domingo, 3 de mayo de 2020

COVID-19: ANTICOAGULANTE PODE REVERTER CASOS DE PACIENTES EM ESTADO GRAVE


Aplicado em 27 pacientes da Covid-19 com comprometimento pulmonar, medicamento fez com que mais da metade deles, 56%, recebesse alta em quatro dias. Pesquisadores brasileiros se preparam para estudo com um número maior de voluntários
PO Paloma Oliveto
(foto: AFP / Yuri CORTEZ)
Um medicamento anticoagulante poderá salvar a vida de pacientes com a síndrome de dificuldade respiratória aguda, principal complicação da Covid-19, associada aos óbitos pela doença. Uma pesquisa conduzida no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo com 27 pessoas constatou que o uso da heparina, remédio indicado para prevenir trombose, reduziu o tempo de internação e de intubação, mostrando-se uma estratégia promissora para os casos graves da enfermidade.
O estudo, publicado on-line pela revista British Medical Journal (BMJ), soma-se a pesquisas anteriores realizadas em outras partes do mundo que também apontaram os anticoagulantes como um tratamento eficaz para evitar a falência dos pulmões. Todas as pesquisas com a substância, porém, são experimentais, e os cientistas alertam que é necessário realizar mais testes com numerosos pacientes, incluindo grupos de controle, para validar a descoberta.
A pesquisa de São Paulo foi idealizada pela pneumologista Elnara Marcia Negri, do Sírio-Libanês e da Universidade de São Paulo (USP). Ela conta que a inspiração veio da primeira paciente com Covid-19 que atendeu. Era uma idosa que apresentava dificuldade para respirar, além de começar a apresentar cianose nas extremidades. “Era um dedinho roxo, concomitante a um quadro de queda abrupta na oxigenação.” O pulmão insuflava facilmente, mas parecia não estar recebendo oxigênio suficiente. Como ela já estava com trombose no dedo, os médicos decidiram pela medicação anticoagulante.Continua depois da publicidade
Cerca de seis horas depois, a paciente já respirava bem, a oxigenação havia voltado ao normal e a pele estava rosa. A partir dessa experiência, Negri conversou com patologistas do Hospital das Clínicas da USP que vinham realizando necrópsias em vítimas da Covid-19. Os médicos relataram que observaram microcoágulos nos vasos sanguíneo em várias partes do corpo dos cadáveres.
Todos os pacientes que entraram no estudo tinham algum grau de comprometimento pulmonar quando foram internados. Entre três e quatro dias do início da internação, começaram a receber a heparina, além do tratamento indicado para cada um deles. Quinze dos 27, ou 56%, receberam alta quatro dias depois do início do tratamento. Dos que estavam intubados, metade deixou de usar o ventilador um dia e meio após o uso da heparina.
Segundo a pneumologista, até ontem, apenas dois pacientes ainda estavam graves. “Isso nos animou muito. Sabemos que não é um trabalho randomizado (dividido em grupos, com dosagens diversas da substância, para comparação), controlado, mas foi um trabalho no desespero, no meio de pessoas que estavam morrendo. Então, começamos a fazer uma intervenção clínica que já é feita na UTI, que é a anticoagulação quando há suspeita de trombose, e essa intervenção clínica deu resultados”, comemora Negri.
Excesso de citocinas
As lesões verificadas nos vasos sanguíneos dos pacientes são, de acordo com o estudo de São Paulo, condizentes com a hipótese da tempestade de citocinas, que vem sendo associada à falência de órgãos dos pacientes com a forma grave da doença. Citocinas são importantes substâncias produzidas naturalmente pelo corpo, como forma de combate a agentes externos perigosos, como vírus. Porém, por motivos ainda desconhecidos, em algumas pessoas, o Sars-Cov-2 desencadeia uma resposta extremamente agressiva, com superprodução dessas proteínas.
As tempestades também foram observadas em pacientes que morreram de Sars e Mers, doenças causadas por coronavírus semelhantes ao causador da Covid-19. O excesso de citocinas provoca inflamações que produzem microcoágulos nos vasos sanguíneos. Com isso, órgãos vitais, como pulmões, deixam de receber sangue e oxigênio, o que provocaria a falta de ar característica da forma grave da doença.
A médica esclarece que o tratamento com heparina não é usado indiscriminadamente. “A gente está usando em todos os pacientes que, pelo sexto ou sétimo dia de internação, apresentam essa hipercoagulação que temos observado, e quando começam a baixar a oxigenação sanguínea. Nesse momento, entramos com o anticoagulante.” Ela, porém, ressalta: “Isso não é a cura da Covid-19. É um tratamento das complicações que o vírus traz quando invade o organismo.”
Uso monitorado
Para quem pensa em usar o remédio para prevenir ou se automedicar, a pneumologista é clara: isso pode matar. Primeiramente, o anticoagulante que se vende em farmácias não tem dosagem suficiente para combater a Covid-19. Em segundo lugar, o uso dessa classe de medicamentos por quem não tem indicação tem efeitos gravíssimos. “Se você está com uma coagulação normal e toma o anticoagulante, pode morrer sangrando. De jeito nenhum é um remédio para automedicação nem para prevenção.”Continua depois da publicidade
Agora, os médicos do Sírio-Libanês e do Hospital das Clínicas de São Paulo pretendem lançar um estudo com número maior de pacientes, randomizado e controlado. Os pesquisadores terão a colaboração de cientistas holandeses, também interessados em investigar a eficácia da heparina.
No informe diário que o Ministério da Saúde divulga, avaliando a qualidade dos estudos publicados sobre Covid-19, o órgão destacou que o estudo com os 27 pacientes tem qualidade metodológica. Também observa que, como os próprios autores observaram no artigo, ainda é preciso estudar mais a abordagem, até que possa ser validada. // tomado de correio brasiliense

