isso porque estão estressados e apenas tentando sobreviver à medida que o ambiente muda”, diz.
Os pesquisadores também esperam determinar qual fator — dieta ou microbioma — tende a ser mais sensível ao ambiente do animal. “A mesma planta pode fornecer frutas suculentas para os animais comerem em uma estação e oferecer apenas galhos mastigáveis na próxima. Se ele comê-la nas duas estações, nossos métodos não registrariam uma mudança na dieta dele, mas o microbioma intestinal seria afetado”, explica Kartzinel. O cientista conta que pretende fazer mais pesquisas para determinar a importância da mudança de dieta e da microbioma na saúde dos animais selvagens.
"Estamos apenas começando a explorar o potencial das abordagens forenses baseadas em DNA para estudar a ecologia da vida selvagem" Tyler Kartzinel, professor da Universidade de Brown
(foto: Brown University/Divulgação )
“A sensibilidade do microbioma de um herbívoro ajudará a manter uma dieta saudável em um mundo em mudança?”, questiona. “Ou outros ajustes têm precedentes quando o animal toma decisões sobre como sobreviver? Talvez seja um pouco de ambos. Estamos falando de várias espécies ameaçadas de extinção, e as pessoas dependem do gado, por isso é importante considerar as possibilidades.” Se o microbioma influenciar significativamente a saúde e o comportamento dos animais, diz Kartzinel, isso poderá “afetar teias alimentares, comunidades e ecossistemas inteiros, porque determinaria quem sobrevive e quem é extinto.”
 A equipe também começou a explorar como os resultados da pesquisa podem ser aplicados para seres humanos. “O mundo biomédico está realmente interessado em descobrir se podemos gerenciar o microbioma intestinal humano para melhorar a saúde, o estresse e a nutrição. Junto a diversas outras abordagens de pesquisa, acreditamos que nossa abordagem genética pode fornecer uma camada adicional de informações”, diz Kartzinel. TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE


CIUDAD DE CORRIENTES CON 50 GRADOS DE TERMICA


La térmica alcanzó ayer los 50° y se anuncian tormentas, hasta esta tarde
Otra jornada agobiante se vivió ayer en la ciudad y se cumplió una semana con registros por encima de los 45°. Fue así que desde temprano la temperatura sobrepasaba los 30° y a mediamañana ya había superado los 35°. Finalmente, la máxima diaria fue de 39,3° durante la siesta.
Con un alto porcentaje de humedad, la sensación térmica volvió a dispararse como en los últimos días, llegando ayer incluso a los 50° poco después del mediodía. 
Cerca de las 19, el Instituto Correntino del Agua y el Ambiente señalaba que todavía se ubicaba por encima de los 40°, por lo que no hubo alivio hasta la noche, cuando mermó levemente el calor.
Al cierre de esta edición, el cielo amenazaba con una tormenta que fue anunciada por el Servicio Meteorológico Nacional. La inestabilidad, según prevén, seguirá durante la jornada de hoy pero con algunos cambios respecto del pronóstico de días anteriores para Año Nuevo.
De esta manera, se esperan algunas tormentas aisladas y la posibilidad de chaparrones de variada intensidad durante la mañana y la tarde, pero cesó el alerta para la noche. Habrá que esperar entonces para saber si la despedida del 2019 y la llegada del 2020 se da con buen tiempo.
En cuanto a la temperatura, habría hoy y mañana un leve alivio, ya que anuncian máximas de 33°, mientras que ayer la Capital y otras localidades correntinas se encontraron entre las ciudades más calurosas del país a la siesta. 
TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR

FELICES FIESTAS DESDE FUNDEPS.ORG

FELICES FIESTAS DESDE NOVO LAR


























domingo, 29 de diciembre de 2019

CIANURO PARA LA RIOJA, SAN JUAN, SAN LUIS LA PAMPA Y BUENOS AIRES


Sin perjuicio que la nueva ley del agua de Mendoza
9209 es palmariamente inconstitucional al rehabilitar la minería bajo la modalidad de extracción y lixiviación con el uso de sustancias tóxicas y altamente contaminantes como el Cianuro y Ácido Sulfúrico - que había sido prohíbida por su alto impacto ambiental, a través de la ley 7722 -, exhibe otra importante ilegalidad que se relaciona con el federalismo.
Los principales cursos de agua de Mendoza: Tunuyán, Diamante, Atuel y Desaguadero forman parte de una de las cuencas hídrográficas (Desaguadero) mas importante de la Argentina, que atraviesa 8 jurisdicciones provinciales. Se trata de una cuenca interjurisdiccional, por lo tanto, el abordaje sobre los riesgos de la actividad minera y los resguardos preventivos y precautorios, debe tener el mismo carácter.
La ley 9209 al habilitar el desarrollo de la megaminería de lixiviación por extracción con uso de sustancias altamente tóxicas promueve abiertamente una situación de alto riesgo de afectación de los caudales y contaminación de los rios que forman parte de la Cuenca interjurisdiccional del Desaguadero; en consecuencia, estamos frente a una actividad contaminante (como la megaminería) con alta probabilidad de ser degradante proyectándose sus impactos negativos de una jurisdicción a otra.
En este contexto, la pretendida Evaluación de Impacto Ambiental (EIA), que el poder político mendocino presenta como una garantía de inocuidad ambiental y la vía adecuada para canalizar la licencia social, sic, en el marco de la espuria ley 9209, es claramente impropia, porque no se circunscribe a los cursos de agua que nacen y mueren en la misma provincia, sino también a los que forman parte de una cuenca interjurisdiccional como la del Desaguadero que comprende no solamente a la provincia de Mendoza (cuenca abajo quedan alcanzadas: San Luis, La Pampa, Río Negro y Buenos Aires, sin perjuicio de señalar que el tramo Salado-Chadileuvú se encuentra totalmente seco afectando principalmente a La Pampa.)
Que sucedería si se rompiera en forma absoluta un dique de cola de un emprendimiento megaminero ubicado en la Provincia de Mendoza ? tal como sucedió con el emprendimiento de la empresa minera Vale en Brumadinho, Brasil ?. Toda la cuenca se veria contaminada, pudiendo alcanzar hasta el mar argentino. Ese riesgo existe.
Por lo tanto, la espuria ley 9209 presenta un conflicto extramuro provincial que debe ser debidamente encausado (a traves de su nulidad), pues al tratarse de la evaluación de impacto ambiental sobre una actividad con probables efectos interjurisdiccionales, debe ser estratégica y acumulativa y estar a cargo de la autoridad interprovincial (Grupo técnico del río Desaguadero y Comité Interjurisdiccional del Río Colorado (COIRCO)). Y claro está debe comprender una instancia de participacion ciudadana de las provincias que comprenden la Cuenca. Además la Evaluación de Impacto Ambiental debe partir de una mirada integral sobre la cuenca hidrográfica del Desaguadero. En tal sentido la hermeneútica de la ley 9209, de partida, desconoce ese caracter de integrabilidad.
Esto también aplica al desarrollo de la megaminería (en la misma metodología de lixiviación por extracción con uso de sustancias altamente tóxicas) en las provincias de San Juan y la Rioja en el marco de la Cuenca del Desaguadero.
Este aspecto jurídico que se apunta, tiene un alto contenido federal (detalle no menor) y no es considerado en general cuando se aborda la problemática ambiental de la megamineria a cielo abierto con uso de sustancias tóxicas en la región cuyana.
Por último, siendo que la Cuenca del Desaguadero es un bien natural interjurisdiccional que a su vez tiene su salida al Mar Argentino, involucra al Estado Nacional, que no es ajeno al problema ambiental que suscita la espuria ley 9209 de Mendoza, en razón de las obligaciones que surgen en el marco de la ley 25.688 sobre el Régimen de Gestión Ambiental de Aguas en la Argentina.
La Ruta del Cianuro contamina y mata.
La Reforma de la ley del agua 7722 a través de la espuria ley 9209 afecta no solamente a la población de Mendoza, también a los pueblos de San Luis, La Pampa, Río Negro y Buenos Aires.
Tomado de publicación en face de Naturaleza de Derechos.

viernes, 27 de diciembre de 2019

COMO ENFRENTAR OLAS DE CALOR ?


