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miércoles, 2 de diciembre de 2020
MAS FALLECIDOS EN CORRIENTES AR POR CORONAVIRUS 2de dic 2020
MURIERON DOS HOMBRES
Covid-19: más de 3 mil casos en los primeros 15 días de
testeos masivos
La primera quincena de funcionamiento de los Cetep arrojó
una mayor cantidad de positivos, aunque también se logró reducir el número de
activos. El Comité de Crisis trató el tema de las comunidades religiosas en el
hospital de campaña.
Encuentro. El Comité de Crisis ampliado tuvo ayer su segunda reunión.
En los primeros 15 días de funcionamiento de los Centros de
Testeos de Epidemiología (Cetep) se detectaron 3.644 casos de covid-19 en
Capital, mientras que el número de activos se redujo en 1.220. Mientras tanto,
el Comité de Crisis continúa sumando instituciones para ampliar el abordaje de
la pandemia.
VER MÁS: Confirman dos muertes en Corrientes por coronavirus
De acuerdo al último parte epidemiológico comunicado por el
Ministerio de Salud Pública, ayer se registraron 346 casos del nuevo
coronavirus en la provincia, de los cuales 290 correspondieron a Capital. Con
esta cifra, se concluyó que en los primeros 15 días de funcionamiento de los 30
Cetep se detectaron 3.644 positivos en la ciudad, destacándose que el 17 de
noviembre pasado había sido notificado el pico de 398 casos en una sola jornada
para la localidad.
Más allá del lógico aumento de positivos debido al
incremento de los hisopados, desde la cartera sanitaria destacaron una serie de
indicadores positivos en esta primera quincena de trabajo de los centros, como
la disminución del grado de propagación del virus (factor R 0), el cual pasó de
1,61 a 0,95 en dos semanas, y que implica un aumento en el número de personas
recuperadas. A esto sumaron que se ha logrado reducir en 1.220 el número de
casos activos de toda la provincia, considerando que el pasado 19 de noviembre
se notificó la existencia de 2.908 personas que estaban cursando la enfermedad
-cifra récord-, mientras que ese número ayer fue de 1.688.
Mientras tanto, en Salud Pública alistan la instalación de
dos nuevos Cetep, aunque todavía no se informó dónde serán ubicados.
Reunión
En la sede de la cartera sanitaria se realizó ayer la
segunda reunión ampliada del Comité de Crisis, que busca sumar a otras
instituciones en la labor para frenar el avance de la pandemia en la provincia.
Según se informó, se sumaron otras entidades por fuera del ámbito sanitario,
como el Arzobispado de Corrientes, el Ministerio de Desarrollo Social y el
Poder Judicial, entre otras.
“Cada uno de los participantes viene a la reunión con una
agenda de necesidades y de propuestas. Todo tendiente a optimizar la respuesta
a la pandemia”, indicó la directora de Epidemiología, Angelina Bobadilla; y
detalló que ayer se “trabajó también el tema de la presencia de diferentes
representantes de comunidades religiosas que se concentran en el hospital de
campaña”.
“En seguridad, abordamos el tema del asesoramiento del 911,
la articulación con Salud y el tema del protocolo para los actos de colación.
En este aspecto toda la semana estuvimos trabajando con Educación y hoy se
cierra el protocolo para ya difundir a todas las autoridades educativas de la
provincia para que sean actos seguros para cada uno de los estudiantes y sus
padres”, concluyó.
ALBERT SABIN Y JONAS SALK
Albert Sabin y Jonas Salk, los responsables de la erradicación de la Poliomielitis, ambos patentaron las vacunas a su nombre y luego renunciaron a ellas para que sean propiedad de la humanidad y ningún laboratorio lucre con la salud de los niños... Ah, ninguno de los 2 recibió el Premio Nobel.
Tomado de face de efemérides históricas
martes, 1 de diciembre de 2020
AO CONTRÁRIO DO QUE DISSE BOLSONARO, MÁSCARAS PROTEGEM CONTRA COVID-19
A fala do presidente está em total desalinho com as recomendações adotadas por todas as entidades nacionais e internacionais
André Biernath - Da BBC News Brasil em São Paulo
Não existem muitos tabus sobre o uso das máscaras em
entidades nacionais e internacionais -
Em sua tradicional live de quinta-feira, transmitida pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro fez alguns comentários a respeito da pandemia de covid-19 que assola o Brasil e o mundo. Ao falar de métodos de prevenção, ele lançou dúvidas sobre a efetividade das máscaras.