PAJARO CARPINTERO OLIVA CHICO


 LAS AVES Y LAS ECORREGIONES
Silencio que avanza, carpintero oliva chico
Comenzamos un mes abriendo paso a las ecorregiones de la provincia de Corrientes. Además, nos sumergimos en otras historias que van bajo o en torno a las aves, en este caso un viaje lento, el Tren Económico.
Por Paulo Ferreyra / Abel Fleita / Especial para El Litoral
El carpintero oliva chico (Veniliornis passerinus) es el ave que hoy nos vinculará con una de las cinco ecorregiones naturales presentes en la provincia de Corrientes, que en el país suman dieciocho: el Chaco Húmedo.
Así es como hoy iniciamos este nuevo mes sobre el mundo alado, con la ecorregión ubicada sobre el vértice noroeste de la provincia. Es una de las representaciones ambientales más pequeñas, pero que sumada a las otras cuatro hacen que al menos una docena de especies de carpinteros (familia Picidae) se encuentren en este sector geográfico.
Para avanzar, recordaremos que además del Chaco Húmedo, en la provincia de Corrientes se encuentran las ecorregiones Delta e Islas del Paraná, Espinal, Esteros del Iberá y Campos y Malezales. Cada una de ellas las iremos recordando a lo largo del mes.
El carpintero oliva chico habita en todo el Norte de Corrientes. Mide 14 centímetros y como lo indica su nombre, su plumaje está basado en un color verde oliváceo, que sobre el pecho y el vientre posee suaves y finas barritas blancas.
Cuando del macho se trata, veremos en la nuca y parte de la cabeza el color rojo, en tanto en la hembra la observaremos lisa. En ella podremos divisar una línea blanca, tenue, que nace entre el ojo y el pico y se extiende hacia la mejilla y garganta.
Al arribar al árbol, donde puede encontrarse el nido realizado en algún pequeño hueco, tendremos en cuenta que la especie no esté trayendo alimento para sus pichones. Por lo general se oyen suaves chillidos desde lugares inimaginados.
Es característico verlos trepar y golpear con su pico fino de forma incesante la madera, buscando larvas o insectos, con pequeños saltos y mirando hacia atrás. La ley de gravedad no pareciera ser inconveniente para ellos. Además de poseer el pico fuerte y la cabeza adaptada para golpear la rama,
dos dedos hacia adelante y dos hacia atrás, lo convierten en un experto trepador.
La vocalización puede traducirse en un güik, güigüigüigüigüi, algo agudo y más intenso hacia el final, de pocos segundos. Al oírlos y reconocerlos tras las visitas a la región del monte húmedo, la gratificación del encuentro será más que evidente.
En cuanto a sonidos y golpeteos de carpinteros, vale asociarlos a tres tipos de tamaños. Los agudos y poco perceptibles, serán los pequeños; es el caso del ave que hoy desarrollamos. Los grandes llamarán la atención desde una mayor distancia. Todos estarán atentos a los observadores.
 A paso de pesado, lento y seguro
“Y el obediente caballito de hierro hundió las ruedas/ y navegó con agua hasta los ejes/” dejó en su poética Juanjo Folguerá en el poema dedicado al Tren Económico. Por la ecorregión que hoy nos ocupa pasaba aquel legendario Caballito de Hierro, repasamos un poco hoy su historia.
Hacia fin del siglo XIX llega a Santa Ana el Ferrocarril Económico, agregando un nuevo medio de servicio. Fue el único ferrocarril que se construyó con capitales privados. Lo trajo Francisco Bolla, italiano que llega a Corrientes en el año 1850. Se concreta la instalación de esta obra cuando se sanciona el 18 de diciembre de 1890 la ley de Concesión, que se había solicitado para el establecimiento de una vía férrea que conectaría Corrientes con San Luis del Palmar.
Tuvo un recorrido total de 178 kilómetros y constaba de dos Ramales Principales. El primer tramo entre Ingenio y San Luis del Palmar se inauguró el 24 de agosto de 1898, culminándose de esta forma la totalidad de la obra ferroviaria que comprendía 72 kilómetros. Lo que se destaca de estas locomotoras es que fue el primer medio de transporte terrestre de cargas y pasajeros que integró al interior de la provincia con la Capital.
Económico
