sábado, 2 de marzo de 2019

CIENTISTAS AVANÇAM NA LUTA CONTRA A MALÁRIA, DOENÇA QUE AFETA 200 MILHÕES


Cientistas avançam na luta contra a malária, doença que afeta 200 milhões
Impregnar os mosquiteiros com atovaquona, um antimalárico usado em humanos, evita o desenvolvimento do protozoário causador da doença dentro dos insetos. Proposta feita por americanos também combate a resistência a inseticidas
Há lugares em que os insetos são imunes a todos os tipos de substância-chave colocada nos mosquiteiros (foto: Albert Gonzalez Farran/AFP - 13/5/13 )
Mosquitos que posam em superfícies cobertas com o composto atovaquona ficaram imunes à infecção pelo Plasmodium falcíparum, o parasita que causa malária, segundo estudo da Escola de Saúde Pública T.H. Chan, de Harvard. A pesquisa, publicada nesta semana na revista Nature, mostrou que esse ingrediente ativo de medicamentos usados em humanos para prevenir e tratar a doença pode ser absorvido pelas patas do inseto, prevenindo o desenvolvimento do protozoário. Segundo os autores, a descoberta indica que usar a substância em mosquiteiros ou em outros artefatos similares pode ser uma forma efetiva de reduzir o fardo da malária e, ao mesmo tempo, mitigar significativamente o crescimento do problema da resistência a inseticidas.
 “Mosquitos são organismos incrivelmente resilientes que desenvolveram resistência contra todo inseticida que já foi usado para matá-los. Ao eliminar os parasitas da malária dentro do mosquito em vez de matar o próprio inseto, podemos contornar a resistência e, efetivamente, prevenir a transmissão da doença”, diz Flaminia Catteruccia, professora de imunologia e doenças infecciosas. “O uso de antimaláricos nos mosquiteiros pode ajudar a eliminar essa doença devastadora. É uma ideia simples, mas inovadora, que é segura para pessoas que usam essas redes, além de ambientalmente correta.”
Quase metade da população mundial está sob risco de contrair malária. Anualmente, mais de 200 milhões de pessoas ficam doentes e mais de 400 mil morrem da enfermidade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Nos últimos 20 anos, mosquiteiros tratados com inseticidas de longa duração reduziram significativamente o fardo global da doença. Estima-se que as redes sejam responsáveis por 68% dos casos evitados desde 2000. Recentemente, porém, surgiram mosquitos resistentes aos produtos mais comumente usados. Em alguns pontos de maior prevalência da malária, a resistência é quase total aos piretoides, um dos grupos-chave de inseticidas usados atualmente.
Vetor
No estudo publicado da Nature, os pesquisadores raciocinaram que poderiam introduzir compostos antimaláricos nos mosquitos Anopheles, os vetores da doença, de uma maneira similar ao que ocorre quando o inseto entra em contato com um mosquiteiro. Em vez de matá-lo, o objetivo é tratá-lo profilaticamente, de forma que não possa desenvolver nem transmitir o parasita causador da malária. Para testar a abordagem, os cientistas passaram atovaquona em superfícies de vidro e as cobriram com copos de plástico. Fêmeas de Anopheles foram colocadas dentro do recipiente. Antes ou imediatamente depois, elas foram infectadas com o protozoário.
Porém, o desenvolvimento do Plasmodium no organismo dos mosquitos foi completamente bloqueado, mesmo com baixas concentrações do atovaquona e quando expostos por seis minutos, o que é comparável ao tempo que mosquitos selvagens passam nas redes tratadas com inseticidas. O resultado foi o mesmo quando foram usados compostos similares ao medicamento. O atovaquona matou os parasitas sem provocar efeitos no tempo de vida ou na reprodução dos mosquitos.
“Quando colocamos esses dados em um modelo matemático usando dados reais de resistência a inseticidas, cobertura de mosquiteiros e prevalência de malária, o resultado mostrou que suplementar as redes convencionais com compostos como o atovaquona pode reduzir consideravelmente a transmissão da malária sob quase todas as condições das quais tínhamos informações disponíveis”, diz Douglas Paton, pesquisador e principal autor do estudo. “O que realmente nos animou é que o modelo também mostrou que a nova intervenção pode ter grande impacto em áreas com maiores níveis de resistência a inseticidas.”
68% Dos casos da doença evitados no mundo desde de 2000 se deram em função do uso de mosquiteiros
"Ao eliminar os parasitas da malária dentro do mosquito em vez de matar o próprio inseto, podemos contornar a resistência e, efetivamente, prevenir a transmissão da doença”
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Flaminia Catteruccia, professora de imunologia e doenças infecciosas da Escola de Saúde Pública T.H. Chan, de Harvard
Há 100 milhões de anos
A análise do fóssil de um mosquito encontrado em Myanmar, na Ásia, sinaliza que esses insetos podem estar desempenhando o papel de vetor da malária há 100 milhões de anos. Os pesquisadores da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, estudaram restos de um Priscoculex burmanicus e chegaram à conclusão de que ele tinha muitas semelhanças com os Anopheles, responsáveis pela transmissão da malária em diversas partes do mundo.  Antenas, abdômen, veias de asas e a probóscide, um tipo de boca longa que suga o sangue, estão entre as características em comum. Segundo George Poinar Jr, um dos responsáveis pelo estudo, os animais antigos podem ter “carregado a malária na época”. “Mas essa ainda é uma questão em aberto”, pondera. Os resultados do trabalho foram divulgados, mês passado, na revista Historical Biology. // tomado de correio braziliense

