domingo, 27 de septiembre de 2020

CORONAVIRUS EN CORRIENTES AR dia 27 sep 2020

 


REPORTE OFICIAL

Covid-19: se registraron 24 contagios nuevos en Corrientes

Se acumulan a la fecha 1.093 casos. Ya se recuperaron 833 personas.

Corrientes registró 24 nuevos contagios de coronavirus y se acumulan en total 1.093, según el informe epidemiológico difundido este domingo por el Gobierno.

De los nuevos casos, 19 corresponden a personas que residen en la Capital, un caso a Santo Tomé, tres casos son de San Luis del Palmar que mantuvieron contacto con un positivo de la Capital y hay un caso en Paso de los Libres que se encuentra en investigación el nexo epidemiológico.

Se registran a la fecha 240 casos positivos activos, 151 corresponden a personas de Capital, 3 de Santo Tomé, 3 de Bella Vista, 2 de Paso de los Libres, 44 de San Roque, 2 de Empedrado, 3 de Ituzaingó, 6 de Mantilla, 2 de Concepción, 1 de Tabay, 18 de Monte Caseros, 2 de Virasoro y 3 de San Luis del Palmar.

De los positivos, hay 37 personas internadas y ya se recuperaron 833 pacientes.

A la fecha, se registraron 20 muertes por covid-19.

Un total de 2.879 personas se encuentran aisladas preventivamente.

Tomado de el litoral de ctes ar

sábado, 26 de septiembre de 2020

VACINAÇÃO CONTRA FEBRE AFTOSA JÁ IMUNIZOU 166 MILHÕES DE ANIMAIS

Vacinação contra febre aftosa já imunizou 166 milhões de animais

Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Geraldo Moraes, uma pequena redução da cobertura vacinal era esperada como reflexo direto da pandemia Agência Brasil


crédito: Arquivo/ Agência Brasil)

Dados parciais da primeira etapa de vacinação contra a febre aftosa em 2020 mostraram cobertura vacinal de 97,81% do rebanho de bovinos e bubalinos de todas as idades. No total, segundo o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, entre estados que já enviaram informações foram imunizados 166 milhões de animais.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1388925&o=rsshttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1388925&o=rss

Até o momento, 18 dos 23 estados que precisam vacinar seus rebanhos entraram no balanço. Isso porque um está em análise e três ainda não enviaram o relatório com os dados finais dessa fase. A segunda etapa de campanha de vacinação contra aftosa começa em 22 estados em novembro.

Novo coronavírus

Em 2019, na campanha de maio, foram vacinados 196 milhões de bovinos e bubalinos, cobrindo 98,08% do total. Por causa da pandemia de covid-19, este ano a primeira etapa de vacinação foi prorrogada em 30 dias para que todos os estados tivessem 60 dias para a imunização.

Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal do ministério, Geraldo Moraes, a pequena redução da cobertura vacinal era esperada como reflexo direto da pandemia, que atrapalhou a logística da vacinação. "Apesar disso, foi uma campanha exitosa, dadas as proporções da emergência em saúde existente no país", disse. A previsão para esta primeira etapa é de vacinar cerca de 183 milhões de bovinos e bubalinos de todas as idades.

Certificação

Os estados do Paraná, Acre e Rondônia, e regiões do sul do Amazonas e do noroeste de Mato Grosso tiveram a última vacinação contra a doença em 2019 e, no momento, estão cumprindo o prazo para reconhecimento de zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal.

O Rio Grande do Sul, que teve a última vacinação em março deste ano, também está cumprindo prazo para o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação. Desde 2007, o estado de Santa Catarina é reconhecido internacionalmente nessa categoria. // TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

 

UM PAVILHÃO INTEIRO PARA ABRIGAR AS DELÍCIAS DA COLÔNIA

 


É quase impossível visitar os estandes e não sair com sacolas cheias de produtos da agroindústria

CRÉDITO: /MARCOS NAGELSTEIN/ARQUIVO/JC

Thiago Copetti

O público que visita a Expointer se surpreende e faz fotos com as grandes máquinas e os animais de raça, mas se delicia mesmo é com a fartura do Pavilhão da Agricultura Familiar. É a gastronomia colonial e típica gaúcha que faz a alegria de milhares de visitantes que em dias da feira circulam por lá. Raros são os que resistem a sair do parque sem uma sacola de compras na mão levando para casa o que há de melhor produzido pelas agroindústrias familiares gaúchas. Também é fato que nos anos 2000 se tornou o terceiro grande pilar da Expointer, juntamente com as máquinas e os animais.