El señor azucarero, Francisco Bolla, necesitaba que su Ingenio en Santa Ana tuviera conexión directa y barata con Corrientes, de ese modo obtiene permiso de la Provincia para la construcción de un ramal desde San Luis a la Capital en 1890. Se trataba de un tren de sesenta centímetros de trocha, más tarde bautizado como “El Económico”.
En 1892 se finaliza el primer tramo a cargo del Ingeniero Coll y dos años después se completa el recorrido de manera fluida con extensiones por los principales campos de azúcar desde San Cosme, hasta Paso de la Patria. La empresa de Bolla quiebra y la Provincia busca darle continuidad a la construcción de durmientes y rieles desde el Norte hacia el mediterráneo correntino.
Así logra la concesión la firma Dodero y con luz verde para ampliar el tendido de vías con llegada a Nuestra Señora del Rosario de Caá Catí y San Antonio de Mburucuyá, el ingeniero Mauro Herlizka diseña y supervisa ese proyecto. La obra comienza a gestarse en 1909 y para 1911 llega a Caá Catí. El ramal Lomas de Vallejos-San Antonio de Mburucuyá demora al menos otros cuatro años. El emprendimiento de Dodero también fracasa y tras hacerse acreedor el Banco Francés, la Provincia toma el control del recorrido en cada ramal para 1927.
Con la nacionalización del ferrocarril en 1948, el “Económico” y su más de 200 kilómetros de vías pasó a manos del Ferrocarril General Urquiza. Con el gobierno de facto de Onganía se decidió el cerramiento de muchos ramales y las locomotoras que daban pérdida. Fue el preludio de lo acontecido en 1989 bajo el gobierno democrático de Menem que profundizó el levantamiento de líneas férreas. Los vagones de carga se oxidaron en los andenes o se vendieron como chatarras.
El trencito dejó de operar y realizó su último viaje en 1969, era un 29 de octubre. Se dejó de cortar boletos, unos 12 pesos costaba viajar en primera clase y ocho en segunda. Desde Mburucuyá a Corrientes tenía un recorrido de 178 km y con mucha paciencia en 23 horas se llega a destino, salía de la estación Libertad a las 5.30 AM, información del sitio web de Santa Ana de los Guácaras.
Rodolfo Walsh escribió, “el 9 de febrero de 1966 la locomotora 682 del ramal 060, Ferrocarril Urquiza, salió a las 9 de la mañana de la capital correntina arrastrando seis vagones de pasajeros y cuatro de carga y correspondencia. Su destino era Mburucuyá, a 178 kilómetros de distancia. Llegó el día siguiente a las 10.47 de la mañana, empleando veinticinco horas cuarenta y siete minutos, con un promedio algo inferior a siete kilómetros la hora.
No es un caso excepcional, sino apenas reciente, en la historia del tren más chico, más lento, más exasperante y más divertido del mundo”, describió en su crónica “El Expreso de la Siesta”, hoy reunido en el libro “El violento oficio de escribir”.
Cabe recordar que hoy sin sus vías, las tres locomotoras originales se encuentran dos en Santa Ana de los Guácaras y la otra en Mburucuyá. El beneficio de estos servicios económicos nunca debía ser superior al social, pues recorridos como el del Económico le dio desarrollo productivo a pueblos en el mediterráneo correntino.
Entre casa
Sobre las diferentes texturas de árboles del Chaco Húmedo se afirma la cola del carpintero oliva chico, una parte fundamental de la especie para el equilibrio y la versatilidad en la madera. De un timbó se traslada hacia un ejemplar de espina corona y tras cruzar riachos y albardones, presiente los ambientes de quebracho, algarrobo y palmares caranday, la típica diversidad ambiental del Noroeste de Corrientes.
Los registros que hoy nos acompañan nos muestran a una ejemplar hembra, sobre un árbol de timbó, durante la temporada de otoño. De allí es que se la puede observar con luz destacada y desprovista de la sombra de las hojas.
La imagen de la pareja, casi en diálogo, es de una visita cercana, inesperada. Fue en el año 2018 en la quinta de frutales de la antigua pista de baile La Querencia, de Mburucuyá, durante el cumpleaños del músico Eustaquio Papi Miño. Sobre el mediodía, mientras la familia recibía a los allegados, los árboles brindaban la sombra necesaria,  el alimento y refugio a los mismos pájaros chamameceros. Tomado de el litoral de ctes ar

