domingo, 3 de noviembre de 2019

NUEVO MANUAL DE CONSERVACION DE SUELO


SEGUIRAN BAJANDO LOS PRECIOS DE PRODUCTOS BASICO EN EL 2020


Se revisan a la baja los precios de los productos básicos debido al deterioro de las perspectivas de crecimiento mundial y a la abundancia de suministros
Se prevé caída de los precios de la energía y de los metales en 2019 y 2020
por desaceleración de la demanda
CIUDAD DE WASHINGTON, 29 de octubre de 2019. Según la edición de octubre del informe del Banco Mundial Commodity Markets Outlook (Perspectivas de los mercados de productos básicos) (i), se espera que, tras los fuertes descensos registrados en 2019, los precios de la energía y de los metales continúen bajando en 2020 debido al deterioro de las perspectivas de crecimiento mundial y la consiguiente disminución de la demanda.
“La disminución de la demanda de productos básicos constituye un reto para los exportadores y una oportunidad para los importadores”, dijo Ceyla Pazarbasioglu, vicepresidenta de Crecimiento Equitativo, Finanzas e Instituciones del Grupo Banco Mundial. “A medida que estos grupos reemplacen un producto básico por otro debido a la fluctuación de los precios y a los avances tecnológicos, será importante que dichos recursos se produzcan y consuman de una manera ambientalmente sostenible”.
Se prevé que en 2019 los precios del petróleo crudo alcanzarán un promedio de USD 60 por barril y que se reducirán a USD 58 por barril en 2020. Estos pronósticos son USD 6 por barril y USD 7 por barril, respectivamente, más bajos de lo previsto en la edición de abril de Commodity Markets Outlook. En consonancia con la desaceleración del crecimiento mundial, se espera que el consumo de petróleo aumente a un ritmo mucho menor que las previsiones anteriores y que solo aumente de forma moderada el año próximo. El mayor riesgo vinculado a las previsiones sobre el precio del petróleo estaría dado por una recesión económica más aguda de lo previsto. En términos más generales, se prevé que en 2019 los precios de la energía, que también incluyen el gas natural y el carbón, serán, en promedio, casi un 15 % más bajos que en 2018, y que seguirán bajando en 2020.
También se prevé que en 2019 los precios de los metales caerán un 5 % y que continuarán descendiendo el próximo año, ya que la desaceleración de la demanda mundial repercute en gran medida en el mercado. Se espera que los metales preciosos, cuyos precios han aumentado considerablemente este año, sigan aumentando en 2020 en respuesta a la mayor incertidumbre mundial y a la aplicación de políticas monetarias acomodaticias. Se prevé que los precios de la agricultura disminuirán este año, pero se estabilizarán en 2020.
La resolución de las tensiones comerciales podría hacer que suban los precios de algunos productos básicos agrícolas, como la soja y el maíz, mientras que el descenso de los precios de la energía podría reducir los costos de los combustibles y los precios de los fertilizantes, con lo que disminuirían los precios de los cultivos intensivos en energía, como las semillas oleaginosas.
En una sección especial del informe se analizan los factores que impulsan a los consumidores a sustituir un producto por otro, como el carbón por gas natural o el plástico por papel. Estas sustituciones están impulsadas por la innovación tecnológica y los cambios en los precios de los productos básicos. Este fenómeno pone de relieve los riesgos para las perspectivas de crecimiento a largo plazo de los países que dependen en gran medida de un grupo reducido de exportaciones de productos básicos.
“Las economías en desarrollo exportadoras de productos básicos que dependen de los ingresos de exportación de un pequeño grupo de productos básicos son vulnerables, dado que el aumento de la demanda y el aumento de los precios podrían inducir a la innovación y facilitar la sustitución entre productos básicos”, afirmó Ayhan Kose, director del Grupo de Análisis de las Perspectivas de Desarrollo del Banco Mundial.
En otra sección especial se analiza el impacto de los ataques del 14 de septiembre sobre las instalaciones de producción de petróleo en Arabia Saudita. La respuesta del mercado fue efímera desde el punto de vista histórico, debido al rápido restablecimiento de la producción, a la diversificación cada vez mayor de las fuentes de suministro de petróleo, incluido el petróleo de esquisto, y al debilitamiento de la demanda. No obstante, los ataques fueron un recordatorio de que el mercado mundial del petróleo sigue dependiendo de varios cuellos de botella críticos de infraestructura y transporte que pueden ser vulnerables a las desestabilizaciones.
Tomado de envio de banco mundial

ESTUDO INÉDITO MOSTRA QUE AQUECIMENTO GLOBAL CAUSA MORTES, FOME E GUERRAS


Mapeamento inédito mostra como o aquecimento global está associado a fome, mortes e conflitos armados. Segundo os autores, a escassez de alimento, água e combustível leva adultos e crianças a situações extremas, principalmente na África
PO Paloma Oliveto
foto Em 2016, venezuelanos enfrentaram a polícia devido à escassez de alimentos gerada pela queda do preço do petróleo(foto: AFP / JUAN BARRETO)
As consequências de um planeta cada vez mais quente são bem conhecidas. Aumento do nível do mar, branqueamento de corais, derretimento de geleiras, secas frequentes, destruição de habitats... Poucos, porém, associam essas catástrofes ambientais a tragédias não menos graves. Pesquisas demonstram que assassinatos, conflitos armados e até suicídios estão diretamente relacionados à escassez de recursos naturais provocada pelas mudanças climáticas.
Agora, um mapeamento mundial realizado pela Universidade Anglia Ruskin, na Grã-Bretanha, dá a dimensão do problema. O chamado Mapa do Caos, uma ferramenta interativa, já contou 1,3 mil mortes violentas, de 2005 a 2017, causadas por falta de água, combustível e insegurança alimentar.
O mapa concentra-se nos três recursos naturais — alimento, água e combustível — e, para cada um deles, associa sete tipos de inquietações sociais: tumulto, manifestação, protesto, saqueamento, suicídio e conflito. No período analisado, a maior parte do mundo ocidental, incluindo o Brasil, não tem registros de atos violentos e mortes em decorrência das mudanças climáticas. Contudo, um dos autores avisa: “Todos estamos vulneráveis, essa é uma chamada urgente”, diz Aled Jones, diretor do Instituto Global de Sustentabilidade da universidade.
De acordo com Jones, além de alertar para a gravidade do problema, a ferramenta poderá ser usada para prever tensões associadas a recursos naturais-chave. “Sem uma boa preparação, as tragédias climáticas cada vez mais frequentes, como alagamentos e secas que destroem colheitas, poderão levar à violência de larga escala, além do colapso de mercados futuros”, alerta.
Um dos exemplos que o Mapa do Caos destaca é o do verão de 2016 na Venezuela, quando o preço mundial do petróleo despencou, arruinando a economia do país, extremamente dependente do combustível fóssil, que responde por 95% das exportações. Escassez de alimentos e outros produtos levou milhares às ruas em manifestações violentas, saques e mortes. Vinte e quatro pessoas foram assassinadas e mais de 400, presas. Somente em junho, mais de 200 mil venezuelanos atravessaram a fronteira com a Colômbia em busca de alimentos e remédios. No ano seguinte, 92 pessoas morreram, também em conflitos associados à falta de recursos básicos.
 Ao longo do período estudado, o continente africano foi o que mais sofreu as consequências da escassez de água, comida e combustível devido a mudanças climáticas. Em Uganda, por exemplo, a seca prolongada de 2011 causou aumento dessssss preços dos alimentos, levando escassez a um terço dos 112 distritos. Em algumas regiões, o preço de vegetais subiu, forçando populações em maior vulnerabilidade social a consumirem larvas e cupins.
O preço dos combustíveis também aumentou: 50% de janeiro a abril, o que encareceu o transporte e, consequentemente, os produtos. Faminta e enfurecida com a compra de oito jatos presidenciais a US$ 740 milhões, a população foi às ruas em 11 de abril. Nove pessoas morreram, 30 jornalistas foram feridos ou baleados e, apenas em Campala, a capital, 84 manifestantes foram parar em hospitais.
O maior incidente reportado no mapa ocorreu no Sri Lanka, em 2006. O bloqueio aos sistemas de abastecimento de água, consequência de uma guerra política entre o governo e insurgentes do grupo armado Tigres de Liberação do Tamil Eelam, provocou a morte de 425 pessoas.
Desnutrição
Além dos conflitos, uma das consequências diretas das mudanças climáticas sobre a população mundial, em especial nas regiões mais pobres do planeta, é a desnutrição, responsável por quase metade das mortes de crianças com menos de 5 anos. “Os extremos de temperatura e os padrões irregulares de precipitação associados às mudanças climáticas estão afetando a produção de alimentos e a infraestrutura crítica para a distribuição dos mesmos, o que, por sua vez, afeta diretamente os padrões de nutrição da população”, diz Matthew Cooper, pesquisador do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados nos Estados Unidos e autor de um estudo que analisou a relação entre desnutrição infantil e mudanças climáticas.
A pesquisa, cujos dados foram processados e analisados por um software de inteligência artificial, usou dados de 580 mil crianças de 53 países para investigar como os extremos de precipitação — falta ou excesso — afetam o status nutricional de meninos e meninas desde a década de 1990. Os resultados indicam que seca e alagamentos estão associados diretamente a uma piora na nutrição das crianças.
“O fardo é particularmente pesado na África e em partes do sul da Ásia, onde conflitos, fragilidade política e seca são mais prevalentes”, diz o estudo, publicado na revista Pnas. “A seca, em particular, afeta pesadamente as comunidades pobres, especialmente as crianças dos países em desenvolvimento, onde grande parte dos meios de subsistência depende da agricultura familiar. Uma das consequências da má nutrição infantil é o atraso no crescimento — em outras palavras, crescimento e desenvolvimento prejudicados —, que atualmente afeta pelo menos uma em cada três crianças nessas partes do mundo.”  // tomado de correio brazliense

