FOTO

FOTO
la fotografia , es de LA RIOJA ARGENTINA y fue tomada por luis pedro mujica

miércoles, 31 de octubre de 2018

SEMANA NACIONAL PARA LA SEGURIDAD DE LOS CONDUCTORES ADOLESCENTES


 Semana Nacional para la Seguridad de los Conductores Adolescentes
Los choques vehiculares son la principal causa de muerte entre los adolescentes en los Estados Unidos. Los padres pueden marcar una gran diferencia para mantener seguros a los conductores adolescentes.
Este año, la Semana Nacional para la Seguridad de los Conductores Adolescentes se celebra del 21 al 27 de octubre. El objetivo de esta semana es ayudar a prevenir los choques que involucren a conductores adolescentes, aumentar la concientización sobre las prácticas para manejar de manera segura, y educar a los padres y adolescentes acerca de los peligros que hay al conducir.
Infórmese sobre la conducción de los adolescentes
  • Los choques vehiculares son la principal causa de muerte entre los adolescentes en los Estados Unidos.
  • Más de 2400 adolescentes (de 16 a 19 años) perdieron la vida en choques vehiculares en el 2016. Eso significa seis adolescentes al día.
  • La falta de experiencia del conductor es una de las principales causas de choques vehiculares mortales entre los conductores adolescentes.
Afortunadamente, los choques vehiculares son prevenibles y los padres pueden marcar una gran diferencia para mantener seguros a los conductores adolescentes. La experiencia es la clave para manejar de manera más segura. Mientras más practiquen los adolescentes, mejor.

Los padres pueden marcar una diferencia. Hable con su hijo adolescente sobre sus reglas para manejar y haga un “Contrato de manejo entre padre e hijo adolescente” que ponga esas reglas por escrito a fin de establecer expectativas y límites claros.
A continuación, hay algunas maneras eficaces de participar activamente cuando su hijo adolescente esté conduciendo:
  • Acompañe a su hijo adolescente cuando este maneje, por al menos 30 a 50 horas. Obsérvelo atentamente y hágale recomendaciones sobre cómo puede mejorar. Practiquen a diferentes horas del día, con distintas condiciones de tiempo, y cuando haya mucho o poco tráfico. Su orientación —y los consejos útiles que le dé con calma— permanecerán grabados en la memoria de su hijo adolescente mucho después de que empiece a salir solo en el auto.
  • Asegúrese de que usted y su hijo estén al tanto de las principales causas de los choques vehiculares que involucran a adolescentes. Sepa cuáles son las 8 zonas de peligro* y vea consejos sobre cómo reducir estos riesgos principales:
    1. Falta de experiencia del conductor
    2. Manejar con pasajeros adolescentes
    3. Manejar durante la noche
    4. No usar el cinturón de seguridad
    5. Manejar con distracciones
    6. Manejar con sueño
    7. Manejar de manera irresponsable
    8. Manejar bajo los efectos de sustancias
  • El riesgo de choques es mayor durante el primer año en que el adolescente tiene licencia. Use un Contrato de manejo entre padre e hijo adolescente para poner reglas que ayudarán a su hijo a mantenerse seguro en el camino. No olvide actualizar el acuerdo a medida que la experiencia de su hijo adolescente aumente.
  • ¿Sabe qué dice la ley de manejo para adolescentes del estado en que reside acerca de la cantidad límite de pasajeros? Averígüelo aquí.* Si su estado no tiene reglas al respecto, limite a cero o uno la cantidad de pasajeros jóvenes que su hijo adolescente pueda llevar por lo menos durante los primeros seis meses de manejo con licencia.
  • A cualquier edad, los choques mortales tienen más probabilidades de ocurrir por la noche; pero el riesgo es más alto para los adolescentes. Asegúrese de que su hijo adolescente practique manejar de noche, y que no conduzca después de las 9 o 10 p. m. por al menos los primeros seis meses después de obtener su licencia de manejo. Si su hijo adolescente tiene una licencia intermediause este mapa* para obtener más información sobre las restricciones de manejo por la noche en su estado.
La campaña de los CDC “Los Padres Son la Clave” ayuda a informar a los padres acerca del rol clave que pueden —y deberían— desempeñar para proteger a sus conductores adolescentes. Los materiales de esta campaña se pueden usar para ayudar a los padres a informarse sobre las situaciones que son más peligrosas para sus jóvenes conductores cuando manejan, y cómo evitarlas.
Recuerde ser un buen ejemplo para su hijo adolescente; siempre use el cinturón de seguridad. Exija que su hijo adolescente use el cinturón de seguridad cada vez que esté en el auto. Es la manera más simple de prevenir lesiones y muertes en los choques de autos. Esta semana y siempre, ¡ayude a mantener a los conductores adolescentes seguros en el camino!
* Los enlaces a sitios web pueden llevar a páginas en inglés o español.
Más información (en inglés y español)
TOMADO DE ENVIO DEL CDC DE EEUU

89% DOS VERTEBRADOS DA AMÉRICA DO SUL E CARIBE DESAPARECERAM DESDE 1970


89% dos vertebrados da América do Sul e Caribe desapareceram desde 1970
Terra sofre queda drástica da flora e da fauna em decorrência da ação predatória humana desde 1970, aponta relatório do WWF. Os vertebrados estão entre os mais atingidos CB Correio Braziliense
Documento alerta sobre o desmatamento da Floresta Amazônica: quase 20% da área desapareceu em
44 anos(foto: Nacho Doce/AFP)
 (foto: Nacho Doce/AFP)
Estamos em um planeta cada vez mais despojado de biodiversidade. E somos os principais responsáveis por isso, alerta o relatório Planeta Vivo, divulgado ontem pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF). O documento tem entre os destaques a drástica redução da população de vertebrados selvagens, como mamíferos, pássaros, peixes, répteis e anfíbios. De 1970 a 2014, 60% desses animais desapareceram no mundo.
O retrato é “aterrador” na zona Caribe/América do Sul: um declive de 89% em 44 anos. América do Norte e Groenlândia sofreram as menores reduções da fauna, 23%. Europa, norte da África e Oriente Médio apresentaram declive de 31%.
A perda do ambiente natural é a principal razão do fenômeno, e o relatório aponta que ela é ocasionada essencialmente pela agricultura intensiva, pela mineração e pela urbanização, que provocam o desmatamento e o esgotamento dos solos.
No caso do Brasil, entre as espécies ameaçadas estão a jandaia-amarela, o tatu-bola, o muriqui-do-sul, o uacari e o boto, segundo o relatório. De maneira global, a taxa de extinção das espécies é de 100 a 1.000 vezes superior à que era há alguns séculos, antes de as atividades humanas começarem a alterar a biologia e a química terrestres. Para especialistas, está ocorrendo uma extinção em massa, a
sexta em apenas 500 milhões de anos.
A realidade da flora não é diferente. Quase 20% da Floresta Amazônica, a maior do mundo, desapareceu no período analisado. O impacto no cerrado foi de 50%. No planeta, os bosques tropicais seguem minguando, principalmente diante da pressão dos produtores de soja e de óleo de palma e da pecuária. Entre 2000 e 2014, o mundo perdeu 920 mil quilômetros quadrados de matas virgens, uma superfície similar à soma da França e da Alemanha. Esse ritmo cresceu 20% de 2014 a 2016, em relação aos 15 anos precedentes.
Em nível mundial, apenas 25% dos solos estão livres da marca do homem. Em 2050, a estimativa é de que o número caia para apenas 10%. “Preservar a natureza não é apenas proteger tigres, pandas, baleias e animais que apreciamos. É muito mais: não pode haver um futuro saudável e próspero para os homens em um planeta com o clima desestabilizado, os oceanos sujos, os solos degradados e as matas vazias, um planeta despojado de sua biodiversidade”, afirma o diretor-geral do WWF, Marco Lambertini.
Líderes pouco reativos
Apesar do cenário preocupante, o WWF ressalta que o futuro das espécies “não parece chamar a atenção suficiente dos líderes mundiais”.  A organização não governamental defende elevar o nível de alerta e provocar um amplo movimento, como se fez pelo clima. “A situação é verdadeiramente ruim, dizemos isso há um tempo, mas não deixa de piorar. Se colocou muita atenção no clima, mas esquecemos outros sistemas, como florestas e oceanos, interconectados com o clima e muito importantes para a conservação da vida na Terra”, justifica Marco Lambertini, em entrevista à agência France-Presse (AFP).
Para o diretor-geral do WWF, a única boa notícia do relatório é que sabemos exatamente o que está acontecendo, o que permite a adoção de respostas adequadas. “Somos a primeira geração que tem uma visão clara do valor da natureza e do nosso impacto nela. Poderemos também ser a última capaz de inverter essa tendência”, destaca o relatório, baseado no acompanhamento de 16.700 populações de 4 mil espécies e na participação de 50 especialistas.
Mantido o ritmo de destruição, “uma porta sem precedentes se fechará rapidamente”, de acordo com o WWF. Pascal Canfin, diretor-geral da ONG na França, lembra que “o desaparecimento do capital natural é um problema ético, mas também tem consequências em nosso desenvolvimento, em nossos empregos”, em proporções cada vez mais evidentes. “Pescamos menos que há 20 anos porque as reservas diminuem. O rendimento de alguns cultivos começa a cair. Na França, o trigo está estancado desde os anos 2000. Estamos jogando pedras em nosso telhado”, alerta.
Marco Lambertini aponta algumas medidas que podem frear o problema. “O consumo de energia e a maneira como a produzimos são elementos importantes. O consumo de alimentos é outro grande fator: 40% dos solos foram convertidos para fins de produção alimentícia, 70% dos recursos de água servem para isso, mais de 30% dos gases com efeito estufa surgem daí. A soja, o óleo de palma e o gado bovino causam 80% do desmatamento do planeta na atualidade.”
“Não pode haver um futuro saudável e próspero para os homens em um planeta com o clima desestabilizado, os oceanos sujos, os solos degradados e as matas vazias, um planeta despojado de sua biodiversidade”
Marco Lambertini, diretor-geral do WWF // TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