POR AHORA EL MAS LLUVIOSO ES ENERO en Corrientes ar


En febrero llovió ocho días, pero acumuló el 40% de lo registrado en enero, el más lluvioso
El Instituto Correntino del Agua y del Ambiente (Icaa) informó que en el segundo mes del año cayeron 194,6 mm. En tanto, desde el Servicio Meteorológico Nacional (SMN) anunciaron para el trimestre que viene precipitaciones superiores a las normales.
  De acuerdo a un informe del Instituto Correntino del Agua y del Ambiente (Icaa) durante el mes de febrero cayeron 194,6 milímetros, un 40% de lo registrado en enero donde se acumularon 474 mm. En tanto, desde el Servicio Meteorológico Nacional (SMN) anunciaron lluvias superiores a las normales para el siguiente trimestre sobre el Norte del Litoral, Este de Chaco, Sur de Santiago del Estero, Santa Fe, Norte y Este de Córdoba y Norte y Este de Buenos Aires.
El Instituto Correntino del Agua y del Ambiente (Icaa) dio a conocer el informe de los datos registrados en febrero pasado donde las lluvias alcanzaron un total de 194,6 milímetros. El 2 de febrero se presentó el mayor registro, con un total de 65 milímetros de agua caída; seguido por el día 9 del presente mes donde fueron 51,1 milímetros, mientras que 40,1 milímetros se registró el 25. En tanto, el resto de las jornadas no superaron los 15 milímetros de agua caída.
En total durante febrero se registraron ocho días de lluvia. En los dos primeros meses del 2019 las precipitaciones alcanzaron la marca de 668,6 milímetros. Durante  enero de 2019, las lluvias alcanzaron un total de 474 mm; siendo esta la mayor precipitación registrada en el mes en los últimos seis años.
Pronóstico
De acuerdo al Servicio Meteorológico Nacional (SMN) durante los meses de marzo, abril y mayo se aguardan lluvias superiores a las normales sobre gran parte del Centro-Este y Noreste del país. Mientras que las precipitaciones inferiores a las normales se esperan con mayor probabilidad hacia el Oeste y Sur de Patagonia, en tanto en el resto del territorio las precipitaciones se darían dentro del rango normal.
En conclusión, las lluvias sobre el Norte del Litoral, Este de Chaco, Sur de Santiago del Estero, Santa Fe, Norte y Este de Córdoba y Norte y Este de Buenos Aires serán superiores a las normales.
Cabe recordar que el pasado 9 de febrero un fuerte temporal que provocó la caída de unos 44 milímetros en menos de una hora; implicó el anegamiento de algunas zonas céntricas.
Además, hubo derrumbes de los muros perimetrales de las canchas de Libertad y de Rivadavia, cortes de energía eléctrica en varios barrios -que duraron varias horas- y también volaron estructuras del corsódromo Nolo Alías. Tomado de el litoral de ctes ar

