miércoles, 2 de diciembre de 2020

ESTADO DE LAS VACUNAS POSIBLES PARA EL CORONA VIRUS

ver en la nacion de ar 

 https://www.lanacion.com.ar/sociedad/vacunas-covid-19-cuales-llegaran-argentina-que-resultados-nid2526910


MAS FALLECIDOS EN CORRIENTES AR POR CORONAVIRUS 2de dic 2020

 MURIERON DOS HOMBRES

Covid-19: más de 3 mil casos en los primeros 15 días de testeos masivos

La primera quincena de funcionamiento de los Cetep arrojó una mayor cantidad de positivos, aunque también se logró reducir el número de activos. El Comité de Crisis trató el tema de las comunidades religiosas en el hospital de campaña. 


Encuentro. El Comité de Crisis ampliado tuvo ayer su segunda reunión.

En los primeros 15 días de funcionamiento de los Centros de Testeos de Epidemiología (Cetep) se detectaron 3.644 casos de covid-19 en Capital, mientras que el número de activos se redujo en 1.220. Mientras tanto, el Comité de Crisis continúa sumando instituciones para ampliar el abordaje de la pandemia.

VER MÁS: Confirman dos muertes en Corrientes por coronavirus

De acuerdo al último parte epidemiológico comunicado por el Ministerio de Salud Pública, ayer se registraron 346 casos del nuevo coronavirus en la provincia, de los cuales 290 correspondieron a Capital. Con esta cifra, se concluyó que en los primeros 15 días de funcionamiento de los 30 Cetep se detectaron 3.644 positivos en la ciudad, destacándose que el 17 de noviembre pasado había sido notificado el pico de 398 casos en una sola jornada para la localidad.

Más allá del lógico aumento de positivos debido al incremento de los hisopados, desde la cartera sanitaria destacaron una serie de indicadores positivos en esta primera quincena de trabajo de los centros, como la disminución del grado de propagación del virus (factor R 0), el cual pasó de 1,61 a 0,95 en dos semanas, y que implica un aumento en el número de personas recuperadas. A esto sumaron que se ha logrado reducir en 1.220 el número de casos activos de toda la provincia, considerando que el pasado 19 de noviembre se notificó la existencia de 2.908 personas que estaban cursando la enfermedad -cifra récord-, mientras que ese número ayer fue de 1.688.

Mientras tanto, en Salud Pública alistan la instalación de dos nuevos Cetep, aunque todavía no se informó dónde serán ubicados.

Reunión

En la sede de la cartera sanitaria se realizó ayer la segunda reunión ampliada del Comité de Crisis, que busca sumar a otras instituciones en la labor para frenar el avance de la pandemia en la provincia. Según se informó, se sumaron otras entidades por fuera del ámbito sanitario, como el Arzobispado de Corrientes, el Ministerio de Desarrollo Social y el Poder Judicial, entre otras.

“Cada uno de los participantes viene a la reunión con una agenda de necesidades y de propuestas. Todo tendiente a optimizar la respuesta a la pandemia”, indicó la directora de Epidemiología, Angelina Bobadilla; y detalló que ayer se “trabajó también el tema de la presencia de diferentes representantes de comunidades religiosas que se concentran en el hospital de campaña”.

“En seguridad, abordamos el tema del asesoramiento del 911, la articulación con Salud y el tema del protocolo para los actos de colación. En este aspecto toda la semana estuvimos trabajando con Educación y hoy se cierra el protocolo para ya difundir a todas las autoridades educativas de la provincia para que sean actos seguros para cada uno de los estudiantes y sus padres”, concluyó.

 tomado de el litoral de ctes ar 

ALBERT SABIN Y JONAS SALK

 


Albert Sabin y Jonas Salk, los responsables de la erradicación de la Poliomielitis, ambos patentaron las vacunas a su nombre y luego renunciaron a ellas para que sean propiedad de la humanidad y ningún laboratorio lucre con la salud de los niños... Ah, ninguno de los 2 recibió el Premio Nobel.