La OPS insta a los países a prepararse para enfrentar olas de calor en el hemisferio sur
El año 2019 cierra una década de calor extremo. 24 países de las Américas han emitido alertas por ola de calor. Los pronósticos anticipan la recurrencia de estos fenómenos en América del Sur entre diciembre y marzo 2020, así como posibles impactos adversos en la salud humana.
Washington, DC, 19 de diciembre de 2019 (OPS)- Frente a las olas de calor que afectaron Australia, Canadá, Estados Unidos, Europa, India, Pakistán, y Japón en 2019, y ante las predicciones sobre la ocurrencia de este fenómeno en América del Sur, la Organización Panamericana de la Salud/ Organización Mundial de la Salud (OPS/OMS) insta a los países de la región a preparase, debido al impacto que pueden ocasionar en la salud de las personas, causando incluso la muerte.
En los últimos doce meses veinticuatro países de las Américas se vieron afectados por las olas de calor. Estos son Argentina, las Bahamas, Barbados, Bolivia, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, Ecuador, El Salvador, Estados Unidos, Honduras, Guatemala, Jamaica, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, República Dominicana, Venezuela, y Uruguay.
Las predicciones meteorológicas para América del Sur indican que durante este verano se esperan olas de calor que pueden aumentar el malestar, reducir la disponibilidad de agua, contribuir al incremento del riesgo de incendios forestales y la perdida de cultivos. Las olas de calor también causan cortes de energía eléctrica, reduciendo el acceso a ventilación, refrigeración y aire acondicionado. 
Planes para enfrentar las olas de calor
Ante esta situación, la OPS ha publicado materiales de comunicación para el público en general sobre medidas a tomar y una guía para apoyar a los países de las Américas en el desarrollo de planes de contingencia para enfrentar las olas de calor. La guía incluye recomendaciones que el sector salud y las agencias de meteorología pueden llevar a cabo para prepararse y responder mejor ante esta amenaza, prevenir los efectos adversos de las olas de calor, atender a las personas afectadas y salvar vidas.
La guía insta a que los planes de contingencia por ola de calor determinen la probabilidad e intensidad del impacto en la población, emitan alertas e implementen acciones de respuesta de acuerdo a la amenaza.
Los países deberían fortalecer la vigilancia epidemiológica de la morbilidad y mortalidad asociada al calor y mejorar la capacidad de los servicios de salud (capacitación de personal, mejoras en el diseño de nuevos hospitales, y equipamiento de hospitales existentes en zonas de mayor riesgo). Las autoridades locales deberían comunicar oportunamente, a través de los medios de comunicación, sobre la presencia de las olas de calor y acciones de respuesta interinstitucional y medidas de adaptación, prevención y autocuidado.
Algunos países ya han realizado avances en cuanto a preparativos frente a olas de calor siguiendo estas recomendaciones, sin embargo, el conocimiento de este riesgo es aún limitado y es necesario aumentar la capacidad de respuesta.
Efectos de las olas de calor en la salud
El calor puede causar síntomas severos, como el golpe de calor, causado por la incapacidad del cuerpo para regular la temperatura, en el que la persona presenta piel seca, roja y caliente, pulso rápido y fuerte, náuseas, calambres y pérdida del conocimiento, que puede llevar al coma y la muerte. La mayoría de los fallecimientos por olas de calor se deben al agravamiento de enfermedades infecciosas o crónicas (cardiopulmonares, renales, endocrinas y psiquiátricas). Otros síntomas incluyen: edemas en miembros inferiores, erupción en cuello por calor, calambres, dolor de cabeza, irritabilidad, letargo y debilidad. 
Las personas que tienen mayor riesgo de complicaciones y muerte durante una ola de calor son los niños, los adultos mayores, y aquellas que tienen enfermedades crónicas y requieren medicación diaria.
La respuesta al calor depende de la capacidad de adaptación de cada persona y los efectos graves pueden aparecer repentinamente, por lo cual es muy importante estar atentos a las alertas y recomendaciones de las autoridades locales.
Cómo prevenir los efectos del calor
  • Infórmese sobre alertas y predicciones meteorológicas.
  • Evite exponerse al sol durante las horas de mayor calor.
  • No deje niños o ancianos desatendidos en vehículos estacionados.
  • Evite hacer ejercicios o actividades intensas al aire libre sin protección.
  • Consuma agua cada 2 horas, aún sin tener sed.
  • Tome duchas o baños fríos en sitios seguros (evitando corrientes de agua fuertes).
  • Mantenga la vivienda fresca cubriendo las ventanas durante el día y usando aire acondicionado o ventilador en las horas de más calor.
  • Si tiene enfermedades crónicas y usa medicamentos, consulte con su médico. 
Qué hacer en caso de presentar signos y síntomas de agotamiento por calor severo o golpe de calor:
  • El agotamiento por calor se da en personas físicamente activas. Sin tratamiento la persona tiende a empeorar y puede llegar a presentar golpe de calor.
  • El golpe de calor es una urgencia médica con riesgo de muerte. La persona debe recibir cuidados en un hospital.
  • Detenga toda actividad física.
  • Llame una ambulancia de forma inmediata.
  • Muévase o mueva a la persona afectada a un sitio fresco.
  • Humedezca la cabeza y el cuerpo, y ventile a la persona para reducir la temperatura. 
Signos de alerta en casos severos:
  • Agotamiento por calor:
    • Sudor abundante
    • Piel fría y pálida
    • Temperatura < 40º C
    • Mareos o desmayos
    • Dolor de cabeza
    • Respiración acelerada
    • Pulso rápido y débil
  • Golpe de calor:
    • Piel seca, roja y caliente
    • Temperatura > 40ºC
    • Dolor de cabeza severo
    • Inconsciente o en coma
    • Pulso rápido y fuerte
Enlaces
Tomado de envio de ops ar

jueves, 26 de diciembre de 2019

ALIMENTOS EN LAS FIESTAS: CUIDADOS A TENER

Prevenga intoxicaciones alimentarias durante las fiestas
Una de las tradiciones más importantes de las fiestas de fin de año es el reunirse a disfrutar de una cena especial con los seres queridos. Para que la felicidad de ese momento no se vea empañada por una enfermedad transmitida por los alimentos, siga estos consejos y mantengase usted y a su familia sanos y seguros.