TREN BIOCEANICO SIGUE SU CURSO


 Proyecto del bioceánico deber ser atractivo para dialogar con Brasil
Economía FotoPDF
Trazos del proyecto del tren bioceánico. | LOS TIEMPOS
Bolivia debe generar nuevos acercamientos con Brasil, pero con propuestas técnicas sólidas que demuestren la factibilidad económica para consolidar el proyecto del tren bioceánico, sugieren analistas económicos después de que el presidente de Chile, Sebastián Piñera, hablara de un corredor que no pasa por Bolivia.
“Yo creo que Bolivia no puede dormirse en sus laureles, es un proyecto que daría mucho beneficio para el país y no lo puede dejar escapar. El Gobierno no tiene que actuar políticamente en este caso, sino aproximarse lo más antes posible al Presidente electo para concretar todo lo avanzado con su predecesor”, sugirió el analista económico, Luis Carlos Jemio.
Según el analista económico, José Gabriel Espinosa, Bolivia tiene una oferta que implica mayor inversión, pero debe tener el respaldo técnico necesario para convencer a Brasil de que se trata de una buena alternativa. “Hay que realizar trabajo técnico ya no basado en afinidades políticas, sino en factores económicos, eso es lo que impulsa a preferir ese proyecto”, afirmó.
Para el especialista en economía, José Luis Evia, la propuesta boliviana es una de las mejores alternativas para el corredor bioceánico, pero se deben afrontar muchos desafíos.  “Bolivia debe tratar de convencer y generar los beneficios para que el tren pase por el país. La  mejor opción es que el tren pase por el país, sin embargo, probablemente hay muchos desafíos, el costo probablemente es más alto”, manifestó. 
El analista económico Alberto Bonadona coincide con Evia y considera que la oferta boliviana es una de las mejores alternativas considerando la amplia frontera que Brasil comparte con nuestro país.  “Si va a hablar con Bolsonaro, debe ser en términos que se alejan de la forma en que ha estado tratando a otros gobernantes que no piensan como el Gobierno, si quieren hacer amigos deben hablar amistosamente. El trato de Bolivia puede ser muy importante”, explicó. 
Las conversaciones entre el presidente electo de Brasil, Jair Bolsonaro, y el mandatario chileno, Sebastián Piñera, sobre un corredor bioceánico sin Bolivia, no alarmó al presidente Evo Morales, quien señaló que el proyecto boliviano continuará.
“Cualquier proyecto debe ser en base a estudios. Recuerdo que había un proyecto entre China y Brasil (por el norte de Perú), sobre toda la Amazonía y de acuerdo a los estudios no era factible por estudios internos y externos”, dijo el mandatario en el puerto Jennefer.
También apuntó que entre Bolivia y Brasil hay una frontera muy extensa  por la que se exporta la soya y otros productos.
En tanto, el coordinador general de la Unidad Técnica de Ferrocarriles del Ministerio de Obras Públicas, Ariel Torrico, afirmó que el proyecto boliviano es más factible y tiene mayor apoyo. La información fue avalada por el consorcio suizo-alemán que visita Bolivia.
DATOS
Ferrovía busca unir el Pacífico con el Atlántico. El ferrocarril pretende unir los puertos de Santos (Brasil) y de Ilo (Perú) a través de territorio boliviano con un inversión superior a los 10.000 millones de dólares, según cálculos preliminares. Ese proyecto también beneficiará a Paraguay, Uruguay y Argentina.

Prevén iniciar las obras del tren en 2019. El Gobierno  busca una sociedad con empresas para ejecutar el megaproyecto desde 2019 y poner el tren en marcha en 2025; además suscribió convenios de cooperación académica.
El trazo contempla un recorrido de 3.750 km. El tren bioceánico prevé un recorrido de 3.750 kilómetros (km) y trasladaría al menos 10 millones de toneladas de mercancías al año y 6 millones de pasajeros. Se trata de un proyecto comercial importante.
EVO PLANTEA COORDINAR CON BOLSONARO PESE A DIFERENCIAS
El presidente Evo Morales planteó ayer mantener un trabajo coordinado con las nuevas autoridades de Brasil, a la cabeza del presidente electo Jair Bolsonaro, por encima de las diferencias ideológicas que puedan existir entre ambos gobiernos.
“(Es) un derecho legal constitucional democrático tener diferencias ideológicas, por encima de eso está cómo juntos trabajamos por nuestros pueblos”, manifestó el Presidente en conferencia de prensa.
Morales es reconocido por ser parte de la izquierda, el socialismo y la alternativa bolivariana, mientras que Bolsonaro es calificado de ultraderecha en los aspectos sociales y económicos. El pasado domingo Bolsonaro obtuvo el 55 por ciento de los votos en las elecciones presidenciales.
El mandatario boliviano dijo que “al margen de diferencias ideológicas” primero es la integración de Sudamérica y el trabajo conjunto.
“Esperamos esta coordinación. Saludar a las nuevas autoridades electas con el voto del pueblo brasileño, gobiernos locales, regionales, asambleístas a la cabeza del Presidente electo de Brasil, para un trabajo conjunto como hicimos hasta ahora”, afirmó tras un acto que se realizó en puerto Jennefer donde certificó tres puertos. 
Explicó que ya existen políticas y acuerdos de integración firmados con los gobiernos de Lula da Silva, Dilma Rousseff y Michel Temer, en base a los cuales se buscará retomar la agenda mediante la Cancillería.
Indicó que aún no se pudo comunicar telefónicamente con Bolsonaro, pero intentará hacerlo. // TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA

UN MUNDO (SUBMARINO) DE SENSACIONES


 Alejo Irigoyen, especialista en el estudio de sistemas marinos
La pesca comercial e ilegal, pero también la deportiva y recreativa modifican el escenario acuático de los peces. El investigador del Conicet explica cómo proteger los recursos naturales cuando el Estado no interviene y por qué el conocimiento implica soberanía.
Por Pablo Esteban
FOTO Alejo Irigoyen investiga en el Centro para el Estudio de Sistemas Marinos (Cesimar-Cenpat).
“Como el ser humano es un bicho terrestre nos cuesta mucho documentar lo que ocurre en el mar. Desde aquí, lo que desconocemos es infinitamente superior a lo que sabemos”, afirma Alejo Irigoyen, doctor en Biología –egresado de la Universidad Nacional de la Patagonia San Juan Bosco– e Investigador del Conicet en el Centro para el Estudio de Sistemas Marinos (Cesimar-Cenpat). Aproximadamente el 70 por ciento de la superficie terrestre está cubierta por mar y, como se podría aventurar, un diagnóstico profundo de los océanos –mundo paralelo habitado por una tremenda biodiversidad– resultaría de importancia capital. 
En las últimas décadas, la investigación marina se convirtió en un campo de estudios con dinamismo creciente. Sobre todo porque pretende funcionar como una herramienta capaz de regular la actividad humana, ante la ausencia de políticas públicas orientadas al manejo sustentable. El paisaje es complejo: la pesca comercial y la deportiva modifican la homeostasis natural. A su vez, las prácticas ilegales, perpetradas por busques extranjeros que deambulan en los límites nacionales, expropian los recursos autóctonos y lesionan la soberanía, un anhelo que en la actualidad se advierte degradado en todas sus formas. En un libro reciente, “Peces y pesca deportiva argentina”, Irigoyen restituye la voz de los pescadores costeros al tiempo que incorpora sus saberes tradicionales al conocimiento científico. A continuación, algunas reflexiones al respecto. 
–Usted es especialista en temas vinculados a la ecología de los peces.
–Sí, la línea de trabajo principal en la que me desempeño se concentra en el estudio de los peces de arrecife, un grupo muy particular que habita en zonas de sustratos rocosos. El propósito es desarrollar un diagnóstico (analizar los comportamientos de las especies, explorar cómo se mueven, calcular cuántos hay) para, en una fase posterior, generar herramientas de manejo a partir del trabajo de campo.
–¿Qué clase de trabajo de campo?
–En general, prácticas de buceo, fundamentales para describir el ambiente con mayor precisión. Además, se consideran los efectos de las prácticas pesqueras y las medidas de regulación respecto de las áreas de reserva marina. Se trata de espacios protegidos donde se restringe (ya sea parcial o totalmente) la extracción de animales. Los aportes realizados contribuyen a conocer mejor nuestro patrimonio natural, porque necesitamos saber qué hay en el mar para luego poder protegerlo.
–¿Qué hay respecto de las políticas pesqueras? ¿Cómo está regulado ese campo?
–El sector industrial es el que dinamiza la economía del área que extrae recursos (principalmente merluzas y langostinos) distanciados de la costa. En el país, al no aportar un valor agregado sobre lo pescado, se produce un proceso de primarización. Aproximadamente el 90 por ciento de la materia prima se embala en el barco, llega al puerto, se ubica en container y se exporta de manera directa. Las de mayor peso, por supuesto, son las empresas extranjeras que realizan prácticas ilegales y giran las ganancias obtenidas hacia sus países de origen.
–¿Qué prácticas implica la denominada “pesca ilegal”?
–Básicamente son embarcaciones que deambulan en los límites que separan las aguas nacionales de las internacionales y pescan sin los permisos del caso. La plataforma continental (lecho y subsuelo de las áreas submarinas que se extienden más allá de su mar territorial) se extiende hasta las 200 millas marinas respecto de la costa y abarca lo que se conoce como “aguas nacionales”, espacio sobre el cual el Estado posee plenos derechos de exploración, explotación, conservación y administración. En la región patagónica, por caso, como la extensión marítima es mayor que la continental, las actividades de vigilancia y control de la frontera se tornan muy difíciles.
–Al haber poca supervisión, las flotas extranjeras violan la soberanía y extraen los recursos locales.
–Exacto. Además, la situación actual es muy dramática. Prefectura Naval actúa de manera limitada, al enfrentar a grupos extranjeros con personal muy entrenado que apenas identifican los controles domésticos se fugan a una velocidad digna de película. Lo que aún significa más, la pesca ilegal se halla exacerbada por un rasgo natural. Precisamente en la frontera se encuentra el talud continental, donde se concentran grandes masas de calamares, como producto de la emergencia de aguas ricas en nutrientes que provienen desde las profundidades.
–De manera que los peces están, pero se los llevan otros.
–En Puerto Madryn las matrículas de estudiantes de ingeniería pesquera se desploman porque no hay mucho que hacer en las plantas industriales domésticas. Los recursos son expropiados por actores extranjeros, o bien los extraen los actores locales pero los exportan sin valor agregado.
–Sin embargo, también puede verse a ciudadanos locales que realizan pesca deportiva desde la costa.
–Sí, claro, se trata de sujetos muy importantes. Buena parte de las investigaciones que producimos desde la ciencia surgen a partir de conversaciones con los pescadores, a menudo, aquellos individuos que mejor conocen el mar. Existen localidades con pueblos originarios costeros que aportan sus saberes ecológicos tradicionales, provenientes de generaciones de miles de años.
–Lo que sucede es que la ciencia, usualmente, descarta los relatos orales porque, desde su perspectiva, no deberían componer el conocimiento “oficial”.
–Los biólogos tenemos mucho que aprender de las ciencias sociales. Se produce una retroalimentación por intermedio de la cual los científicos conocemos detalles empíricos sustanciales de quienes están en contacto permanente con el medio, mientras que los pobladores también enriquecen sus prácticas porque logran comprender, a través de nuevos conceptos y clasificaciones, las características de las especies pescadas.
–¿Y cómo se regula la pesca deportiva? Es muy común la imagen del pescador abrazado a una especie de gran tamaño. Cuánto más grande mejor.
–Tal cual. Incluso, el dicho interno es: “¿cuántos tiburones habrá matado Facebook?”, ya que en la sociedad actual lo que las personas exhiben es fundamental para socializar, construir una identidad y tener fama. A diferencia de lo que ocurría en el pasado, sin embargo, se observan con menor recurrencia este tipo de imágenes. Afortunadamente, las fotos del pescador abriéndole la mandíbula al tiburón y colocando su cabeza entre los dientes del animal moribundo escasean. Esto es gracias a la concientización que provino de investigaciones como las nuestras, al aportar evidencia que la pesca deportiva puede tener efectos nocivos sobre las poblaciones y llevar a la extinción de diversas especies. Sin ir tan lejos, el escalandrún se halla en estado crítico, al borde del agotamiento (hoy existe el 10 por ciento de lo que había hace solo tres décadas). 
–No obstante, Buenos Aires tiene sus normas que prohíben la caza de grandes tiburones. Algo es algo...
–Sí, pero solo tiene vigencia en esa provincia. Si tenemos en cuenta que estos animales se trasladan desde el sur de Brasil hasta la Patagonia, la medida se aplica en un rango muy pequeño si se compara a su patrón migratorio. Por otra parte, a diferencia de la pesca marina donde todavía persiste ese imaginario de agua vasta, infinita y llena de recursos, también se producen prácticas de agua dulce que están muy bien reglamentadas. Esto sucede con la pesca deportiva patagónica continental (ríos y lagos de cordillera y mesetas) que responde a férreos controles.   // TOMADO DE PAGINA 12 DE AR

FUERTE TEMPORAL PROVOCA INCONVENIENTES EN ESQUINA


Temporal provocó voladura de techos, caída de árboles y corte de luz en Esquina
Se registró anoche un fuerte temporal en Esquina que provocó voladura de techos de casas y edificios municipales, así como caída de árboles y postes que afectó el suministro eléctrico.
Desde Defensa Civil de la Municipalidad solicitaron a los vecinos que no salgan de sus casas debido a la gran cantidad de árboles y postes caídos, y advirtieron que se encontraba interrumpido el suministro eléctrico en toda la ciudad.
Desde la Comuna informaron a El Litoral que “fue un viento muy fuerte durante unos 15 minutos, y volaron muchos techos y también el de un Centro Integrador Comunitario a cargo del Municipio”.
Agregaron que “nos estamos organizando con Defensa Civil.
Ya pasó lo peor, casi ya no llueve”.
En tanto que al cierre de esta edición indicaron desde otras localidades del suroeste y centro provincial que se estaban registrando tormentas eléctricas.
TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR

MAESTRIA EN DESARROLLO SUSTENTABLE


martes, 30 de octubre de 2018

ESTACION TRASFORMADORA EN ITUZAINGO


 Iniciaron la construcción de la nueva estación transformadora de Ituzaingó
Como parte del “convenio firmado entre el Gobierno Municipal de Ituzaingó y la Entidad Binacional Yacyretá (EBY), comenzaron los trabajos para la construcción de la nueva Estación Transformadora Ituzaingó con capacidad de tres megas”, informaron desde la citada comuna. Tras lo cual precisaron que en “esta primera instancia responde a movimiento y acondicionamiento del suelo, para luego comenzar la obra de infraestructura”. TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR

lunes, 29 de octubre de 2018

CHINA LANZA UN SATÉLITE PARA ESTUDIAR VIENTOS Y OCÉANOS


China lanza un satélite para estudiar vientos y los océanos  | AFP
EFE PEKÍN |
 China lanzó hoy con éxito al espacio un satélite de observación que permitirá estudiar los vientos y olas de la superficie de los océanos en una misión conjunta con Francia.
 El Satélite de Oceanografía China-Francia (CFOSat, por sus siglas en inglés), despegó a las 8:43 hora local (00:43 GMT) desde el centro de lanzamiento de satélites de Jiuquan, en el desierto del Gobi (noroeste), y entró en órbita con el sol a 520 kilómetros de la Tierra.  
 "El satélite llevará a cabo observaciones de 24 horas del espectro global de las olas, su altura efectiva y el campo de vientos en la superficie del océano", afirmó Zhao Jian, funcionario de la Administración Nacional del Espacio de China (CNSA), en declaraciones..
 La ciencia aeroespacial es uno de los sectores que China está fomentando para reorientar su industria hacia una de mayor valor añadido.
 Recientemente, se anunció en China el lanzamiento para 2020 de un satélite de iluminación, también conocido como "luna artificial", un aparato que pretende revolucionar la tecnología aeroespacial y complementar la luz de la luna original por la noche.  //TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA

DESAFIO ECO , escuela industrial Bernardino Rivadavia de Corrientes representa


“DESAFIO ECO”, DEL 16 AL 18 DE NOVIEMBRE EN EL AUTODROMO DE BUENOS AIRES
La Escuela Industrial representará al NEA con su auto ecológico
La institución técnica participará de una competencia con un vehículo a batería, el cual fue confeccionado por estudiantes y docentes, con esfuerzo y recursos propios. Ultiman detalles del carro a contrarreloj antes del viaje.
Expectativa. El equipo de la Escuela Industrial busca ganar el torneo.
Modelo. El automóvil funciona con energía eléctrica, ya que la competencia busca concientizar sobre el medio ambiente.
La educación técnica en Corrientes sigue sobresaliendo, y esta vez la nota la da la Escuela Técnica “Bernardino Rivadavia”. La institución, conocida como “Industrial”, será la única del NEA y del NOA que participará del “Desafío ECO”, una competencia organizada  por YPF y el Automóvil Club Argentino (ACA), con vehículos eléctricos de “emisión cero”, que son diseñados por los propios estudiantes bajo la tutela de sus docentes.
Un grupo de 10 alumnos y alumnas de quinto y sexto año de la Industrial está desde mayo trabajando en su auto, utilizando sus conocimientos y valiéndose también de un esfuerzo solidario para poder conseguir algunos de los materiales necesarios. “Nos autofinanciamos con una rifa y también con la cooperadora que abonó el monto de inscripción”, contó a El Litoral la profesora Felicitas Báez, quien recibió a este medio en el colegio, junto con sus colegas y los jóvenes. “También colaboró la Dirección de Enseñanza Técnica con el transporte, la hotelería y viáticos”, agregó.
Báez explicó que la competencia tiene la premisa de “generar conciencia sobre el cuidado del medio ambiente, a través del diseño desde cero de un automóvil que aproveche la energía eléctrica”; y destacó que  los mejores tres vehículos van a competir internacionalmente con escuelas de Europa. “Este año fuimos invitados por el desempeño excelente que tuvieron nuestros alumnos en 2015, que fue la única vez que Corrientes participó. Para esta ocasión, los alumnos fueron seleccionados según el reglamento en la parte tanto técnica como competitiva, y trabajamos interdisciplinariamente para formar un equipo con diferentes roles: pilotos, planillistas (llevan el control de los tiempos), jefe de mecánicos (responsable de coordinar cómo trabaja el equipo dentro de la competencia) y cinco docentes”, detalló la educadora.
La competencia será en el Autódromo Oscar y Juan Gálvez de Lanús, del 16 al 18 de noviembre, y contará con 73 escuelas del país. En la Industrial se encuentran ultimando detalles para finalizar su vehículo e intentar llevarse el premio mayor. “Queremos ganar además de llevarnos una buena experiencia”, dijo a este medio el estudiante Ezequiel Quintana.
Durante el torneo, en la web www.desafioecoypf.com se podrá votar por la escuela correntina, que estará identificada con el número 32. Tomado de el litoral de ctes ar