AMPLIAR AHORA LA RESPUESTA A LA CRISIS DE LA COVID-19 (CORONAVIRUS) EVITARÁ MAYORES COSTOS MÁS ADELANTE


AMPLIAR AHORA LA RESPUESTA A LA CRISIS DE LA COVID-19 (CORONAVIRUS) EVITARÁ MAYORES COSTOS MÁS ADELANTE
Vista aérea de una rotonda durante el confinamiento provocado por la COVID-19, en que se pueden observar las calles vacías. Fotografía: © fivepointsix/Shutterstock.
Después de una década de crecimiento ininterrumpido, la economía mundial se detuvo repentinamente debido a la pandemia de COVID-19.   Ahora la pregunta no es si habrá una recesión mundial, sino qué tan profunda será, y cuán rápido podrán los países superar la crisis sanitaria y allanar el camino hacia la recuperación económica.
Las respuestas a estas preguntas serán especialmente importantes para las economías en desarrollo, ya que es probable que sean las más afectadas por la crisis.
Incluso antes del brote del nuevo coronavirus, la mayoría de los países en desarrollo ya estaban en una situación económica más inestable (i) que en el periodo previo a la recesión mundial de 2009. El crecimiento había caído al nivel más bajo de la última década (i). Los excedentes fiscales y de cuenta corriente anteriores a 2009 se habían transformado en grandes déficits. La deuda externa había alcanzado un máximo histórico (i).
En resumen, estas economías se hubieran visto en apuros para preparar una respuesta eficaz incluso a una recesión mundial moderada. En cambio, lo que debieron enfrentar fue una calamidad económica y sanitaria simultánea y sin precedentes en los tiempos modernos.
Esta proyección sombría presupone que las cosas volverán rápidamente a la normalidad. Por ejemplo, supone que el distanciamiento social y otras medidas de mitigación serán eliminadas dentro de tres meses y que las principales economías volverán a crecer rápidamente en el tercer trimestre de 2020. También da por sentado que los mercados financieros recuperarán la estabilidad a medida que se restablezca la confianza de los inversores. Además, supone que los grandes paquetes de apoyo monetario y fiscal seguirán vigentes durante los próximos 18 meses.
En resumen, se anticipa que todo irá bien. Incluso bajo estas hipótesis, la economía mundial caería en una profunda recesión en 2020 y la producción de las economías en desarrollo se reduciría en alrededor de un 2 %. Esto no solo marcaría la primera contracción en estas economías desde 1960, sino que también implicaría un crecimiento sorprendentemente débil en relación con el crecimiento promedio de 4,6 % en los últimos 60 años. 
Los resultados de crecimiento podrían ser mucho peores si no se materializara al menos una de las premisas mencionadas. Incluso si la aplicación de las medidas de mitigación durante tres meses demuestra ser eficaz para detener la pandemia, los inversores y los hogares podrían seguir estando inquietos o las cadenas de suministro locales o mundiales podrían no restablecerse.  Las familias podrían reducir el consumo y las empresas podrían posponer las inversiones hasta estar seguras de una recuperación sólida. Los viajes internacionales podrían reanudarse con ajustes y altibajos. Bajo ese escenario, el impacto en la producción mundial sería mayor, y las economías en desarrollo terminarían experimentando una recesión más profunda que podría reducir su producción en casi un 3 %.
Las marcadas contracciones económicas tienden a causar daños duraderos en las economías en desarrollo (i), disminuyendo el crecimiento potencial durante un periodo prolongado después de la recesión, con un grave impacto en la pobreza (i) y la desigualdad.
Los encargados de formular políticas tienen una pequeña oportunidad para limitar el sufrimiento provocado por la crisis y acortar su duración. En los países en desarrollo, los responsables de las políticas deberían enfocarse en la prioridad inmediata: atenuar la crisis sanitaria.  Tienen que adoptar políticas, adaptadas a las circunstancias locales según sea necesario, para salvar vidas, salvaguardar los medios de subsistencia, ayudar a las empresas a sobrellevar la recesión y mantener el acceso a servicios públicos esenciales. También tienen que tomar medidas para evitar que la crisis sanitaria se convierta en una crisis financiera.
Pero la mayoría de los países en desarrollo no pueden hacer frente por sí solos a la crisis porque sus coyunturas son aún más difíciles. Los sistemas de salud en algunas de estas economías están sumamente mal equipados. Grandes segmentos de la población se desempeñan en trabajos informales, lo que significa que carecen de una red de protección social y será más difícil llegar a ellos y apoyarlos en medio de la crisis. Las empresas pequeñas y medianas tienden a ser un pilar de la actividad económica, pero generalmente carecen de acceso a capital, por lo que un problema de liquidez para estas empresas podría convertirse muy rápido en una crisis de solvencia.
Las economías en desarrollo que pueden ser las más afectadas —aquellas que dependen del comercio, los productos básicos o el turismo— suelen tener concentraciones más altas de personas en situación de pobreza extrema. Ante la pérdida de ingresos, a esas poblaciones les resultará más difícil cumplir con las medidas de mitigación. En general, la mayoría de los países en desarrollo carecen de los recursos y el espacio fiscal necesarios para implementar paquetes de políticas que sean lo suficientemente amplios para apoyar la actividad económica y superar la crisis.
El Grupo Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional (FMI) respondieron de una manera sin precedentes, comprometiéndose a movilizar toda su capacidad de financiamiento en los próximos 15 meses para ayudar a las economías en desarrollo a gestionar la respuesta inmediata y acelerar la recuperación. Y las economías del Grupo de los Veinte (G-20) acordaron suspender los pagos oficiales de la deuda bilateral de los países más pobres —al menos durante 2020— para que puedan invertir estos recursos en la lucha contra la pandemia.
Pero ahora se necesita mucho más para ayudar a las economías en desarrollo. Si el volumen de la respuesta de políticas no es acorde con la magnitud de la crisis actual, se requerirá una respuesta mucho mayor más adelante para enfrentar los daños.  Es necesario cerrar filas en todo el mundo: no solo los Gobiernos y las instituciones internacionales, sino también los acreedores privados y las empresas.
Debemos movilizar de manera conjunta nuestras respuestas más audaces para superar la peor crisis en generaciones.  Todavía la comunidad mundial tiene el poder de prevenir las posibles consecuencias más graves de la pandemia, pero tenemos que actuar con decisión para contener los
daños y sentar las bases de una recuperación sólida.
•por     CEYLA PAZARBASIOGLU 