martes, 24 de diciembre de 2019

POBREZA Y MARGINALIDAD EN ARGENTINA


El mapa de la marginalidad y la desigualdad social: así se distribuyen los pobres crónicos en Argentina
Se trata de un sector de la población que tiene la menor probabilidad de salir de la pobreza, aún en períodos de crecimiento económico. Llegan al 10% del total y casi la mitad de esas personas tiene menos de 15 años - 17 de diciembre de 2019
Dentro de la población argentina, hay un grupo de personas que tiene la menor probabilidad de salir de la pobreza, aún en períodos de crecimiento económico. Esto es lo que se denomina “pobreza crónica”.
Casi la mitad de las personas en situación de pobreza crónica tiene menos de 15 años, el 70% de los pobres crónicos tienen necesidades básicas insatisfechas en vivienda o educación, y los trabajos de los adultos son precarios y sin aportes a la seguridad social y cobertura de salud. Además,
solo 3 de cada 10 tienen acceso a cloacas.
Para conocer la distribución geográfica de las personas en situación de pobreza crónica es crítico para diseñar e implementar políticas públicas exitosas que permitan erradicarla, lanzaron una plataforma digital que permite analizar la pobreza crónica en cada provincia, localidad y barrio.
Desarrollada por el Centro de Implementación de Políticas Públicas para la Equidad y el Crecimiento (Cippec) junto con otras tres organizaciones muestra que casi la mitad de las personas en situación de pobreza crónica residen en el Conurbano (24%) y en provincias de la región Pampeana (24%). Le siguen el NEA, con el 22%; el NOA, con el 19%, y Cuyo, con el 8%. En contraposición, la Patagonia y la Ciudad de Buenos Aires tienen apenas 2% y 1%, respectivamente.
Conscientes de esta situación, el Ministro de Desarrollo Social de la Nación, Daniel Arroyo, se reunió con sus pares de las provincias para empezar a armar un programa federal de ayuda alimentaria y coordinar los programas sociales tendientes a reducir la pobreza en la Argentina.
Allegados a Arroyo comentaron a Infobae que la convocatoria a todas las provincias “sin distinción ideológica” responde a una primer reunión ya que “el Ministerio de Desarrollo Social no ha trabajado con las provincias en los últimos años para tener un trato directo con los gobernadores para coordinar las políticas sociales”. La idea es realizar este tipo de encuentros cada dos meses.
Ante de asumir la presidencia, el equipo de colaboradores de Alberto Fernández identificó 1.000 puntos críticos de pobreza. Se trata de barrios del conurbano bonaerense, Rosario, Córdoba, Mendoza, Tucumán y varias ciudades del norte argentino donde la gente padece hambre de verdad, como salteado o carece de un alimento diario.
Allí el gobierno nacional establecerá un acuerdo con gobernadores e intendentes para hacer llegar alimentos de forma inmediata. Es que los datos que maneja Arroyo sostienen que en muchos de esos puntos críticos hay “hambre severa”. Esto es: chicos que comen salteado o no comen durante un día entero.
El mapa de la pobreza crónica también puede ser utilizado como una herramienta de gestión para el gobierno nacional, los gobiernos provinciales y los gobiernos municipales ya que les permitirá afinar los detalles de las políticas para abordar la situación de la pobreza en las zonas de mayor urgencia.
“Una estrategia de reducción de la pobreza crónica debe contar con un diagnóstico preciso. Esto permitirá afinar detalles de implementación de políticas públicas para priorizar estas zonas”, explica Gala Díaz Langou, directora de Protección Social de CIPPEC.
Haciendo un par de clics, la herramienta permite ver para cada provincia, departamento o radio censal el nivel de incidencia de la pobreza crónica, el porcentaje de la población en situación de pobreza crónica, el porcentaje de población urbana, el porcentaje de hogares con hacinamiento crítico, el porcentaje de hogares en vivienda deficitaria, el porcentaje de hogares sin acceso a red cloacal, el porcentaje de hogares cuyos jefes o jefas tienen el primario completo o menos, el porcentaje de hogares cuyos jefes o jefas tienen el secundario incompleto o menos, el porcentaje de niños y niñas de entre seis y 17 años que no asisten a la escuela, y el porcentaje de la población sin obra social ni prepaga.
Para el CIPPEC, una estrategia general de reducción de la pobreza debe incluir políticas macroeconómicas que favorezcan el crecimiento con estabilidad, pero también políticas laborales, de protección social, educativas, habitacionales y de hábitat, entre otras. Los datos son alarmantes: el 16% de los departamentos urbanos y rurales muestran niveles preocupantes de pobreza crónica.
“Además de las acciones en el corto plazo para paliar los efectos de la crisis, esta estrategia deberá incluir políticas que permitan romper con la reproducción intergeneracional de la pobreza, mejorar las condiciones de trabajo y establecer mecanismos para asegurar los recursos para llevar a cabo estas acciones y su sostenibilidad”, enfatizó Gala Díaz Langou, directora del programa de Protección
Social de CIPPEC.
Dada la naturaleza compleja del fenómeno de la pobreza, el organismo propone una serie de medidas que se encuentran en cuatro grandes grupos. El primero está conformado por las políticas necesarias para mitigar los efectos de la crisis económica actual; el segundo refiere a las políticas en las cuales se debe invertir hoy para desactivar la reproducción intergeneracional de la pobreza crónica; el tercero comprende acciones para mejorar las condiciones de trabajo; y el último establece mecanismos para asegurar los recursos para llevar a cabo estas acciones y su sustentabilidad.
Una villa ubicada en el partido de Quilmes (Foto: Reuters)
“La cartografía de la pobreza crónica es un insumo indispensable para la puesta en marcha de Estados inteligentes. El territorio de la Argentina es sumamente extenso y heterogéneo. Contar con este tipo de herramientas es fundamental para definir mejor los problemas y ganar precisión en la orientación de la política pública y recursos escasos”, sostuvo Ianina Tuñón, investigadora del Observatorio de la Deuda Social Argentina de la UCA.
Lejos de los deseos de “pobreza cero” que anunciaba Mauricio Macri al asumir la presidencia, el Indec informó que en el primer semestre de 2019 el número de personas por debajo de la línea de pobreza creció al 35,4%, frente al 27,3% del mismo período de 2018. La cifra representa unos 15,9 millones de personas en todo el país —cerca de 3,8 millones más que el año anterior— cuyos ingresos no alcanzan para cubrir los servicios básicos.
En tanto, la indigencia —las personas que no tienen ingresos suficientes para hacer frente a las necesidades alimenticias— trepó al 7,7%, frente al 4,9% del mismo período de 2018. Se destaca la profundización de la pobreza extrema en el proceso de deterioro de la condiciones de vida, la cual aumenta en un 57,1%.
La cifra es la más alta en la era Macri: 3,2 puntos porcentuales más desde el 32,6% que se registró el primer semestre de 2016 (entre 2007 y 2015 el Indec estuvo intervenido).// tomado de infobae , sugerido en face

FELICES FIESTAS desde Gob EEUUU


Thank you for being a subscriber to our USAGov emails. 
We wish you a happy and safe holiday season!