Tomado de face de efemérides históricas

martes, 1 de diciembre de 2020

AO CONTRÁRIO DO QUE DISSE BOLSONARO, MÁSCARAS PROTEGEM CONTRA COVID-19

A fala do presidente está em total desalinho com as recomendações adotadas por todas as entidades nacionais e internacionais


André Biernath - Da BBC News Brasil em São Paulo

Não existem muitos tabus sobre o uso das máscaras em entidades nacionais e internacionais -


Em sua tradicional live de quinta-feira, transmitida pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro fez alguns comentários a respeito da pandemia de covid-19 que assola o Brasil e o mundo. Ao falar de métodos de prevenção, ele lançou dúvidas sobre a efetividade das máscaras.

"A questão da máscara, não vou falar muito porque ainda vai ter um estudo sério falando da máscara, se ela protege 100%, 80%, 90%, 10%, 4% ou 1%. Vai chegar esse estudo. Acho que falta apenas o último tabu a cair", disse.

A fala do presidente, no entanto, está em total desalinho com as recomendações adotadas por todas as entidades nacionais e internacionais, que não identificam nenhum "tabu" a respeito do tópico no momento.

Desde junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza o uso de máscaras de tecido para todo mundo que precisa sair de casa.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, fez a mesma indicação um pouco antes, a partir do mês de abril.

No Brasil, o Ministério da Saúde reconhece que cobrir nariz e boca com tecido é uma das ações preventivas mais importantes — em seu site, a pasta até disponibiliza um guia para a confecção dessas peças em casa.

O próprio Bolsonaro, inclusive, sancionou a lei 14.019/2020, publicada no Diário Oficial da União no dia 2 de julho, que fala sobre "a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção individual para circulação em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos".

Em meio a essa polêmica, será que ainda existe alguma dúvida sobre a efetividade das máscaras entre os especialistas?

A ciência por trás dos rostos cobertos


Se você lembrar bem, no início da pandemia a orientação das autoridades era para que a população geral, sem sintomas sugestivos de covid-19, não botasse máscaras.

O medo era que faltassem equipamentos de proteção para profissionais de saúde e pacientes, que são os grupos que mais precisam deles.

Além disso, suspeitava-se que ficar com o tecido na face causaria incômodo nas pessoas, que iriam levar mais as mãos ao rosto para coçar ou arrumar a posição da peça. A crença era que isso aumentaria os riscos de infecção.

"E, como tudo era muito novo, não sabíamos se o tecido comum protegeria de verdade", relembra a infectologista Melissa Medeiros, que faz parte do corpo clínico do Hospital São José de Doenças Infecciosas e do Hospital São Camilo, ambos em Fortaleza.

Com o passar do tempo e o avançar da ciência, esses temores se mostraram exagerados. Por outro lado, começaram a surgir evidências de que o uso das máscaras, mesmo aquelas mais simples, feitas de pano, teria um papel importante a cumprir.

Foi justamente aí que OMS, CDC e outras organizações perceberam a mudança e atualizaram suas diretrizes.

Mas não existem trabalhos com o mais elevado grau de evidência que comprovem definitivamente a efetividade dessa estratégia.

Testes rigorosos, como aqueles que são feitos com as vacinas atualmente, são praticamente impossíveis de serem realizados com as máscaras.

Afinal, seria impraticável (e até antiético) pedir que milhares de pessoas fiquem semanas sem usá-las, se expondo ao risco de contrair um vírus mortal, só para comprovar uma hipótese de uma pesquisa.

O que temos, então, são estudos observacionais e epidemiológicos. Eles não refletem o nível máximo da evidência científica, mas é o melhor que se pode fazer na realidade atual. Portanto, são considerados suficientes para seguir com as recomendações.

As cabeleireiras do Missouri

Uma das primeiras pesquisas a indicar a efetividade da máscara aconteceu no Estado americano do Missouri. Duas funcionárias de um salão de beleza estavam com covid-19 e, sem sintomas, foram trabalhar normalmente.

Durante oito dias, elas interagiram por um período de pelo menos 15 minutos com 139 clientes diferentes. Detalhe importante: tanto as cabeleireiras como os fregueses usaram máscaras o tempo todo.

"Algum tempo depois, 67 dessas pessoas foram testadas e todas deram negativo. Era uma situação de alto risco e não foi observado nenhum caso secundário", relata o médico Vitor Mori, do grupo Observatório Covid-19 BR.