CONDICIONES LABORALES HAN RETROCEDIDO 100 AÑOS EN ARGENTINA


 Temas de debate Cómo impacta la crisis económica y el retiro del Estado en el mundo del trabajo
Precarización laboral y mayor desamparo
Durante los últimos años tuvo lugar un importante crecimiento de modalidades laborales más flexibles que la del trabajo asalariado registrado bajo contrato por tiempo indeterminado. Detrás del discurso emprendedorista se oculta la explotación laboral.
Por Tomás Lukin
Imagen: Bernardino Avila Producción: Tomás Lukin
Menos derechos e ingresos
Por Matías Maito y Diego Schleser *
El crecimiento del trabajo independiente es la expresión de una nueva generación de jóvenes emprendedores que optan por desarrollar sus carreras profesionales de un modo menos rígido, valiéndose de la posibilidad de “ser sus propios jefes” y de organizar sus propios horarios? ¿O, por el contrario, es el subterfugio posible que encuentran quienes no logran insertarse en un empleo bajo relación de dependencia y deben resignar la posibilidad de tener un ingreso estable con los derechos y beneficios que esta modalidad garantiza?
Desde poner una cervecería artesanal hasta alquilar el jardín o la parrilla de la propia casa, distintos funcionarios de gobierno han promovido la incursión en esta modalidad ocupacional. La iniciativa personal, la creatividad, la capacidad de innovar y de ofrecer productos y servicios novedosos: todas cualidades de un estereotipo de “emprendedor” que, con su pujanza, habría venido a sacudir no sólo el mercado sino también la estructura de empleo de nuestra sociedad.
Y de la mano de este nuevo paradigma conceptual, algo parece estar transformándose efectivamente en la estructura ocupacional argentina. Porque durante los últimos años tuvo lugar un importante crecimiento de modalidades laborales más flexibles que la del trabajo asalariado registrado bajo contrato por tiempo indeterminado. En particular, el trabajo independiente fue la modalidad de empleo que más creció entre 2016 y mediados de 2018: su contribución al crecimiento del empleo en esa etapa fue tres veces superior a la del trabajo asalariado registrado en el sector privado; y entre los segundos trimestres de 2017 y 2018, casi dos de cada tres nuevos puestos de trabajo fueron de cuentapropistas.
Pero ¿cuál es la verdadera naturaleza de esta modalidad laboral? La expansión del trabajo independiente que tuvo lugar desde la asunción del actual gobierno nacional reforzó el perfil caracterizado por un limitado nivel de calificación que es propio de este segmento ocupacional. Según los datos relevados por la Encuesta Permanente de Hogares del Indec, entre 2016 y 2017 creció particularmente la cantidad de trabajadores independientes que se desempeñan en tareas operativas (12 por ciento) y, en menor medida, aquellos que realizan tareas no calificadas (4 por ciento). En simultáneo, el número de profesionales y técnicos se contrajo (2 por ciento). Las ocupaciones de índole operativa que mayor contribución realizaron al crecimiento fueron las de cuidado y atención de personas (peluqueros, depiladores, manicuras, etc.), servicios sociales varios (jardineros, paseadores de perros, etc.), gestores administrativos y comercio directo (vendedores, telemarketers).
La incorporación de trabajadores con un alto nivel educativo fue especialmente determinante para el crecimiento del trabajo independiente en tareas operativas. En efecto, durante esta etapa tuvo lugar un fenómeno (poco auspicioso, por cierto) de sobrecalificación de la mano de obra, por el cual trabajadores con terciario o universitario pasaron a desempeñarse en ocupaciones no calificadas o de baja calificación.
Si miramos lo que ocurre en otros países, también se advierte que esta modalidad laboral coincide mucho más con una típica actividad económica de subsistencia que con la imagen del emprendedor tecnológico que plantean algunos observadores. El trabajo independiente sólo es relevante en aquellos países que presentan estructuras productivas insuficientemente desarrolladas para emplear a toda la población que desea trabajar. Ejemplos claros son Colombia, Perú y Ecuador, donde un tercio o más de los ocupados trabajan por su cuenta. En el otro extremo se encuentra las naciones más avanzadas, donde el trabajo independiente representa una proporción muy acotada de la estructura ocupacional. Un caso emblemático es Estados Unidos, uno de los países más identificados con el paradigma del emprendedorismo: allí sólo el 6 por ciento del total de los trabajadores se desempeña bajo esta modalidad.
En definitiva, la reciente expansión del trabajo independiente no estaría reflejando una búsqueda genuina de mayor flexibilidad y autonomía en el trabajo por parte de un sector de la sociedad. Más bien, parece ser el resultado de un mercado laboral que, a la par que cierra la puerta de las modalidades de empleo más estables y con mayores niveles de protección social, ofrece como alternativa posible una opción con menos derechos y menos ingresos.
* CETyD-Idaes-Unsam
La punta del iceberg
Por Gastón Valente *
Existen dos datos preocupantes sobre accidentabilidad laboral en Argentina: aumentan las muertes y se reducen las enfermedades laborales. Los accidentes fatales aumentaron un 4,57 por ciento en 2017. El año pasado fallecieron 743 personas. El registro de enfermedades profesionales, por su parte, cayó un 12,6 por ciento, siendo el mayor retroceso en los últimos diez años. El dato no marca una mejora sino que evidencia como el sistema de riesgos del trabajo ignora las enfermedades laborales. Los datos elaborados por la Superintendencia de Riesgos del Trabajo (SRT) solo relevan al sector de trabajo formal. Al no contemplar el empleo informal sólo representan la punta del iceberg para la siniestralidad laboral que existe en el país.
La Organización Internacional del Trabajo (OIT) señala que se debe avanzar hacia el reconocimiento de las enfermedades laborales. En el mundo ocurren 2,8 millones de muertes laborales al año de las cuales 2,4 millones son por enfermedades profesionales. El 86 por ciento de las muertes son por enfermedades mientras que el 14 por ciento está vinculada a accidentes. A contramano de esa tendencia mundial, en Argentina las aseguradoras solo registran 5 muertes por año por enfermedades profesionales, menos del 1 por ciento del total. El ocultamiento es evidente.
La problemática es de largo aliento pero en épocas de crisis y achicamiento del mercado laboral, el disciplinamiento juega un rol esencial: ¿quién va a denunciar una enfermedad laboral si teme perder el empleo? A su vez, las estadísticas sólo reflejan los empleos con cobertura, por lo que no se contemplan los trabajadores informales, ni los monotributistas que en su gran mayoría encubren verdaderas relaciones laborales. Las estadísticas publicadas por la SRT muestran que sólo el 21,2 por ciento de las enfermedades son diagnosticadas por prestadores de las aseguradoras. El resto lo hace el Hospital Público (28,6 por ciento) y las obras sociales (21,3 por ciento), lo que constituye una forma de externalizar costos para las ART.
Instalada en la década de los noventa, la Ley de Riesgos del Trabajo arrastra problemas estructurales. La normativa neoliberal habilita a las ART a intermediar y lucrar con la salud, no estimula la prevención de los riesgos, sino que incentiva el ocultamiento y el rechazo de los siniestros para aumentar la rentabilidad de las empresas. Las pequeñas mejoras que se hicieron, como los aumentos en las prestaciones dinerarias (2012) o la incorporación de enfermedades (2014), fueron sistemáticamente cuestionadas y rechazadas por las ART. La prueba está en el sideral crecimiento de los expedientes administrativos ante la SRT (186 por ciento) en el período 2011-2015, originados por rechazos, altas prematuras y derivaciones que incorrectamente hacían las aseguradoras.
En el país del glifosato, no hay muertes reconocidas por exposición a esta sustancia. Las manchas en los pulmones de los trabajadores mineros, dicen las ART que no son silicosis, sino por el tabaco. Los coches de subte con asbesto sólo pueden circular en un país como el nuestro, donde el Derecho Penal no tipifica el delito de “riesgo a la salud” como sí lo hacen España e Italia. Las muertes de los docentes de Moreno, son sólo culpa del gasista, no de la desidia gubernamental que ni siquiera cumple las normas de salud y seguridad cuando actúa como empleadora. Las enfermedades psicosociales (estrés laboral) brillan por su ausencia. Mientras tanto, las estadísticas nos dicen que los sectores de la economía beneficiados por la quita de las retenciones y los tarifazos, son los que más han aumentado los accidentes mortales.
La médica del trabajo Lilian Capone expresa que, los pocos exámenes de salud que hacen las empresas, son sólo una cuestión administrativa y burocrática, no tienen por objeto detectar patologías ni orientar políticas preventivas. Las empresas prefieren no denunciar enfermedades para pagar menos alícuotas de seguro. Para el Gobierno de Cambiemos, no es una prioridad la prevención sino bajar los costos laborales. Consecuencia de ello son el crecimiento de las muertes y el ocultamiento de las enfermedades.
* Abogado Espacio Intersindical Salud Trabajo y Participación  // TOMADO DE PAGINA 12 DE AR

EL CAMBIO CLIMATICO , ALERTA ROJA


Estimados responsables de las políticas, investigación, enseñanza y difusión, relacionados con el Cambio Climático.