MINERÍA CONTAMINANTE EN MENDOZA ARGENTINA


Hola 
El Movimiento Católico Mundial por el Clima (MCMC) hace eco de la carta de Mons. Marcelo Daniel Colombo al Gobernador de la Рrovincia de Mendoza, Dr. Rodolfo Suárez, en la cual se solicita vetar las modificaciones de la Ley 7722 sobre la actividad minera.      
Mons. Marcelo Colombo, Arzobispo de Mendoza, pide al gobernador "escuchar el clamor de su pueblo" respecto a la situación crítica de los recursos hídricos que enfrenta la provincia e invita al diálogo con la sociedad civil.
Рuedes apoyar esta acción dando retweet aquí con el hashtag #Mendoza y compartiendo en tus redes.     
Fraternalmente,
Ana Belén del MCMC
PD: Recuerda dar retweet aquí para apoyar a Mons. Marcelo Colombo, a los ciudadanos y a las futuras generaciones de Mendoza.

lunes, 23 de diciembre de 2019

CHINA PAGA 31,6% MÁS QUE HACE UN AÑO POR LA CARNE ARGENTINA


Por Ignacio Iriarte – Analista ganadero
Después de acumular fuertes subas de manera casi ininterrumpida, los precios de importación de la carne vacuna de China parecen haber tocado un techo. En las últimas semanas han experimentado un retroceso que puede estimarse en unos mil dólares por tonelada, como es el caso de la vaca e, los cortes de la rueda o el “shink-shank”. Del mismo modo, hace tres semanas que el precio mayorista de la carne de cerdo viene retrocediendo.
Pese a que las importaciones de cerdo y vacuno se mantienen muy altas, el gobierno -que está liberando voluminosos stocks de carne porcina- parece decidido a hacer todo lo necesario para que los precios domésticos de la carne caigan, especialmente los del cerdo, que hasta principios de noviembre mostraban una suba interanual del 103 por ciento.
Dentro de esta estrategia, han decidido habilitar nuevas plantas para importar carne de vaca, de cerdo y de ave en todo el mundo, e incluso podría legalizarse la importación de búfalo que actualmente ingresa de contrabando y que vale menos de la mitad que la carne que se produce en Sudamérica.
Del mismo modo, en las últimas semanas, el gobierno chino habría dado luz verde para la entrada de grandes volúmenes de carne proveniente de Hong Kong, en lo que se interpreta como un blanqueo del “canal gris” (contrabando).
En este contexto, la mayoría de los frigoríficos argentinos están vendidos por varias semanas, a valores muy altos, pero existe mucha incertidumbre sobre los valores que pagará China de acá en más para embarques que lleguen después del año nuevo lunar chino (25 de enero).
De todos modos, lo ganado hasta hoy es muy importante: el precio promedio de la carne sin hueso congelada embarcada a China en octubre último fue de 5.300 dólares por tonelada, contra 4.100 dólares del mismo mes del año pasado. Es decir, un alza del 31,6 por ciento.
En Brasil, por su parte, la combinación de una menor oferta ganadera con un aumento adicional de la demanda china motivó una fuerte alza del precio del ganado, que creció 37 por ciento en reales y 30 por ciento en dólares en los últimos 40 días.
Esto confirma al novillo de la Argentina como el más barato entre los países exportadores: sólo 2,40 dólares por kilo en gancho, contra 2,70 de Paraguay, 3,20 de Brasil, 3,70 de Australia, 4,15 de Estados Unidos o 4,35 de Uruguay.
Insumos
Por otro lado, en dólares corrientes y tomando como base 1999, un índice ponderado de insumos ganaderos crece 65 por ciento, mientras que el ternero en el mismo lapso sube 43 por ciento y el novillo, 51 por ciento.
Dentro de los principales componentes del índice, los salarios rurales crecen en dólares sólo nueve por ciento, mientras que un rollo de alambre lo hace 65 por ciento, una hectárea de pastura 154 por ciento y el gas oil 97 por ciento.
El índice de insumos en dólares que elaboramos desde hace veinte años (1999 = 100) tocó un mínimo de 154 puntos en septiembre.  //  tomado de el litoral de ctes ar 


FELICES FIESTAS desde varios amigos




































domingo, 22 de diciembre de 2019

JILGUERO DORADO y la musica de Corrientes Argentina



Brillo de sol, jilguero dorado
En relación a la cultura musical, el jilguero está presente en las letras de la música regional o en sus artistas. “Canta como un jilguero”, se oye decir. En esta simbiosis de aves y chamamé traemos en esta ocasión el tema “Penas de aves” del conjunto Trébol D4. 
Por Paulo Ferreyra
Colaboración: Abel Fleita
Especial para El Litoral
Jilguero dorado (Sicalis flaveola) es un ave pequeña, de unos 14 centímetros. Es un locuaz semillero de zonas arboladas. Su hábitat es extenso pues pueden ser observadas en campos abiertos, arbustivos, sabanas, bordes de selvas, bosques, parques urbanos y jardines. Se alimentan en el suelo o directamente de algunas plantas. Gusta de granos de pastos y otras plantas como amarantos. Además, consume frutas de tala y moras, en menor medida de brotes y hojas.  También come insectos como tucuras, escarabajos y moscas.  Es similar al misto en apariencia (Sicalis luteola), se diferencia en que el macho es mucho más amarillo y tiene la frente de color anaranjado suave, la hembra en cambio difiere en su plumaje ya que es barrado entre grisáceo y marrón.
Esta ave tiene sus crías de enero a octubre, anida en huecos de árboles, postes, caños de luz, postes de alambrados, nidos abandonados de carpinteros, horneros, leñateros, espineros y otras aves. El macho inicia un canto de indicación del nido a la hembra. Pone hasta 5 huevos ovoidales de color crema o blanco verdoso con manchas pardas y grisáceas. Tiene como mínimo dos nidadas al año, explica Eduardo Palombarini y Liliana Tejer en la app gratuita de Aves Argentinas. 
Adaptado a zonas urbanas 
“Cuando la comunicación acústica se realiza a distancia, como en el caso de las aves, la señal que llega al receptor puede diferir de la emitida debido a la degradación y contaminación acústica; por lo cual las especies deben modificar sus vocalizaciones para comunicarse efectivamente. Se estudiaron las vocalizaciones del jilguero dorado (Sicalis flaveola) en dos sitios con diferentes grados de contaminación acústica. El área con mayor contaminación acústica registró trinos más breves con frecuencias, máximas y mínimas, más elevadas; así como un preludio con frecuencias máximas más bajas. Los datos constituyen el primer aporte a la estructura de la vocalización del jilguero dorado en las áreas de estudio y brinda evidencias sobre las modificaciones que sufren por la contaminación acústica. Esta especie ajusta sus vocalizaciones a la contaminación acústica de diversas maneras simultáneamente, según las posibilidades intrínsecas de la especie”. 
“Los ecosistemas urbanos y suburbanos son áreas transformadas por las actividades antrópicas que sustentan una importante diversidad biológica. La alteración del campo acústico afecta la comunicación entre animales, poniendo en riesgo la estabilidad de sus dinámicas poblacionales”, explican en un documento El jilguero dorado (Sicalis flaveola) modifica la estructura de sus vocalizaciones para adaptarse a hábitats urbanos, investigación realizada por Evelina León, Adolfo Beltzer y Martín Quiroga. El informe fue publicado en la revista SciELO Analytics, publicación mexicana de la biodiversidad.
“Penas de las aves”
Un grupo de Santo Tomé, provincia de Santa Fe, se promociona como “Trébol D4 chamamé — Diversión Asegura”.  Se formaron en el mes de noviembre de 2011 y su debut sobre el escenario fue en El Festival El Potro en Recreo, Santa Fe. “Fuimos por un compromiso, pero no teníamos un nombre. Así que dialogando entre los cuatro dijimos vamos a ponerle Trébol D4 y así quedó. En la actualidad soñamos con conocer las distintas ciudades de nuestro país y hacer conocer este estilo chamamecero”, cuenta. Hoy el grupo está integrado por Julio Olivares, Patricio Espinosa, Daniel Alderete y Nolasco Vera.
En este camino que emprendimos de aves y chamamé, hoy se dan la mano el jilguero dorado y el tema “Penas de las aves” del grupo Trébol D4. Es posible encontrar esta melodía en Youtube, uno de los músicos del grupo cuenta que su estilo es bailantero. “Nuestro estilo apunta al público de las bailantas, a los festivales, jineteadas. Creemos que esos grandes espectáculos requieren del chamamé. El chamamé es el protagonista de estos espectáculos”. La intimidad de cada integrante de Trébol de 4 Chamamé se bifurca en las fuentes de inspiración. La inspiración de Daniel Alderete se inclina más por la costa del río, el agua, las aves, la tierra, una briza que llega o que lo acaricia le inspira para sacar algo con su acordeón. “En mi caso la inspiración viene por estar tranquilo, solo con el mate y la guitarra”, explica Nolasco Vera. “En esa atmósfera vienen momentos, paisajes, la niñez de tiempos felices, entre otras cosas que me llevan a componer. Todo lo que hago en esa soledad lo llevo al grupo para trabajar cada composición”.
“El tema Pena de las aves nacen del semillero de Daniel Alderete, es un tema que le pertenece donde he colaborado con las glosas. Es un muy buen tema. La composición de este tema surgió en una época difícil, muy complicada para los animales. En la zona de Santa Fe se han sacado muchos árboles a través de los desmontes hechos para sembrar soja. Nosotros sacamos a luz lo que las aves han perdido”, explica Vera.  A mitad del tema se escucha las glosas donde en parte dice, “en mi norte argentino sufren de penas las aves, porque ya no están sus algarrobas, chañares, cañaberales. Zapallo, algodón y trigo ya todo está perdido. Al campo le ganó la soja, tal vez no entienda la cosa, pero siento el sufrimiento”. 
Música a toda hora
El jilguero dorado es una de las aves que puede brindarnos experimentadas serenatas en cualquier momento del día, ya que es de las que se encuentran en lugares urbanos, rurales o sumamente agrestes. Son pequeñas, pueden estar solas, en pareja o a veces en ciertas bandaditas, movilizándose tras sus alimentos que se encuentran en diferentes tipos de ambientes.
Si bien son muy nombrados, conviene recordar que la especie posee dimorfismo sexual, es decir, los aspectos externos como el plumaje, difieren entre machos y hembras. Para el caso de los primeros, podrán verse en los registros que hoy nos acompañan, se destaca el plumaje amarillo, que en la zona de la cabeza puede tornarse un poco rojiza. Las hembras, en cambio, son de un color grisáseo, que sobre el pecho es más blanquecino. En general, en ellas se destacan sus finas estrías en buena parte del cuerpo.
En relación a la cultura musical, el jilguero está presente en las letras del chamamé o en sus artistas. “Canta como un jilguero”, también oímos decir a veces en la música del litoral de argentina cuando el intérprete posee voz melodiosa, agradable a los oídos y a la vez de notas altas, agudas.
Podemos sentirlo nombrar en el tema “Los pajaritos” y a la vez descubrir, a través de esta ave, al cantante y compositor Lisardo Cáceres, “el jilguero”, de innumerables chamamés clásicos interpretados en dúos o trío de voces, en especial junto al conjunto de Tránsito Cocomarola.
Las imágenes que hoy nos acompañan, fueron tomadas en zonas rurales. La del macho en una siesta de intenso calor y la de la hembra antes del atardecer, en un árbol de tala solitario, de esos que se encuentran en sintonía con los alambrados, previos al monte.
Recordando a aquel individuo de la calurosa tarde sobre el poste, entonando frente al observador y siendo a la vez fuente de inagotable inspiración, podemos entender que el jilguero dorado es el pequeño sol en la tierra. 
Tomado de el litoral de ctes ar

sábado, 21 de diciembre de 2019

LEISHMANIASIS: DETECTARON LESIONES EN VECINOS Y TOMARON MUESTRAS EN BELLA VISTA, Corrientes Argentina


Se trata de casos que serán materia de una pesquisa que desarrolla el Ministerio de Salud de la Provincia. En la misma zona hubo un brote que alcanzó los 77 pacientes.
El Ministerio de Salud Pública de la Provincia, a través del Programa Provincial de Leishmaniasis, realizó acciones de prevención y control de Leishmaniasis en los barrios La Florida y Karle de Bella Vista.
Al respecto, la jefa del Programa de Leishmaniasis, Karina Ramos, indicó que “recibimos el aviso de pacientes que se acercaron al hospital de Bella Vista con lesiones compatibles con esta enfermedad, por lo que fuimos con Epidemiología y el equipo de residentes en Epidemiología”.
Precisó que “se realizó búsqueda activa de casos, se convocó a los pacientes al Caps local, y en otros casos fuimos directamente a los domicilios, donde se hizo toma de muestras de las lesiones, que están siendo analizadas para poder certificar si son compatibles con Leishmaniasis cutánea”. Ramos recordó que los dos barrios intervenidos “fueron escenario del brote más importante que tuvo la provincia en 2004, con casi 77 pacientes”.// tomado de el litoral de ctes ar