Y AYHAN KOSE
Tomado de envio de banco mundial

sábado, 2 de mayo de 2020

LA VUELTA AL MUNDO DE MAGALLANES, ESA OTRA ODISEA


Una vista de Punta Arenas, con el Estrecho de Magallanes detrás. Crédito: Shutterstock
Hace 500 años, Magallanes llegaba hasta nuestras costas en una aventura que terminaría con el hallazgo de un paso interoceánico
Hay aventuras extraordinarias que corren el límite de lo pensable. Los océanos se conectan entre sí: lo sabemos hoy, pero hace solo cinco siglos nuestros antepasados lo desconocían. A finales del siglo XV los europeos necesitaban encontrar un camino a las islas de las especias. El Imperio Otomano cerraba las rutas tradicionales y los portugueses bordearon el continente africano para llegar a Oriente. Pero fueron los españoles los primeros en cruzar el Océano Atlántico en esa búsqueda (porque los lusitanos fueron celosos con su ruta). En 1513 Vasco Núñez de Balboa cruzó a pie el istmo de Panamá y pudieron contemplar un nuevo océano. ¿Cómo llegar hasta él?
Entonces comenzó la búsqueda del paso interoceánico . En 1516 el malogrado Juan Díaz de Solís llegó al Río de la Plata, al que bautizó Mar Dulce; pero el camino estaba mucho más al Sur. Hacia allí partió, el 20 de septiembre de 1519, la Flota de las Molucas, una expedición de cinco naves al mando del marino portugués Hernando de Magallanes . Había acordado con Carlos I de España la búsqueda del paso. Si eso no sucedía, tornarían hacia el Este y navegaría hacia las Islas de las Especias por la "ruta de los portugueses", lo que el flamante Tratado de Tordesillas (1494) prohibía. Eran cinco embarcaciones: la San Antonio, la Concepción, la Santiago, la Trinidad (capitana) y la única que daría la vuelta al mundo, predestinada por su nombre: Victoria.
Cuando éramos pequeños teníamos que aprender de memoria la historia de estas expediciones: eran los antecedentes históricos de las naciones en las que habitamos. Esa manera de transmitir el conocimiento histórico, tan parecida a la lectura en voz alta de un contrato de compra-venta, drena la sangre de episodios humanos con gran carga dramática y que se leen como novelas de aventuras. Porque cuesta imaginarse el desafío que implicaba una de esas expediciones. La nao Victoria, la única que sobreviviría, tenía unos 27 metros de eslora (la longitud de proa a popa) y estaba construida con madera de pino y roble. Es probable que la hubieran botado en el país vasco, en unos astilleros especializados en la caza de ballenas (los vascos fueron pioneros en esa industria). Era un barco de tres palos con castillo de proa y popa y una tripulación de algo menos de cincuenta hombres. En total, el portugués Magallanes estaba al mando de un poco más de 250 hombres: castellanos, vascos, portugueses, griegos, árabes, andaluces, italianos y griegos. Sus altivos oficiales castellanos lo detestaban: les molestaba estar a las órdenes de un portugués. Pero por otra parte, los lusitanos eran la vanguardia de la expansión oceánica.
Partían en condiciones precarias. En primer lugar, porque sabían lo que querían hacer, pero no conocían cómo y a través de qué espacios lo realizarían. Los instrumentos de medición y navegación eran toscos: podían establecer la latitud, pero no la longitud; la velocidad y las distancias recorridas se establecían de manera imprecisa. La comida era variada, pero no les alcanzaría: vino, aceite, vinagre, bizcocho, anchoas en barriles, pescado ahumado, tocino ahumado, alubias, lentejas, harina, ajo, cebollas y queso en aceite.
Las expediciones tenían motivos estratégicos y económicos, pero la curiosidad y el afán de trascendencia no deben ser subestimados. En palabras de Antonio Pigafetta, cronista de la expedición: "Por los libros que yo había leído y por las conversaciones que tuve con los sabios (.) supe que navegando por el Océano se veían cosas maravillosas y decidí asegurarme por mis propios ojos de la veracidad de todo lo que se contaba, para a mi vez contar a otros mi viaje, tanto para entretenerles como para ser útil y conseguir al mismo tiempo hacerme un nombre que llegase a la posteridad."
