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fotografía del sur de Concordia ER Argentina , autor luis pedro mujica

lunes, 12 de septiembre de 2016

PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA TEM A QUALIDADE COMO PRINCÍPIO FUNDAMENTAL

 Produção agroecológica tem a qualidade como princípio fundamental
Foto: Kátia Marcon/Emater RS-Ascar
Produção agroecológica tem a qualidade como princípio fundamental
Família Stephanowski é exemplo de agricultores ecologistas -
A produção orgânica e o consumo de alimentos considerados limpos têm sido priorizados em vários países, inclusive no Brasil. Na agricultura orgânica, a qualidade é um dos princípios fundamentais, além do respeito à cultura e aos saberes locais, da preocupação com a preservação da biodiversidade, da prioridade para os mercados consumidores locais e, principalmente, a não utilização de agrotóxicos e produtos químicos solúveis e sem Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) ou transgênicos.
Atualmente, a produção orgânica engloba todos os alimentos, desde frutas, legumes e grãos, até criações. A avicultura colonial, por exemplo, está crescendo, baseada num sistema de criação em transição para o orgânico, em que os animais são criados soltos e não estabulados, com maior atenção para a densidade, que é menor do que a criação convencional de aves.
O cultivo de morango em substrato orgânico também é outro trabalho que a Emater incentiva, assim como a agrofloresta, proposta que alia produção de hortigranjeiros ou frutas, ou ainda criações com a preservação da mata nativa. O Rio Grande do Sul tem cerca de 110 hectares de sistemas florestais legalmente manejados.
De acordo com dados do Cadastro Florestal do Rio Grande do Sul, de agosto de 2015, o Estado tem sete unidades agroflorestais cadastradas, com registro de manejo junto à Divisão de Licenciamento Florestal (Debio), antigo Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (Defap), vinculado à Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
Esse registro na Debio permite ao produtor manejar, cortar e aproveitar na propriedade produtos madeiráveis, como o louro, o angico branco, a cabriúva e a canjerana, e os não madeiráveis, como laranja e bergamota, de onde se extrai suco e óleo essencial, assim como as frutas nativas, como butiá da praia, araçá, pitanga e jabuticaba.
"Todas essas práticas fazem parte do Programa de Agricultura de Base Ecológica, que por sua vez é parte do Plano Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, também conhecido como Rio Grande Agroecológico, cujas ações são executadas pela Emater", destaca Ari Uriartt, assistente técnico estadual de Agroecologia da Emater.
Feiras e consumo consciente
As feiras ecológicas têm atraído cada vez mais consumidores, pois são espaços de comercialização de alimentos saudáveis e promovem a cultura, o troca-troca de sementes e o turismo rural. As feiras também possibilitam ao público consumidor vivenciar as lidas do campo e as práticas agroecológicas. Mas o motivo que fideliza o público é o contato direto entre produtor e consumidor, estreitando conhecimentos, interagindo e criando uma relação de confiança.
São várias as oportunidades de ampliar o contato com as práticas ecológicas ou agroecológicas. Nos supermercados, esse consumo também se aplica na comercialização de hortaliças, grãos, farinhas, frutas e carnes, além de chocolates, ervas e cafés, todos produzidos de forma agroecológica, e sendo disponibilizados para um público que não consegue ir às feiras. "Interessante destacar que hoje quase 2% dos itens comercializados nos supermercados são ecológicos ou agroecológicos", cita Uriartt.

Hoje, o Rio Grande do Sul tem 89 feiras no interior e sete em Porto Alegre, registradas e divulgadas pela Comissão Estadual da Produção Orgânica (Ceporg), por Organizações Não-Governamentais (ONGs) e pela Emater. "Está em negociação, pelos membros do Ceporg, a realização de um segundo levantamento para atualizar também o número de agricultores ecológicos e disponibilizar esses dados para o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec)”, ressalta Uriartt. TOMADO DE AGORA DE RGS BR 

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