LA OLEADA MUNDIAL DE ENDEUDAMIENTO ES LA MÁS GRANDE Y MÁS RÁPIDA EN 50 AÑOS


CIUDAD DE WASHINGTON, 19 de diciembre de 2019La deuda de las economías emergentes y en desarrollo alcanzó la cifra récord de USD 55 billones en 2018, lo que marcó un período de ocho años de incremento, el más grande, rápido y generalizado en casi cinco décadas, según un nuevo estudio del Grupo Banco Mundial que insta a las autoridades a actuar sin pérdida de tiempo para fortalecer sus respectivas políticas económicas y reducir la vulnerabilidad ante las perturbaciones financieras.
El análisis se presenta en Global Waves of Debt (Oleadas mundiales de deuda) (i), estudio completo de los cuatro principales episodios de acumulación de deuda que se produjeron en más de 100 países desde 1970. En él se llegó a la conclusión de que la relación entre deuda y PIB de los países en desarrollo ha aumentado 54 puntos porcentuales hasta llegar al 168  % desde que la deuda comenzó a acumularse en 2010. En promedio, esa relación se ha incrementado en unos siete puntos porcentuales por año, es decir, con una rapidez que casi triplica la que se registró durante la crisis de la deuda de América Latina en la década de 1970. Además, el aumento ha tenido una base excepcionalmente amplia, ya que se ha observado tanto en la deuda pública como en la privada y prácticamente en todas las regiones del mundo.
“La dimensión, la velocidad y la amplitud de la última ola de deuda deberían despertar preocupación en todos nosotros”, dijo David Malpass, presidente del Grupo Banco Mundial. “Esto pone de relieve los motivos por los cuales la gestión de la deuda y su transparencia deben revestir el máximo grado de prioridad para las autoridades responsables, a fin de que estas puedan incrementar el crecimiento y la inversión y asegurarse de que la deuda que contraen contribuya a lograr mejores resultados de desarrollo para la población”. 
De acuerdo con el informe, la prevalencia de tasas de interés históricamente bajas en el mundo mitiga el riesgo de crisis por el momento. No obstante, el registro de los últimos 50 años pone de relieve los peligros: desde 1970, alrededor de la mitad de los 521 episodios de rápido crecimiento de la deuda en los países en desarrollo ha ido acompañada de crisis financieras que debilitaron considerablemente el ingreso per cápita y la inversión. 
“La historia muestra que los grandes aumentos de deuda suelen coincidir con crisis financieras en los países en desarrollo, con un elevado costo para la población”, señaló Ceyla Pazarbasioglu, vicepresidenta de Crecimiento Equitativo, Finanzas e Instituciones, del Grupo Banco Mundial. “Las autoridades deberían actuar sin demora para reforzar la sostenibilidad de la deuda y reducir la exposición a las perturbaciones económicas”.  
En el análisis se determinó que esta última oleada difiere de las tres anteriores en diversos aspectos: implica la acumulación simultánea de deuda tanto pública como privada, y la presencia de nuevos tipos de acreedores, y no se limita a una o dos regiones. Parte del incremento de la deuda ha sido impulsado por China, donde la relación entre deuda y PIB ha aumentado 72 puntos hasta situarse en el 255 % desde 2010. Sin embargo, la deuda es notablemente más elevada en los países en desarrollo aun si se excluye a China del análisis: entre las economías emergentes y en desarrollo, duplica el nivel nominal registrado en 2007. 
Esas características plantean dificultades que las autoridades no habían tenido que afrontar antes. Por ejemplo, en la actualidad el 50 % de la deuda pública de las economías emergentes y en desarrollo está en manos de inversionistas no residentes, porcentaje considerablemente mayor que en 2010. Para los países de ingreso bajo, gran parte de esa deuda se ha contraído en condiciones no concesionarias y por fuera del marco de resolución del Club de París.  
Vistas las circunstancias, las autoridades deberían elaborar mecanismos para facilitar la resolución de la deuda cuando sea necesario, según el informe. Una mayor transparencia también sería de gran ayuda.
Última actualización: Dic 19, 2019
COMUNICADO DE PRENSA N.º 2020/090/EFI
Contacto
En la ciudad de Washington
Joe Rebello
202-458-8051
jrebello@worldbankgroup.org // tomado d e envio de banco mundial 


COM NOVO ESTUDO, CIENTISTAS AVANÇAM EM VACINA CONTRA O ZIKA VÍRUS


  Aplicada em macacos fêmeas, fórmula reduz a quantidade do micro-organismo nas cobaias infectadas e impede que ele seja transmitido aos fetos. A abordagem poderá evitar complicações gestacionais em humanos, como a microcefalia
VS Vilhena Soares
 (foto: AFP / YE AUNG THU)
Um dos maiores problemas desencadeados pelo zika é a microcefalia — a má-formação do cérebro em bebês. Para evitar que ela ocorra, pesquisadores dos Estados Unidos desenvolvem uma vacina destinada a gestantes. A fórmula foi testada em macacos e mostrou resultados extremamente positivos: reduziu a quantidade de vírus no organismo das cobaias. Os dados foram apresentados na última edição da revista
Science Translational Medicine.
O estudo americano é um desdobramento de pesquisas em que os investigadores testaram a mesma vacina também em primatas. Os resultados positivos serviram como incentivo para analisar o efeito da fórmula durante a gravidez. “A infecção pelo vírus zika em mulheres grávidas está associada a um alto risco de efeitos fetais adversos, incluindo morte fetal, microcefalia e outras anormalidades, coletivamente denominados síndrome congênita do zika. Nenhuma vacina aprovada ainda está disponível”, detalha Koen K. Van Rompay, pesquisador da Universidade da Califórnia e um dos autores do estudo.
A vacina VRC5283 foi aplicada em 18 macacos fêmeas, que foram imunizadas até um ano antes de engravidar. “O novo estudo foi projetado para imitar um cenário do mundo real, em que as mulheres poderiam ser vacinadas meses ou anos antes de ficarem grávidas”, frisa Van Rompay. Na segunda etapa do experimento, os cientistas administraram cepas de zika nas cobaias durante o primeiro e o segundo trimestres da gravidez, assim como em animais não vacinados (do grupo de controle).
Os resultados mostraram que os macacos vacinados apresentaram menores quantidades de vírus e respostas mais fortes de anticorpos, quando comparados às cobaias do outro grupo. As fêmeas vacinadas tinham menos vírus no sangue e o micro-organismo persistiu nelas por um período mais curto após a exposição. Dois animais que não receberam a VRC5283 perderam o feto no início da gravidez devido à infecção pelo vírus, mas não houve perda precoce do feto no grupo imunizado.
“Nosso estudo mostrou que a vacinação de animais antes da gravidez foi capaz de induzir respostas imunes. Quando os animais engravidavam subsequentemente e foram expostos ao vírus zika, a vacina reduziu a viremia nos macacos adultos e também melhorou os resultados fetais, reduzindo a transmissão transplacentária do vírus”, detalha o autor do estudo.
No fim da gravidez, os pesquisadores também procuraram o vírus zika nos tecidos das mães e dos fetos. Não foi detectado RNA do patógeno em nenhum dos animais do grupo vacinado, sugerindo que a vacina impede a transmissão do vírus ao feto. “Nosso estudo foi o primeiro a mostrar isso em um modelo de primata não humano e, portanto, nossos achados apoiam o desenvolvimento clínico dessa vacina”, completa Van Rompay.
Testes clínicos
Com base nos resultados positivos, os pesquisadores acreditam que a vacina pode impedir a transmissão também em humanos. Os testes clínicos, com voluntários, começaram a ser feitos em oito países. “Estamos analisando a segurança, a tolerabilidade e a imunogenicidade dessa e de outras duas candidatas a vacinas”, conta Van Rompay. A equipe ressalta que outras etapas científicas precisam ser vencidas até que a fórmula possa ser comercializada.
Outra etapa em andamento é a análise da capacidade de uso de um anticorpo passivo contra o zika para proteger grávidas em menos tempo. Isso porque se leva algumas semanas para o desenvolvimento de células de defesa após a vacinação. Segundo os pesquisadores, uma transferência passiva de anticorpos poderá ser usada para tratar imediatamente uma  grávida que corre o risco de se infectar ou que apresente sintomas de infecção pelo vírus zika.
Os pesquisadores da Universidade da Califórnia também estão analisando como esse micro-organismo afeta o desenvolvimento de jovens macacos. Os especialistas explicam que os macacos rhesus não desenvolvem a mesma má-formação do crânio observada em bebês humanos. Existem deficits de desenvolvimento menos evidentes nos primatas, que, ao serem bem compreendidos, podem ser usados para contribuir na área de pesquisa. “Acreditamos que possam ter muitos bebês expostos ao vírus zika antes do nascimento que apresentam deficits de desenvolvimento mais sutis, assim como esses animais”, diz Van Rompay.
Promissor
Werciley Júnior, infectologista e chefe da Comissão de Controle de Infecção do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, destaca que o estudo americano mostra dados muito positivos. “Temos um começo bastante promissor, que dá foco a uma das maiores preocupações em relação ao zika vírus. É uma ótima ideia encontrar uma estratégia de prevenção para ser usada principalmente em mulheres grávidas”, diz o médico.
Para Júnior, o surgimento de uma vacina contra o zika se torna cada vez mais próximo. “Há projetos que estão chegando perto do sucesso total. Porém, temos que destacar que a vacina ideal precisar ser feita sem o vírus vivo. Caso contrário, muitas pessoas com problemas imunes teriam reações. Uma fórmula sem riscos é necessária para atingir um público mais amplo e, dessa forma, proteger mais gente”, enfatiza o infectologista.
Tomado de correio brasiliense

PESEBRES QUE SORPRENDEN EN EL OCCIDENTE DE MEDELLÍN


Pesebres que sorprenden en el occidente de Medellín
Belén, Diciembre 17, 2019
Gente recorrió diferentes escenarios elaborados por vecinos del occidente de Medellín, en los que se recrean el nacimiento, la vida y la familia de Jesús.
Con motivo de integrar a los vecinos de Belén Miravalle y compartir junto a ellos las novenas y demás tradiciones navideñas, el padre Carlos Mario Hincapié elaboró un pesebre afuera de su casa, en el cual se puede contemplar el nacimiento de Jesús.
“Al mirar a Jesús, María y José, podremos saber que Dios siempre está con nosotros. Es por eso que la Nochebuena no es una festividad común y corriente, es la noche en la que el creador nos demuestra cuánto nos ama con el nacimiento de su hijo”, explicó el sacerdote.
Un pesebre 100 % ecológico, que fue construido con ayuda de sus hermanos y su amigo Albeiro Rendón, se compone de la pesebrera donde nacerá el Niño Jesús el 25 de diciembre, y al otro lado de la casa el pueblo de Belén, con una quebrada por donde pasaron María y José para llegar al establo.
“Llevamos 2 años realizando el pesebre desde que regresé. Nos integramos mucho en el barrio porque en la Navidad del año pasado asistieron cerca de 120 personas y 30 niños, compartimos unos regalitos y un momento agradable”, comentó Hincapié.
Sin importar el tamaño o el contenido, un pesebre pretende resaltar la época en que nació Jesús, la forma de las casas, los trabajos de las personas y los animales. Así como el que Gustavo Adolfo Aristizábal hizo en el jardín de su unidad, la urbanización Oasis, en la Loma de Los Bernal.
“Es un pesebre grande de 4 x 4. Buscamos representar en cada escena algo verdadero que se vivió durante el nacimiento de Jesús. Por ejemplo, el carpintero tallando la madera, un alfarero moldeando las vasijas, las samaritanas… Queríamos un concepto de realidad, a una escala proporcional entre las figuras y las casas que componen el pueblo”, explicó el vecino.
Aunque Gustavo Adolfo es quien lo diseña y organiza cada una de las escenas, para él es muy gratificante que niños se ofrecieran para ayudar a construirlo. “Ellos fueron muy colaboradores, se prestaron para conseguir materiales, como piedras y objetos reciclables, que usamos en varias escenas para adornarlas”.
Este pesebre es el resultado de un arduo trabajo, ya que no se construyó en 2 o 3 semanas. Desde inicios del año, Adolfo Aristizábal comenzó una planeación sobre los diseños. “Algunas de las casas tardé hasta 4 meses en construirlas y terminar sus detalles. Utilicé materiales como triplex, yeso, icopor, colbón, aserrín, entre otros, con el fin de darle un aspecto natural al terreno, envejecer las construcciones y resaltar detalles de esa época”, manifestó el vecino.
La exposición de pesebres
En el barrio Conquistadores se llevó a cabo la séptima exposición de pesebres y madonas, a cargo de varios artistas que usaron diferentes técnicas para la elaboración de cada una de las 60 obras que presentaron.
Cecilia Prada, representante del colectivo artístico Conquistarte, explicó que los dioramas bíblicos fueron la tendencia en esta exposición. “Son escenas bíblicas recreadas en cajones, en tercera dimensión; te transportan al lugar y ves en detalle cada uno de los pueblos. Había otros pesebres creados con puntillismo, tejidos, arte naíf y collage, todos son maravillosos”.
Gloria Patricia Ortega, pesebrista bíblica, fue una de las artistas que expuso en este evento. “Todo es hecho a mano, comenzamos desde febrero hasta noviembre, usamos diferentes materiales para elaborar los terrenos, vestuarios, elementos de cocina”.
“No solo realizamos pesebres del nacimiento, sino otros pasajes bíblicos, como para Semana Santa, el pueblo de Israel en Egipto, la niñez de Jesús en la carpintería, entre otros”, comentó Claudia Arboleda, expositora.
Los artistas usaron elementos como yeso, corteza de árbol real, drywall para las paredes y, en la mayoría de los casos, las figuras son importadas.
Cecilia Prada explicó que “estos espacios son importantes porque artistas o pesebristas que apenas están iniciando tienen la oportunidad de mostrar sus obras, respaldada por otros pesebres de calidad, en varias técnicas artísticas”.
Por Alexis Carrillo Puerta
tomado de el colombiano