Conquistar posição de destaque não foi fácil e exigiu perseverança. Até 1999, dizem, em coro, o atual presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Joel Silva, e o deputado federal Heitor Schuch, que comandava a entidade na época. O primeiro ano foi "sofrido", recorda Schuch, quando barracas ficavam sob lona de sol forte, calcada em cascalhos. E, sem nenhuma estrutura adequada, enfrentando até ações da vigilância sanitária.

"Foram anos até conquistar nosso espaço, em um local que é público, mas que os grandes pecuaristas encaravam como deles. Hoje, temos outra relação com o parque e com o público e ajudamos a mostrar a realidade do campo, que é feito, em sua maioria, pelos agricultores familiares", destaca Schuch.

O atual presidente da Fetag lembra que a expansão do pavilhão veio juntamente com a valorização nacional da agricultura familiar, e não mais apenas da chamada agricultura empresarial. Na prática, diz Silva, os produtores de menor porte já estavam lá expondo seus animais por meio de cooperativas, mas sem o devido reconhecimento de seu trabalho e sem poder mostrar a força das pequenas agroindústrias. "A visão que se tinha no parque não era a da agricultura familiar, mas sim do empresário rural. Ano a ano fomos ganhando visibilidade, começaram a ser criadas cada vez mais agroindústrias e atualmente somos o pavilhão mais visitado. A pecuária familiar no Estado agora é muito mais forte e a Expointer mais democrática", comemora Silva.

É por meio do Pavilhão da Agricultura Familiar, também, que muitos saciam a saudade do campo, principalmente quem saiu do Interior para morar na Capital ou na grande Porto Alegre. E para quem não tem ligação rural alguma, lembra Silva, o pavilhão aproxima os mais urbanos da realidade da produção de alimentos e das pequenas propriedades. "O pavilhão mostra que por trás dos alimentos há um agricultor. As pessoas da cidade, que não têm acesso a isso no dia a dia, podem ao longo de mais de uma semana desfrutar de tudo que vem campo. Há uma verdadeira aproximação da cidade e do meio rural nestes dias", analisa o presidente da Fetag.

Se até a agroindústria familiar se estabelecer definitivamente no parque os visitantes urbanos saiam da exposição de mãos abanando, isso definitivamente não ocorreu mais na última década. Em 2010, o faturamento do setor girou em torno de R$ 800 mil. Em pequenas ou grandes sacolas, recheadas com produtos como salames, queijos, cucas e cachaças, o pavilhão deu um salto expressivo em seu faturamento. A cifra saltou para impressionantes R$ 4,5 milhões em 2019.

"Antes das vendas da agricultura familiar, os visitantes mais urbanos iam basicamente para olhar a feira. Agora ele vai para olhar e para comprar. Com certeza, a venda dessa infinidade de produtos comercializados por nós aproximou as pessoas da Expointer e trouxe uma relação e uma identidade maior do consumidor com o produtor rural", explica Silva.

Além de ser a maior feira de comercialização do setor e de complementar parte importante da renda de muitas pequenas propriedades, a exposição também abre um mercado posterior, ampliando as vendas de muitos expositores ao longo do ano em novas lojas, supermercados e outros pontos de venda. E, claro, há fila de espera para poder exibir a farta gastronomia rural em Esteio. "Mesmo ampliado, nunca chega o espaço para todas as agroindústrias que querem vir. Na Expointer de 2019 conseguimos colocar 330 estandes no pavilhão. Temos algumas regras e critérios para escolher quem vem. Um deles é trazer quem ainda não participou da feira. Mas óbvio que precisa apresentar qualidade de produto e estar em dia com as documentações", explica Silva.

TOMADO DE JOURNAL DO COMERCIO DE RGS BR

JUEZ DE ENTRE RIOS NO PROCESÓ A RESPONSABLES DE LAS QUEMAS EN LAS ISLAS

Cabandié apuntó a juez entrerriano


FOTO Cabandié junto a su par provincial, Erika Gonnet. 

El ministro de Ambiente y Desarrollo Sostenible de la Nación, Juan Cabandié, denunció ayer que los incendios en las islas continúan porque en seis meses el juez Federal de Entre Ríos, Daniel Alonso, no procesó ni detuvo a ningún responsable. "No sé si se le rompió la impresora, si se quedó sin birome, pero no tiene una actuación", ironizó el funcionario nacional, para luego señalar que "los brigadistas apagan el fuego y a los tres días vuelven a encenderlo". El ministro, quien llegó a Rosario para sobrevolar la zona junto a su par provincial, Erika Gonnet, dijo que "sin dudas, esto sigue por la connivencia, y el juez Alonso en horas puede resolverlo porque hace falta cruzar el catastro con la geolocalización del fuego. Tiene que detener a los que están haciéndolo y se acabó, no van a prender más". Cabandié señaló que en la causa que instruye la justicia entrerriana hay 12 imputados, pero "en su mayoría son isleños que los productores les pagan para que incendien".

A su llegada a la ciudad, y acompañado por la ministra Gonnet, Cabandié apuntó sus críticas al juez Federal de Entre Ríos, Daniel Alonso, por no avanzar en la investigación de los propietarios de terrenos imputados por la quema de pastizales en la zona de islas. "El fuego es continuo y hace seis meses que esto sucede", dijo el funcionario. "Nosotros no tenemos la potestad ni la competencia para detener, imputar ni procesar a los que queman. Lo llamativo es que hace seis meses que hay fuego y la justicia no tiene a ningún procesado ni detenido", agregó.

Según Cabandié, "la respuesta la que tiene que dar el intendente de Victoria, (Domingo) Maiocco, que tiene cientos de hectáreas en las islas. El lo ha negado pero en algunos portales está la información, igual que los Baggio, el ex ministro de Economía del menemismo, Roque Fernández; igual que los Reggiardo, que otros candidatos a concejales de Cambiemos, un ex senador del PJ de la provincia de Entre Ríos. Como dijo el Presidente en Gaboto hace pocos días, esto no puede pasar". 

Además, Cabandié señaló que "dos magistrados de la Corte Suprema de la Nación tienen una altísima formación académica ambiental, (Horacio) Rosatti y (Ricardo) Lorenzetti. Los dos son de la provincia de Santa Fe. La Corte ha tenido una resolución instando a los gobiernos a trabajar, por eso le pedimos a estos dos magistrados que soliciten al juez Federal Alonso que actúe y resuelva. El Fiscal ya se lo ha pedido públicamente a la Corte". 

El ministro dijo que los incendios se producen para arrasar con pajonales y avanzar para tener más lugar para ganado. "Hace 20 años, el ganado del continente se trasladó a las islas. Los informes del Senasa dan cuanta de cientos de cabezas de ganado en las islas. Si no empezamos a poner los puntos sobres las íes en términos de construir productividad sostenible va a ser muy difícil porque acá estamos atentando contra un humedal tan importante para la regulación del aire, del agua, para preservar biodiversidad", advirtió Cabandié. 

Por otra parte, Cabandié ennumeró las acciones de la cartera que conduce desde marzo, como el reinicio del PIECAS, desarticulado en los últimos 4 años, la propuesta de área protegida para preservar la fauna y flora del humedal, que no tuvo el visto bueno de Entre Ríos, y los faros de conservación. "Son entre 17 y 20 millones de pesos diarios lo que le cuesta a la Nación apagar los incendios, más lo que destina Santa Fe", precisó.

En ese sentido, la ministra Gonnet, luego de resaltar la colaboración del gobierno nacional para combatir los incendios en la zona de islas, dijo que "se apaga el fuego, pero el problema es otro", y se preguntó: ¿cuándo va a haber alguien que pague por estos daños y sus consecuencias?". La ministra señaló que a pedido de la Corte Suprema de Justicia de la Nación, se suceden las reuniones semanales del Comité de Emergencia Ambiental en el marco del PIECAS. "nosotros semanalmente podemos dar cuenta de lo que hacemos, y estamos sentados porque la Corte nos sentó en un comité, pero queremos saber qué está haciendo la justicia", cuestionó.

TOMADO DE PAGINA 12 DE AR

INVITAN A ARGENTINOS A TOMAR FOTOS Y ARMAR EL MAYOR CATÁLOGO DE ANIMALES DEL HEMISFERIO SUR

 


Gran Biobúsqueda: invitan a argentinos a tomar fotos y armar el mayor catálogo de animales del Hemisferio Sur

Se trata de un evento mundial en el que participarán diversas ciudades del Hemisferio Sur con el objetivo de observar la mayor cantidad de especies durante esta época del año, cuando las plantas con flores y muchas criaturas son más evidentes en entornos rurales y urbanos. Fuente: LA NACION - Crédito: Marcelo Aguilar

Pablo Mannino

MENDOZA.- La Argentina será parte de un evento internacional que consiste en que los ciudadanos tomen fotos de animales, plantas y hongos silvestres para ser identificadas luego por expertos y contribuir así a la generación y divulgación científica del ambiente, sobre todo en plena primavera.

Por eso, la provincia del oeste argentino se puso manos a la obra desde ayer y hasta el 28 de septiembre para ser parte de "La Gran Biobúsqueda", un concurso en el que participan diversas ciudades del Hemisferio Sur con el objetivo de observar la mayor cantidad de especies durante esta época del año, cuando las plantas con flores y muchas criaturas son más evidentes en entornos rurales y urbanos.


Se invita a la población argentina a tomar registros de vida silvestre con sus cámaras, celulares y dispositivos contribuyendo a una base de datos de biodiversidad. Fuente: LA NACION - Crédito: Marcelo Aguilar

"Los eventos anteriores han demostrado ser una excelente manera de involucrar a las personas con la naturaleza y aprender sobre animales y plantas en cada lugar. Estos eventos nacieron con una competencia pero aquí no hay premios: el propósito es resaltar tanto la inmensa biodiversidad esparcida por el hemisferio sur en primavera, como también involucrar al público en el aprendizaje de la ciencia y la naturaleza", contó a LA NACION Benjamín Bender, administrador de las colecciones de vertebrados del Instituto Argentino de Investigaciones de Zonas Aridas (Iadiza), del Centro Científico Tecnológico Conicet Mendoza.

Profesionales en todo el mundo colaborarán para identificar las especies de cada uno de los registros tomados por la ciudadanía y subidos a una plataforma virtual. Fuente: LA NACION - Crédito: Marcelo Aguilar


La iniciativa, que se realiza desde ayer tiene su origen en Australia y fue dada a conocer por la Secretaría de Ambiente y Ordenamiento Territorial de Mendoza, a través de la Dirección de Recursos Naturales Renovables y Unicipio. De esta manera, se invita a la población argentina a tomar registros de vida silvestre con sus cámaras, celulares y dispositivos contribuyendo a una base de datos de biodiversidad.

Así, las fotos captadas en los alrededores de las propias casas deberán ser subidas a la nueva plataforma naturalista ArgentiNat, perteneciente a la red de iNaturalist. La herramienta es impulsada localmente por Fundación Vida Silvestre Argentina, que -junto con el Museo Argentino de Ciencias Naturales de Buenos Aires como coordinadores- invitw a todo el país a participar de este evento; también hay nodos locales en cada provincia o distritos rurales que coordinan y fomentan estas acciones.

La iniciativa, que se realiza entre el 25 y el 28 de septiembre, tiene su origen en Australia y fue dada a conocer por la Secretaría de Ambiente y Ordenamiento Territorial de Mendoza, Todo el país puede participar del concurso.


Finalmente, profesionales de diferentes países colaborarán para identificar las especies de cada uno de los registros. La iniciativa ha tomado distintos nombres en el Hemisferio Sur, Great Southern Bioblitz (GSB), Grande Bioblitzdo HemisférioSul (GBS) y Gran BioBúsqueda del Sur (GBS).

"Consideramos que esta es una actividad de gran importancia a nivel local, nacional e internacional que nos ayudará a descubrir la naturaleza. De esta manera, se facilita la participación pública en la investigación científica, generando datos que son usados en variedad de estudios, como conservación, biología, química y salud pública, entre otros", contó Humberto Mingorance, secretario de Ambiente y Ordenamiento Territorial.


Se invita a la población argentina a tomar registros de vida silvestre con sus cámaras, celulares y dispositivos contribuyendo a una base de datos de biodiversidad. Fuente: LA NACION - Crédito: Marcelo Aguilar

Graciela Marty, coordinadora de Unicipio, explicó: "Esta es una gran iniciativa basada en el trabajo colaborativo en red. Hemos invitado a los municipios a sumarse difundiendo localmente el evento. Cada municipio ha asignando a una persona responsable del área de Ambiente con quien el personal de Iadiza está coordinando criterios básicos para el catálogo geográfico de datos. Todos los ciudadanos están invitados a participar".

Profesionales en todo el mundo colaborarán para identificar las especies de cada uno de los registros tomados por la ciudadanía y subidos a una plataforma virtual. Fuente: LA NACION - Crédito: Marcelo Aguilar

En tanto, el director de Recursos Naturales Renovables, Sebastián Melchor, sumó: "Desde la Dirección de Recursos Naturales, además de aportar con personal técnico que colaborará en la validación de los datos subidos a la plataforma, llevaremos esta propuesta a las Áreas Naturales de nuestra provincia para ayudar a difundir la biodiversidad que conservamos en cada una de ellas".

Según explicaron los impulsores de la iniciativa en el país, el objetivo de la GBS es proporcionar una plataforma para que grupos, asociaciones e individuos fomenten la participación en la ciencia ciudadana en todo el hemisferio sur y conozcan más sobre la biodiversidad que los rodea.

"Conectamos a la gente para que se acerque a la ciencia ciudadana, una herramienta que permite que la ciencia sea accesible y donde el ciudadano puede participar con sus contribuciones. La Gran BioBúsqueda del Sur es una formas práctica, que permiten involucrarnos de manera auténtica en la ciencia y el aprendizaje", resaltó Bender.

¿Cómo participar?

  1. Descargá la Aplicación iNaturalist o Naturalista para Android o IOS.
  2. Vinculá la cuenta con la red ArgentiNat.
  3. Comenzá a sacar fotos de la naturaleza a través de la app para subir.

Por: Pablo Mannino

TOMADO DE LA NACION DE AR

NUEVOS CASO DE CORONAVIRUS EN CORRIENTES AR


  CORRIENTES

Se detectaron 13 nuevos casos de covid-19, se recuperaron 27 y los activos merman a 250

Hubo una abrupta caída en la cantidad de casos detectados en las últimas 24 horas.

Se detectaron 13 nuevos casos de coronavirus en la provincia, informó esta mañana el Gobierno provincial. De los nuevos casos 11 corresponden a Capital; 1 a Monte Caseros y 1 San Roque.

El dato sobresaliente es que en las últimas 24 horas hubo 27 pacientes recuperados, que totabilizan 800. La cantidad de activos es hoy de 250. TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR 

ANÁLISIS DE LOS VÍNCULOS ENTRE LA DEMOCRACIA Y EL EMPODERAMIENTO ECONÓMICO DE LAS MUJERES

 

El mundo celebra el Día Internacional de la Democracia (i), con al menos una estadística optimista: el número de democracias sigue aumentando en todo el mundo (i). Sin embargo, para que las democracias sean realmente eficaces es necesario centrar los esfuerzos en aumentar la diversidad en sus estructuras representativas.