Outros trabalhos do tipo foram realizados em vários países. Na Tailândia, por exemplo, mil pessoas foram entrevistadas para descobrir o risco de estarem com covid-19.

Aquelas que diziam usar máscaras em momentos com chances de exposição ao coronavírus tinham um risco 70% menor de ter a infecção.

De acordo com o CDC, outros sete estudos populacionais confirmaram os benefícios do uso generalizado das máscaras. Eles foram feitos com de milhares de pessoas num sistema hospitalar, numa cidade alemã inteira e em 15 Estados americanos, entre outros contextos.

Todas essas investigações revelaram que, após a orientação do uso desses equipamentos de proteção, a taxa de novas infecções se manteve estável ou até caiu. Em comparação, nos locais que não adotaram a estratégia, os números subiram nesse mesmo período.

O CDC ainda calcula que, se o uso das máscaras fosse ampliado em 15% nos Estados Unidos nos próximos meses, isso evitaria um novo lockdown no país e impediria um prejuízo de 1 trilhão de dólares, o equivalente a 5% do PIB americano.

Mas como a máscara funciona?

Os especialistas asseguram que a máscara traz ao menos dois benefícios: ela protege quem usa e, ao mesmo tempo, resguarda quem está por perto de um indivíduo infectado.

"O tecido vai impedir que o vírus entre no nosso nariz ou na nossa boca a partir das gotículas de saliva que saem de uma pessoa durante tosses, espirros ou conversas", resume a médica Raquel Stucchi, da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Getty ImagesA máscara deve sempre cobrir boa parte do rosto (do topo do nariz até o queixo), sem passagens de ar nas bochechas

Esse mecanismo ganha mais importância porque já se sabe que a grande maioria dos pacientes com covid-19 não apresenta sintomas sugestivos (ou demora alguns dias para manifestar sinais da doença).

O preocupante é que esses indivíduos assintomáticos transmitem o vírus normalmente. Estima-se que eles sejam responsáveis por pelo menos 50% dos novos casos. O uso geral das máscaras, portanto, ajudaria a impedir essa difusão silenciosa pelas pessoas que nem sabem que carregam o coronavírus em seu organismo.

Ainda há um terceiro efeito benéfico dessa peça. Estudos preliminares revelaram que indivíduos que usam máscara, e mesmo assim pegam covid-19, costumam ter uma versão mais leve da enfermidade.

Especula-se que, nesses casos, a quantidade de vírus que ataca o corpo é menor. "Uma carga viral baixa estaria ligada a sintomas brandos e uma recuperação mais tranquila", completa Mori. Mas esses ganhos dependem, claro, da escolha do modelo perfeito e de seu uso adequado.

Como escolher a sua?

As entidades nacionais e internacionais pedem que as máscaras tenham duas ou três camadas e cubram bem o rosto, desde a parte superior do nariz até o queixo. Elas devem ser feitas com algodão ou poliéster, com uma trama de tecido mais densa.

Portanto, não compre ou utilize modelos feitos com crochê que são vendidos por aí. Há algumas opções com lâminas transparentes de plásticos, que são ineficazes e até dificultam a respiração. "Evite também aquelas com rendas, bordados e pedrarias, pois isso dificulta a lavagem", acrescenta Medeiros.

Existem vários cortes e estilos disponíveis hoje em dia. Procure aqueles que fiquem mais confortáveis e não machuquem as orelhas ou a nuca. No entanto, é importante que o tecido fique bem justo à pele e não apareçam passagens de ar nas bochechas, na maçã do rosto ou no queixo.

"A recomendação é que todas as pessoas com mais de dois anos de idade usem máscara o tempo todo que estiverem fora de casa", diz Stucchi. A peça deve ser trocada imediatamente caso fique suja ou úmida. Se você vai ficar na rua por algumas horas, leve uma ou duas opções de reserva.

Dá pra lavar as máscaras na máquina, junto com o restante das roupas. Deixe secar bem antes de utilizá-las novamente. E, claro, se perceber algum rasgo nas camadas, é hora de jogar no lixo e renovar suas peças.

Vale lembrar que a máscara não é um salvo-conduto para relaxar as outras medidas. Ao sair, é primordial continuar cumprindo o distanciamento físico de pelo menos 2 metros e lavar bem as mãos com água e sabão ou, se não tiver uma pia e uma torneira por perto, com álcool em gel.

Modelos mais rebuscados


Além das versões de tecido, atualmente está mais fácil encontrar é a N95. Será que vale apostar nelas? Na maioria das vezes, as convencionais já dão conta do recado.

"Porém, caso você faça parte do grupo de risco para complicações pela covid-19 ou precisa se expor a uma situação mais arriscada, esses tipos podem trazer mais proteção", sugere Mori. O mesmo recado vale para as máscaras cirúrgicas.

Getty ImagesMáscaras profissionais, como a N95, podem ser utilizadas por idosos, pacientes com doenças crônicas ou quando o indivíduo vai se expor a uma situação de alto risco de infecção pelo coronavírus

Outro equipamento que gera muitas dúvidas é o face shield, aquela lâmina de acrílico que é presa a um aro na cabeça e forma um escudo em toda a face. Ele é essencial para profissionais de saúde ou aqueles que têm contato direto com o público (como recepcionistas, por exemplo). Mas em hipótese alguma deve ser utilizado sozinho, sem as máscaras.

Apesar da polêmica e das informações falsas que pintam por aí, precisamos ter em mente que precisaremos usar as máscaras por um longo período.

"Até que tenhamos vacinas seguras e eficazes e com uma grande porcentagem da população já imunizada, continuaremos a depender delas para nos protegermos", adianta Stucchi.

Eis uma moda que chegou para ficar — pelo menos enquanto a pandemia estiver entre nós.  // tomada do correio brasiliense

¿PUEDE LA LUZ ULTRAVIOLETA LEJANA MATAR EL SARS-COV-2?

 ESCRITO POR ABIGAIL SAWYER

BIOQUÍMICA BIOINGENIERÍA Y BIOFÍSICA COVID-19 DISEÑO Y MAQUINARIA DE LABORATORIO MICROBIOLOGÍA NOTICIAS TECNOLÓGICAS


 Informes recientes han apuntado a la luz ultravioleta lejana como un método de desinfección COVID-19 seguro para los humanos. ¿Es esto demasiado bueno para ser verdad?

¿Qué tan fácil sería si el mundo pudiera eliminar el coronavirus con una fuente de luz? Ser bañado con luz ultravioleta cada vez que ingresa a una tienda de comestibles o un restaurante podría garantizar que no pueda transmitir o portar COVID-19.

¿Es esto demasiado bueno para ser verdad? Exploramos la ciencia y la tecnología detrás de las afirmaciones.

La realidad UV

En marzo, la FDA publicó un documento que  permite el uso de luz UVC con fines de desinfección de COVID-19 en entornos de atención médica. Para algunos, esto pareció ser una idea novedosa y generó cierta confusión sobre su potencial. Sin embargo, Phoseon Technology (Oregón, EE. UU.) Ha estado suministrando LED UV para fines de desinfección en laboratorios y otros entornos industriales durante casi 20 años.

Esto convierte a Theresa Thompson, científica de aplicaciones en Phoseon, en una experta en el uso seguro de la luz ultravioleta: “En el sol, usarías bloqueador solar. Debe usar un bloque cuando use luz ultravioleta en el laboratorio ".

Ella aconseja saber qué luz ultravioleta está usando y usar protección en forma de guantes, gafas y protección para la piel. También recomienda estructuras de plexiglás para proteger a quienes te rodean. Es posible que el plexiglás le resulte familiar como los escudos que están apareciendo en las tiendas de comestibles y restaurantes para evitar que los clientes vecinos se respiren entre sí, y también pueden bloquear la luz ultravioleta.

Los beneficios de utilizar la luz ultravioleta con fines de desinfección son enormes: no hay residuos como en la desinfección química , que podrían contaminar las superficies. Esto es extremadamente importante en el laboratorio cuando se necesita una desinfección y descontaminación confiables para obtener resultados precisos. También hace posible la reutilización de pequeños artículos de laboratorio de plástico, como puntas de pipeta y viales.