Laurent Fabius: El cambio climático es aquí y ahora. Estamos en una situación de alerta roja”
(En ese contexto mencionó el fallo que condenó al estado holandés a reducir el 25% de sus emisiones contaminantes luego de una presentación de una ONG de ese país.)

En esa evolución, veo posibilidad, que pueden ser condenados, si no toman en cuenta las posibilidades correctas para solucionar los problemas Climáticos.

                                                                La GUIA
La solución a base de las tres directivas dadas, son unánimes en cuanto es necesario para solucionar el problema ecológico,  pero con distintas palabras, pero mismos hechos:

UE.  =                    AUTOSUFICIENCIA ENERGÉTICA INDIVIDUAL. (Parte I)
COP 21 - Paris. =          VOLVER A LA ERA PREINDUSTRIAL.  (Parte II)
LAUDATO SI’  = NUEVO PARADIGMA, acorde con la Creación.  (Parte III)

                                                              SOLUCIÓN
            LA  MEJOR ENERGÍA,  LA  MAS  VALIOSA  ECOLÓGICAMENTE, 
                                            ES  LA  QUE  NO  SE GASTA,
                    SE  AHORRA  EN  EL  MISMO  EFECTO  DESEADO”.

Eso quiere decir, que todos los elementos de consumo energético, sin excepción, deben ser de altaEFICIENCIA.                      ATENCIÓN!
Eso descarta el uso generalizado al EFECTO ENERGÉTICO LA ELECTRICIDAD, que en general promedio tiene solamente la eficiencia ζ de 0,2 = 20%, el resto es energía desaprovechada, lo que causo la formación acelerada de efecto invernadero. Por eso todos los elementos térmicos, inclusive vehículos, deben ser alimentados directamente con la Bioenergía, sin fluidos, o efectos intermediaros.
Teniendo en cuenta, que los rayos cósmicos, son los únicos aportes energéticos disponibles, que son parte del  equilibrio de la Creación y por eso limitados a la necesidad real del equilibrio de la vida terrestre. Eso exige, que todos los elementos que utilizan los rayos, son tomados como energía primaria, usados en distintos procesos que deben ser de alta eficiencia, lo que actualmente no sucede., pero son denominados energía limpia = renovable.
“Fotovoltaico” tiene eficiencia, entre ζ 0,09  a 0,03, en relación energía aprovechada / recibida. Por eso hay limites aceptables, que no son tomados en cuenta en proyectos y realizaciones.

                                                        CRITERIOS:
A. Einstein dijo: » No es posible reparar un daño, con el mismo pensamiento, con el que se hizo el daño. PARA  REPARAR  EL  DAÑO  HAY  QUE   CAMBIAR   PRIMERO                      
                                                 EL  PENSAMIENTO

ES EVIDENTE QUE NO HAY NINGÚN CAMBIO DE PENSAMIENTO Y MENOS EN LOS HECHOS.
 Sin el cambio de pensamiento no puede haber ninguna solución, por eso deben cambiar el pensamiento y la aplicación, todas las entidades educativas, investigación y ejecutoras.
El cambio debe ser total, teórico y práctico.

                                               BASE DE EJECUCIÓN.
                          LA DIRECTIVA BÁSICA DE UNIÓN EUROPEA!

El día 15/06/2009. (17h, 07'), el parlamento europeo aprobó en el conjunto de propuestas »¿Que traerá la energía ambiental?«, la resolución de adaptar el reglamento en año 2014 de edificaciones, para el año 2018. Que dice: “Los edificios nuevos deberán desde esa fecha, proveerse por si mismas, de la energía en ellas utilizada.”
La ley debería ser lista y aprobada en el año 2014 y regir desde el año 2018.
Recién en el último mes del año 2017 anunciaron concurso para procesos eficientes y la energía necesaria. La conexión: https://ec.europa.eu/research/eic/index.cfm?pg=prizes_sunfuel
 Para realizar esa ley proyectada, hay en Argentina todos los elementos básicamente desarrollados y décadas funcionando:
 SISTEMAS DE ALTA EFICIENCIA que AHORRAN entre 50 y 95% de energía en comparación con los sistemas habituales. La investigación y el desarrollo de sistemas de alta eficiencia se realizaron desde el año 1958.
 BIOENERGIA,   fue descubierto en el año 2010, como poder capturar la Bioenergía básica, hasta entonces no realizado, aún, que la Creación la brinda desde el principio de la Creación, sin ella no hay posibilidad de vida.
 La BIOENERGIA es Hidrogeno desoxidado = H2, el que al oxidar aporta energía, transformándose el conjunto en H2O, el agua. No contiene ningún elemento adicional, por eso el resto es pura agua H2O.
La desoxidación se efectúa con rayos cósmicos y clorofila, o pigmentos.
 Hay todos los de datos disponibles y se pueden hacer los prototipos de todas capacidades, para la investigación o fabricación.
 ENVIADO DE RED FOROBA

UNA MAYORIA DE ILUSOS


Una mayoría de ilusos.
Aun frente a la inconfundible evidencia que suministran los datos de la realidad, esa que a veces aparece con tanta crueldad, una turba de ciudadanos insiste con la idea de fantasear con un progreso mágico que jamás llegará.
No pasa por ser optimistas o pesimistas como muchos creen. Tampoco por una cuestión retórica o por la disposición a tener algo de fe. Para lograr el ansiado desarrollo se precisa bastante mas que un poco de voluntad.
Las sociedades que finalmente han evolucionado lo han conseguido como consecuencia de haber consensuado inteligentes metas y tomado decisiones acertadas y no como producto de la casualidad, de la suerte o el azar.
Este razonamiento, que puede parecer una obviedad, no es el que orienta la conducta y el accionar de quienes reclaman insólitas victorias sin comprender lo que está sucediendo cotidianamente a su alrededor.
Lo que ocurre a diario no queda bajo la alfombra. Nadie se ha tomado la tarea de ocultarlo, ni de intentar disimularlo, porque no es pudor precisamente lo que caracteriza a quienes hoy tienen el rol de gobernar.
Todo se hace muy descaradamente, sin que siquiera les tiemble el pulso a los verdugos de turno. Ellos actúan así porque este ridículo y tramposo dialogo social les permite obtener un apoyo, casi irrestricto, de votantes que ciegamente aplauden discursos vacíos y obscenamente demagógicos.
Como nadie quiere salir de su zona de confort el debate parece girar, casi absurdamente, en torno a si el controvertido ajuste del gasto estatal se debe hacer o no, como si esa fuera una opción que se pudiera considerar.
Obviamente ninguno de los protagonistas centrales de la política contemporánea pone hoy en el tapete, con seriedad, la posibilidad de llevar adelante una reducción significativa de sus propios privilegios.
Tampoco en la clase dirigente se escuchan voces que hablen de iniciar un proceso de desarticulación del costo implícito de la política que todos saben que los gobiernos, de todas las jurisdicciones, soportan en secreto.
Esa situación no es responsabilidad exclusiva del oficialismo de turno, simplemente, porque en cuestiones como estas, tan sensibles a sus reales intereses, el comportamiento no es partidario sino bestialmente corporativo.
No importan demasiado, cuando de estos temas se trata, las eventuales diferencias ideológicas, la subyacente rivalidad personal o la competencia electoral que se avecina. El proceder de la casta política aparece con brutal contundencia ya que nadie exterminará a la gallina de los huevos de oro.
Las arcas publicas son el botín de quienes triunfan en una elección. Los que ganan administran a discreción y los que fueron circunstancialmente derrotados, esperaran sin chistar, hasta tener nuevamente la chance de rapiñar esa caja la próxima vez que la democracia formal los habilite.
Eso que resulta repugnante y despreciable, para quienes logran percibirlo con suficiente claridad, es lo que hacen quienes ostentan el poder, pero también quienes aspiran a conseguirlo en algún momento.
Es totalmente criticable este accionar desde cualquier punto de vista, pero esa lógica sectorial obedece a una dinámica funcional a sus propias conveniencias y a la supervivencia de sus voraces estructuras militantes.
Pero mucho mas inaceptable es la pasividad, la mansedumbre y hasta la complicidad con la que la sociedad acepta ser esquilmada para mantener esas ridículas e inexplicables prerrogativas hasta el infinito.
Es vital comprender que esta perversa modalidad que se ha enquistado, en las que unos pocos se aprovechan de la “voluntad popular” para administrar recursos con total arbitrariedad no tiene argumentación que la soporte.
Muchos parásitos esperan sobrevivir gracias a lo que los demás producen. Ellos consideran que tienen derecho a quedarse con una parte importante de la riqueza que algunos generan y entonces los políticos son sus aliados ideales en esto de quitarles a unos para darles a otros.
En la medida que la gente insista en esto de pretender continuar con la fiesta sobre la base de que sean otros los que se esfuercen, nada funcionará y algún día esta ingenua fantasía se derrumbará de un modo catastrófico.
Una sociedad en la que gobiernan políticos ineptos y corruptos a los que aplaude efusivamente una muchedumbre vividora con la explicita connivencia de una mayoría silenciosa repleta de ilusos, no tiene futuro.
No es de esperar que los dirigentes abandonen su comodidad con tanta facilidad, mucho menos que quienes disfrutan del sacrificio ajeno se arrepientan de sus mezquinas posturas. Nada de eso ocurre en el mundo real y sería muy infantil aguardar a que eso suceda espontáneamente.
Lo único que seria deseable, a estas alturas, es que quienes mantienen económicamente con su desproporcionado esmero, trabajando denodadamente de sol a sol, inicien un proceso que se convierta en bisagra.
La labor consiste en asumir primero, con profunda autocrítica, el error de haber alimentado este esquema ruin, para luego dar paso a una actitud diferente, direccionada a terminar con esta farsa insustentable.
Claro que no será para nada sencillo, pero no hacerlo a tiempo garantiza un fracaso de dimensiones inimaginables. Mientras tanto el mediocre debate del presente solo ayuda a que esta agonía se prolongue innecesariamente.
 por Alberto Medina Méndez 

