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fotografía de La Paz Bolivia , 2017; autor luis pedro mujica

domingo, 30 de abril de 2017

EM 2017 JÁ FORAM ENCONTRADOS 13 FOCOS DO MOSQUITO

Larvas foram identificadas nas mesmas localidades, sendo restritas a três bairros
Foto: Bruno Kairalla/JA
Em 2017 já foram encontrados 13 focos do mosquito
Armadilhas são vistoriadas a cada sete dias
ALINE RODRIGUES
Já foram encontrados 13 focos do mosquito Aedes aegypti no Município. A informação é da coordenadora do Programa de Prevenção da Dengue, da Secretaria de Município da Saúde (SMS), Elisabeth Estima. Conforme a coordenadora, as amostras foram identificadas em seis imóveis, localizados em cinco quarteirões, sendo estes nos bairros Cidade Nova, Aeroporto e Centro (entorno da Rodoviária). Ela conta que as larvas foram encontradas em armadilhas e pontos estratégicos e a última amostra foi localizada neste mês de abril.  
Elisabeth reforça que os focos que estão sendo localizados estão restritos a estes três bairros. “Nós visitamos os pontos estratégicos de 15 em 15 dias. Nas armadilhas, as visitas são de sete em sete dias. De fevereiro a maio, é o período que mais é identificado Aedes no Rio Grande do Sul”, destaca. Ela salienta que as visitas rotineiras em imóveis que eram realizadas não ocorrem mais. “Não estamos conseguindo visitar os imóveis, porque temos poucos agentes. Aquelas visitas de rotinas, de trabalhar em todo o Município, não estão sendo possíveis. Temos apenas 12 agentes”, enfatiza. 
De acordo com Elisabeth, as ações de intensificação de prevenção ao mosquito são realizadas quando os focos são encontrados. "Quando a gente identifica o Aedes, fazemos ação no local e no entorno, por isso que as pessoas que moram nos bairros Cidade Nova, Aeroporto e região da rodoviária recebem mais visitas dos agentes. O objetivo é identificar se houve proliferação, se precisa fazer tratamento com larvicida e passar informações aos moradores", esclarece.  
A coordenadora lembra que atualmente o Município possui 273 armadilhas e cerca de 270 pontos estratégicos. “Pelo fato de termos poucos agentes, aumentamos o número de armadilhas e de pontos estratégicos, já que não é possível fazer o trabalho rotineiro de visita às residências”, esclarece.  
MUNICÍPIO INFESTADO 
Desde de maio de 2014, Rio Grande passou a ser classificado como Município infestado pelo Aedes. Essa classificação faz parte de uma norma técnica. O Município registrou, em 2014, 15 imóveis positivos para Aedes aegypti. 
Já em 2015, foram 10 imóveis positivos para Aedes aegypti e 2 para Aedes albopictus. Em 2016, foram cerca de 15 imóveis positivos para Aedes aegypti. Segundo informações da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS), mesmo Rio Grande estando classificado como infestado, não há registro do mosquito em todo o Município.  
PREVENÇÃO 

Os vírus, transmitidos pelo Aedes aegypti e pelo Aedes albopictus, são graves e é importante que a prevenção seja feita. A principal prevenção é não deixar o vetor se procriar e, para isso, a medida mais eficiente é não deixar acumular água parada em qualquer possível criadouro. É importante, no trabalho de prevenção, que as fontes de água não fiquem desligadas com água parada, retirar os potinhos dos vasos de flores ou colocar areia, não deixar mudas de plantas com água e não deixar lixo no pátio ou qualquer material que possa acumular água. Vale lembrar que o mosquito prefere água parada e limpa. TOMADO DE AGORA DE RGS BR 

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