CONFIRMAN NUEVO CASO DE ARENAVIRUS Y APLICAN LA VIGILANCIA EPIDEMIOLÓGICA en Bolivia


El Hospital Obrero de La Paz, donde se atendió un caso de arenavirus. | MARKA REGISTRADA
Un nuevo caso de paciente con el virus del arenavirus fue confirmado ayer por el Servicio Departamental de Salud (Sedes) La Paz, entidad que intensificó la vigilancia epidemiológica para evitar la proliferación de la enfermedad.
La responsable Departamental de Vigilancia Epidemiológica, Claudia Salazar, confirmó que se trata de un paciente proveniente de Alto Beni, que en pasados días presentó fiebre hemorrágica, además de otras sintomatologías.
El 12 de diciembre se reportó la sospecha del caso en el Hospital de Caranavi con síntomas de mialgias, dolor retroocular, dolor abdominal, signos de deshidratación y fiebre hemorrágica, razón por la que se lo trasladó al Hospital del Norte, donde se le tomaron muestras para ser enviadas al Centro de Enfermedades Tropicales en Santa Cruz. Además, se constató una enfermedad de base (diabetes), por lo que fue trasladado a la Unidad de Terapia Intensiva del Hospital Agramont.
Los resultados de ayer fueron enviadas también al CDC de Atlanta de Estados Unidos para la serotipificación.
Según el reporte médico, el paciente se halla actualmente estable y no ha presentado más signos de hemorragia, además se considera un caso aislado, informó la responsable de Vigilancia Epidemiológica del Sedes. También se informó que ya reconoce a sus familiares y puede hablar.
Vigilancia
También se dio a conocer que el Sedes La Paz se encuentra en una vigilancia epidemiológica y en busca de síndromes febriles, que son el signo inicial de esta patología.
“El personal de los Centros de Salud del área ya tomó contacto y conocimiento de este caso, por lo cual se está realizando una intervención en el lugar. Ya se contactó con aproximadamente 70 personas que estuvieron en contacto con el paciente y se está tomando muestras a toda persona con sintomatología para descartar cualquier sospecha”, señaló Salazar.
Además, la semana pasada, el Sedes realizó la “desratización” de la comunidad y de la casa del paciente, para lo que entró un contingente de salud para hacer la evaluación e investigación minuciosa del comportamiento del roedor.
También se está haciendo un seguimiento al personal de salud que estuvo en contacto con el paciente para detectar posibles síntomas, un monitoreo que se realizará durante los próximos 20 días.
 El paciente fue diagnosticado el pasado 12 de diciembre, pero actualmente se encuentra estable
 VIDAS QUE COBRÓ LA ENFERMEDAD
El arenavirus es una enferme dad que provoca hemorragia y que se transmite por un roedor selvático.
Según reportes médicos, Macario Gironda, un agricultor de 76 años, perdió la vida en mayo pasado por el arenavirus. Posteriormente, esa enfermedad cobró la vida de Ximena Cuéllar, médica internista que trabajaba en el Hospital de Caranavi, y del médico Gustavo Vidales.
El médico Marco Ortiz fue el único sobreviviente del arenavirus, tras un informe y el alta médica que dio la Caja Petrolera de Salud (CPS) al paciente, que tuvo que permanecer internado durante 153 días.
Tomado de los tiempos de Bolivia

miércoles, 18 de diciembre de 2019

COP 25: CRISIS CLIMÁTICA, ALGO OLIÓ A PODRIDO EN MADRID


cop 25
Por Ricardo Luis Mascheroni*
Cuando todavía no se han acallado los ecos, voces y los discursos de la Cumbre de Cambio Climático, el mundo sigue sin entender qué fue lo que pasó o cuáles fueron sus logros, si es que existieron. En esta nota de opinión, un análisis crítico de esta conferencia internacional.
    La Cumbre que se realizó en Madrid, España.
Por Ricardo Luis Mascheroni*
“No es verde todo lo que se pinta de verde” Eduardo Galeano
Del 3 al 15 de Diciembre, se desarrolló en Madrid, la “Cumbre sobre Cambio Climático”, que en principio tenía fecha de finalización el día 13 de este mes, pero ante la falta de acuerdos se prorrogó por dos días más, con el cada vez más inalcanzable objetivo de lograr reducir los gases de efecto invernadero que provocan el peligroso cambio climático, que impida la elevación de la temperatura media en más de 1,5 º C.
Cuando todavía no se han acallado los ecos, voces y los discursos de la Cumbre de Cambio Climático, el mundo sigue sin entender qué fue lo que pasó o cuáles fueron sus logros, si es que existieron.
Las noticias, sesgadas, intencionadas, contradictorias en muchos casos y casi siempre dependiendo del color del cristal con que se la mire, no han ayudado al esclarecimiento de cuál fue el resultado de dos semanas de debates, búsquedas de consensos y protestas variopintas.
Muchos afirman que no es bueno hacer análisis o balances sobre caliente, por cuanto se pierde perspectiva, no obstante intentaré desde mi óptica o mi subjetividad, volcar algunos aportes a la confusión general.
Las últimas informaciones que se conocen dicen más o menos lo siguiente: La Conferencia no logró colmar las expectativas;  Sólo se alcanzó un frágil acuerdo climático; La Declaración final sólo fijó metas generales, no vinculantes.
A la luz de esas noticias, podemos afirmar que las frustraciones, el sabor amargo y la impotencia han marcado la regla y que todas las esperanzas y los esfuerzos puestos por distintos sectores para intentar hacer un mundo un poco más vivible, se han ido por la borda.
Quienes como muchos, creyeron ingenua o esperanzadamente que los ideales, los principios, las urgencias y la racionalidad, en este mundo pragmático y utilitarista, podrían pesar o valer más que los egoísmos, mezquindades y la avidez de los señores feudales del Planeta. Indudablemente que se equivocaron.
Se engañaron también, los que creyeron que podían esperar las soluciones a los problemas del Planeta, de los mismos que lo han llevado a esta situación de crisis terminal.
En similar error han caído los que pensaban, que la corrección del planteo, el voluntarismo o las declamaciones inflamadas, eran suficientes para torcer el brazo de los que tienen poder de vida y de muerte en el mundo.
Las cosas que muchos se negaban a aceptar se empiezan a poner en blanco sobre negro, se terminó la hipocresía y los discursos vacíos.
Ahora todo depende de los sectores que tradicionalmente han sido excluidos del banquete global y fundamentalmente de su capacidad de organización e inteligencia.
Debemos aprender que nada se puede esperar de las promesas de migajas de fondos o tecnologías, que casi nunca llegan y si llegan son productos de condicionamientos políticos, productivos e invariablemente de ajustes económicos en beneficio de aquellos, que por otra parte nunca se ajustan el cinturón.
El maquillaje y la pintura verde sólo alcanzan para teñir un poco, cambiar algunas cosas, para que nada nada cambie y a la par que resuenan los ecos de discursos encendidos, apelando a la responsabilidad de todos para salvar el futuro común, el armamentismo aumenta sus presupuestos a niveles astronómicos para matar con mayor eficiencia, y las mineras, petroleras, bancos y casinos globales se derraman por toda la geografía planetaria, en una danza de billones que nos arrastra en su torbellino devastador.
En las anteriores, al igual que en ésta, ha sobrado la falta de voluntad política para lograr acuerdos que impidan que millones de personas marchen al abismo, más allá de las altisonantes declaraciones en pos de la responsabilidad común en la salvaguarda del planeta.
Lo único que se ha afianzado en estos tiempos, es el fabuloso turismo verde en torno a estas cumbres, que de conformidad a informes se calcula que a Madrid asistieron decenas de miles de personas, a un costo de miles de millones de euros.
Todos los apelativos a la racionalidad cayeron en saco roto y la mezquindad de los países de poderosos y responsables del descalabro, asombrosa, ya que los fondos comprometidos para instrumentar medidas de adaptación y mitigación del fenómeno, brillaron por su ausencia y los aportes, no muy claros, nunca aparecen.
Finalizada la Cumbre y su gran escenario circense, más allá de la frustración de muchos, sin dudas que entre bambalinas, los encargados y directores del montaje, champaña en mano, podrán decir con un dejo de satisfacción: “el objetivo está cumplido”.
No comulgo con los que afirman que la actitud de los poderosos es suicida, lejos de ello, nada indica que esa sea su conducta o su intención. Todo indicaría por el contrario, que sí están dispuestos a eliminar una gran parte de los seres humanos que por justicia tienen derecho propio a la vida, su calidad, el ambiente y el futuro, aunque aquellos sectores no lo entiendan así.
Pese a todo soy optimista en la medida que la sociedad planetaria se anime al cambio, la valentía y sobre todo al heroísmo de construir un mundo distinto, con racionalidad, cooperación, solidaridad y justicia global.
*Ricardo Luis  Mascheroni - Docente Universitario / Columnista de HoraCero
 enviada por ricardo