Por su condición de zona de paso, el actual litoral marítimo argentino fue recorrido tempranamente por los navegantes. Magallanes sofocó un motín en la costa Norte de Brasil, y continuó hacia el Sur. Su tripulación estaba amedrentada por las costas desoladas que observaban. Desde fines de marzo de 1520 hasta agosto pasó el invierno en el actual Puerto San Julián, en la provincia de Santa Cruz. Allí perdió la primera de sus naves. El clima empeoraba. Sus oficiales le reclamaron que dejara de "andar perdido por esa costa estéril" y entonces Magallanes reveló las órdenes de Carlos I; buscar el paso a las tierras de las especias dejando atrás el Nuevo Mundo. Sus capitanes se opusieron y algunos se amotinaron. Magallanes aplicó mano dura: ordenó ejecutar a los cabecillas del motín. A uno lo apuñaló el alguacil de la flota, al otro le cortaron la cabeza y lo descuartizaron a la vista de todos. Otros dos fueron abandonados en una isla desierta con vino y una espada. Magallanes no se animó a ejecutarlos pues uno había sido nombrado por el propio Carlos I y el otro era cura, pero imaginó ese castigo cruel.
En octubre de 1520 descubrieron la entrada del Estrecho, que bautizaron "de las Once Mil Vírgenes" y hoy lleva el nombre del portugués. Comenzaron a navegarlo y Esteban Gómez (otro de los que aborrecía ser comandado por un lusitano) se apoderó de la nao San Antonio, desertó y puso proa a España. Se afirma que avistó las Islas Malvinas. El resto de la flota prosiguió al Oeste. Cuenta Pigafetta: "Se mandó una chalupa muy bien equipada para que reconociese el cabo de este canal que desembocaría en otro mar. Los marineros de la chalupa regresaron a los tres días, y nos comunicaron que habían visto el cabo en que terminaba el estrecho y un gran mar, esto es, el Océano. Todos lloramos de alegría". Y remata con sencillez: "Este cabo fue llamado el Deseado porque, en efecto, deseamos verle largo tiempo".
Sin embargo, otra prueba durísima estaba por venir. Afirma Simon Leys que Magallanes "llegó al Pacífico en el momento preciso para sacar el máximo partido de los vientos alisios del sureste, que le permitirían cruzar el océano. Aprovechó la corriente de Humboldt para remontar rápidamente la costa chilena hacia latitudes más cálidas". Pero navegaron a ciegas, sin dar con los archipiélagos polinesios hasta que en marzo de 1521 avistaron Guam. En el camino padecieron privaciones y escorbuto: "La galleta que comíamos no era ya pan, sino un polvo mezclado con gusanos, que habían devorado toda la sustancia y que hedía insoportablemente por estar empapado en orines de rata. El agua que nos veíamos obligados a beber era igualmente pútrida y hedionda".
A Magallanes lo mataron aborígenes en Filipinas. Juan Sebastián Elcano, su sucesor, decidió quemar una nave y seguir solo con dos: la Trinidad y la Victoria. Sabía que estaban en zona portuguesa. Durante ocho meses comerciaron clavo de olor y a veces piratearon. Los portugueses capturaron a la Trinidad, pero el 6 de septiembre de 1522 la Victoria llegó a Sanlúcar de Barrameda con apenas 18 sobrevivientes a bordo. Al navegar siempre hacia el Oeste, erraron en un día la fecha: "Habían comido carne los viernes y celebrado la Pascua los lunes".
Cuenta Stefan Zweig que escribió su preciosa biografía de Magallanes por vergüenza. La idea lo asaltó a bordo de un transatlántico rumbo a América del Sur, donde se sentía aburrido: "Compara un momento este viaje de hoy con los de antaño, sobre todo con los primeros viajes de aquellos temerarios que descubrieron, en beneficio nuestro, estos mares inmensos y un mundo nuevo, y avergüénzate en su memoria. Intenta representártelos partiendo en sus frágiles barcas de pescador hacia lo desconocido, ignorantes de los derroteros, perdidos en lo infinito, continuamente expuestos al peligro, al capricho de las inclemencias del tiempo y a todas las torturas de la escasez". Invita a pensar en esos marinos: "La escasez era su compañera, la Muerte los cercaba de noche y de día en mil formas, por mar y tierra; no podían esperar más que peligros, así de los hombres como de los elementos, y durante meses y años la soledad más espantosa rodeaba sus míseras embarcaciones". Zweig llamó a la expedición "la segunda Odisea".
Decíamos al comienzo que los océanos se comunican entre sí. Eso se puede traducir en que, aunque sea difícil, por el mar se puede llegar a cualquier parte. La especie humana ha sido tan capaz de construir técnicamente esa posibilidad como de levantar barreras. Hay allí un enorme desafío, tan utópico como irrenunciable. Las imágenes de los migrantes en sus precarias embarcaciones, en busca de mejor vida, ahogados en las costas hostiles, los transforma en los humildes Magallanes de este milenio.
Tomado de la nación de ar

PAJAROS DE CORRIENTES : LA MONJITA BLANCA (XOLMIS IRUPERO)


Conectados con el entorno: monjita blanca
Esta especie vive en áreas rurales, de montes, pastizales o con arboledas dispersas. En estos se posan y observan hasta caer en picada certera sobre su alimento diario. En otro extremo, hoy nos abrió las puertas Salvador “Turco” Hassan, desde Paso de los Libres, quien cuenta sobre uno de sus oficios: creador de guitarras con sello propio. 
Por Paulo Ferreyra  y Abel Fleita //Especial para El Litoral
Sobre el campo atardece y el sol da indicios de que una vez recostado sobre el horizonte enviará una imperceptible señal para que la luna blanca, grande y redonda asome por el Este. Algunas aves regresan y sólo una mantiene su silueta de silencio sobre el árbol, mientras se oye a alguien que silba y nos hace mirar hacia atrás.
De sólo 17 centímetros y de una numerosa familia, es la monjita blanca (Xolmis irupero), una de las aves cuyo nombre científico posee una construcción de palabras hechas en lengua guaraní.
La bibliografía nos dice que irupero, la segunda parte de su nombre universal, está formada por las palabras compañero y camino. Representa aquello que la especie hace sin que lo notemos: acompaña
Perteneciente a la familia de los tiránidos y constituida además por otras monjitas, viuditas, benteveos, piojitos, fiofíos y mosquetas, la especie se encuentra en gran parte del país, a excepción de la Patagonia y de los bordes montañosos de los Andes. La monjita blanca es así como dice su nombre, toda blanca. Sólo el pico, ojos y las puntas de sus alas y cola son negras.
Esta especie vive en áreas rurales, de montes y pastizales o con arboledas dispersas. En estos se posan y observan insectos del aire o pequeños gusanos que serán su alimentación.
En relación a semejanzas con otras especies, conviene tener en cuenta que en Corrientes puede encontrarse en especial sobre pastizales con bordes húmedos, en determinados sectores focales, a la monjita dominica (Xolmis dominicanus). Esta es una especie cuya supervivencia se encuentra en peligro de extinción. En este caso, el negro de las alas es más grueso que el de la monjita blanca y toda la cola es negra. 
en el camino.  
Vuelo entre instrumentos 
Tiene la actividad central como periodista, pero es músico intuitivo desde pequeño. Nació en la ciudad de Corrientes, luego se fue a vivir a Concepción del Yaguareté Corá; unos años después arribó a Paso de los Libres donde el destino lo estaba esperando. Se cruzó con la persona indicada y le hicieron una prueba de radio en LT 12. Luego lo llamaron y desde entonces vive en esta ciudad fronteriza, donde corre mansamente el río Uruguay.
En Concepción el cielo es más ancho, se escucha el viento, el sol calienta sus calles de manera inusitada. Algunos patios son generosos con árboles bañando con sombra la arena, la casa, a las personas que la habitan. El coro que canta alegre al iniciar el día o más lastimero al morir la tarde resuena en múltiples rincones. Ahí, en esa quietud el Turco, como todos llaman a Salvador Hassan, tuvo su primer contacto con la música.
“En ese lugar había mucho tiempo libre y mi abuela me regaló un guitarra”, cuenta. Ese fue el primer disparador. Antes ya tenía un teclado eléctrico, pero fue el instrumento de cuerdas el que abrió universos, puertas infinitas. Terminó la escuela secundaria en Paso de los Libres en un colegio Bachillerato Pedagógico. El cierre le permitió realizar una investigación de campo donde se metió de lleno en la vida de Simón Ocampo, “el genuino luthier de acordeón que tuvo la provincia de Corrientes. Estuve a su lado y el proceso creativo de él empezaba con un pedazo de madera. Otros luthiers toman el mueble del acordeón y modifican”, explica. Ahí el Turco no sólo pudo revelar después cuestiones de la vida y obra de Ocampo, sino que también aprendió algunas cuestiones relacionadas con el oficio de luthier y periodista. 
Cuerdas 
Después de la primera guitarra que le había obsequiado su abuela saltó a su propio instrumento. Primero empezó a interiorizarse por la cuestión técnica referidas al sonido amplificado. “Un día pensé que podía hacerlo y que tenía que probar. Si me salía mal no pasaba nada”, cuenta sobre sus primeras experiencias creando ya instrumentos musicales. En la zona lindante con Brasil el Cavaquinho es muy usado, “modifiqué un primer instrumento y después fabriqué uno completo. Tuve mucha suerte porque me lo pedían; hice algunos por encargo y ahí la cosa fue creciendo”, relata sobre sus inicios.
Para la fabricación él usa madera nativa de los bosques de la zona. También se propuso hacer guitarras con un sello distintivo. La forma clásica está en cualquier casa de instrumentos musicales. Entonces empezó a jugar con las formas de la caja, con cuerdas de más, “algún agregado especial le pongo”, dice y acota: “Hice una guitarra que tiene la forma de diamante, que además de ser un instrumento de percusión, suena como un cajón; su electrónica es especial para potenciar esas características”.
Entre los saltos de calidad el Turco agrega que hizo una guitarra similar o de estilo parecido a una Godín. La misma llegó a ser ejecutada en la Fiesta Nacional del Chamamé de la mano de Tony Rojas y Juanchi Costa. Su potencial de creador va creciendo, le gusta de idea de volar sin presiones, sin la urgencia de cumplir con alguien o para alguien. Volar libremente.
Por ahí fueron estas historias del mes de abril compartida con algunas de las tantas personas que ensanchan sus alas en el arte o la investigación, por puro gusto de estar vivo y volar. // tomado de el litoral de ctes ar