Cuanto más diverso e inclusivo es un órgano representativo electivo, mayor es su capacidad para garantizar que en el análisis de las políticas se tengan en cuenta los intereses de múltiples comunidades, independientemente de su origen étnico, religión, orientación sexual o de género, casta, nivel de ingresos, sexo u otro motivo de exclusión (puede encontrar más información en este sitio (i) y en este sitio (i)). Cuando la diversidad es mayor, las organizaciones también pueden lograr un mayor grado de igualdad en el acceso a los servicios,  los beneficios, la toma de decisiones y las oportunidades en materia de dotaciones humanas y progreso económico. 

Históricamente, las mujeres han estado subrepresentadas en la mayoría de los niveles de Gobierno, incluso en uno de los principales órganos del Gobierno nacional: el Parlamento.   Durante los últimos 25 años, sin embargo, la proporción media de mujeres en los órganos legislativos ha ido en aumento en todas las regiones. Esta es una señal de progreso, aunque la proporción media de mujeres a nivel mundial todavía está limitada a menos de un tercio de los parlamentarios. 

En casi todas las regiones, la proporción media de representantes femeninas en el Parlamento ha ido en aumento durante los últimos 20 años.

En el marco de este aumento constante, la excepción es Asia meridional, donde la proporción media de representantes femeninas alcanzó un nivel elevado —de alrededor del 20 %— entre 2009 y 2012. A partir de 2019, registra el segundo nivel más bajo entre todas las regiones. Mientras que en algunas regiones, como África al sur del Sahara, el porcentaje medio de legisladoras femeninas ha aumentado en forma relativamente constante, en otras, el progreso general ha sido más limitado o desigual. En Asia oriental y el Pacífico se tomó la iniciativa en una etapa temprana, pero el ritmo de aumento de la proporción media en los países de la región ha sido menor que en otras regiones. En Oriente Medio y Norte de África, por otra parte, la proporción media de escaños parlamentarios ocupados por mujeres aumentó marcadamente entre 2010 y 2015, pero (excepto en 2013) no lo suficiente para superar su condición de región con la menor proporción desde el inicio del período. Las regiones de América Latina y el Caribe, Europa oriental y Europa y Asia central se han situado constantemente entre las tres regiones con la mayor proporción media de parlamentarias. Más a menudo y últimamente, la proporción más alta corresponde a América Latina y el Caribe.

¿Por qué esto es importante? Un conjunto de investigaciones cada vez mayor indica que entre los funcionarios que ocupan cargo electivos, la probabilidad de que las mujeres apoyen políticas que contribuyen a cerrar las brechas de género es mayor  que en el caso de los hombres.  En efecto, los países con una mayor proporción de representantes femeninas en el nivel nacional y subnacional de Gobierno cuentan con más leyes que contribuyen a igualar las oportunidades y los beneficios de las mujeres y los hombres, las niñas y los niños en la sociedad y en la economía (por ejemplo, puede encontrar más información en este sitio (i) y en este sitio (i)). 

Las medidas para mejorar la igualdad de género incluyen la sanción de leyes orientadas a cerrar las brechas de género en el empoderamiento económico —por ejemplo, en el trabajo asalariado y la propiedad de activos— a través de la protección y el respaldo de la participación de las mujeres en el lugar de trabajo y de sus derechos sobre las propiedades familiares. Estas leyes contribuyen a corregir la desigualdad de género sistémica que se perpetúa a través de normas sociales patriarcales de larga data, en cuyo marco se establece que los miembros masculinos son el sostén de la familia y generan y controlan los ingresos y los activos del hogar. Las mujeres, por otra parte, son relegadas a la esfera privada del hogar, donde asumen el cuidado de la familia y las responsabilidades domésticas. Un conjunto de estudios regionales ha permitido establecer que existe un vínculo positivo entre la magnitud de la representación femenina en el Parlamento y las políticas sobre  licencia parental y, en términos más generales, la igualdad de las mujeres en el lugar de trabajo (puede encontrar más información en este sitio (i) y en este sitio (i)). 

Utilizando el Portal de datos sobre género del Banco Mundial (i), analizamos los patrones multinacionales y multirregionales entre el porcentaje de mujeres en los Parlamentos nacionales y varios indicadores relacionados con el empoderamiento económico extraídos de la base de datos de Mujer, empresa y el derecho (i).

Una mayor representación de las mujeres en el parlamento se correlaciona con las leyes para proteger a las mujeres del acoso sexual en el lugar de trabajo.

Una de las maneras en que los marcos jurídicos pueden promover el trabajo asalariado de las mujeres es protegiéndolas de actos de acoso sexual y otras formas de violencia de género en el lugar de trabajo.  La falta de protección contra dicho acoso limita las oportunidades laborales de las mujeres. En los sectores donde se registra una alta incidencia de acoso, como la industria textil en Bangladesh, las mujeres, en parte debido a presiones familiares, suelen optar por dejar el trabajo, aunque la industria les ofrece más oportunidades laborales que otros sectores.

Para cada región, una comparación entre la proporción media de escaños parlamentarios ocupados por mujeres en los países que cuentan con legislación contra el acoso sexual en el empleo y en los países que no cuentan con dicha legislación, permite establecer que en un país que aplica la legislación, la proporción media de mujeres parlamentarias es, como mínimo, ligeramente mayor. Asia meridional es la única región en la que todos los países tienen legislación contra el acoso, independientemente de la proporción media de escaños parlamentarios ocupados por mujeres.

En algunos países se establecen recursos legales adicionales contra el acoso sexual en el empleo, que incluyen la imposición de sanciones penales o reparaciones civiles. Con excepción de Asia meridional, la imposición de estas sanciones se correlaciona con promedios regionales más altos de escaños parlamentarios ocupados por mujeres. Como en muchas naciones, en los países de Asia meridional se registra una brecha (i) entre la existencia de leyes contra el acoso, por una parte, y las medidas adicionales que permiten implementar y aplicar estas leyes, por la otra.

Los países con más mujeres en el parlamento tienen más probabilidades de tener leyes de propiedad y herencia con igualdad de género

En muchos países en desarrollo, los hombres suelen poseer y heredar propiedades y otros activos de alto valor en una proporción mucho mayor que las mujeres (puede encontrar más información en este sitio (i)), en particular en el caso de las mujeres casadas, dado que la probabilidad de que dejen su casa natal es mayor que en el caso de los hombres (por ejemplo, puede encontrar más información en este sitio (i) y en este sitio (i)). La herencia patrilineal, una  práctica consuetudinaria que garantiza la transmisión por línea paterna de las propiedades familiares, es una característica común de los sistemas patriarcales que consolida la riqueza y el poder en los hombres, por parentesco o por pertenencia a un clan.  En los países cuyas leyes se oponen a estas antiguas normas sexistas sobre la propiedad, la proporción de escaños parlamentarios ocupados por mujeres suele ser mayor que en los países que no cuentan con leyes similares.

La mayor representación femenina en el Parlamento también se correlaciona con la existencia de leyes que igualan los derechos sucesorios de los hijos y las hijas sobre la propiedad familiar. Asegurar la igualdad de los derechos sucesorios familiares de los hombres y las mujeres, independientemente de su estado civil, contribuye a cerrar las brechas de género en la propiedad de activos.   No obstante, preocupa que muchas leyes tal vez no se apliquen o que  normas sociales arraigadas anulen los efectos de la legislación que procura cerrar las brechas de género.

De todos modos, nuestras observaciones indican una potencial relación positiva, un ciclo virtuoso, entre la representación femenina en el Parlamento y algunos aspectos del empoderamiento económico de las mujeres. La elección de un mayor número de mujeres en las democracias puede reducir las brechas de género en el trabajo asalariado y en la propiedad de activos. Por otra parte, un entorno donde más mujeres sean el sostén de la familia y posean propiedades puede alentar a un mayor número de mujeres a postularse para cargos electivos (y a más personas a votar por ellas).   Para identificar una relación causal entre ambas cuestiones —la dirección del ciclo virtuoso— es necesario un análisis más complejo y profundo, que se podrá realizar en el marco de futuras investigaciones utilizando los datos proporcionados en el Portal de datos sobre género del Banco Mundial (i).

TOMADO DE ENVIO DE BANCO MUNDIAL