LA PRIMERA HAMBRUNA


El adelantado no pudo con los querandíes, y sus tropas fueron muriendo de hambre y de miseria. La glotonería de unos y la realidad de otros.
Inicialmente, los querandíes se mostraron curiosos y amigables con los recién llegados, como lo cuenta el cronista y veedor de los banqueros Wesler, el alemán Ulrico Schmidl: “Estos querandíes traían a nuestro real y compartían con nosotros sus miserias de pescado y de carne por catorce días sin faltar más que uno en que no vinieron. Entonces nuestro general, Pedro de Mendoza, despachó a su propio hermano con 300 lanceros y 30 de a caballo bien pertrechados: yo iba con ellos y las órdenes era bien apretadas: de tomar presos o matar a todos estos querandíes y de apoderarnos de su pueblo”.
Es curiosa la versión que da el ideólogo del saavedrismo, el deán Gregorio Funes, sobre el hecho, contradiciendo incluso a un testigo presencial como Schmidl. Funes, en su afán de endiosar la conquista, llega a decir: “Con palabras de paz y de amistad mandó el Adelantado se les reuniese y continuasen un servicio que ponía en obligación su reconocimiento”.
Lo cierto es que entre las pocas virtudes de don Pedro de Mendoza y su gente no estaban ni la paciencia ni la tolerancia. Bastó que los querandíes suspendieran el delivery para 1.200 personas por un día para que el “noble” don Pedro los mandara a masacrar con “palabras amistosas”.
Pero los querandíes no eran gente de amilanarse. Llegado el caso, perdieron ellos también la paciencia: convocaron al gran consejo de las tribus confederadas y reunieron a unos cuatro mil hombres con sus mejores armas: “Dichos querandíes –sigue diciendo el alemán– tienen para arma unos arcos de mano y dardos; estos son hechos como medias lanzas y adelante en la punta tienen un filo hecho de pedernal. Y también tienen una bola de piedra y colocada en ella un largo cordel al igual como una bola de plomo en Alemania. Ellos tiran esta bola alrededor de las patas de un caballo o de un venado que tiene que caer; así con esta bola se ha dado muerte a nuestro sobredicho capitán y sus hidalgos pues yo mismo lo he visto; también a nuestros infantes se los ha muerto con los susodichos dardos”.
HASTA LOS ZAPATOS
La batalla de Corpus Christi fue imponente y con graves consecuencias para ambos bandos. Dicen que en el combate murió un tal Diego Luján, que fue arrastrado por su caballo hasta caer a las profundidades de un río que todavía hoy lleva su nombre.
Pero la cosa no terminó ahí. La resistencia se rearmó con refuerzos que llegaban de todas partes apenas recibían los mensajes enviados por los diferentes caciques que habían tomado la decisión de poner sitio al conjunto de ranchos que hacía las veces de Santa María de los Buenos Ayres. El ataque incluyó una lluvia de flechas incendiarias que terminaron con los techos de las precarias viviendas de la gente de Mendoza. Un pequeño grupo de querandíes en canoas logró incendiar por completo un tercio de la flota. El sostenido asedio les trajo gravísimas consecuencias a los invasores, para quienes trabajar para comer seguía siendo un delito de lesa humanidad: “Cuando los querandíes pusieron cerco a la ciudad –dice Schmidl– padecían todos tan gran miseria que muchos morían de hambre; ni eran bastante los caballos. Aumentaba estas angustias haber ya faltado los gatos, ratones, culebras y otros animalejos inmundos, con que sabían templarla, y se comieron hasta los zapatos y otros cueros. Entonces fue cuando tres españoles se comieron secretamente un caballo que habían hurtado, y habiéndose sabido confesaron atormentados el hurto, y fueron ahorcados, y por la noche fueron otros tres españoles y le cortaron los muslos y otros pedazos de carne, por no morir de hambre”.
