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fotografía de Monte Caseros Corrientes Argentina , autor luis pedro mujica

viernes, 14 de abril de 2017

FEIRA DO PEIXE TEM 44 BANCAS EM ESPAÇOS PÚBLICOS em Rio Grande

 FEIRA DO PEIXE TEM 44 BANCAS EM ESPAÇOS PÚBLICOS
Variedade e bom atendimento não faltam na 4ª edição da feira destinada ao comércio de pescado na Semana Santa
Foto: Fabio Dutra
Flavio Chaves e a filha Gabriela compraram 7 tainhas
ESTHER LOURO
Teve início ontem (12) a 4ª Edição da Feira do Peixe. O evento conta com 44 bancas descentralizadas, que ocuparam espaços públicos com o intuito de padronizar e valorizar o pescado, comercializando produtos de qualidade, atendendo a todos os critérios sanitários. A Feira é uma proposta do Executivo Municipal, através da Secretaria de Município da Pesca.
Pescadinha, camarão e tainha são os campeões de vendas nas bancas. Apesar da variedade e do bom atendimento dos comerciantes, no primeiro dia de vendas o movimento ainda foi tímido nas bancas, mas os comerciantes esperam que as vendas melhorem hoje (13) e amanhã (14).
VENDAS
Maria Vergara, que atende no caminhão de uma Cooperativa de Pescado – que durante a feira está estacionado na pracinha no fim da Perimetral – conta que o primeiro dia de Feira foi bem fraco. “Tá fraco né, muito devagar, eu acho que ninguém está com dinheiro, […] mas eu acho que vai melhorar, nas feiras de rua mesmo a gente vende bem”, contou Maria. Nessa cooperativa, o filé de abrótea está saindo por R$ 20 e o de pescadinha por R$ 18. Já o camarão, fresquinho e sem casca, sai por 50. Os preços são por quilo.
Com a banca instalada na avenida Portugal, Paulo Mendes – que tem uma agroindústria de pescados no interior do Município – participa pela quarta vez da Feira do Peixe e espera que o movimento melhore no dia de hoje. “Sempre a quarta-feira é mais fraca, as vendas aumentam na quinta de tarde e na sexta. Até agora, os mais pedidos são os filés de linguado, pescadinha e tainha”. Na banca do Paulo, os filés frescos variam entre R$ 20 e R$ 25. Para quem gosta de assar um peixe, a tainha e a traíra saem por R$ 13 e R$ 15 o quilo, respectivamente. 
Almerinda Souza atende em uma das bancas na Henrique Pancada, este é o primeiro ano dela na feira e notou que os produtos com mais saída nesse primeiro dia foram o camarão e o peixe seco. Na banca da Almerinda, o camarão sem casca sai por R$ 45, o peixe seco por R$ 17 e os filés frescos variam entre R$ 18 e R$ 25.
Muito simpáticas, Sirlei e Rogéria Freitas, atendem em uma das docas do Mercado Público e contam que no local, nas primeiras horas da manhã, o movimento foi bom. “De manhã tava bom o movimento sim, o que mais saiu foi o camarão que está R$ 55, a tainha que está saindo a R$ 8 e o peixe salgado que tem de R$ 20 e de R$ 18”, disse Sirlei. Ainda, segundo a experiência das vendedoras, o primeiro dia é sempre mais fraco, hoje o movimento melhora 90%, segundo projeção de Sirlei. 
QUAL O PRATO DA SEXTA-FEIRA SANTA
Lourdes Lopes comprou o camarão na banca do Paulo Mendes e contou que com o passar dos anos, os costumes familiares foram mudando. “Antes não se comia carne durante toda a Semana Santa, mas agora ninguém mais liga, então eu comprei o camarão para fazer um macarrão na sexta, mas também gosto muito de fazer ele com um arrozinho e um pirão”.
Já o Flavio Chaves e a filha Gabriela andaram por várias bancas e aproveitaram o preço e a qualidade da banca da dona Almerinda, na rua Henrique Pancada. Compraram 7 tainhas, que serão assadas na sexta-feira. “Eu gosto de temperar bem e rechear com um vinagrete bem sequinho, já ela [Gabriela] gosta mais de temperar só com um sal grosso”, disse Chaves. Tomado de agora de rgs br


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