domingo, 28 de octubre de 2018

LA CORTE SUPERIOR DE CALIFORNIA DA POR PROBADO QUE EL GLIFOSATO CAUSA CÁNCER


La Corte Superior de California da por probado que el glifosato causa cáncer
En un resolución dada a conocer el lunes último confirmó la condena a Monsanto y le ordenó indemnizar con 78,5 millones de dólares a un trabajador docente que contrajo un linfoma no Hodkins a causado por el agrotóxico RoundUP
La compañía agroquímica Monsanto fracasó esta semana en su intento de repetir el Juicio en el que fue condenada a pagar una millonaria indemnización a un hombre que enfermó de cáncer por culpa de uno de sus agrotóxicos, a base de glifosato. El audio de la lectura del veredicto de la Jueza Suzanne Bolaños, de la Corte Superior de California, con sede en San Francisco, fue difundido en el programa Por la Vida, que se emite por RADIO MAXIMA. En su resolución, la Magistrada, por un lado rebajó el monto de la indemnización original dispuesta en el juicio de primera instancia a 78,5 millones de dólares y, por otro, confirmó el fallo del Jurado de los Tribunales de San Francisco, que había dado como probada la relación entre el glifosato y el cáncer. Este fallo sienta un precedente y abre la puerta a miles de demandas en Estados Unidos de afectados oncológicos que utilizaron este producto.
Este lunes 22 de octubre, la Jueza Bolaños consideró probado que había una relación directa entre el uso del agrotóxico RoundUp, a base de glifosato, y que dicha sustancia es la causante del linfoma no Hodgkins que padece el trabajador docente Dewayne Johnson, de 46 años, quien durante años trabajó en tareas de mantenimiento en una escuela de las afueras de San Francisco. Además, la Magistrada falló que Monsanto actuó maliciosamente al ocultar deliberadamente al público que el riesgo cancerígeno que tiene el RoundUp.
Bolaños dictó su resolución a la apelación presentada por Monsanto, que el 10 de agosto de este año fue condenada, en primera instancia, a indemnizar a Johnson con 289 millones de dólares por daños compensatorios. Sin embargo, redujo el monto de lo que Monsanto debe pagarle al trabajador docente a 78,5 millones de dólares. La jueza basó su decisión en que la indemnización dispuesta por el Jurado en la primera instancia del proceso era demasiado alta: "Al hacer cumplir los límites del debido Proceso, el Tribunal no actúa como sustituto del Jurado, sino como un control de las indemnizaciones arbitrarias", escribió Bolaños, quien a continuación agregó: “La indemnización por daños punitivos y compensatorios debe reducirse constitucionalmente al máximo permitido por el debido proceso, que, en este caso, se fija en 78.506.418,70 dólares en base a los hallazgos de daños probados por la demandada Monsanto al demandante afectado". 
El fallo también dispone que Johnson tiene tiempo para aceptar la reducción de la indemnización hasta el 7 de diciembre próximo. En caso de que así fuera, el fallo quedará definitivamente firme y Monsanto no podrá apelar en ninguna instancia.
La decisión de de la Corte Superior de Justicia del Estado de California al considerar probado que el glifosato es causante del cáncer  en el caso de Johnson –el primer enfermo oncológico que llevó a Monsanto a la Justicia-  sienta un precedente para más de 4.000 casos similares que están a la espera de sentencia en diferentes Cortes Federales o Estatales de los EE.UU.  TOMADO DE MAXIMA ONLINE , SUGERIDO EN RED FOROBA


-DERRAME DE PETROLEO EN "VACA MUERTA" ?


Divulgan imágenes satelitales de un enorme derrame de petróleo en Vaca Muerta
El incidente fue en un pozo de YPF. Otra planta de la compañía provocó hace unos días el mayor derrame de los últimos 20 años en Chile
Por Juan Parrilla
Las organizaciones Greenpeace y Fundación Ambiente y Recursos Naturales (FARN) divulgaron cuatro imágenes satelitales de un derrame que ocurrió el viernes pasado en el yacimiento Bandurria Sur, que YPF explota junto a la compañía estadounidense Schlumberger, en la zona de Vaca Muerta, en Neuquén. Hace 10 días, otra planta de la empresa argentina provocó el mayor vertido de hidrocarburos de los últimos 20 años en Chile.
El incidente, del que se tienen pocas precisiones, ocurrió en la medianoche del viernes y se controló alrededor de las 13 horas del sábado, de acuerdo a la versión del gobierno neuquino, que no quiso brindar detalles ante la consulta de Infobae.
Mientras que el subsecretario provincial de Ambiente, Juan de Dios Lucchelli, habló de "algunas hectáreas" afectadas, Greenpeace y Farn calcularon, a partir de las imágenes satelitales, que "hay un mínimo de 85 mil metros cuadrados impactados directamente por el crudo -equivalente a 10 canchas de fútbol aproximadamente- y alrededor de 77 hectáreas contaminadas, a sólo 11,5 kilómetros de la localidad de Añelo y del río Neuquén". YPF, en tanto, no precisó la dimensión de la superficie que terminó cubierta de hidrocarburos.
En las siguientes imágenes se puede ver el antes y el después del derrame:
Al parecer, según informó el funcionario en declaraciones reproducidas por La Mañana de Neuquén, el pozo se "descontroló" cuando los obreros estaban desarmando una corona porque "la presión de superficie le ganó a la de trabajo". Lo cierto es que los trabajos para poner la válvula de maniobra fracasaron y los hidrocarburos empezaron a fugarse.
Frente a la incertidumbre por las escasas precisiones oficiales, Greenpeace y FARN presentaron, además, un pedido de información pública a la Subsecretaría de Medio Ambiente de Neuquén sobre las circunstancias del derrame, su impacto, los planes de remediación y las eventuales sanciones a los responsables.
La versión oficial
YPF, por su parte, emitió tres comunicados sobre lo que definió como "una surgencia de hidrocarburos durante el proceso de extracción de una corona", aunque no brindó detalles sobre el volumen del derrame ni la superficie afectada. La empresa sí aclaró que "el incidente no afectó la salud del personal" y que se montó un perímetro de seguridad alrededor de la locación.
 Play El martes, YPF detalló en una segunda nota de prensa las tareas que se estaban llevando a cabo. "Se realizaron barreras y piletas de contención que están siendo evacuadas. En el lugar se montó un operativo especial con 20 camiones y cuatro máquinas viales. Unas 50 personas entre personal propio y contratistas están abocadas a las tareas", precisó. Al otro día, la firma agregó que ya se había recuperado "más del 60% del hidrocarburo retenido en la locación y en las piletas construidas para tal fin".
También en Chile
El de Vaca Muerta es el segundo incidente ambiental que protagoniza YPF 48 horas. Greenpeace denunció hace unos días lo que consideró "el mayor derrame de petróleo en Chile en los últimos 20 años", que ocurrió el 17 de octubre en la planta Cullen, en la provincia de Tierra del Fuego, en el país vecino. El pozo pertenece a la Empresa Nacional de Petróleo – Magallanes (ENAP), pero es operado por la firma argentina.
El incidente, que se produjo durante la madrugada, provocó la fuga de 720 mil litros de hidrocarburos, que afectaron unos 6 mil metros cuadrados. "La pluma de dispersión (del crudo) alcanzó 2 kilómetros y el derrame se pudo contener en el río Cullen, por lo que estaría afectado este río y algunas lagunas del sector que no tienen nombre", indicó en un comunicado la Secretaría Regional Ministerial de Medio Ambiente de Chile. // TOMADO D E INFOBAE AR

AMAMENTAÇÃO E PARTO INFLUENCIAM NA COMPOSIÇÃO DA MICROBIOTA INTESTINAL


 Amamentação e parto influenciam na composição da microbiota intestinal
Cientistas americanos acompanham mudanças no intestino de recém-nascidos ao longo de 46 meses e identificam como a amamentação e o parto influenciam na composição desse microbioma. Descoberta poderá ajudar a entender a causa do diabetes
VS Vilhena Soares
A formação da microbiota intestinal é um mistério para a área médica. Ela tem sido alvo de diversas pesquisas devido à importância dos micro-organismos que a compõem para a saúde humana. Em um estudo publicado ontem na revista britânica Nature, um grupo de cientistas americanos traz os resultados de uma análise que revelou detalhes da construção desse microbioma até 46 meses de idade (3 anos e 10 meses). A pesquisa mostra, por exemplo, como a amamentação e o tipo de parto podem influenciar a diversidade das bactérias probióticas que compõem o organismo.
“Há mais de 12 anos que realizamos estudos sobre o microbioma em mais de 300 projetos que examinam o seu impacto na saúde e em muitas doenças”, conta ao Correio Joseph Petrosino, diretor de microbiologia e professor na Universidade de Medicina de Baylor, nos Estados Unidos, e um dos autores do estudo. O cientista explica que, além da predisposição genética, a exposição ambiental — que influencia a construção da microbiota — pode fazer com que um indivíduo tenha risco aumentado de desenvolver uma enfermidade. “Muitos estudos têm procurado examinar as associações do microbioma com o surgimento de problemas de saúde, principalmente o diabetes tipo 1. Mas poucos desses estudos foram feitos em humanos, e nenhum deles com a amplitude e a profundidade dos dados a que tivemos acesso”, compara.
Petrosino e sua equipe usaram o repositório de informações médicas TEDDY, construído nos últimos 10 anos a partir de exames, coletas de material e entrevistas feitos com mais de 8.600 crianças dos Estados Unidos e da Europa Ocidental e seus pais. A equipe analisou 12.005 amostras de fezes coletadas de 903 bebês entre o 3º e o 46º mês de idade e com predisposição ao diabetes tipo 1. Usando sequenciamento de RNA e de DNA, eles descobriram que a microbiota intestinal passa por três fases de progressão: desenvolvimento (3 a 14 meses de idade), transitória (15 a 30 meses de idade) e estável (31 a 46 meses de idade).
O estudo revelou também associação entre a amamentação e a presença em abundância de duas espécies de bactérias com poderes probióticos: Bifidobacterium breve e Bifidobacterium bifidum. Além disso, a cessação da amamentação acelerou a maturação do microbioma de bebês, ou seja, eles passaram rapidamente para o estágio da fase estável, marcada por quantidades maiores de bactérias da espécie Firmicutes spp.
Nas crianças que tinham sido amamentadas, as cepas de Bifidobacterium que têm capacidade de processar leite humano não foram mais detectadas quando houve interrupção da alimentação de leite materno. “Acreditamos que, dessa forma, estirpes desse tipo de bactéria com outras funções podem crescer”, explica Petrosino. “Isso nos fornece uma visão de como a dieta precoce afeta o desenvolvimento do microbioma.”
Os pesquisadores também detectaram associação entre o parto vaginal e a maior abundância de bactérias pertencentes ao gênero Bacteroides. O mesmo foi observado em crianças que nasceram por cesariana. “Isso nos mostra que as implicações ainda não estão claras. Ter a diversidade microbiana é algo considerado benéfico, mas ainda não entendemos completamente quais sinais microbianos precoces são importantes para o desenvolvimento dela”, observa Petrosino.
Intervenção
Para Hermes Aguiar Júnior, gastroenterologista do Hospital Santa Lúcia Norte, em Brasília, e membro titular da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia (SBG), a pesquisa traz dados importantes e cada vez mais necessários à área médica. “Cada dia que passa, temos mais certeza do valor da microbiota para a saúde humana. A ideia de associar o microbioma de crianças com problemas de saúde como o diabetes pode ajudar a entender a causa dessa doença. É possível que enfermidades recorrentes na infância, como a asma e a bronquite, também possam ser mais bem compreendidas com esses dados”, frisa.
O médico ressalta que a pesquisa mostra como a alimentação é um fator importante no desenvolvimento humano. “Vemos como os fatores ambientais têm impacto. O que as crianças comem e onde vivem, também. São exemplos de variáveis que podem fazer diferença lá na frente, na fase adulta”, completa. Petrosino também chama a atenção para o uso a longo prazo dessas informações da infância. “Compreendendo as relações entre o microbioma e o hospedeiro, podemos identificar mais facilmente quando algo está errado e, dessa forma, talvez seja possível intervir no momento apropriado para manter a saúde e prevenir doenças”, justifica.
A equipe dará continuidade ao estudo focando justamente em ações clínicas. Eles pretendem desvendar a relação do microbioma com o desenvolvimento de um número diverso de doenças usando amostras do intestino, da cavidade nasal e do sangue. “Espera-se que essas análises revelem alvos para estudos futuros que tenham potencial para serem usados no desenvolvimento terapêutico ou no diagnóstico”, aposta Petrosino.
Hermes Aguiar Júnior também acredita que novas pesquisas poderão contribuir para o surgimento de terapias mais eficazes. “Acho que acompanhar uma pessoa não só na infância, mas até a idade adulta, é necessário. Dessa forma, podemos avaliar se o estímulo de determinada bactéria pode disparar uma imunidade melhor, por exemplo. Outro ponto importante de análise seria considerar diferentes dietas. Os asiáticos se alimentam de forma completamente diferente. Essa seria outra forma de comparação interessante”, opina o gastroenterologista.
É possível que enfermidades recorrentes na infância, como a asma e a bronquite, também possam ser mais bem  compreendidas com esses dados”
Hermes Aguiar Júnior, gastroenterologista do Hospital Santa Lúcia Norte, em Brasília, e membro titular da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia // TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

COCHABAMBA SE INUNDA


 30 viviendas en la zona sur quedan inundadas tras intensas lluvias
Cochabamba
El puente en construcción de Mi Tren, sobre la avenida Ayacucho amaneció anegado ayer. | CARLOS LÓPEZ
Vecinos atraviesan las vías inundadas en la zona sur. | CARLOS LÓPEZ
Artesanos de Alasitas secan sus carpas de exposición. | CARLOS LÓPEZ
Sabrina Lanza Bugueño
Al menos 30 viviendas quedaron inundas en la zona sur tras las lluvias registradas en la madrugada de ayer.
La zona de la Base Aérea fue una de las más afectadas, el nivel del agua llegó hasta el medio metro en algunos casos. También se vieron perjudicadas las OTB cercanas al kilómetro 4 de la avenida Petrolera , la avenida 6 de Agosto y el puente de Mi Tren, en construcción sobre la avenida Ayacucho.
Inundaciones
Desde muy temprano, vecinos de la zona de la Base Aérea fueron sorprendidos por los caudales de agua que ingresaron a sus hogares, tras las fuertes lluvias registradas. Baldes, bañadores, trapeadores, entre otros fueron las principales armas de los afectados para sacar el agua y lodo que invadió gran parte de las viviendas.
Lamentaron que año tras año pasen la misma situación. “Todos los años es lo mismo y eso que no ha empezado la época de lluvias, pero siempre se vive esto, el agua entra a nuestras casas y ni siquiera se puede usar el sanitario”, señaló uno de los vecinos afectados, Jhony Arnez. Recalcó que desde hace dos años se hizo la petición formal a la Alcaldía para gestionar una mejora a los sistemas de desagüe fluvial, sin embargo, no hubo respuesta.
Al respecto, el supervisor de la Unidad de Gestión de Riesgos, Rodrigo Terán, quien se encontraba en el lugar, manifestó que el crecimiento de la densidad poblacional en la zona generó que los sistemas de alcantarillado queden “obsoletos”.
“En este momento se está trabajando en elaborar estudios para ejecutar proyectos. Lastimosamente, la población ha crecido mucho aquí y los sistemas de alcantarillado ya no abastecen”, acotó.
Personal de la UGR desalojó el agua acumulada en las viviendas durante toda la mañana. No se presentaron daños materiales ni estructurales de magnitud.
Por su parte, el secretario de infraestructura, Carlos Abasto, recalcó que la acumulación de basura en las vías es otro factor que genera el colapso de las alcantarillas y, como consecuencia, las inundaciones. “Incluso los mercados han sido afectados por el tema de la basura. Pedimos a la ciudadanía evitar depositar los desechos en las vías”, dijo el funcionario. En tanto, el agua en la avenida 6 de Agosto fue desfogada hasta media mañana. En la avenida Petrolera, tras el deslizamiento, cuadrillas despejaron la vía. El puente en construcción quedó anegado tras el arrastre de material.
Por otra parte, se presentó un punto conflictivo al oeste de la ciudad, en las vías laterales al parque Mariscal Santa Cruz, donde expositores de la feria de Alasitas comenzaron a instalarse. El agua invadió parte de sus carpas. Los mismos se vieron afectados por la prontitud de la feria para la siguiente semana. Tras varias horas, el agua fue desfogada.
Según el pronóstico del Servicio Nacional de Meteorología e Hidrología, las lluvias se mantendrán hasta el miércoles y la temperatura será de 12 a 30 grados centígrados.
Una de las viviendas inundadas en la zona de la Base Aérea.
CARLOS LÓPEZ
OPINIONES
Todos los años sufrimos este tipo de problemas, nuestras autoridades jamás se han dedicado a darnos una solución desde que yo vivo aquí, que son más de 30 años.
Casiano Encinas
Vecino Zona Base Aérea
El tema de la basura es muy complicado, hace que muchas de las alcantarillas colapsen. Pedimos a la ciudadanía por favor no botar basura en las calles.
Carlos Abasto
Secretario de Infraestructura // tomado de los tiempos de Bolivia