viernes, 1 de mayo de 2020

EL HOMBRE VUELVE A LA LUNA proyecto Artemisa de eeuu


Cómo son las naves de Elon Musk y Jeff Bezos que la NASA eligió para volver a la Luna
Los tres diseños iniciales con los que la NASA planea volver a la Luna; deberá combinar tecnologías para encontrar la mejor opción
La NASA anunció hoy las tres compañías elegidas para desarrollar el vehículo que llevará a los astronautas estadounidenses a la Luna, cumpliendo el mandato del presidente Donald Trump, como parte del proyecto Artemisa, que busca establecer una base en la Luna .
El proyecto es de enorme envergadura, por lo que la agencia espacial estadounidense buscó socios privados para ayudarla a hacerlo realidad. Son tres: Blue Origin , que recibió 579 millones de dólares para avanzar en sus diseños, Dynetics recibió 253 millones, y SpaceX obtendrá 135
millones de la NASA.
La línea de tiempo del programa Artemisa: Las primeras misiones Artemisa con las que la NASA volverá a la Luna después de medio siglo, y el envío de satélites, habitáculos y equipamiento de soporte hasta la Artemis III, en la que alunizarán los astronautas. Crédito: NASA
Una es SpaceX, la firma de Elon Musk, que tiene en desarrollo Starship, su nave espacial con la que busca llegar a Marte; según la NASA, la nave será modificada para poder aterrizar en la Luna (y volver a despegar, ya que la clave de los vehículos de SpaceX está en su reutilización para bajar costos).
Una vista de Mk1, el primer prototipo de la nave espacial Starship de SpaceX
La otra es Blue Origin, de Jeff Bezos, el fundador de Amazon y eterno rival de SpaceX. El diseño de su compañía es de un módulo lunar de estilo más tradicional ; está diseñado para alunizar y volver a órbita lunar, además de permitir llevar gran cantidad de equipamiento científico.
Jeff Bezos presenta el vehículo de exploración lunar, en 2019 Fuente: Reuters - Crédito: Clodagh Kilcoyne
La tercera compañía, Dynetics, tiene la ventaja de ofrecer un diseño que no necesita etapas: el mismo vehículo puede cumplir las funciones de ascenso y descenso, sin requerir de módulos o etapas que se descartan.
El diseño de Dynetics
Por ahora es lo único que se sabe de ellos. La intención de la NASA es volver a la Luna en 2024, y establecer una estación orbital (Gateway) allí, que facilite las siguientes misiones y reduzca costos al reutilizar naves.
Tomado de la nación de ar

1 DE MAYO DIA DEL TRABAJADOR


Esta jornada conmemora a los Mártires de Chicago, un grupo de sindicalistas anarquistas que fueron ejecutados en 1886, en Estados Unidos, por realizar un reclamo laboral, donde pedían una jornada laboral de ocho horas. La fuerza y la lucha de estos obreros marcó un antes y después en la historia de todos los trabajadores. ¡Feliz día!
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tomado del face de Gabriela Lena dip UCR