viernes, 1 de marzo de 2019

CIENTISTAS PRODUZEM SUBSTÂNCIA DA CANNABIS SEM PRECISAR CULTIVAR A MACONHA


Equipe consegue produzir substâncias derivadas da Cannabis sativa a partir da levedura. De acordo com cientistas, a solução, que dispensa o cultivo da maconha, é uma forma barata e ambientalmente correta de fornecer insumos para medicamentos diversos
PO Paloma Oliveto
Cultivo da maconha para uso medicinal demanda muita água e energia elétrica. Há ainda os cuidados quanto ao uso de pesticidas (foto: Jack Guez/AFP - 9/3/16 )
Do alívio da dor em pacientes oncológicos à prevenção de convulsões e ao tratamento de psoríase, substâncias extraídas da Cannabis sativa são cotadas como promissoras para diversas condições. Com a liberação do uso medicinal e recreativo em 33 países, há interesse crescente da indústria farmacêutica em investigar os potenciais de uma planta cultivada há milênios. Porém, o estudo e a utilização dos canabinoides ainda esbarram em questões legais, na baixa quantidade das dezenas de compostos da cannabis e na complexidade estrutural, fatores que limitam a síntese dos produtos químicos em larga escala. Da levedura de cerveja, contudo, poderá vir a solução.
Em um artigo publicado na revista Nature, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Bekerley, nos Estados Unidos, relatam que, com bioengenharia genética, conseguiram sintetizar cinco canabinoides. A produção inclui um dos mais visados devido à variedade de aplicações medicinais, o THC. Para tanto, não foi necessária nem uma folha de cannabis. As substâncias foram produzidas a partir do Saccharomyces cerevisiae, um fungo usado na fabricação de pão, cerveja e biocombustível. Segundo os autores, a levedura, que só precisa de açúcar para ser cultivada, é uma forma barata e fácil de se conseguir canabinoides, hoje extraídos diretamente da folha da Cannabis sativa.
 “É uma forma mais segura e ambientalmente correta de se produzir canabinoides”, diz Jay Keasling, professor de bioengenharia e líder da pesquisa. Ele explica que, enquanto alguns extratos da maconha são bem estudados — caso do próprio THC —, a planta tem centenas de substâncias com potencial para a indústria farmacêutica basicamente desconhecidos. Isso porque ocorrem em pequenas quantidades, dificultando sua obtenção. “Meios de cultivo como a levedura, que é uma fonte pura, permitem obter vários canabinoides raros que podem resultar em novas terapias ou mesmo sintéticos, que não existem na planta naturalmente.”
Indústrias verdes
Devido à abundância e à simplicidade de cultivo, as leveduras têm sido usadas como meio de cultivo de substâncias e fármacos como o hormônio de crescimento humano, a insulina, fatores de coagulação e, de forma ainda experimental, de morfina e outros opioides. Há muitos anos trabalhando com a biologia sintética, Keasling diz que leveduras e bactérias são como indústrias farmacêuticas “verdes”, que dispensam processos da indústria química conhecidos por deixar subprodutos tóxicos e, muitas vezes, poluentes no meio ambiente.
“O cultivo de cannabis é um exemplo de indústria que gasta muita energia e é destrutiva ambientalmente”, diz o biólogo. Ele afirma que fazendas da Califórnia que plantam maconha contaminaram riachos com escoamento de pesticidas e fertilizantes, além de drenar as bacias hidrográficas, porque a cannabis exige muita água. Além disso, para cultivá-la, usa-se estufas equipadas com luzes e ventiladores. Em consequência, um estudo estimou que a indústria de cannabis da Califórnia responde por 3% do uso de eletricidade do estado. O crescimento interno do plantio causou apagões em algumas cidades, e o consumo de energia pode adicionar mais de US$ 1 mil ao preço de um quilo de erva.
Keasling conta que, em seu laboratório, já produziu, com a levedura, a droga antimalárica artemisinina, transformou resíduos vegetais em biocombustível, sintetizou sabores e aromas para a indústria de alimentos e cosméticos e produtos químicos usados na fabricação de novos materiais. Porém, ele admite que utilizar a técnica que domina para obter canabinoides foi um desafio científico mais interessante. “Quando você lê sobre casos de pacientes que têm convulsões e são ajudados pelo CBD (canabidiol), especialmente crianças, percebe que há algum valor nessas moléculas e que produzir canabinoides em leveduras pode realmente ser ótimo”, diz. // TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE

SISMO EN PERU SE SIENTE EN LA PAZ BOLIVIA


 Sismo con epicentro en Perú fue sentido en la ciudad de La Paz
   
Reporte del Observatorio de San Calxito. | Agencias
El Observatorio San Calixto  informó que la madrugada  de hoy se registró en Perú un sismo de magnitud 7.0, el cual se sintió en varias zonas de la ciudad de La Paz. Según la entidad no se tiene reportes de daños materiales ni personales en la urbe.
El mensaje publicado por el Observatorio señala que el temblor se produjo a las 04:50:41 (hora local), que fue de magnitud 7.0, con profundidad de 257.4 kilómetros, y el sismo “fue sentido en la ciudad de La Paz”.
Según el testimonio de los vecinos en  las  redes sociales reportaron que se sintió el temblor se sintió en distintas zonas de la Sede de Gobierno, como ser Sopocachi, Irpavi, Obrajes, entre otros.
Según medios de comunicación del país vecino, el sismo sacudió varias regiones del sur peruano. El Instituto Geofísico del Perú (IGP) ubicó el epicentro a 8 kilómetros al noroeste de Azángaro, Puno. TOMADO DE LOS TIEMPOS DE BOLIVIA

BASURAL DE SANTO TOME , UNA VERGUENZA


Santo Tomé: la Justicia fijó una audiencia por el pedido de sanear el basural comunal
Como parte de una medida cautelar, solicitaron al Municipio que, entre otras cosas, presente un estudio de impacto ambiental. Si bien se cumplimentó ese requerimiento, el Icaa realizó varias objeciones. El viernes 15, en la Cámara escucharán a las partes para después emitir un dictamen definitivo.
 La Cámara Civil, Comercial y Laboral de Santo Tomé notificó ayer que el viernes 15 habrá una audiencia por un recurso de amparo en el que se planteó la necesidad de sanear el basural comunal. El magistrado escuchará al autor de la presentación, el edil Eduardo Etchegaray, autoridades del Municipio y al profesional que elaboró el estudio de impacto ambiental en representación de la Intendencia, que tuvo varias objeciones por parte del Instituto Correntino del Agua y el Ambiente (Icaa).
El 1 de marzo pero del año pasado, el magistrado del citado organismo dio lugar a un amparo ambiental presentado por el concejal Eduardo Etchegaray. En ese contexto, antes de resolver la cuestión de fondo, dictaminó -como medida cautelar innovadora- que el Municipio presentara un estudio de impacto ambiental avalado por el Icaa. Además, ordenó al Municipio que adoptara en el predio los recaudos necesarios para evitar tanto las quemas como el ingreso de personas que no fueran miembros del personal municipal.
Esos dos últimos requerimientos, según lo expresado por Etchegaray, no se estarían cumpliendo de manera adecuada.
“Y si bien presentaron el estudio de impacto ambiental, desde el Icaa informaron a la Justicia que ellos le realizaron una serie de objeciones. Ese es el motivo por el cual ellos no le brindaron el aval”, afirmó el concejal santotomeño a El Litoral. Sobre esto, precisó que el organismo provincial señaló a la Municipalidad que “en el expediente no consta el certificado de no inundabilidad, no se establece cómo se llevará a cabo el saneamiento del basural existente, no consta dónde estará emplazado el horno pirolítico”. En tanto, “le pidió que realice un par de aclaraciones sobre la documentación que presentó”, agregó Etchegaray.
En total, son unas 10 objeciones que el Icaa realizó al estudio de impacto ambiental presentado por la administración municipal referido al basural a cielo abierto y cómo sería saneado. Documento que habría sido recepcionado por la Comuna en octubre del año pasado.
Precisamente, una copia de ese informe fue remitido -días atrás- por el Icaa a la Justicia.
Ante esta situación y considerando que ahora el magistrado tendría que resolver el amparo a través del cual el concejal solicitó el saneamiento del basural, ayer resolvió convocar a una audiencia para el viernes 15. “Ese día escucharán a las autoridades del municipio o a quienes ellos envíen, al profesional que elaboró el estudio de impacto ambiental y a quien te habla”, manifestó Etchegaray. Tras lo cual, concluyó: “La idea es que en esa jornada podamos encontrar juntos alguna salida para resolver la problemática del basural a cielo abierto, es decir, hablar de propuestas. Bajo ninguna circunstancia se pretende perjudicar a la Municipalidad”. TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR