sábado, 25 de mayo de 2019

LA JUSTICIA DE CHACO ORDENÓ SUSPENDER DESMONTES EN BOSQUES PROTEGIDOS


Greenpeace: “La Justicia escuchó el reclamo de la gente, ahora Peppo debe cumplir la Ley de Bosques”
La ONG celebró el fallo en la provincia pero sostuvo que continuará monitoreando que la detención total de los desmontes en zonas protegidas se haga efectiva. Esta medida ocurre en el marco de las graves inundaciones que continúan afectando a Chaco desde hace meses.
Resistencia, 24 de mayo de 2019.- Tras el reclamo transversal de los ciudadanos,  la coalición Somos Monte, el Foro Gualamba, el Centro Mandela, pueblos originarios, organizaciones sociales y Greenpeace, la justicia de la provincia ordenó que se suspendan los desmontes ilegales en zonas amarillas.
El fallo de la Juzgado Civil y Comercial de la 21º Nominación de Resistencia, que servirá como medida cautelar hasta que haya una resolución sobre el amparo que presentó la Defensoría del Pueblo del Chaco contra la Subsecretaría de Recursos Naturales de la provincia y gobierno  chaqueño para que se anulen los permisos otorgados para desmontes en zona amarilla, sienta un precedente en la protección de los bosques chaqueños.
“Este es un gran logro de la sociedad chaqueña y las organizaciones que luchan por la protección de los bosques nativos y las especies que lo habitan. Ahora, controlaremos que el fallo se cumpla y las topadoras no sigan arrasando El Impenetrable. Vamos a seguir exigiendo que sea haga efectivo el cumpimiento de la ley nacional y que Peppo cancele los permisos ilegalmente otorgados y ordene reforestar los que ya fueron desmontados", sostuvo Noemí Cruz, coordinadora de la campaña de bosques.
Sobre las inundaciones que afectan a la provincia, Cruz agregó: “Estos fenómenos climatológicos que viene ocurriendo desde hace meses, son producto de la destrucción de los bosques. Sin bosques, las inundaciones van a convertirse tristemente en moneda corriente para los chaqueños”
Ayer, las organizaciones Greenpeace y Somos Monte reclamaron frente a la Casa de Gobierno de la provincia, con el velatorio de un yaguareté, para exigir el cese de la deforestación y la destrucción de esta especie, de la que sólo quedan 20 ejemplares en la región chaqueña.
Lic. Hernán Giardini
Coordinador de la Campaña de Bosques
Forests Campaign Coordinator

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viernes, 24 de mayo de 2019

CIUADAD DE CORRIENTES INUNDADA


Intensas precipitaciones anegaron la ciudad y el transporte público se paralizó en hora pico
La copiosa lluvia de ayer provocó la caída de 70 milímetros de agua, de acuerdo con los datos del Instituto Correntino del Agua y del Ambiente (Icaa), provocando el anegamiento en algunas zonas de la ciudad y la suspensión del servicio de transporte público de pasajeros. Las unidades permanecieron cerradas en diferentes puntos de la ciudad e incluso en varias paradas. Tampoco funcionaron los remises.
En la jornada de ayer, las precipitaciones volvieron a anegar la ciudad en varias zonas y si bien sólo por momentos fueron abundantes, resultaron suficientes para ocasionar serios inconvenientes en los servicios de transporte promediando las 22, cuando el Comité de Operaciones de Emergencia (COE) de la Comuna resolvió suspender por 30 minutos el servicio de colectivos en un horario pico en el que muchos pasajeros retornaban a sus hogares.
Ante la situación, El Litoral recorrió algunas paradas en las que se pudo observar un importante número de pasajeros que aguardaban las unidades para poder retornar a sus hogares. En la zona de Yrigoyen casi Mendoza un colectivo permanecía cerrado con las luces prendidas y ante la consulta de los usuarios, el mismo informó que esperaba la orden del restablecimiento del servicio para poder ponerse en marcha. Los pasajeros debían refugiarse donde podían en medio de la tormenta.
En tanto, el Servicio Meteorológico Nacional (SMN) anunció que hoy se mantendrían las lluvias, dando una tregua recién mañana, para luego retornar el domingo y prolongarse hasta el miércoles de la semana que viene. Además, anuncian un descenso de la temperatura para los próximos días, con una mínima que rondará los 10° alcanzando en algunas jornadas una máxima de 20°. // tomado de el litoral de ctes ar