Así de desastrosa era la vida en aquella aldea donde los “buenos aires” brillaban por su ausencia. Pero el hambre no era para todos, según lo cuenta Bartolomé García, integrante de la hueste de Mendoza: “A mí y a otros seis compañeros nos mandó que le cazáramos, y así lo hicimos, que todos los días teníamos tributos de docena y media de perdices y codornices que comía don Pedro de Mendoza y los que él más quería”.
HOSTILIDAD
Pero, más allá de su glotonería y egoísmo, la enfermedad de Mendoza avanzaba y con él sus delirios, su locura y su agresividad. No salía en todo el día de su habitación en la nave Magdalena encallada en la orilla del río. Se le habían formado hondas ulceraciones que le roían las manos, la espalda y la cabeza. Tenía miedo a la oscuridad y enloquecía a su compañera, María Dávila, a la que no dejaba moverse de su lado. Su médico, Hernando de Zamora, ante los pedidos desesperados de un paciente desesperadamente impaciente, le fue subiendo la dosis de bicloro de mercurio que le suministraba en píldoras hasta provocarle una profunda intoxicación que puso en riesgo la vida del “adelantado”. Despertaba de largas pesadillas gritando: “¡Vosotros, judíos, hicisteis matar al maestre de campo y ágora morís como chinches! Desdichado de Osorio que me hicisteis mal, a mí y a todos”. En algo tenía razón el adelantado, sus hombres morían como chinches. De los 1.200 originales quedaban apenas 650.
La falta de recursos, el hambre, las peleas internas y la hostilidad de los querandíes corrieron a los españoles; algunos se dirigieron hacia la recientemente fundada ciudad de Asunción, otros, como el propio Mendoza, regresaron a España. Antes de irse, don Pedro le dejó su adelantazgo a Juan de Ayolas aclarando que en su ausencia gobernaría Ruiz Galán.
En su “pliego de mortaja” decía: “Sabéis que no tengo qué comer en España si no es la hacienda que tengo que vender y toda mi esperanza es en Dios, en vos, por eso mira, pues os dejo por hijo y con cargo tan honrado que no me olvidéis pues me voy con seis o siete llagas en el cuerpo, cuatro en la cabeza y otra en la mano que no me deja escribir ni aún firmar… Y si Dios os diera alguna joya o alguna piedra no dejéis de enviármela por que tenga algún remedio de mis trabajos y mis llagas”. Pero nada de esto recibió: murió en alta mar, a bordo de la Magdalena, el 23 de junio de 1537. Según el deán Funes, “el antiguo crédito de Mendoza fue más bien obra de la fortuna que de la naturaleza. Cuando aquella lo abandonó, desapareció su heroísmo, y sólo quedaron sus flaquezas. Sin genio, sin talento, sin valor, y lo que es más, sujeto a las pequeñeces de las pasiones que envilecen al último pueblo, no había nacido para grandes designios”.
La expedición de Mendoza, apadrinada como ninguna por el emperador, había terminado en un rotundo fracaso. Buenos Aires fue completamente despoblada en 1541. Era la derrota más notable que había sufrido el Imperio Universal de Carlos V en las Indias y había sido infligida, como decía un cronista, por “unos salvajes que no reconocían las más mínimas normas de la propiedad privada por no tener costumbre de apropiarse de las cosas propias ni ajenas”.
Tomado de caras y caretas de pagina 12 de ar
de   Felipe Pigna

FESTIVAL DE LAS MISIONES JESUÍTICAS GUARANÍES


En San Carlos comenzó el Festival de las Misiones Jesuíticas Guaraníes
Con una amplia agenda de actividades, que se extenderá hasta mañana, dieron inicio en San Carlos la 4ª edición local y 1ª provincial del Festival de las Misiones Jesuiticas Guaraníes.
El evento, organizado por el área de Cultura y Turismo de la Municipalidad, comenzó ayer a las 18 con la inauguración del portal de acceso a la localidad. Posteriormente, se realizó la bendición y apertura del festival con la actuación del ballet municipal.
Durante la  velada estaba programada la presentación de las candidatas a reina y el show musical continuaría con Susana Moreno, Los Galanes y Tche Marotos.
Para hoy, esta prevista la segunda presentación de las candidatas a soberana y actuarían nuevamente el ballet municipal junto con algún invitado especial.
El show seguiría con Pablo y su grupo, Nerina y Alfredo, Espuelas de Plata, Los Rebeldes y el grupo Areté.
Mañana, en tanto, será la tercera participación del ballet municipal para luego dar paso a la presentación de los candidatos a paisanito y paisanita 2019.
Mientras que en el último espectáculo actuarían La Cambacita, Amanecer Campero y Ramón Méndez con Teresa Cecilia. // tomado de el litoral de ctes ar

sábado, 2 de noviembre de 2019

CORRIENTES CAPITAL CON 40 °C , ESPERA LAS LLUVIAS A LA TARDECITA


Se espera una máxima de 40° y chaparrones a la noche
En tanto para mañana se esperan lluvias y tormentas.
En la ciudad de Corrientes hoy se espera una jornada calurosa y el Servicio Meteorológico Nacional anuncia que la temperatura máxima llegará a los 40°. La humedad es del 64%.
Para la noche se esperan chaparrones y mañana pronostican tormentas y  una máxima de 24°.  Tomado de el litoral de ctes ar

viernes, 1 de noviembre de 2019

AUDIENCIA PUBLICA POR ESTACION TRANSFORMADORA EN CORRIENTES AR



Se realizará el lunes la audiencia ambiental para la ET Sarmiento
En la Escuela Técnica Bernardino Rivadavia, ubicada sobre avenida Teniente Ibáñez 1897, el lunes 11 de noviembre a las 18, se llevará a cabo la audiencia pública ambiental para el proyecto de la Estación Transformadora Sarmiento. Se trata de una actividad realizada por el Instituto Correntino del Agua y el Ambiente (Icaa). Los interesados en participar como expositores del encuentro tendrán tiempo de inscribirse hasta el viernes 8 de noviembre: deben acercarse de 8 a 12.30 hasta la sede del organismo provincial ubicado sobre calle Bolívar 2275.
Quienes expongan podrán retirar, además, la versión digital del Estudio de Impacto Ambiental (Esia) del proyecto.
Para presenciar la audiencia pública ambiental no se requiere inscripción en el Registro de Participantes. En el sitio web del Icaa www. icaa.gov.ar, se encuentran disponibles tanto el edicto de la convocatoria como el informe no técnico, documento resumen del proyecto que se pone a consideración de la ciudadanía.
Tomado de el litoral de ctes ar