 


Una de las máquinas LED UV de Phoseon, KeyProExplorer.

Ahora, existe la esperanza de que el potencial de la desinfección con luz ultravioleta COVID-19 se extienda más allá del laboratorio. Con historias de empresas que invierten en arcos de luz ultravioleta seguros para las personas y autobuses que se colocan en una cámara de luz ultravioleta después de un día de trabajo en China, parece que ahora es el momento de invertir en métodos de desinfección con luz ultravioleta.

Los especialistas en LED UV, Phoseon Technology, se han visto inundados de preguntas sobre el potencial de la luz UVC lejana en la desinfección segura para humanos del SARS-CoV-2. ¿Qué tan plausible es que la luz ultravioleta pueda matar al SARS-CoV-2, el virus que causa el COVID-19, y qué tan seguro es esto para los humanos?

UVC lejano

Imagina que el sol es una bombilla que emite luz ultravioleta (entre otras cosas). La capa de ozono actúa como filtro, evitando que la luz UVC llegue a la Tierra. Se sabe que la luz ultravioleta que llega a la superficie de la Tierra (UVA y UVB) es dañina para los humanos y puede causar cáncer de piel.

La luz UVC se ha ganado la reputación de ser incluso más dañina que la luz UVA y UVB; una regla general es que cuanto más corta es la longitud de onda, más dañino es el efecto en los seres humanos. Sin embargo, se cree que la luz ultravioleta lejana (longitudes de onda de 207 a 220 nm) podría ser segura para el uso humano, ya que las longitudes de onda son demasiado cortas para penetrar la piel o los ojos humanos.

Imaginemos ahora una bombilla que emite un rango de longitudes de onda UV con un filtro para permitir el paso de luz UVC lejana de 220 nm. En teoría, esto podría proporcionar un nivel de desinfección similar al que ya se puede lograr en el laboratorio con LED, pero de una manera que también es segura para los humanos.

Sin embargo, ¿se mantiene esta teoría? A diferencia del sol, las bombillas no son muy robustas. No durarán mucho si se mueven mucho. Por tanto, la bombilla tiene que estar en una posición fija. En muchos de estos casos de uso humano, se fijaría al techo.

Si bien la longitud de onda de 220 nm es demasiado corta para penetrar la piel, también es demasiado corta para viajar muy lejos en el aire. El potencial de la luz UVC de 220 nm que llega a una persona desde el techo sería mínimo. ¿Cómo se soluciona habitualmente este problema de UVC de longitud de onda corta que se cae rápidamente en el aire? Utilizando LED de alta intensidad.

La tecnología LED mejora constantemente; se puede generar más energía en longitudes de onda de luz cada vez más bajas. Sin embargo, los LED para la longitud de onda de 220 nm simplemente no existen todavía. De hecho, Thompson mencionó que no estaría hablando con BioTechniques si lo hicieran, sino que estaría bailando en círculos.

Destruyendo COVID-19

COVID-19 está devastando el mundo y ha demostrado ser fatal para muchos. ¿Se puede realmente destruir un virus que es tan peligroso con luz ultravioleta? Y, si estas longitudes de onda UVC lejanas no pueden penetrar ni siquiera los niveles superiores de la piel humana, ¿pueden matar el virus SARS-CoV-2?

Thompson es un experto en desinfección por tecnología UV y nunca ha conocido nada tan difícil de descontaminar como la RNasa A. Esta es una enzima que se elimina constantemente de nuestra piel y cabello, y hace que el trabajo con el ARN sea increíblemente complicado .

 


Longitudes de onda óptimas, dosis y tiempo resultante para la inactivación de enzimas y microorganismos por luz ultravioleta.

Actualmente, existe una investigación limitada sobre la inactivación del SARS-CoV-2 con luz ultravioleta y se desconocen las mejores longitudes de onda para una desinfección completa. Sin embargo, Thompson confía en que si la ARNasa A puede inactivarse con la luz ultravioleta, también lo puede hacer el SARS-CoV-2, un virus de ARN envuelto similar a la influenza A (inactivado a 265 nm).

Aunque es poco probable que las bombillas de UVC lejano desinfecten rápidamente las superficies a distancia debido a los problemas discutidos anteriormente, existe la posibilidad de que destruyan los coronavirus en el aire en circulación.

Un estudio reciente llegó a los titulares con la afirmación de que el 99,9% de los coronavirus mueren con la luz UVC . Analizando esto más a fondo, con base en el límite regulatorio actual para bombillas UVC lejanas en lugares públicos ocupados, los investigadores concluyeron que habría ~ 90% de inactivación de coronavirus en ~ 8 minutos, 95% de inactivación en ~ 11 minutos, 99% de inactivación en ~ 16 minutos y 99,9% de inactivación en ~ 25 minutos.

Es importante tener en cuenta que la inactivación completa por luz ultravioleta no es una maravilla de un solo golpe, y tales títulos de noticias pueden ser engañosos. El uso de la longitud de onda adecuada para el objetivo y un LED más potente puede reducir en gran medida el tiempo que lleva la inactivación completa.

Entonces, cuando se invente un LED de 220 nm, Thompson será el primero en hacérnoslo saber. Hasta entonces, la desinfección y descontaminación efectivas en entornos de laboratorio, industriales y sanitarios es posible con la tecnología LED UV actual de Phoseon.

TOMADO DE ENBVIO DE BIOTECHNIQUES

SE REGISTRARON 346 NUEVOS CASOS DE CORONAVIRUS EN CORRIENTES AR

  Se registraron 346 nuevos casos de coronavirus en Corrientes

De las novedades informadas hoy por el Gobierno, 290 son de la Capital. El acumulado llegó a 9633, de los que permanecen activos 1688.

El Gobierno de Corrientes dio a conocer que sumó 346 nuevos casos de coronarivus en la provincia durante las últimas 24 horas. Los datos surgen del parte oficial de este martes 1° de diciembre.

De las novedades, 290 corresponden a la ciudad de Corrientes. También hubo más contagios en Paso de los Libres, Bella Vista, Mercedes, San Cosme, Paso de la Patria, Monte Caseros, Goya, Riachuelo y Santo Tomé.

Ahora los casos activos en la provincia son 1688, de los que 1382 son de la Capital, la localidad más afectada por la pandemia. El cuadro se completa con 121 enfermos en Paso de los Libres, 31 en Bella Vista y en Mercedes, 26 en San Cosme, 18 en Goya, 17 en Ituzaingó, 16 en Santo Tomé, 9 en Mocoretá, 8 en Paso de la Patria, 4 en Empedrado y Caá Catí, 3 en Itatí y Riachuelo, 2 en San Luis del Palmar, Esquina, Ramada Paso y Monte Caseros y 1 en Santa Ana, Curuzú Cuatiá, Mburucuyá, Santa Lucía, San Lorenzo, Alvear y San Roque.

En el Hospital de Campaña se encuentran internados 116 pacientes con coronavirus. Del total, hay 89 personas que están en la Sala Clínica General estables. Mientras que los otros 27 están en terapia intensiva, de los que 21 necesitan de asistencia respiratoria.

Tomado de el litoral de ctes ar

RESCATARON 27 TRABAJADORES QUE ESTABAN ESCLAVIZADOS EN SANTIAGO DEL ESTERO


Gustavo Vera
, director del Comité Ejecutivo de Lucha en contra de la Trata y Explotación de Personas y para la protección y asistencia a sus víctimas, explicó el trabajo que se viene realizando en la temática. Durante todo el año se realizaron diversos operativos para detectar personas que eran explotados en sus trabajos. El domingo pasado se rescató en Santiago del Estero a 27 personas que estaban “en situación de total esclavitud”, afirmó Vera. Todos oriundos de otras localidades de dicha provincia, vivían en carpas de nailon, sin baño, agua potable, ni energía eléctrica, ni elementos de higiene. “Le cobraban la comida y por eso nunca percibieron su salario”, relató. Las denuncias de casos o sospechas se pueden realizar a la línea 145 que es un servicio anónimo y gratuito.

El 2 de diciembre se conmemora el aniversario del Convenio para la Represión de la Trata de Personas y de la Explotación de la Prostitución Ajena, aprobada el 2 de diciembre de 1949.

Tomado de lt 14 Paraná er ar