"A questão da máscara, não vou falar muito porque ainda
vai ter um estudo sério falando da máscara, se ela protege 100%, 80%, 90%, 10%,
4% ou 1%. Vai chegar esse estudo. Acho que falta apenas o último tabu a
cair", disse.
A fala do presidente, no entanto, está em total desalinho
com as recomendações adotadas por todas as entidades nacionais e
internacionais, que não identificam nenhum "tabu" a respeito do
tópico no momento.
- Por
que os japoneses já usavam máscaras muito antes da covid-19
- Tabela
ajuda a avaliar risco de pegar covid-19 em cada tipo de evento social
Desde junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza
o uso de máscaras de tecido para todo mundo que precisa sair de casa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos
Estados Unidos, fez a mesma indicação um pouco antes, a partir do mês de abril.
No Brasil, o Ministério da Saúde reconhece que cobrir nariz
e boca com tecido é uma das ações preventivas mais importantes — em seu site, a
pasta até disponibiliza um guia para a confecção dessas peças em casa.
O próprio Bolsonaro, inclusive, sancionou a lei 14.019/2020,
publicada no Diário Oficial da União no dia 2 de julho, que
fala sobre "a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção individual
para circulação em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias
públicas e em transportes públicos".
Em meio a essa polêmica, será que ainda existe alguma dúvida
sobre a efetividade das máscaras entre os especialistas?
A ciência por trás dos rostos cobertos
Se você lembrar bem, no início da pandemia a orientação das autoridades era para que a população geral, sem sintomas sugestivos de covid-19, não botasse máscaras.
O medo era que faltassem equipamentos de proteção para
profissionais de saúde e pacientes, que são os grupos que mais precisam deles.
Além disso, suspeitava-se que ficar com o tecido na face
causaria incômodo nas pessoas, que iriam levar mais as mãos ao rosto para coçar
ou arrumar a posição da peça. A crença era que isso aumentaria os riscos de
infecção.
"E, como tudo era muito novo, não sabíamos se o tecido
comum protegeria de verdade", relembra a infectologista Melissa Medeiros,
que faz parte do corpo clínico do Hospital São José de Doenças Infecciosas e do
Hospital São Camilo, ambos em Fortaleza.
Com o passar do tempo e o avançar da ciência, esses temores
se mostraram exagerados. Por outro lado, começaram a surgir evidências de que o
uso das máscaras, mesmo aquelas mais simples, feitas de pano, teria um papel
importante a cumprir.
Foi justamente aí que OMS, CDC e outras organizações perceberam
a mudança e atualizaram suas diretrizes.
- Máscara
pode reduzir carga viral e gravidade da covid-19, diz estudo
- Por
que máscaras com válvula não são recomendadas contra covid-19?
Mas não existem trabalhos com o mais elevado grau de
evidência que comprovem definitivamente a efetividade dessa estratégia.
Testes rigorosos, como aqueles que são feitos com as vacinas
atualmente, são praticamente impossíveis de serem realizados com as máscaras.
Afinal, seria impraticável (e até antiético) pedir que
milhares de pessoas fiquem semanas sem usá-las, se expondo ao risco de contrair
um vírus mortal, só para comprovar uma hipótese de uma pesquisa.
O que temos, então, são estudos observacionais e
epidemiológicos. Eles não refletem o nível máximo da evidência científica, mas
é o melhor que se pode fazer na realidade atual. Portanto, são considerados
suficientes para seguir com as recomendações.
As cabeleireiras do Missouri
Uma das primeiras pesquisas a indicar a efetividade da
máscara aconteceu no Estado americano do Missouri. Duas funcionárias de um
salão de beleza estavam com covid-19 e, sem sintomas, foram trabalhar
normalmente.
Durante oito dias, elas interagiram por um período de pelo menos
15 minutos com 139 clientes diferentes. Detalhe importante: tanto as
cabeleireiras como os fregueses usaram máscaras o tempo todo.
"Algum tempo depois, 67 dessas pessoas foram testadas e
todas deram negativo. Era uma situação de alto risco e não foi observado nenhum
caso secundário", relata o médico Vitor Mori, do grupo Observatório
Covid-19 BR.
Outros trabalhos do tipo foram realizados em vários países.
Na Tailândia, por exemplo, mil pessoas foram entrevistadas para descobrir o
risco de estarem com covid-19.
Aquelas que diziam usar máscaras em momentos com chances de
exposição ao coronavírus tinham um risco 70% menor de ter a infecção.
De acordo com o CDC, outros sete estudos populacionais
confirmaram os benefícios do uso generalizado das máscaras. Eles foram feitos
com de milhares de pessoas num sistema hospitalar, numa cidade alemã inteira e
em 15 Estados americanos, entre outros contextos.
Todas essas investigações revelaram que, após a orientação
do uso desses equipamentos de proteção, a taxa de novas infecções se manteve
estável ou até caiu. Em comparação, nos locais que não adotaram a estratégia,
os números subiram nesse mesmo período.
O CDC ainda calcula que, se o uso das máscaras fosse
ampliado em 15% nos Estados Unidos nos próximos meses, isso evitaria um
novo lockdown no país e impediria um prejuízo de 1 trilhão de
dólares, o equivalente a 5% do PIB americano.
Mas como a máscara funciona?
Os especialistas asseguram que a máscara traz ao menos dois
benefícios: ela protege quem usa e, ao mesmo tempo, resguarda quem está por
perto de um indivíduo infectado.
"O tecido vai impedir que o vírus entre no nosso nariz
ou na nossa boca a partir das gotículas de saliva que saem de uma pessoa
durante tosses, espirros ou conversas", resume a médica Raquel Stucchi, da
Sociedade Brasileira de Infectologia.
Getty ImagesA máscara deve sempre cobrir boa parte do rosto
(do topo do nariz até o queixo), sem passagens de ar nas bochechas
Esse mecanismo ganha mais importância porque já se sabe que
a grande maioria dos pacientes com covid-19 não apresenta sintomas sugestivos
(ou demora alguns dias para manifestar sinais da doença).
O preocupante é que esses indivíduos assintomáticos
transmitem o vírus normalmente. Estima-se que eles sejam responsáveis por pelo
menos 50% dos novos casos. O uso geral das máscaras, portanto, ajudaria a
impedir essa difusão silenciosa pelas pessoas que nem sabem que carregam o
coronavírus em seu organismo.
Ainda há um terceiro efeito benéfico dessa peça. Estudos
preliminares revelaram que indivíduos que usam máscara, e mesmo assim pegam
covid-19, costumam ter uma versão mais leve da enfermidade.
Especula-se que, nesses casos, a quantidade de vírus que
ataca o corpo é menor. "Uma carga viral baixa estaria ligada a sintomas
brandos e uma recuperação mais tranquila", completa Mori. Mas esses ganhos
dependem, claro, da escolha do modelo perfeito e de seu uso adequado.
Como escolher a sua?
As entidades nacionais e internacionais pedem que as
máscaras tenham duas ou três camadas e cubram bem o rosto, desde a parte
superior do nariz até o queixo. Elas devem ser feitas com algodão ou poliéster,
com uma trama de tecido mais densa.
Portanto, não compre ou utilize modelos feitos com crochê
que são vendidos por aí. Há algumas opções com lâminas transparentes de
plásticos, que são ineficazes e até dificultam a respiração. "Evite também
aquelas com rendas, bordados e pedrarias, pois isso dificulta a lavagem",
acrescenta Medeiros.
- Mascne:
como o uso de máscaras para proteger contra o coronavírus está mudando
nossa aparência
- Uso
massivo de máscaras pode 'impedir segunda onda de covid-19', diz estudo
Existem vários cortes e estilos disponíveis hoje em dia.
Procure aqueles que fiquem mais confortáveis e não machuquem as orelhas ou a
nuca. No entanto, é importante que o tecido fique bem justo à pele e não
apareçam passagens de ar nas bochechas, na maçã do rosto ou no queixo.
"A recomendação é que todas as pessoas com mais de dois
anos de idade usem máscara o tempo todo que estiverem fora de casa", diz
Stucchi. A peça deve ser trocada imediatamente caso fique suja ou úmida. Se
você vai ficar na rua por algumas horas, leve uma ou duas opções de reserva.
Dá pra lavar as máscaras na máquina, junto com o restante
das roupas. Deixe secar bem antes de utilizá-las novamente. E, claro, se
perceber algum rasgo nas camadas, é hora de jogar no lixo e renovar suas peças.
Vale lembrar que a máscara não é um salvo-conduto para
relaxar as outras medidas. Ao sair, é primordial continuar cumprindo o
distanciamento físico de pelo menos 2 metros e lavar bem as mãos com água e
sabão ou, se não tiver uma pia e uma torneira por perto, com álcool em gel.
Modelos mais rebuscados
Além das versões de tecido, atualmente está mais fácil encontrar é a N95. Será que vale apostar nelas? Na maioria das vezes, as convencionais já dão conta do recado.
"Porém, caso você faça parte do grupo de risco para
complicações pela covid-19 ou precisa se expor a uma situação mais arriscada,
esses tipos podem trazer mais proteção", sugere Mori. O mesmo recado vale
para as máscaras cirúrgicas.
Getty ImagesMáscaras profissionais, como a N95, podem ser
utilizadas por idosos, pacientes com doenças crônicas ou quando o indivíduo vai
se expor a uma situação de alto risco de infecção pelo coronavírus
Outro equipamento que gera muitas dúvidas é o face
shield, aquela lâmina de acrílico que é presa a um aro na cabeça e forma um
escudo em toda a face. Ele é essencial para profissionais de saúde ou aqueles
que têm contato direto com o público (como recepcionistas, por exemplo). Mas em
hipótese alguma deve ser utilizado sozinho, sem as máscaras.
Apesar da polêmica e das informações falsas que pintam por
aí, precisamos ter em mente que precisaremos usar as máscaras por um longo
período.
"Até que tenhamos vacinas seguras e eficazes e com uma
grande porcentagem da população já imunizada, continuaremos a depender delas
para nos protegermos", adianta Stucchi.
Eis uma moda que chegou para ficar — pelo menos enquanto a
pandemia estiver entre nós. // tomada do
correio brasiliense
¿PUEDE LA LUZ ULTRAVIOLETA LEJANA MATAR EL SARS-COV-2?
ESCRITO POR ABIGAIL SAWYER
BIOQUÍMICA BIOINGENIERÍA
Y BIOFÍSICA COVID-19 DISEÑO Y
MAQUINARIA DE LABORATORIO MICROBIOLOGÍA NOTICIAS TECNOLÓGICAS
Informes recientes han apuntado a la luz ultravioleta lejana como un método de desinfección COVID-19 seguro para los humanos. ¿Es esto demasiado bueno para ser verdad?
¿Qué tan fácil sería si el mundo pudiera eliminar el
coronavirus con una fuente de luz? Ser bañado con luz ultravioleta cada
vez que ingresa a una tienda de comestibles o un restaurante podría garantizar
que no pueda transmitir o portar COVID-19.
¿Es esto demasiado bueno para ser verdad? Exploramos la
ciencia y la tecnología detrás de las afirmaciones.
La realidad UV
En marzo, la FDA publicó un
documento que permite el uso de luz UVC con fines de
desinfección de COVID-19 en entornos de atención médica. Para algunos,
esto pareció ser una idea novedosa y generó cierta confusión sobre su
potencial. Sin embargo, Phoseon Technology (Oregón, EE. UU.) Ha estado
suministrando LED UV para fines de desinfección en laboratorios y otros
entornos industriales durante casi 20 años.
Esto convierte a Theresa Thompson, científica de
aplicaciones en Phoseon, en una experta en el uso seguro de la luz
ultravioleta: “En el sol, usarías bloqueador solar. Debe usar un bloque
cuando use luz ultravioleta en el laboratorio ".
Ella aconseja saber qué luz ultravioleta está usando y usar
protección en forma de guantes, gafas y protección para la piel. También
recomienda estructuras de plexiglás para proteger a quienes te rodean. Es
posible que el plexiglás le resulte familiar como los escudos que están apareciendo
en las tiendas de comestibles y restaurantes para evitar que los clientes
vecinos se respiren entre sí, y también pueden bloquear la luz ultravioleta.
Los beneficios de utilizar la luz ultravioleta con fines de
desinfección son enormes: no hay residuos como en la desinfección química , que
podrían contaminar las superficies. Esto es extremadamente importante en
el laboratorio cuando se necesita una desinfección y descontaminación
confiables para obtener resultados precisos. También hace posible la
reutilización de pequeños artículos de laboratorio de plástico, como puntas de
pipeta y viales.
Una de las máquinas LED UV de Phoseon, KeyProExplorer.
Ahora, existe la esperanza de que el potencial de la
desinfección con luz ultravioleta COVID-19 se extienda más allá del
laboratorio. Con historias de empresas que invierten en arcos de luz ultravioleta seguros para las personas y
autobuses que se colocan en una cámara de luz ultravioleta después de un día de
trabajo en China, parece que ahora es el momento de invertir en métodos de
desinfección con luz ultravioleta.
Los especialistas en LED UV, Phoseon Technology, se han
visto inundados de preguntas sobre el potencial de la luz UVC lejana en la
desinfección segura para humanos del SARS-CoV-2. ¿Qué tan plausible es que
la luz ultravioleta pueda matar al SARS-CoV-2, el virus que causa el COVID-19,
y qué tan seguro es esto para los humanos?
UVC lejano
Imagina que el sol es una bombilla que emite luz
ultravioleta (entre otras cosas). La capa de ozono actúa como filtro,
evitando que la luz UVC llegue a la Tierra. Se sabe que la luz
ultravioleta que llega a la superficie de la Tierra (UVA y UVB) es dañina para
los humanos y puede causar cáncer de piel.
La luz UVC se ha ganado la reputación de ser incluso más dañina que
la luz UVA y UVB; una regla general es que cuanto más corta es la longitud
de onda, más dañino es el efecto en los seres humanos. Sin embargo, se
cree que la luz ultravioleta lejana (longitudes de onda de 207 a 220 nm) podría
ser segura para el uso humano, ya que las longitudes de onda son demasiado
cortas para penetrar la piel o los ojos humanos.
Imaginemos ahora una bombilla que emite un rango de
longitudes de onda UV con un filtro para permitir el paso de luz UVC lejana de
220 nm. En teoría, esto podría proporcionar un nivel de desinfección
similar al que ya se puede lograr en el laboratorio con LED, pero de una manera
que también es segura para los humanos.
Sin embargo, ¿se mantiene esta teoría? A diferencia del
sol, las bombillas no son muy robustas. No durarán mucho si se mueven
mucho. Por tanto, la bombilla tiene que estar en una posición
fija. En muchos de estos casos de uso humano, se fijaría al techo.
Si bien la longitud de onda de 220 nm es demasiado corta
para penetrar la piel, también es demasiado corta para viajar muy lejos en el
aire. El potencial de la luz UVC de 220 nm que llega a una persona desde
el techo sería mínimo. ¿Cómo se soluciona habitualmente este problema de
UVC de longitud de onda corta que se cae rápidamente en el
aire? Utilizando LED de alta intensidad.
La tecnología LED mejora constantemente; se puede
generar más energía en longitudes de onda de luz cada vez más bajas. Sin
embargo, los LED para la longitud de onda de 220 nm simplemente no existen
todavía. De hecho, Thompson mencionó que no estaría hablando con BioTechniques si
lo hicieran, sino que estaría bailando en círculos.
Destruyendo COVID-19
COVID-19 está devastando el mundo y ha demostrado ser fatal
para muchos. ¿Se puede realmente destruir un virus que es tan peligroso
con luz ultravioleta? Y, si estas longitudes de onda UVC lejanas no pueden
penetrar ni siquiera los niveles superiores de la piel humana, ¿pueden matar el
virus SARS-CoV-2?
Thompson es un experto en desinfección por tecnología UV y
nunca ha conocido nada tan difícil de descontaminar como la RNasa A. Esta es
una enzima que se elimina constantemente de nuestra piel y cabello, y hace que
el trabajo con el ARN sea increíblemente complicado .
Longitudes de onda óptimas, dosis y tiempo resultante para
la inactivación de enzimas y microorganismos por luz ultravioleta.
Actualmente, existe una investigación limitada sobre la inactivación del SARS-CoV-2
con luz ultravioleta y se desconocen las mejores longitudes de onda
para una desinfección completa. Sin embargo, Thompson confía en que si la
ARNasa A puede inactivarse con la luz ultravioleta, también lo puede hacer el
SARS-CoV-2, un virus de ARN envuelto similar a la influenza A (inactivado a 265
nm).
Aunque es poco probable que las bombillas de UVC lejano
desinfecten rápidamente las superficies a distancia debido a los problemas
discutidos anteriormente, existe la posibilidad de que destruyan los
coronavirus en el aire en circulación.
Un estudio reciente llegó a los titulares con la afirmación
de que el 99,9% de los coronavirus mueren con la luz UVC . Analizando
esto más a fondo, con base en el límite regulatorio actual para bombillas UVC
lejanas en lugares públicos ocupados, los investigadores concluyeron que
habría ~ 90% de inactivación de coronavirus en ~ 8 minutos, 95% de
inactivación en ~ 11 minutos, 99% de inactivación en ~ 16 minutos y 99,9% de
inactivación en ~ 25 minutos.
Es importante tener en cuenta que la inactivación completa
por luz ultravioleta no es una maravilla de un solo golpe, y tales títulos de
noticias pueden ser engañosos. El uso de la longitud de onda adecuada para
el objetivo y un LED más potente puede reducir en gran medida el tiempo que
lleva la inactivación completa.
Entonces, cuando se invente un LED de 220 nm, Thompson será
el primero en hacérnoslo saber. Hasta entonces, la desinfección y
descontaminación efectivas en entornos de laboratorio, industriales y
sanitarios es posible con la tecnología LED UV actual de Phoseon.
TOMADO DE ENBVIO DE BIOTECHNIQUES
SE REGISTRARON 346 NUEVOS CASOS DE CORONAVIRUS EN CORRIENTES AR
Se registraron 346 nuevos casos de coronavirus en Corrientes
De las novedades informadas hoy por el Gobierno, 290 son de
la Capital. El acumulado llegó a 9633, de los que permanecen activos 1688.
El Gobierno de Corrientes dio a conocer que sumó 346 nuevos
casos de coronarivus en la provincia durante las últimas 24 horas. Los
datos surgen del parte oficial de este martes 1° de diciembre.
De las novedades, 290 corresponden a la ciudad de
Corrientes. También hubo más contagios en Paso de los Libres, Bella Vista,
Mercedes, San Cosme, Paso de la Patria, Monte Caseros, Goya, Riachuelo y Santo
Tomé.
Ahora los casos activos en la provincia son 1688, de los que
1382 son de la Capital, la localidad más afectada por la pandemia. El cuadro se
completa con 121 enfermos en Paso de los Libres, 31 en Bella Vista y en
Mercedes, 26 en San Cosme, 18 en Goya, 17 en Ituzaingó, 16 en Santo Tomé, 9 en
Mocoretá, 8 en Paso de la Patria, 4 en Empedrado y Caá Catí, 3 en Itatí y
Riachuelo, 2 en San Luis del Palmar, Esquina, Ramada Paso y Monte Caseros y 1
en Santa Ana, Curuzú Cuatiá, Mburucuyá, Santa Lucía, San Lorenzo, Alvear y San
Roque.
En el Hospital de Campaña se encuentran internados 116 pacientes con coronavirus. Del total, hay 89
personas que están en la Sala Clínica General estables. Mientras que los otros
27 están en terapia intensiva, de los que 21 necesitan de asistencia
respiratoria.
Tomado de el litoral de ctes ar
RESCATARON 27 TRABAJADORES QUE ESTABAN ESCLAVIZADOS EN SANTIAGO DEL ESTERO
Gustavo Vera, director del Comité Ejecutivo de Lucha en contra de la Trata y Explotación de Personas y para la protección y asistencia a sus víctimas, explicó el trabajo que se viene realizando en la temática. Durante todo el año se realizaron diversos operativos para detectar personas que eran explotados en sus trabajos. El domingo pasado se rescató en Santiago del Estero a 27 personas que estaban “en situación de total esclavitud”, afirmó Vera. Todos oriundos de otras localidades de dicha provincia, vivían en carpas de nailon, sin baño, agua potable, ni energía eléctrica, ni elementos de higiene. “Le cobraban la comida y por eso nunca percibieron su salario”, relató. Las denuncias de casos o sospechas se pueden realizar a la línea 145 que es un servicio anónimo y gratuito.
El 2 de diciembre se conmemora el aniversario del Convenio
para la Represión de la Trata de Personas y de la Explotación de la
Prostitución Ajena, aprobada el 2 de diciembre de 1949.
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