jueves, 23 de mayo de 2019

CONTATO COM A NATUREZA MELHORA A SAÚDE MENTAL NA IDADE ADULTA


Crianças que vivem essa experiência podem se tornar adultos menos vulneráveis ao surgimento de problemas como nervosismo e depressão, mostra estudo espanhol. Resultado reforça a importância de levar os pequenos a ambientes livres
A ida regular tanto a áreas verdes como parques, quanto às azuis, florestas e praias, por exemplo, gera benefícios(foto: Daniel Mihailescu/AFP)
O contato com a natureza durante a infância pode gerar benefícios à saúde mental na idade adulta, preservando indivíduos de males como depressão e ansiedade. Pesquisadores do Instituto Barcelona para a Saúde Global (ISGlobal) identificaram essa relação preventiva ao avaliar dados de quase 3.600 adultos moradores de quatro cidades europeias: Barcelona (Espanha), Doetinchem (Holanda), Kaunas (Lituânia) e Stoke-on-Trent (Reino Unido). O resultado do trabalho foi divulgado ontem, no International Journal of Environment Research and Public Health.
Wilma Zijlema, pesquisadora do ISGlobal e coordenadora do estudo, ressalta que as conclusões “mostram a importância da exposição infantil aos espaços naturais para o desenvolvimento de uma atitude que valoriza a natureza e um estado psicológico saudável na vida adulta”. A especialista lembra que 73% da população da Europa vive em áreas urbanas com acesso frequentemente limitado a espaços verdes. Em muitos outros países fora do continente, o cenário não é diferente. “Portanto, é importante reconhecer as implicações do crescimento em ambientes com limitações oportunidades de exposição à natureza”, acrescenta.
Os autores do estudo defendem que o contato com a natureza passe a ser uma preocupação de autoridades de saúde pública e que, de alguma forma, seja considerada um cuidado essencial para o desenvolvimento infantil, como a vacinação. “Muitas crianças levam um estilo de vida em ambientes fechados. Por isso, seria desejável que os ambientes naturais estivessem disponíveis, fossem atraentes e seguros. Fazemos um apelo aos formuladores de políticas para melhorar a disponibilidade de espaços naturais para elas”, frisa Mark Nieuwenhuijsen, diretor da Iniciativa de Planejamento Urbano, Meio Ambiente e Saúde da ISGlobal.
Do quintal à praia
A exposição a ambientes externos naturais tem sido associada a vários benefícios à saúde, incluindo melhor desenvolvimento cognitivo e físico. Porém, segundo o ISGlobal, poucas pesquisas exploraram o impacto dessa experiência ao longo da vida e a maioria considera mais espaços verdes (jardins, parques urbanos etc.) do que espaços azuis (lagoas, rios, lagos e praias, por exemplo).
Desta vez, a equipe usou um questionário com perguntas referentes à frequência com que adultos, quando crianças, frequentaram espaços naturais intencionais, como ir a um parque natural, e os espaços não intencionais, por exemplo, brincar em um quintal. Os participantes também responderam sobre o contato com a natureza na vida adulta: se sentem satisfeitos com essa experiência e a importância que dão aos espaços verdes.
Quanto à saúde mental, testes psicológicos aplicados sinalizaram a existência de nervosismo e sentimentos de depressão ao longo das quatro semanas anteriores, bem como a vitalidade — níveis de energia e fadiga — dos respondentes. Por fim, imagens de satélite ajudaram os cientistas a avaliar o verde circundante à área residencial dos participantes da pesquisa.

Os resultados mostram que os adultos menos expostos a espaços naturais durante a infância tiveram escores mais baixos em testes de saúde mental, comparados àqueles com maior exposição. A equipe constatou ainda a vivência em áreas verdes pode interferir na forma com que os indivíduos valorizam essa experiência. Segundo Myriam Preuss, primeira autora do estudo, “em geral, os participantes com menor exposição na infância à natureza deram menor importância aos ambientes naturais”. Não foi encontrada associação entre a exposição na infância e vitalidade na vida adulta.
Risco 55% menor
Pesquisadores dinamarqueses conseguiram quantificar os benefícios a longo prazo de estar rodeado de natureza na infância. Com base em dados de satélite de 1985 a 2013, cientistas da Universidade de Aarhus mapearam a presença de espaços verdes em torno dos lares de quase 1 milhão de crianças do país, compararam as informações com o risco de surgimento de 16 transtornos mentais e concluíram que crescer em ambientes mais verdes reduz em até 55% o risco de um adulto desenvolver problemas como depressão.
"Com o nosso conjunto de dados, mostramos que o risco de desenvolver um transtorno mental diminui gradativamente quanto mais tempo você estiver cercado por espaços verdes desde o nascimento até os 10 anos de idade. O espaço verde durante toda a infância é extremamente importante", frisa, em comunicado, Kristine Engemann, líder do estudo, divulgado, em fevereiro, no periódico americano Pnas.
A proteção se manteve quanto a equipe ajustou fatores de riscos conhecidos, como condição econômica e histórico familiar de transtornos mentais. Jens-Christian Svenning, coautor do estudo, ilustra a importância dos resultados. "O acoplamento entre saúde mental e acesso a espaços verdes é algo que deve ser considerado ainda mais no planejamento urbano para garantir cidades mais verdes e saudáveis e melhorar a saúde mental dos residentes."  // tomado de correio brasiliense

DEFORESTAR PARA PLANTAS CAÑA DE AZUCAR ?


 Cañeros descartan que se vaya a deforestar para etanol
Inicio de la zafra 2018 en la planta San Buenaventura. | ABI
Laura Manzaneda
La Comisión Nacional de Productores Cañeros de Bolivia (Concabol) y la Unión Agroindustrial de Cañeros (Unagro) aseguraron que la producción de etanol no involucra la deforestación de nuevas  hectáreas de bosques por al menos cinco años.
Los productores aseguran que la frontera agrícola por ahora no requiere ser ampliada por la baja venta de alcohol anhidro al Gobierno nacional. 
El presidente de la Concabol, Óscar Alberto Arnez, explicó que la estatal petrolera comprometió la compra de 148 millones de litros de etanol a los cañeros de Santa Cruz, de mayo de 2019 a mayo de 2020. Pero, de esa cifra, hasta la fecha sólo se vendieron de 7 a 8 millones de miles de litros, lo que no representa ni el 10 por ciento de la cifra comprometida. “El alcohol no está generando casi nada. Sólo son 10 millones de 148 millones”, dijo Arnez.
El dirigente lamentó que el Gobierno, en 2018, no haya cumplido la proyección de compra gradual de 350 millones de litros de etanol. Para alcanzar esa meta, hubiera sido necesario ampliar la frontera agrícola.
Pero las ventas no fueron las esperadas y este año el sector cañero tiene sobreproducción de azúcar y etanol, que están almacenados.
El representante aseguró que no es necesario deforestar para ampliar los cultivos de caña por lo menos 5 o 10 años más, por la falta de mercado para el etanol. 
Aclaró que antes de deforestar, el sector priorizará optimizar la cosecha de caña por hectárea. Actualmente, se cosecha 47 toneladas  por hectárea. En 2018 se sembraron 1.600 hectáreas de caña, lo que representa un incremento del 10 por ciento en comparación con la siembra de 2017.
UNAGRO SEMBRÓ 12 MIL HECTÁREAS
El gerente de Unagro, Marcelo Fraija, aseguró que no se requiere ampliar la siembra de caña  ante la baja venta de etanol a YPFB.  Unagro tiene 42 mil hectáreas de caña y sólo 20 o 30 por ciento se va para el etanol.  // tomado de los tiempos de Bolivia

CONFIRMARON UN CASO DE GRIPE A EN LA PLATA


 Es un nene de 7 años, que está internado y "evoluciona bien"
El menor se encuentra en el Hospital de Niños de La Plata.
Imagen: Twitter
La Provincia de Buenos Aires confirmó un caso de Gripe A. Se trata de un chico de 7 años que está internado en el Hospital de Niños de La Plata y “evoluciona bien”, según informo el Ministerio de Salud bonaerense.
"Hoy la gripe A es de circulación corriente, ya no es como años atrás, es frecuente que aparezcan casos y que no revistan gravedad", afirmaron desde la cartera. El pequeño tiene convulsiones, motivo por el cual debió ser atendido por un servicio de emergencia. Presentaba un cuadro febril y se decidió su internación. La muestra que se le tomó confirmó el diagnóstico en las últimas horas.
La vacuna contra la enfermedad está disponible en forma gratuita en todos los vacunatorios de la Provincia. Las defensas se producen entre los 10 y 15 días posteriores a la aplicación. La Gripe A suele aparecer en los meses de frío y el contagio se produce por entrar en contacto con secreciones de personas afectadas. Síntomas: fiebre mayor a 38 grados, tos, congestión nasal, dolores de cabeza y musculares, vómitos, diarrea, somnolencia, irritabilidad y dificultades para respirar.
El secretario de Salud de Berisso, Alberto Augstaitis, resaltó la importancia de mantener la vacunación de los grupos de riesgo: menores de 2 años, mayores de 65 años, embarazadas y personas con patologías crónicas, como, por ejemplo, enfermedad cardíaca, hipertensión arterial, problemas respiratorios, asmáticos, problemas renales, hepáticos, neurológicos, todos estos son factores que aumentan el riesgo de padecer un cuadro gripal.
“Es importante tomar las medidas de prevención para evitar el contagio”, aseguró el funcionario. “Son siempre casos leves, y solamente están expuestos a sufrir complicaciones aquellas personas que nosotros los consideramos como grupo de riesgo”, agregó. // tomado de pagina 12 de ar

CONFIRMARON EL BROTE DE RABIA PARESIANTE Y TRABAJAN PARA INOCULAR AL GANADO


El Senasa confirmó mediante análisis de laboratorio el brote de rabia paresiante en un campo cercano a la localidad de La Cruz. La enfermedad provocó unos 50 animales muertos. Se pusieron en marcha los protocolos sanitarios para los rodeos de la zona, en un radio de 10 kilómetros alrededor de los animales afectados.
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Finalmente, el Servicio Nacional de Sanidad y Calidad Agroalimentaria (Senasa) confirmó el brote de rabia paresiante que afectó un establecimiento ganadero en la localidad de La Cruz, y por el cual se encuentran trabajando. Según informaron, habría unos 50 animales muertos por la enfermedad, y se trabaja en la erradicación de refugios de vampiros, que son los vectores que transmiten la rabia.
Según informó el Senasa, se trabaja en el departamento San Martín, tras confirmarse por laboratorio (Laboratorio Regional Candelaria–Senasa), un nuevo brote de rabia paresiante en herbívoros en las cercanías a la localidad de La Cruz, el pasado 15 de mayo.
Hasta el momento se registran aproximadamente 50 herbívoros muertos. Al corroborar el diagnóstico, los profesionales del organismo establecieron un área de trabajo con vacunación de ganado bovino, equino, porcino y rumiantes menores, en un radio de 10 kilómetros alrededor de los animales afectados.
En ese sentido, se realizaron inspecciones de posibles refugios de vampiros, dando como resultado la localización de varios en la zona, dónde se capturaron  ejemplares del vampiro común para bajar la población en las colonias, quedando los refugios como centinelas, los que serán monitoreados a futuro.
En este sentido, el Senasa recomienda evitar el contacto con animales muertos o con sintomatología nerviosa y dar aviso inmediato a la Oficina del Senasa más cercana, o a través de la aplicación Notificaciones Senasa disponible en Play Store, para intervenir de manera adecuada y analizar sanitariamente cada escenario.
En declaraciones al programa Aires de Campo (Radio LT7), el presidente de la Fundación Correntina para la Sanidad Animal (Fucosa), Ignacio Martínez Álvarez, informó que se trata de un establecimiento cercano a la Sociedad Rural de La Cruz, y por ende cercano al casco urbano de la localidad. Por esta cuestión, también se trabaja con el Ministerio de Salud Pública de la provincia, ya que se trata de una enfermedad que podría transmitirse a las personas.
En este sentido, el titular de la Fucosa informó que los vacunadores de la fundación ya se encuentran trabajando con la inoculación de los establecimientos de pequeños productores, con la dosis en forma gratuita para ese segmento de productores, otorgada por el Ministerio de Producción.
Asimismo, informó que en los últimos años casi la totalidad de los focos de rabia aparecieron en campos de la costa del río Uruguay. “El último brote fue hace algunos meses en Alvear; pero anteriormente tuvimos en Liebig, San Carlos y Santo Tomé”, comentó el dirigente.
La enfermedad
La rabia paresiante es una enfermedad epidémica y recurrente causada por el virus rábico transmitido por el vampiro común Desmodus rotundus, que afecta principalmente a los bovinos, a los equinos, con menor frecuencia a otras especies domésticas, al hombre y a algunos animales silvestres./*/ tomado de el litoral de ctes ar

miércoles, 22 de mayo de 2019

EL TRATAMIENTO DE LA BASURA ES OBLIGACION DE LOS MUNICIPIOS


 Ministerio remarca que control de botaderos es tarea de Gobernación
Cochabamba
El botadero de Shinahota está cerca del río del mismo nombre, lo que facilita que el agua se lleve los residuos. | Pablo Rivera
Un promontorio de basura en el trópico. | Pablo Rivera
Cristina Cotari
El Ministerio de Medio Ambiente dijo ayer que toda la responsabilidad del control de los botaderos del trópico recae en la Gobernación y recordó que las alcaldías de este territorio deben cumplir la normativa ambiental como cualquier otro municipio del país.
Aunque los alcaldes argumentaron que el Ministerio no les observa que tengan  botaderos cerca de los ríos, la repartición de Medio Ambiente señaló, en atención a un cuestionario enviado por Los Tiempos, que su competencia es generar normativas y que las alcaldías tienen que controlar los vertederos.  
Los Tiempos mostró el domingo en un reportaje sobre los “ríos de basura” la crítica situación en la que operan los vertederos de Shinahota, Entre Ríos, Villa Tunari y Chimoré. Luego, informó que la Mancomunidad del Trópico busca una solución.
Según el director nacional de Residuos Sólidos, Luis Arratia: “De acuerdo con la Ley 755, la entidad encargada de monitorear y hacer seguimiento a los problemas de contaminación originados por la gestión inadecuada de los residuos e imponer sanciones cuando corresponda es la Gobernación”.
El Ministerio dejó claramente establecido ayer que no puede intervenir en los municipios del trópico que contaminan ríos, porque es una tuición de la Gobernación.  Sin embargo, su actuación fue distinta cuando se registró el  deslizamiento del botadero de Alpacoma, en La Paz, en febrero. 
Entonces,  la viceministra del área Cinthya Silva  emitió un informe sobre las causas para el colapso y exigió el cierre del vertedero.  También auditorías para determinar el daño.
Ante las infracciones que cometen los municipios con botaderos que están cerca de ríos, el responsable de Residuos manifestó: “No conocemos de manera oficial las infracciones en las que hubieran incurrido los municipios del trópico de Cochabamba”.
En cuanto a las medidas de mitigación recordó que en octubre de 2015 la  norma estableció: “Los botaderos y áreas contaminadas por residuos deben ingresar a procesos de clausura, cierre técnico y saneamiento ambiental, en cumplimiento con la normativa vigente y protección a la salud, en un plazo de cinco años”.
GESTIÓN DE RESIDUOS E INCINERADOR
Actualmente 80 de 339 municipios implementan una gestión integral de residuos sólidos en el país.  Más adelante se realizará un foro sobre la temática con experiencias y desafíos.
El Ministerio de Medio Ambiente descartó que esté adquiriendo dos incineradores para instalarlos en vertederos en Bolivia, porque su labor se aboca a generar normativas para la gestión integral de residuos sólidos. 
La incineración de basura es un proceso que se puede considerar para la disposición final de residuos, pero cumpliendo la normativa y estándares internacionales para cuidar el medio ambiente.
EXIGEN UNA AUDITORÍA POR CONTINGENCIA AMBIENTAL EN MUNICIPIOS DE CHAPARE
Ante el atentado ambiental que se registra en el trópico por el funcionamiento de botaderos cerca de los ríos, el asambleísta departamental Freddy Gonzales, solicitó que la Gobernación realice una auditoría ambiental por contingencia.
Explicó que el estudio determinará el daño en los municipios de Villa Tunari, Shinahota, Chimoré y Entre Ríos, donde la basura se acumula a lado de cuerpos de agua para que cuando llegue una crecida el turbión arrastre los residuos sólidos.
Gonzales manifestó que la Ley 1333 prevé que la autoridad ambiental, el Gobernador, a través de la Secretaría de Madre Tierra controle el funcionamiento de los vertederos. También puede aplicar sanciones.
Sin embargo, por la magnitud de la contaminación, Gonzales considera que el Ministerio de Medio Ambiente puede intervenir de oficio.
“En definitiva dada la magnitud de la contaminación el Ministerio debería intervenir de oficio, al igual, que ha ocurrido con alcaldes de oposición donde ha intervenido inmediatamente, inclusive, instruyendo la clausura inmediata”, declaró.
El asambleísta también solicitó un informe para saber si los botaderos del trópico cuentan o no con licencia ambiental. En caso, de que no se tenga este requisito se puede solicitar que cada Alcaldía presente su manifiesto ambiental y se le aplique una sanción como la multa o clausura.   // tomado de los tiempos de Bolivia