TURISMO una carrera elegida


Destino de desarrollo
En la última década se ha duplicado el número de estudiantes que eligen carreras vinculadas con el turismo, sector considerado estratégico para el desarrollo nacional dada la importancia de su rol socioeconómico. Junto con este crecimiento, las universidades hacen foco en una actividad turística que promueva la revalorización cultural y el cuidado del medioambiente.
Por Mariela Lanza
Durante los últimos años, las carreras de pregrado y grado de turismo han ganado terreno en el universo de la oferta educativa de nuestro país. De acuerdo con las últimas cifras estadísticas de la Secretaría de Políticas Universitarias (SPU), el crecimiento de la matrícula ha sido constante: en 2001, 9.383 estudiantes cursaron carreras de turismo, mientras que, en 2016, el número ascendió a 20.163. El 31% de la población estudiantil corresponde a varones y el 69% a mujeres. Además, el 65% de los alumnos estudió en instituciones públicas y el 35% lo hizo en privadas. 
Los datos revelan un franco aumento de los alumnos que eligen estudiar estas carreras que, vale recordar, son consideradas estratégicas para el desarrollo nacional dada la importancia de su rol socioeconómico. En efecto, el impacto que provoca la actividad turística permite posicionarla como sector clave para alcanzar el desarrollo local y mejorar las condiciones de vida de su población residente.
“El turismo se configura como uno de los principales sectores económicos a nivel internacional, y en nuestro país, representa una posibilidad de desarrollo tanto económico como social, ya que genera nuevas oportunidades de empleo, potencia la actividad emprendedora y es un verdadero motor de desarrollo endógeno.” Así lo expresa Pamela Velich, docente titular de la asignatura Organizaciones Turísticas de la Facultad de Ciencias de la Administración de la Universidad Nacional de Entre Ríos (UNER).
En este sentido, María Delia Soteras, directora de la Escuela de Desarrollo Local de la Universidad Nacional de Chilecito (UNDEC) afirma que el turismo conlleva múltiples ventajas para el desarrollo debido a que es capaz de “revitalizar economías locales y generar empleo genuino”. Advierte, a su vez, que los beneficios derivados de la actividad turística producen impacto “no sólo en los prestadores de servicios turísticos (impacto directo), sino que, además, benefician a los agentes locales o la comunidad anfitriona, generando en pequeñas comunidades, pueblos rurales y economías emergentes, nuevas fuentes de ingreso”.
Ahora bien, el desarrollo turístico genera desarrollo local siempre y cuando se respeten las dimensiones culturales, sociales, económicas y ambientales, o en tanto no se ponga en peligro el patrimonio y la identidad de los pueblos. Por ello, es necesario implementar modelos de desarrollo turístico sostenible.
Al respecto, Hernán Quesada, docente investigador y coordinador de la carrera de Turismo de la Universidad Nacional de Tierra del Fuego (UNTDF), establece que el rescate de los atractivos locales hace que las comunidades “preserven el patrimonio para ponerlo en valor.”  El turismo es una de las actividades que permite desarrollar sustentablemente la economía, al tiempo que “contribuye a redistribuir los ingresos de cada Estado, ya que los atractivos turísticos están en las grandes urbes, pero también en pequeños pueblos que, una vez que ponen en valor los recursos, rápidamente son generadores e impulsores de las economías regionales”. 
Turismo cultural La actividad turística está íntimamente vinculada con la tradición y la identidad local. El contacto que el turismo genera con la cultura receptora aumenta en tanto las actividades y las costumbres de la comunidad se asumen como recursos de la actividad turística. Es en este sentido que las carreras de turismo hacen foco en el sentido de pertenencia, al tiempo que fomentan la conservación del patrimonio local. 
“La actividad turística es un fenómeno que significa el encuentro entre personas, las cuales en muchas oportunidades provienen de culturas diferentes.”, sostiene Roxana Mata Botana, directora de la Licenciatura en Turismo de la Universidad Nacional de Lanús (UNLa). “Por lo tanto, el turismo genera oportunidades para la puesta en valor, la preservación y la difusión de la cultura local y de sus manifestaciones. Estas acciones, en la medida en que se incorporen a la comunidad local como actor clave en el desarrollo, favorecen el fortalecimiento de la identidad local “el orgullo de lo propio”, que es valorado y disfrutado por quien visita un determinado destino.”
“Cuando los recursos económicos generados por el turismo significan un retorno para el destino, se generan mecanismos que permiten conservar, recuperar y poner en valor los recursos patrimoniales, para ello el desafío es poder lograr un equilibrio entre el uso turístico y la conservación de los mismos”, agrega Mata Botana.
Soteras, en tanto, resalta que la actividad se ha posicionado como un vehículo para el intercambio cultural: “El turismo se nutre de los bienes patrimoniales, las manifestaciones y las tradiciones que configuran la cultura viva y la identidad de los pueblos para conformar productos basados en la experiencia, el intercambio y la valoración de la diversidad cultural propia de cada región.”
A su vez, describe que las manifestaciones culturales, artísticas, gastronómicas y folclóricas son los elementos que reflejan la identidad local, “la materia prima sobre la cual la actividad turística basará su oferta. El turista actual busca comprenderlas, vivenciarlas y compartir experiencias con las comunidades anfitrionas, a partir de ello, la autenticidad de los productos turísticos será un factor clave a considerar. El respeto por la cultura anfitriona, los pueblos originarios, las tradiciones y las costumbres resultan así un factor determinante capaz de diferenciar un destino turístico, evidenciando un vínculo entre la práctica del turismo y la tradición e identidad de las comunidades receptoras.”
Quesada añade que la vinculación del turismo con el territorio es total: “Las tradiciones y costumbres de los pueblos se convierten en atractivo turístico y éste, al tener un valor importante para el visitante, hace que la identidad cultural retome importancia al convertirse en uno de los elementos más buscados por los turistas. En muchas comunidades pequeñas, el turismo hizo que exista una necesidad de mantener las tradiciones, y los jóvenes que antes no tenían más opción que mudarse a las grandes urbes, ahora vuelvan a sus pueblos originarios a desarrollar un pequeño emprendimiento familiar destinado a satisfacer las necesidades de los visitantes.”
Turismo responsable Durante los últimos años, la preocupación por cuestiones ambientales ha ingresado al debate de muchas de las actividades humanas, y el turismo no ha quedado afuera de esta discusión, dado que fue incorporando preocupaciones ligadas con el cuidado del medioambiente y el desarrollo sustentable, abriendo el camino a un cambio de paradigma en el consumo del turismo. En este sentido, se ha vuelto necesario profundizar acciones orientadas a la conservación de los recursos naturales a partir de la puesta en marcha de un turismo responsable.  
 “El turismo es víctima y victimaria de los fenómenos asociados a los impactos negativos que las actividades antrópicas generan en el medioambiente”, sentencia Mata Botana, para luego agregar que, en las últimas décadas, “organismos internacionales, Estados nacionales y actores privados han comenzado a tomar conciencia sobre la necesidad de modificar el paradigma de consumo, volcándose hacia iniciativas que propicien los beneficios que el turismo puede generar en el medio ambiente, por ejemplo, el estímulo para el desarrollo de áreas protegidas, la sensibilización en los visitantes y los residentes sobre la importancia de la conservación de los ecosistemas, el desarrollo de procesos y servicios turísticos amigables con el medio ambiente, etc.”
Velich asegura, a su vez, que los cambios más relevantes en el consumo del turismo “están relacionados con la generación de experiencias turísticas, en muchos casos con un diseño personalizado, en contraposición al turismo de masas”, además de haberse “generado un turista más responsable, que tiene que ver con un consumo responsable.”
El cuidado de los recursos naturales es, entonces, un factor a considerar en la configuración del perfil actual del turista. Así lo entiende Soteras al señalar que existe “una creciente conciencia de las problemáticas ambientales y culturales, asignando valor a aquellos productos marcados por el cuidado del ambiente y la posibilidad de vivenciar experiencias en contacto con entornos naturales protegidos”.
Quesada también explica que, en las últimas décadas, hubo un importante cambio de paradigma en el sector: “El turista hoy exige un turismo responsable consciente de que el cuidado del medio ambiente es también parte de la motivación del viaje y, por otro lado, las empresas y los prestadores del sector han entendido que, para que un producto turístico siga vigente debe ser sostenible en el tiempo, además de cumplir un rol social en las comunidades.”
“Por ello –continúa-, desde la Universidad Nacional de Tierra del Fuego (…) entendemos que parte de nuestro compromiso es cuidar y poner todo el esfuerzo posible para garantizar el recurso turístico de la Patagonia y la Antártida que son nuestros principales objetos de estudio, y nuestro compromiso social es asegurarnos que perduren en óptimas condiciones para las futuras generaciones.”
Turismo hiperconectado
Las redes sociales y la posibilidad de compartir la experiencia también son un aspecto a resaltar en el universo actual del turismo. En este sentido, Velich, afirma que “el uso y la aplicación de la tecnología atraviesa el proceso de análisis de posibles alternativas, la elección del destino y de los prestadores turísticos, las reservas, las compras, las vivencias y la evaluación post compra.” 
En la misma línea, Soteras resume que la actividad turística evoluciona junto con los procesos tecnológicos, sociales y culturales del mercado global: “ El viajero turista en la actualidad está notablemente influenciado por los avances tecnológicos, participa activamente en todo el proceso de elección de su viaje, posee fácil acceso a la información, configurándose así una demanda hiperconectada, equipada tecnológicamente, caracterizada por el empleo de redes sociales, blogs y páginas con las cuales interactúa en forma permanente.”
“Este nuevo tipo de consumidor -concluye-, se caracteriza por la búsqueda de nuevas experiencias que le permitan interactuar, conocer, comprender y vivenciar el destino en forma integral. La búsqueda de experiencias y no de destinos, de calidad y autenticidad en los productos turísticos, generan una demanda cada vez más exigente y experimentada.”
Radiografía de las carreras de turismo:
Evolución de la población estudiantil (pregrado y grado):
Año 2001: 9.383 alumnos
Año 2006: 16.959 alumnos
Año 2016: 20.163 alumnos
Distribución por sexo. Año 2016:
69% mujeres
31% varones
Proporción por tipo de gestión.
Año 2016:
65% pública
35% privada
Distribución pregrado/grado.
Año 2016:
23% pregrado
77% grado
Fuente: Secretaría de Políticas Universitarias
Tomado de pagina 12 de ar